História Casa das Ninfas - Capítulo 2


Escrita por:

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Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy
Tags Dramione
Visualizações 72
Palavras 2.976
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Capítulo 2


POV HERMIONE

Mais uma noite na Casa das Ninfas. Mais uma noite para me sentir uma vadia.

Mas aquilo era idiota de se dizer. Eu era uma vadia. Uma vadia que agora se aprontava para seu próximo cliente. O tal de Draco Malfoy.

- Bem, pelo menos ele é bonito. - Comecei para mim mesma mas sabia que aquilo não funcionaria - Ok, ok, não muda quase nada. Mas vamos lá, finja que será ao menos um pouco prazeroso.

Não, a fato daquele cliente ser bonito não mudava nada. Eu continuaria oferecendo meu corpo a ele em troca de dinheiro. Não seria menos suja por isso. Já havia estado com clientes belíssimos antes, e nenhum deles me deu o mínimo de prazer.

- Merda.- Eu continuava falando sozinha. - Por que ele tinha que me ver?

Todas as noites, quando eu descia, procurava andar sempre nos cantos mais escuros, pedindo a Deus que ninguém me notasse ali. Me vestia de uma forma nada sensual e olhava sempre para baixo. Estar com um homem, embora fosse meu trabalho e eu já devesse ter me acostumado com isso há muito tempo, sempre era um castigo. Eu precisava me sustentar, mas minha maldita consciência insistia em fazer com que eu me sentisse muitíssimo mal.

Mas lamentações não mudariam nada. Draco havia, de alguma forma, me visto. Mesmo rodeado de três lindas meninas, ele se interessou por mim. Mais tarde fui saber que ele era um antigo cliente então estava tudo explicado: Provavelmente ele já havia se divertido com todas elas, e agora queria carne fresca.

O que diferenciava Draco dos outros clientes? Quase nada, a não ser por um pequeno detalhe: Ele me olhou. Claro, muitos homens haviam me olhado, mas não como ele. Ele me olhou como quem quisesse me entender. Como se tentasse ler meus olhos, encontrar algo dentro deles. E aquilo poderia não fazer o menor sentido, mas o fato era que eu havia ficado um pouco desconfortável com o jeito como ele me olhou.

Enquanto me aprontava para recebê-lo em me quarto, pensava em como seria esse novo castigo. Deitei na cama com um robe de seda cor pêssego e fiquei à sua espera.

Não demorou muito e a porta se abriu. O cliente havia entrado no meu quarto, já tirado a jaqueta e colocando-a sobre uma cadeira após trancar a porta.

- Poderia pagar antes? - Perguntei de repente. Ele pareceu surpreso.

- Pagar antes? E se eu não ficar satisfeito?

- Você vai ficar satisfeito.

Ele riu, ainda me encarando.

- Bom... e por ironia do destino e não ficar satisfeito, posso ter meu dinheiro de volta então?

- Ok. Mas isso não vai acontecer.

Ele riu outra vez, tirando do bolso algumas notas e colocando em cima da escrivaninha ao lado da cama.

- Você é muito segura de si.

Não respondi.

- Muito bem. Como não nos conhecemos, temos que esclarecer alguns pontos aqui. Você tem alguma objeção quanto ao sexo?

Encarei-o um pouco confusa.

- Como disse?

- Algo que não goste de fazer? - Ele continuou.

Ninguém nunca havia me perguntado aquilo. Normalmente os homens tentavam fazer qualquer coisa comigo, e só então, quando  eu negava, eles entendiam que eu não faria.

- Eu não faço anal. - Falei um pouco baixo.

Ele arregalou os olhos.

- Uma puta que não faz anal? Estava me referindo a coisas como sadomasoquismo, bontage... Pra mim toda puta fazia anal.

Corei violentamente. Embora eu fosse mesmo uma puta não gostava de ser chamada daquela forma.

- Eu não faço...

- Você é muito exigente. - Ele concluiu, não parecendo aborrecido. - Espero que saiba me recompensar por isso.

- Vou recompensá-lo.

Ficamos em silêncio por algum tempo. Ele olhou ao redor, analisando a luminosidade e perguntando:

- Não acha que está muito escuro aqui?

- O abajour está ligado. - Apontei para o objeto ao meu lado direito, que emitia uma luz fraca e amarelada.

- Mesmo assim, é muito escuro. Quero ver seu corpo.

Não vai querer ver o meu corpo.

Ele pareceu começar a perder a paciência. Talvez eu devesse parar de discutir com cliente.

- Sim, Hermione, eu quero ver seu corpo.

Dizendo isso, ele alcançou o interruptor ao lado da porta e acendeu a luz.

- Tudo bem. - Concluí tristemente.

