1. Spirit Fanfics >
  2. Casado com o Inimigo >
  3. Bem Vindo, de novo

História Casado com o Inimigo - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Olá queridos, espero que goste do capítulo.
Boa leitura,

Capítulo 3 - Bem Vindo, de novo


Fanfic / Fanfiction Casado com o Inimigo - Capítulo 3 - Bem Vindo, de novo

     Eu vivi por anos acreditando ter o melhor da vida, mais a vida me mostrou que estava completamente enganado, que meu pensamento fora só um equívoco. Devido a médicaçao ministrada por quem quer que fosse aquela mulher eu apaguei sobre o efeito do que parecia ser um boa noite Cinderela. A imagens se preencheram tomando forma e pude enxergar dois inspetores sentados na poltrona a minha frente. Certamente aguardavam mais ansiosos do que a corregedoria por uma "delação" da minha parte.

     Eu não podia confiar em ninguém, Era somente eu, Naruto, contra o mundo.
     

     Estava tempo o suficiente na polícia trabalhando com merda o suficiente para conhecer todas as baratas do estado. A Minha frente estava Sasori e Hidan, os Investigadores direto de Nova York. A merda era grande, de fato. Eles não teria tirado o rabo sujo de dentro de seus escritórios cheirando a madeira pura para vir interrogar uma simples tentativa de homicídio da mulher desequilibrada de um investigador. Sasori era professor de leitura de expressões faciais e corporais no curso formação para investigador da Polícia, tinha cabelos curtos na cor vermelha, estatura mediana e estranhamente pálido, nunca foi de falar muito. Já Hidan, sempre fora o contrário, falava como uma maritaca, me irritava a maneira dele por Deus em todas as situações, Era dono de um cabelo castanho escuro, na altura do pescoço penteado pra traz, parecia algo dos anos 90. Sua pele amarelada contrastava com seu terno azul, e embora eu também fumasse ele fedia a cigarro.

- Olá Naruto, como está ? - Indagou Sasori, me olhou de forma acusadora premeditando uma falsa culpa. - Vejo que está bem - Ele abriu seu caderno retirando de lá uma caneta Preta sorrindo - Acho que sabe como funciona o cronograma.

   Eu olhei retribuindo da mesma forma o olhar que era me dado. Eu sabia o que aconteceria, mais jamais imaginei que passaria de Investigador da polícia de Manhattan para Investigado como possível culpado.

      Esfreguei os olhos fechados, eles ardiam, lá fora era noite e era possível ver a escuridão denunciando que o Sol já havia se posto.

- O que querem ? Eu sei tanto quanto vocês ! - Me irritava o fato de ser posto naquela situação, por mais que fosse lei, ainda me irritava.

    Hidan se levantou encurtando a distância entre nós, ficando próximo o suficiente para olhar em meus olhos numa tentativa extremamente hostil e fracassada de me coagir, mais aquilo só me deixava ainda mas puto. Eu me sentia um dinamite, ele havia posto fogo no pavio, e se continuasse daquela forma, eu certamente explodiria.

- As coisas não estão boas pra você Naruto, então evite problemas - Sorriu Hidan enquanto tomava o caderno de anotações da mão de Sasori, ele e folheou até onde era de seu interesse enquanto eu fazia toda força para não murrar sua cara, os aparelhos ligados à mim, relatavam meu ódio em um vi o frenético. - Onde conheceu Hinata ?

   Boa pergunta, mais também péssima. Já sabia onde queria chegar..

- Ela trabalhava em uma cafeteria ao lado do Departamento da Polícia de Manhattan, a conheci no meu primeiro ano como Policial.

   Respondi, e ter respondido isso me trouxe lembranças maravilhosas de como fora nosso primeiro beijo interrompido por um banho de café de Hinata em sua época de menina desengonçada.

    Ele anotou algo rápido na agêndinha e eu não tinha o que perder.

- Hmmmm... Poderia descrever o tipo de esposa que ela era ?

    Aquilo estava sendo torturante.

- Perfeita, dos tipos de esposas de revistas direto para a vida real.

Ele mordeu a caneta.

- Hinata era frequentadora de algum stand de tiro ?  - Ele indagou sem me fitar

- Não, não era - Respondi paciente.

   Ele suspirou tentando pensar no que falar.

