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História Cartas Para Dois - Capítulo 9


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Notas do Autor


what a lovely surprise 💙

(se vcs lerem esse antes do anterior uma fada morre e uma autora fica triste, então leiam o anterior primeiro, yess?)

Capítulo 9 - IX - Um plano (a prova) de idiotas.


 

 - Ninguém chamou você! – estalara na direção do irmão maluco, quem tinha confortavelmente se espremido no espaço atrás da estante, com um joelho pressionando Vanya e o outro pressionando Cinco.

 - Eu só quero ajudar você, meu irmãozinho!

 - Vai se foder, Klaus!

 - Ok... Tudo bem, tudo bem – Quatro murmurara em decepção teatral. – Acho que vou ter que ir falar com Diego...

 Klaus fizera menção de se levantar, embalando o corpo para cima. Cinco puxara-o de volta pelo braço com tanta força que Klaus quase caíra por cima de si.

 - Como você sabe?! – sibilara entre os dentes, contendo a raiva e a vontade crescente de morder o irmão até arrancar um pedaço.

 No fundo, torcia para que não fosse Ben o irmão quem contara sobre para Klaus.

 - Um passarinho me contou... – ele começara a cantarolar e balançar a cabeça, parando ao ver o olhar assassino de Cinco. – Um passarinho morto. Melhor?

 - Ótimo! Você e seus mortos fofoqueiros. Era tudo o que eu mais precisava na minha vida – retrucara coma amargor.

 - Você também precisa de uma boa foda de você-sabe-quem.

 Seu sangue entrara em ebulição tão rápido quanto um estalar de dedos.

 - Vai você se foder!

 Klaus sorrira ainda mais.

 - Eu adoraria. Quem sabe eu não convido o meu irmão mais gostoso de todos para fazer o serviço?

 Sem sequer pensar uma única vez, Cinco se lançara para cima de Klaus em um impulso assassino. Vanya pusera-se entre os dois, quase levando um tapa na cara.

 - Por favor, não briguem! – ela pedira, exaltada. – E não gritem.

 - Eu odeio você – sibilara cheio de ódio, controlando-se para voltar a sentar e não descontar sua frustração em quem parecia implorar para levar um soco.

 - Obrigado pelos seus sentimentos. – Klaus pusera uma mão no peito, sem deixar de sorrir por um único instante, como se tudo aquilo fosse uma brincadeira de criança e ele tivesse seis anos. – Mas agora vamos falar sobre o meu brilhante plano para resolver o seu problema.

 - E se eu não quiser ouvir?

 - Vai se arrepender amargamente. Você acha que tem alguém melhor em resolver as tensões sexuais da família do que eu?

 - Acho. Qualquer um – respondera, sem ter certeza de que achava aquilo. O fato era que Klaus não era o tipo que “resolvia” algo, ele era o tipo “botar lenha na fogueira até que as chamas se descontrolem e queimem tudo ao redor enquanto ele ri de forma maníaca”.

 - Seu mentirosinho safado. Papai não te ensinou que isso é feio?

 Esticara-se, chutando a perna de Klaus.

 - Fala logo antes que eu me arrependa – pedira entredentes, detestando cada segundo daquilo.

 - Então... Você pode posar de uma santa virgem tímida e casta para vendar ele.

 Respirara fundo, tentando reunir uma calma de espírito que não vinha, e esfregara o rosto com a mão.

 - Eu não sei o porquê de ainda perder meu tempo com você.

 - A questão é: - Klaus insistira, ignorando seu argumento – ele não precisa ver você para beijar você. Ou tocar.

 - Você é um doente sem tamanho – reclamara, impaciente e exausto. Além, claro, do sangue cobrindo sua face. – Além do mais, eu não tenho o corpo da Vanya.

 - Você é só um pouco mais alto e vocês tem quase o mesmo peso. Se acrescentar alguns truques de volume por aqui e ali... – Quatro pusera as mãos na frente do busto, sinalizando um volume redondo ali, muito mais exagerado do que o pequeno volume de Vanya – e um uniforme emprestado da nossa querida irmã, o nosso irmão lerdinho não vai notar diferença alguma.