Draco então se posicionou na frente da cama, e eu sabia que essa era a hora de começar a fazer algo. Fiquei de joelhos e fui engatinhando até ele. Quando o alcancei, comece a abrir seu zíper e já podia sentir sua ereção. Baixei suas calças, deixando a boxer preta intacta.

- Tire o roupão. Já disse que quero ver o seu corpo.

Merda. O quarto estava muito claro, e aquilo não seria nada agradável. Hesitei por um momento, mas no sim cedi. Desfiz o nó que prendia o robe ao meu corpo e deixei o tecido fino cair em cima da cama. Eu estava vestindo uma lingerie da mesma cor pêssego que meu robe, um sutiã e uma calcinha pequenos, mas confortáveis. Eram até discretos, se comparados com lingeries com furos em lugares específicos e partes transparentes.

Não o encarei e continuei fazendo meu trabalho. Levantei em meus joelhos para poder tirar-lhe a camisa, e então depositei suaves beijos em seu peito musculoso.

- Só te dão homens violentos?

Merda. Ele tinha que ver?

Meus hematomas já faziam parte de mim. Eu não lembrava de qualquer época em que não estivesse sem arranhões, mordidas ou manchas roxo-esverdeadas por toda a extensão do meu corpo.

- Me dão homens.

Embora eu só olhasse para seu peito, sabia que ele me encarava, analisando cada machucado no meu corpo.

- Minha pele é muito sensível. Qualquer pressão faz isso em mim.A marca de cada homem com que me deito fica aqui.

Ele pegou meus pulsos, onde manchas roxas e vermelhas desenhavam minha pele.

- Por isso usa roupas que escondam seu corpo?

- Também. - Respondi meio seca.

Ele me fitou por mais um tempo. Como o silêncio tornava-se cada vez mais desagradável, quis terminar o assunto.

Lentamente, levei minhas mãos à cueca e a abaixei. Vi seu pênis já completamente ereto, e pude notar que ele estava mesmo precisando de uma "aliviada".

Foi nesse momento que notei que teria um certo desconforto com aquele cliente. Grande parte dos homens com quem havia estado até ali eram de estatura normal. Algumas vezes ficava com homens mais altos, e isso sempre indicava que seus membros eram maiores do que os que eu estava acostumada a sentir. Por esse motivo, e pelo fato de ser pequena, era comum sentir dor e desconforto na penetração. Os homens sempre queriam enfiar tudo dentro, sem se preocupar com as leis físicas relacionadas ao fato que objetos grandes simplesmente não cabem em lugares pequenos.

Draco era mais alto que a média. Proporcional a ele, seu pênis era maior do que os que eu estava acostumada. Mas eu já havia passado por isso algumas vezes, não era algo completamente desconhecido.

Envolvi seu pau com a mão, já fazendo os movimentos certos, e continuei acariciando com a outra mão e beijando sua barriga.

- Chupe.

Tudo bem, apressadinho.

Abaixei minha cabeça e tomei seu pênis na boca, tomando cuidado com meus dentes. Ele era um pouco mais grosso do que o normal também, por isso tive que me concentrar.

Encontro chupava devagar a cabeça, continuava fazendo movimento de vai e vem com a mão no resto do seu pênis. Ele agarrava meus cabelos, murmurando coisas sem sentido. Seu membro eram muito grande também para a minha boca, quando ele tentou pôr todo dentro, fui pega de surpresa. Ainda assim, fiz com que minha garganta relaxasse, e agradeci em silêncio por não engasgar.

Ele agora estocava com força, colocando toda  extensão do seu membro dentro da minha boca. Fazia movimentos rápidos e bruscos. Para manter o equilíbrio, envolvi meus braços nele e o segurei por trás.

Enquanto seus gemidos começavam a ficar mais altos, ele agarrava com mais força meus cabelos e empurrava com força minha cabeça contra seu corpo, de forma que pudesse controlar minha boca li. Não demoraria muito, e ele gozaria.

Dito e feiro. O líquido quente começou a escorrer pela minha garganta. Me concentrei novamente em deixa-lá relaxada para receber o gozo. Depois de algum tempo ele puxou meus cabelos para trás e se retirou de mim.

- Sua boca é maravilhosa.

- Obrigada.

Sem dizer mais nada, ele abaixou até sua calça caída no chão e , de dentro do bolso tirou um preservativo. Jogou a embalagem em cima da cama e, sem cerimônias, tirou meu sutiã e me deitou na cama, cobrindo-se com seu corpo.

Rapidamente levou sua boca a um dos meus seios, sugando-o com delicadeza, o que estranhei. Os homens com quem me deitava normalmente não eram sutis, e sempre faziam com que, ao final da relação, eu tivesse uma nova marca para a coleção.