- Houve alguma traição da sua parte ?

     O Ergui as sombracelhas pensando ter ouvido errado, mais na realidade era exatamente o que entendi.

- Mais que pergunta é essa ? - Minha paciência estava se esgotando.

- Devido às circunstâncias precisamos eliminar qualquer possível motivo.

- Que circunstâncias são essas ? - Não havia entendido.

    Sasori tomou a frente fitando seus pés que deslizaram sob o porcelanato do quarto feito patins no gelo. Ele analizava cada gesto meu, olhar, e movimento mesmo que estivesse algemado na maca. Ele me estudava desde que entrará no quarto, até mesmo quando eu me encontrava algemado.

- As que a esposa sem passagem pela polícia, com uma vida pacata no centro de Manhattan, alvejou de forma profissional o próprio marido que era o principal investigador e colaborador do Caso valkiria, e depois de ter feito o que fez, sumiu do mapa melhor do que qualquer um de nós. Antes de autua-la parte daqueles que compactuam com a venda da droga, precisamos ter certeza que não ouve motivo interno entre o casal, mais sim somente sobre o caso.

   Coisas que até mesmo eu gostaria de dizer, ele disse. Meu coração se recusou a decretar ela como culpada, mais pela razão era esse o certo a se fazer. Pra mim era quase impossível acreditar que a Hinata que eu conhecia era somente um vaso bonito, e que eu não conhecia o cacto que ela germinará.

- Não existe motivo para que Ela fizesse o que fez. Nosso casamento sempre foi maravilhoso, mas passa pela minha cabeça que ela tenha sido ameaçada, estou de mãos limpas.

- Hinata tinha acesso a alguma informação dos arquivos da investigação ?

- Não, não teve - Menti. Hinata sabia de cada passo, e se ela realmente estivesse contra mim, isso seria um problema.

- Ela teve alguma comportamento fora do padrão nos últimos dias ?

- Também não. - Eu torci sentindo o pulmão ainda fraco - Entenda Hidan, estou tão confuso quanto você, eu juro que tento encaixar qualquer peça, mais nada se encaixa, eu não faço ideia do porque Hinata fez isso.

    Sasori me olhou de quina enquanto tentava decifrar o meu olhar. Embora ele só observava enquanto me via amarrado feito um animal pronto pra pular sobre ele pelo ódio de cada pergunta imprópria, a Hinata na qual fui casado a anos havia morrido, e nem mesmo o luto eu viveria em paz, nem mesmo que eu quisesse, pois havia eu de descobrir o porque dela se assassinar em minha vida.

- Hinata, sumiu do mapa, ninguém consegue acha-la - Disse Hidan de cabeça baixa - Sua casa está sobe posse do Estado até o final da perícia, acredito que seja liberada em no máximo 5 dias.

Sasori retirou o pequeno gravador do bolso descoberto por mim apenas no momento em que ele revelará a público entre nós, apertou o botão em um estalo pausando a gravação.

- Escuta Naruto, você estão fora do caso ! - Ele exclamou, senti uma dor tremenda de cabeça, o caso da minha vida tirado de minhas mãos de forma tão chula. Achei que graças a Hinata eu resolveria mais acabo de descobrir que graças a ela, eu havia levado um grande chute no rabo. - Não tente agir sozinho, entendo que é doloroso perder um ente querido, mais agora o caso está na mão da Polícia de Nova York.

    Eu fiquei quieto enquanto o ouvia cheio de razão, Sasori sem se despedir, se levantou e saiu da sala enquanto Hidan me olhava feito um gato com a língua presa.

- Não tente agir sozinho, Naruto. Pessoas podem se ferir... - Sussurou Hidan fitando o fundo da minha alma, ele parecia me contar seus problemas, diante do que soou como uma ameaça. Suas palavras foram como a lâmina de uma faca em meu pescoço. - Ficará na casa de Sasuke com seus pais até isso terminar.

  Eu engoli a seco. Um dia lúcido no hospital e tanta coisa havia acontecido que eu estava com medo de sair dali, os limites estavam sendo ultrapassados e se continuasse naquele ritmo eu morreria até o final da semana.