 - E o cabelo? – Vanya indagara, parecendo interessada demais naquela loucura.

 - Eu tenho certeza de que consigo uma excelente peruca – Klaus retrucara com certo orgulho.

 - Eu não vou me vestir assim. Sem chances. Nunca.

 - Awn, o que é isso, masculinidade frágil, logo de você? Eu esperava isso de Um e Dois, não de você – Quatro provocara, lhe fazendo ranger os dentes em resposta.

 - É humilhante.

 - Por quê? Vanny, você se sente humilhada por usar uma saia? – ele fingira inocência conforme virava-se para a garota, quem negara com um movimento de cabeça.

 - Eu não preciso provar nada para um maluco como você – insistira.

 - Tudo bem. É você quem vai ficar sem os beijos do nosso irmão gostoso que com certeza deve saber usar aqueles lábios e língua muito bem.

 - Pare de falar assim!

 - E eu sou culpado por dizer o que você pensa?!

 - Shh! – Vanya os censurara, inclinando o corpo para pôr-se entre ambos como se evitando o confronto físico. – E se você só pedir para ele não encostar? Seria mais fácil.

 - E se ele encostar mesmo assim? – Klaus problematizara.

 - Ele não faria isso – Vanya defendera, no entanto, o maníaco apenas rira como sempre.

 - Ah, minha doce, doce e inocente Vanny... Você não conhece os instintos dos rapazes...

 - Isso não vai acontecer – Cinco retorquira, já exasperado para finalizar aquela argumentação que lhe roía por dentro.

 - Bem... – Klaus se levantara. – Já ofereci meus serviços. Inclusive ajudo na execução. Se você precisa de um tempo para pensar e fantasiar com...

 Puxara o braço dele em um único movimento brusco, quase o deslocando no processo.

 - Se você disser a alguém eu juro que prendo você dentro de um mausoléu por mais tempo do que o velho jamais teve coragem de deixar.

 - Que malvado! – Quatro reclamara, fazendo um bico com os lábios. – Eu só quero ajudar alguém a conseguir uma boa foda ou, pelo menos, uns beijos nessa casa. Seu segredo está a salvo comigo, meu gatinho selvagem. Vou levar para o túmulo.

 Pusera as duas mãos na face, tão exausto quanto se Klaus tivesse sugado sua energia vital. Odiava, com todas as suas forças, aquela sensação crescente de estar perdendo o controle. Sobre tudo que dizia respeito aos seus sentimentos pelo irmão.

 Com cautela e receio, Vanya pusera uma mão no seu ombro. O toque era para ser leve ou reconfortante, mas lhe parecia um peso extra a se carregar em seus ombros.

 - Vai ficar tudo bem. Você não é obrigado a nada, Cinco.

 - Eu sei – retrucara, abafado pelas próprias palmas.

 O terceiro susto do dia viera quando o alarme de missão soara por toda a casa. Desta vez não pulara no espaço por acidente, mas a vontade de o fazê-lo e se esconder, digamos, no armário até aquilo acabar era tremenda.

 - Droga... – resmungara baixinho e não tivera tempo de se despedir da irmã. Naqueles momentos, cada segundo contava.

 


Notas Finais


Eu apressei esse cap (e teve qe ser peqeno pq ainda n tenho superpoderes de escrita relâmpago ou tempo de sobra, sorry) pq preciso fazer uma pergunta mto séria, é qestão de vida ou morte, então foquem aqui:
Vcs qerem ver o Cinco numa saia?
KKKKKKKKKKKKKK
Lembrando qe eu tbm n tenho o superpoder de agradar td mundo, então vai ser o qe a maioria decidir e as opções são bem simples:
1) Sim, peloamordedeus, o Cinco deve totalmente seguir o plano do Klaus!
2) Não, Jesus salve o Cinco! Ele não deve topar essa maluquice.
3) Outro (preencha como quiser)
Só lembrando qe qando mais rápido decidirem, mais me ajuda 💙


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