- Estou machucando? - Ele perguntou.

- Não.

- Então posso chupar com vontade?

Era estranho. Aquela pergunta indicava que ele não era delicado normalmente, mas estava a ser forçado a ser para não me machucar. Aquilo definitivamente fugia dos padrões dos clientes que eu atendia.

- Sim. Eu já me acostumei, não sinto mais dor.

Sem mais o mínimo cuidado, ele chupou com força meu seio esquerdo enquanto uma das suas mãos apertava e beliscava o direito.Sua outra mão deslizou para dentro da minha calcinha e seus dedos começaram a me tocar no início, devagar, mas depois, muito rápido.

Senti dois dedos deslizando para dentro de mim. Com o objetivo de estimulá-lo, prendi os meus dedos nos seus cabelos e soltei alguns gemidos baixos e aleatórios.

Mesmo com todo o erotismo da situação, eu não sentia prazer. Nunca senti prazer em nenhuma relação que tenha tido na vida, porque era errado, era sujo. Era humilhante. Eu sabia que só fazia aquilo por causa do dinheiro, e não porque meu corpo queria. Mas vez ou outra lembrava que tinha um papel para desempenhar, tinha que estimular e dar prazer aos meus clientes. Era difícil lembrar, já que em todas as trepadas que eu dava fazia questão de desligar meu cérebro e agir automaticamente. Eu não sentia nada, não pensava em nada. Apenas fazia o que sabia que tinha que fazer.

Com o objetivo de adiantar aquilo, peguei o preservativo jogado à minha direito na cama e abri. Ele notou meu movimento, e embora eu achasse que fosse reclamar, ele ficou de joelhos à minha frente, entre minhas pernas, esperando para que eu o "vestisse". Sentei na cama e fiz, grata por saber que aquilo estava indo rápido.

Ele então deitou-se em cima de mim novamente, e eu o virei na cama, ficando agora sentada em cima da sua cintura. Levantei na cama, ficando de pé, e removi a calcinha enquanto ele me olhava deitado à minha frente, embaixo de mim.

Dei mais duas ou três chupadas no seu membro coberto, tomando cuidado com meus dentes, e sentei em seu pênis, devagar, tentando adaptá-lo ao meu tamanho. Sentava e levantava lentamente, tentando molda-ló a mim, mas ele era mesmo muito grande. Como aquilo não estava funcionando, não havia oura opção senão aceitar a dor.

Sem mais delongas, respirei fundo e sentei completamente sobre ele, arrancando-lhe um gemido de prazer, o que agradeci mentalmente por abafar meu próprio gemido de dor.

- Merda! - Ele ofegou - Eu não caibo em você!

- Vai caber. Só preciso de uns minutos.

- Não vai caber nessa posição!

Não respondi, e continuei tentando moldá-lo ao meu corpo, levantando e sentando repetidas vezes em seu membro. Ele então me agarrou pela cintura, me virando na cama e se retirando de dentro de mim.

- Fique de quatro.

Obedeci, virando-me na cama e colocando minhas mãos e meus joelhos no colchão, ficando em uma das posições que eu achava mais humilhantes.

Ele se posicionou atrás de mim, de joelhos, e me penetrou devagar, testando para ver se conseguia se mover melhor. Para minha surpresa, funcionou: Com algumas tentativas, ele já estava completamente dentro de mim.

- Achamos uma boa posição para nós dois. - Ele disse, estocando levemente em mim.

Não respondi. Apenas esperava que aquilo acabasse logo Seus movimentos foram ficando mais agressivos e rápidos, enquanto me segurava pela cintura. Eventualmente, suas mãos apertavam com força meus quadris, mas logo em seguida afrouxavam, como se ele se lembrasse de ali ficariam marcas dele.

Suas mãos passeavam por toda a extensão das minhas costas, indo para meus ombros e me segurando ali para me penetrar com mais força.

- Merda, Hermione! Você é uma delícia!

Ele começou a me penetrar com mais força que antes, com mais fúria, soltando gemidos a cada esticada. Quando puxou meu quadril mais para pero dele, fui pega de surpresa com o que senti. Não pude deixar de gritar porque não esperava por aquilo.

Ele não parou, ainda me penetrando com força, como se aquele grito fizesse parte do ato.

E a cada vez que ele estocava dentro de mim, eu sentia a mesma coisa. Uma sensação muito forte, quase explosiva. Ele não podeia ter descoberto meu ponto G, poderia?

- Ahhh! Ahhhhh! Drac.. Ahhh! Draco!

- Que foi?

- Para! Pelo amor de Deus.

Ele parou dentro de mim.

- Que foi? Machuquei você?

- Sim! - Menti. Não queria dizer a ele que estava sentindo prazer pela primeira vez na vida.