  Dois dias se passaram de forma tão lenta que duvidei que o tempo havia parado. usava um tipoia em um dos braços e uma moleta mais moderna para não andar como um aleijado. Minha mãe sofria somente de pensar que eu havia apanhado e Hinata havia sido sequestrada. E Por várias vezes eu imaginei se caso minha mae descobrisse era certamente jamais perdoará Hinata.

   Embora eu fosse perigoso com uma arma, minha mãe ainda era mãe quando se trata de seu filho.

   Estava dentro do carro com Sasuke, estávamos calado e o único barulho era o trovão ao lado de fora. A chuva intensa caia com Raiva sobre a pista molhada, seus olhos não desgrudavam da estrada, ele estava atento. Nunca fui bom motorista e bom de papo ao mesmo tempo, mais Sasuke era.

- Sinto muito pela Hinata, ela era muito querida ! - Ele cortou os silêncio. De fato Hinata era, encantava a todos com sua beleza e simpatia. Sempre muito feliz e prestativa, nunca precisou se esforçar para agradar aos outros. - Sakura sabe sobre o que realmente aconteceu, ela foi orientada para não dizer aos seus pais a verdade.

  Eu gritei de forma intensa interna, detestava mentir. Não era bom nisso. Criaria neles um sentimento que não existia, sentimento de perda e preocupação quando na verdade eles deveriam estar preocupados com a própria vida, pois Hinata certamente tentaria com a vida deles caso eles se enfiassem no caminho dela.

- Ela ainda é muito querida...-

- Por você Naruto, quer mesmo que eu simpatize com a mulher que tentou matar meu melhor amigo ?

- Vou investigar ela Sasuke, não importa aonde ela estiver, irei encontrá-la.

- Vai acabar morrendo - Ele estava começando a ficar irritado com a minha forma que eu soava esperançosa. - Ela atirou em você sem mesmo você reagir, já provou pra você que não vai exitar em te matar.

- Se eu tiver que morrer pra saber a verdade, não me importo.

    Seguimos completamente quietos sem nem mesmo se falar, ele tinha um pensamento e eu tinha outro completamente diferente. Esse era o homem que eu conhecia, cético e teimoso. As vezes Sasuke parecia uma mulher, toda informação que passava por um ouvido era desaprovada por ele sempre na intenção de criticar algo, mais ainda sim ele me conhecia e me entendia como ninguém depois de Hinata.

  Sasuke morava em um condomínio imenso no sul de manhattan, sua casa era uma das primeiras na segunda rua a direita depois da entrada. Uma grande fachada branca com um portão da mesma cor de alvenaria pura. Ele se aproximou aguardando o portão abrir liberando a visão da "pequena mansão" atrás dos muros". Sakura estava ao lado de fora, próxima a grande porta de vidro temperado que estava a aberta.

  O Uchiha estacionou e vi minha mãe vir ao encontro da porta onde eu estava. Ela abriu e logo pude ver melhor sua face, os cabelos vermelhos como fogo se mantiam presos em um rabo de cavalo baixo e os olhos marejados após ver seu filho vivo. Desci do banco encontrando o chão com sua ajuda e antes de pegar minha moleta ela me envolveu em um abraço quente e amistoso, de forma que me fez lembrar meus 12 anos. Um abraço quente e esperançoso.

- Ahhhh meu filho, eu sinto muito  - Ela sequer conseguia respirar enquanto deixava sua lágrimas molharem minha camiseta - Nós iremos encontra-la - Eu sabia que iríamos - Você está bem ?

   Ela me soltou do abraço e pude me ajustar melhor usando a moleta para andar, dei um abraço apertado em Sakura e pude sentir sua tristeza ao saber que ela também tinha perdido sua amiga, pois ainda sim Hinata era amiga de Sakura desde quando Foi madrinha do casamento com meu melhor amigo, e seria támbém madrinha do bebê a caminho caso ela não tivesse tentado tirar minha vida..


    Entrei na casa com o pensamento mais longe possivel. Sakura gentilmente se prontificou a me mostrar onde seria o meu quarto no curto período de estadia em que eu seria parte da família. Não havia um segundo andar. Meu quarto era o último no extenso corredor das acomodações. A Uchiha abriu a porta revelando um quarto confortável, uma cama de casal no centro do quarto, um guarda roupa embutido ao lado esquerdo e uma pequena escrivaninha com um Macbook sobre ela.

