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História Casa Compartilhada - Capítulo 6


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Notas do Autor


AVISO: BDSM, AGRESSÃO, RELAÇÃO DE DOMINAÇÃO NO SEXO.

xxx

Capítulo 6 - Capítulo Seis: Sim, senhor! (Tobirama Senju)


'Cause I may be bad but I'm perfectly good at it

Sex in the air, I don't care, I love the smell of it

Sticks and stones may break my bones

But chains and whips excite me

***

Antes de amanhecer voltei ao meu quarto pisando em plumas. O sexo com Kakashi era incrível, realmente o homem tinha o melhor oral que já recebi na vida. Mas eu precisava dar um basta nisto. Já tinha me envolvido com cinco dos sete homens da casa, e não podia mais me dar ao luxo de achar que conseguiria dar continuidade com essa insanidade.

Era por volta das nove da manhã quando levantei. Era domingo e todos dormiam até tarde, menos Tobirama, o bom moço responsável que acordava todos os dias cedo, ia à academia, voltava a tempo de fazer café da manhã e ler as notícias.

Na cozinha, sentado à bancada divisória, Tobirama tomava seu café frente ao seu notebook.

- Bom dia, Toby – disse pegando uma caneca a enchendo de café preto.

- Bom dia, Mila – disse ele desviando o olhar da tela para mim. Ainda estava de camisola, adquiri esse habito desleixado de andar à vontade na casa, antes de sair dando para todos.

- Vai ficar em casa hoje? – disse despretensiosa, apenas puxando assunto.

- Pretendo. Hoje é dia de o Hashirama assumir a empresa. Eu vou trabalhar aqui em casa mesmo – disse estralando os dedos das mãos apoiadas à mesa. – E você?

- Acho que não tenho nada importante hoje – disse sentando no banco ao seu lado, tomando meu café quente. – Por quê?

- Por nada... – o disse desviando os olhos de minhas coxas expostas. Não me atentei a esse detalhe.

Tomava meu café ouvindo-o contar das notícias do dia e como nosso cenário político era caótico. Tobirama era um homem consciente de seu local na sociedade, tinha bastantes utopias e era altruísta, gostava de ajudar por ajudar. Próxima assim dele, sentia a fragrância de seu sabonete, rosas negras talvez. Não demorou muito para lá estar eu, perdida em pensamentos libidinosos ao encarar seus ombros largos e suas mãos grandes.

- Meu deus eu preciso parar com isso – disse para mim mesmo completamente atordoada.

- Perdão? – disse ele se aproximando para me ouvir. Automaticamente recuei assustada, temendo que ele ouvisse meus devaneios. Entretanto, não me atentei à caneca de café quente na mesa e esbarrei nela derramando todo o liquido em minha camisola lilás de cetim.

- Merda! Merda! – disse baixo pegando a caneca antes de cair no chão. Meu peito e coxas queimavam.

- Calma – disse Tobirama se levantando até a pia pegando algum pano limpo para molhar e me limpar. O platinado pressionou a toalha molhada em meus peitos, onde tinha caído maior parte do café. No momento ele não se tocou, nem eu, mas estava tocando descaradamente meus peitos por cima do pano úmido. Engoli o seco praguejando as circunstâncias justo agora que decidira parar com os jogos de sexo.

Meus olhos se levantaram lentamente até encontrar os dele. Hipnotizado pela ocasião, Tobirama aplicava mais pressão em meus seios, como se tivesse total consciência do que fazia.

- Assim está melhor? – sussurrou ele.

- S-Sim – disse eu engolindo o nó em minha garganta. Minha respiração estava pesada, Tobirama me encarava de baixo a cima, afastando-se um pouco para contemplar-me de corpo inteiro. Após me analisar, o platinado colocou o pano úmido entre minhas coxas para limpa-las. Pressionando o local, senti o pano entrar em contato com minha intimidade, fazendo-me estremecer um pouco.

- Tobirama – sussurrei entorpecida, sentindo minha intimidade responder ao toque. Não me atentei ao fato de ainda estar sem calcinha pela foda de ontem com Kakashi. Suspirei profundamente quando o homem tirou o pano e passou lentamente dois dedos em minha buceta impressionando-se com a umidade que vertia por ela.

- Sem calcinha? – perguntou ele sussurrando. Eu segurava firme seu braço em trabalho, sentindo seus músculos tensionarem.

Encarei-o apreensiva. Ao fazer contato visual comigo, o platinado deslizou dois dedos afundando-os em meu interior, fazendo-me contorcer meu dorso na cadeira. Respirei pesado. Aqui estava eu de novo, entregue aos prazeres da carne e do sexo. Seus dedos entravam e saiam de mim lentamente, enquanto o homem se deleitava com minha agonia.