- Desculpa! - Ele disse, se retirando de dentro de mim e deitando de barriga para cima na cama, ao meu lado. Eu respirava com dificuldade, de cabeça baixa, ainda naquela posição. Algum tempo depois, me recompus e voltei a sentar em cima dele.

- Acha que vai conseguir? - Ele perguntou - Não quer dar um tempo...

- Não. - Respondi. Sentei de uma vez em seu membro e, como esperava consegui fazê-lo sem dor.

Querendo mais do que tudo que aquilo acabasse, comecei a movimentar rapidamente meu quadril, friccionando-o ao dele, na tentativa de levá-lo rapidamente ao segundo orgasmo. Ele não parecia ter objeções e , segurando minha cintura, me ajudou a cavalgar nele, movendo meu quadril para cima e para baixo.

- Isso... Que delícia...

Lembrei- me que precisava gemer para estimulá-lo, e o fiz. Ele pareceu gostar, me agarrando com mais força e reforçando o movimento em meus quadris. Me inclinei em sua direção, minha boca próxima ao seu ouvido. Era hora de palavras sujas.

- Seu pau é uma delícia, sabia?

- Você é uma delícia, Hermione..

- Você mete tão gostoso!

- Ahhhh..

- Goza, querido. Goza com força.

Essas palavras o tiraram do sério, e ele finalmente gozou, gemendo mais alto do que antes, ainda agarrado ao meu quadril. Fiquei esperando que ele retomasse a consciência, deitada por cima dele. Meu corpo, apenas úmido, repousava em cima do dele, muito suado. Ainda que estivesse praticamente desidratado. Draco tinha um perfume bom. Parecia exalar de seu próprio suor, porque eu não me lembrava de seu cheiro ser tão potente de começarmos a fazer sexo.

Lembrei-me que ele pediria o dinheiro de volta caso não estivesse satisfeito com meu desemprenho. E eu não podia perder aquele maldito dinheiro depois de ser obrigada a trepar com ele.

Levantei-me de seu pênis, retirando gentilmente a camisinha, dando um nó e jogando na lixeira ao lado da cama. Voltei a me colocar um pouco abaixo dele, entre suas pernas. Ele me encarava meio bêbado pelo climax recém atingido, tentando adivinhar o que eu estaria fazendo.

Seus olhos se arregalaram quando entendeu minhas intenções, e no mesmo omento eu já estava chupando-o novamente, com força, com vontade. Ele estava mole, mas não demorou a ficar ereto outra vez. Segurando meu cabelo com gentileza, ele deixava que eu seguisse meu ritmo. Mordi de leve a cabeça de seu membro, arrancando-lhe gemidos fracos, lambendo toda a extensão e chupando com força quando chegava à ponta.

Pela terceira vez, ele gozou. Esperei o líquido invadir minha boca, até a última gota, então engoli tudo e me levantei.

Peguei o robe de seda amassado na ponta da cama e me cobri.

- Meus trinta minutos acabaram?

- Sim - Respondi indo em direção ao banheiro para um bom banho que tirasse aquele cheiro de sexo que me enojava. Não queria pensar no fato que Draco havia sido o primeiro homem que tinha me dado prazer em todos aqueles anos. Aquele maldito, teve sorte de encontrar o ponto certo no meu corpo!

- Onde vai? - Ele peguntou.

- Tomar um banho e descer pro próximo cliente.

- Eu pago por mais trinta minutos.

Encarei-o com curiosidade.

- Por quê? Já não teve seus três orgasmos? Não está satisfeito?

- Estou. Mas quero mais ainda. Fiquei muito tempo sem isso, agora você vai ter que me ajudar a recuperar o tempo perdido. E você é nova, estou te descobrindo. O corpo das outras eu já conheço de cor. É legal te descobrir.

Então ele sorriu. Um sorriso torto, quase triste, mas ainda assim divertido. Um sorriso lindo.

Encarei-o. De fato, isso era melhor que dormir com mais um desconhecido. Eu não teria que aguentar um estranho me tocando e metendo em mim. Além do mais, ele tinha se mostrado mais delicado e preocupado do que qualquer outro homem com quem eu havia transado.

- Certo. - Concluí - Pague então.

Ele levantou da cama, pegando mais um preservativo e sua carteira dentro do bolso da calça que permanecia no chão. Tirando e depositando em cima do bolo que já estava a escrivaninha, jogou a carteira em cima da calça e voltou a deitar-se, com a camisinha na mão.

- Vem, minha querida. Quero sua boquinha e sua boceta outra vez.

Assenti, indo de encontro a ele. Tirei o robe e recomeçamos nossos trinta minutos.

 

 

 


Notas Finais


Espero que gostem!
;)


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