Ele nada disse, apenas me masturbava em silêncio olhando cada detalhe de minhas expressões, divertindo-se esboçando sorrisos maliciosos enquanto me via controlar os gemidos.

- Tobirama – gemi, meu orgasmo estava próximo. Antes de explodir em meu deleite, Tobirama selou nossos lábios para que meu gemido final saísse abafado. Seu beijo fez minha cabeça girar. O cheiro de café misturado ao sexo deixava-me inebriada. – Acho melhor eu tomar um banho – consegui balbuciar o encarando.

- Também acho – sussurrou ele olhando fixo em meus olhos. Sem mais nenhuma palavra, desci a banqueta e subi as escadas ainda sentindo as tremedeiras do orgasmo. Puta merda, onde eu ia parar?

[...]

A noite se aproximava, não tinha saído de meu quarto o dia todo para evitar transar com mais alguém. Como eu era patética, tinha tão pouco autocontrole que chegava a dar pena. Senti falta de Shisui. Sua presença era leve e eu conseguia relaxar ao seu lado.

Meu celular piscou ao lado anunciando uma mensagem. Era Hashi pedindo-me um favor. Queria que avisasse Tobirama que demoraria a chegar para o jantar e era pra ele atender a merda do celular quando ligava. Ri baixo de sua descontração. Estar com Hashirama era também agradável, apesar de ter se tornado meio difícil estar em sua presença e não lembrar de nossa foda.

Caminhei pelo corredor até o escritório dos Senjus. A casa estava silenciosa e a porta entre aberta. Antes de entrar suspirei. Não sei bem porque, mas antes quis espiar pela fresta da porta o que Tobirama fazia. Podia vê-lo sentado em sua cadeira, recostada quase que jogado na mesma. Sua camisa social preta estava levantada fora da calça, mostrando metade de seu abdômen perfeito. Sua mão direita acariciava seu pau por cima da cueca exposta pelo zíper aberto. Sorri não acreditando no que via. O senhor certinho, Tobirama Senju, se masturbando em plena luz do dia.

- Por que não entra, Mila? – disse ele olhando diretamente para minha sombra na porta. Sorri entregando-me. Devia ter me atentado a esse detalhe.

Abria a porta vagarosamente e a fechei sem dar as costas para ele. Com minhas mãos nas costas, tranquei-a e caminhei até ele com passos rasteiros. Todo meu pudor havia me abandonado, dando espaço para os sentimentos mais impuros e libidinosos que eu pudesse ter. Tobirama era o pecado principal, a perdição na Terra. O Homem era lindo, Deus do céu! Seus olhos avermelhados atravessavam minha alma quando parei à sua frente, sentando-me na mesa o encarando.

- O que você está fazendo ai? – perguntei provocando, sorrindo para o homem que mal continha a excitação.

- Apenas algumas carícias – sorriu ele tirando seu pau para fora da cueca, mostrando o belíssimo membro rosado e rijo. Era grande, maior que todos que tinha visto na casa até então. A questão era, será que era tão ágil quanto? Eu estava disposta a pagar pra ver.

- Você quer ajuda? – perguntei hipnotizada pela visão de seu pau. Tobirama sorriu sádico e me chamou com os dedos.

Como se na presença de um anjo, ou algo assim, me ajoelhei perante sua imagem, beijando a cabeça de seu pau olhando-o suspirar com o contato. Suas mãos se afundavam em meus cabelos, seu pau pulava em tesão na minha boca.

Bruscamente, o platinado me tirou do beijo intimo e disse:

- Você gosta de sentir dor, Mila? – disse ele obrigando-me a encará-lo. Olhei-o perdida em desejo e disse:

- Sim, por quê? – disse sem nem mensurar minhas palavras.

- Venha aqui, deite em meu colo – disse ele afastando um pouco a cadeira da mesa para dar espaço hábil para que eu o fizesse.

Obedecendo ao homem, deitei em seu colo de bruços, expondo minha bunda empinada para que ele levantasse minha saia rodada. Senti sua mão esquerda acariciar minha bunda.

- Posso? – disse ele apertando minha nádega. Sabia o que queria. Assenti com a cabeça e ele acertou o primeiro tapa ardido em minha bunda fazendo-me soltar um gritinho abafado. – Não grite, Mila, se não vai ser pior – meu Deus, que homem era aquele e o que fez com o bondoso Tobirama?

Parecia possuído pelo demônio. Eu estava amando. Quando acertou o segundo tapa, senti minha bunda arder e latejar. Minha buceta já estava me matando de tanto pulsar.

- Quando você derramou café quente em seus peitos, fez um a expressão de dor tão deliciosas que perdi o autocontrole, Mila – disse dando-me mais um tapa, fazendo-me tremer com o impacto. – Eu desejei mais que tudo ver de novo esse rostinho delicado tensionado em dor! – disse acariciando a área que antes estapeava. Senti seus dedos correrem toda a carne de minha bunda até se afundarem dentro da calcinha, denunciando o rio que corria entre minhas pernas. – Como está molhadinha aqui – disse tirando os dedos e os lambendo, para em seguida dar mais um tapa.

Dessa vez gritei alto, assustando-me com minha reação. Para me punir, Tobirama enfiou dois dedos de sua mão direita em minha boca.

- Chupe-os! – disse ele acertando mais um tapa estalado em minha bunda. Obedeci-o sem pestanejar. Quando senti o tapa mais forte que ele preparava, depois de mais caricias, o mordi de proposito, rindo baixo de sua expressão de dor. - Eu acho que você não entendeu a relação de poder aqui – disse ele me ajudando a levantar, se levantando em seguida.

Conduzindo-me até uma poltrona de leitura, Tobirama se sentou abaixando o resto da calça, expondo por completo seu pau duro e empinado.

- Senta! – disse ele. Prontamente o envolvi em minhas pernas, sentando lentamente em seu pau, deslizando sem dificuldades, sentindo toda ardência em minha bunda me acender ainda mais. – Cavalga! – disse ele enrolando meu cabelo em seu punho, o puxando levemente para conduzir minha sentada.

Rebolei e quiquei no colo daquele homem como se não houvesse amanhã. Seu pau me expandia de uma maneira inacreditável, sentia cada centímetro de Tobirama dentro de mim. Poderia gozar só com seu olhar imponente, sua voz grave me mandando fazer o que mais lhe dava prazer.

- Diga que dos homens da casa que você fodeu, eu sou o melhor – disse ele entre os dentes. Puta merda! Pensei. Como ele sabia.

- Como você sabe disso? – perguntei parando meus movimentos.

- Eu tenho poder analítico acima da média – sorriu ele. – Mas não se preocupe, duvido que os outros saibam! – Puxou lentamente meu cabelo para sussurrar em meus ouvidos: - Diga!

- Você é a minha melhor foda, Tobirama – gemi entregue a ele. E sinceramente? Não era mentira, o homem me fez perder todos os sentidos, implorando para que o momento durasse para sempre.

O homem se deu por convencido, lambendo meu pescoço até chegar à minha boca, invadindo-a com sua língua quente e hábil. O beijo era ótimo, mas o que ele fazia com seu pau dentro de mim era melhor. Meu gozo me arrebatava quando Tobirama disse:

- Goza pra mim, Mila. Goza gostoso no meu pau, porque nossa brincadeira só tá começando.

Desmanchei-me em seu pau, completamente atordoada pela sensação que me tirava o folego. Levantando minha camisa larga de banda e meu sutiã, Tobirama abocanhou um de meus peitos, sugando-o com habilidade admirável. Sua mão deslizou até minha bunda, conduzindo minhas investidas contra seu pau. Quando estava prestes a gozar me encarou dizendo:

- Eu quero gozar na sua boca. Fica de joelhos! – sai de seu colo, hipnotizada por sua capacidade de liderar.

De joelhos à sua frente, Tobirama contornou meu rosto com seu pau até enfia-lo em minha boca, acariciando meu maxilar. O platinado começou a estocar, fodendo-me a boca com força. Senti-o fundo em minha garganta. Agarrei sua bunda deliciosamente redonda e dura para me equilibrar. Sentia a saliva pingar pelo meu queixo e as lágrimas molharem a ponta de meu nariz. Olhava diretamente em seus olhos, deleitando-me com sua expressão de pré-gozo. O homem respirava pela boca de tão afoito que estava. Quando se derramou em mim, gemeu alto jogando sua cabeça para trás, ao tira seu pau de minha boca, deu-me um leve tapa na cara, agarrando meu maxilar para me beijar.

- Isso vai acontecer sempre que eu quiser aqui – disse ele sorrindo em tom ameno, mas nem por isso menos autoritário. – Se eu chamar, você vem; se eu mandar, você faz! Certo? – disse ele acariciando meu rosto, limpando minhas lágrimas.

- Sim, senhor! – disse eu entrando na personagem.

Meu deus! De todas as fodas, essa foi legitimamente a melhor!

 



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