    Entrei sentando sobre a cama, sentindo a macies do lençol. Seria estranho dormir em uma cama de casal, já que Hinata ocupou o possível espaço vazio por muitos anos. O sentimento de nostalgia era imenso.

- Sasuke me disse sobre a Hinata... Eu sinto muito - Disse enquanto segurava a porta próximo ao caixonete, ela mantia a cabeça baixa enquanto os cabelos longos cor de rosa cobriam sua face, a mão apoiada sobre a barriga redonda e grande anunciando a chegada de seu primogênito em poucos dias -  Quando ele me disse, eu não consegui acreditar, Hinata era uma grande amiga.

- Nem eu acreditei, quando acordei no hospital achei que fosse um sonho - Eu sorri de lado, sem vontade alguma.

- Sinto muito tambem por terem perdido o caso! - Ela exclamou, se ela sentia, imagine eu - Naruto, você precisa se recuperar. Não tente nada, Não sei o que seria de Sasuke se perdesse você. Deixe a polícia  cuidar disso.

   Ela sabia que eu não deixaria isso impune, mais ela também não sabia como funcionava a polícia e não sabia que o cheiro de merda vinha de dentro, e não dos filhos da puta de fora. A polícia era o próprio vírus, e eu iria contra a minha própria instituição se preciso.

   Arrumei algumas roupas dentro da armário embutido, nunca tive o ego tão inflável, roupa pra mim, era somente pra se vestir, então pedi que minha mãe pagassem poucas peças. Ouvi o barulho da porta se abrindo novamente.

- Sua casa estará livre em três dias - Sibilou Sasuke encostado na porta enquanto me fitava - Naruto, sei que você não vai me dar ouvidos sobre ir atrás da sua esposa, Então se me prometer não tomar nenhuma decisão sem me dizer, posso te ajudar ! - Eu sorri satisfeito, mas dessa vez cheio de vontade. 1 ponto pra mim. Como havia dito antes, Sasuke me conhecia. E se Hinata me conhecesse como eu acho que conhece, ela sabe que não seria alguns tiros que me fariam desistir dela.

- E como pretende me ajudar?

- Bom, conheço alguém que pode nos ajudar - Ele riu de forma que se lembrará de algo. - Alguém melhor que Shikamaru mas na hora certa você vai saber quem é.

    Os dias se passaram depressa ao contrário dos dias em que estive no hospital. Foram 3 dias vivendo como uma família, minha mãe me dera todo apoio e acabara voltando pra sua cidade sempre ligando preocupada. Se eu permanecesse com a ideia de ir atrás de Hinata, ela não poderia estar por perto, seria mais seguro. Sakura sempre muito prestativa, mais no fundo eu sabia que ela estava com pena de mim, até porque ser alvejado pela esposa era uma história muito triste. Eu  havia me recuperado bem, embora os dias tivessem sidos poucos vivenciados ali, ainda usava a tipoia no braço mais geralmente não usava mais a moleta. Minha perna aimda era dolorida mais suportável.



        Minhas malas já estavam arrumadas. E Sasuke me abraçava, ele não queria que eu voltasse pra minha casa, ele temia por minha segurança. Mesmo a polícia achando que Hinata não voltaria já que ela estava sendo caçada, Sasuke discordava.

- Tem certeza que não quer ficar mais uns dias ? - Indagou Sakura enquanto sentia as mãos de Sasuke alisarem sua grande barriga.

- Obrigada Sakura, mais preciso botar um pouco da cabeça no lugar. Aquela casa é meu lugar.

   Sasuke assentiu.

- Qualquer coisa não exite em me ligar ! - Sasuke piscou - Descanse, Nós vemos em breve.

    Devido ao braço imobilizado e a perna ainda dolorida, era impossível dirigir, a solução foi chamar um táxi para voltar pra casa. Sasuke Se propôs a me levar, mais ter me acolhido em sua casa, já havia sido um grande favor, eu não iria fazer com que ele se disponibilização ainda mais. A neve caia incessante e eu não podia imaginar que o caminho até minha casa era tão longe quando ia de carona e não como motorista. O motorista chegou anunciando o fim da corrida, o paguei dando uma pequena gorjeta pela rapidez pelo serviço prestado.

    Lá estava minha querida casa, novamente fui invadido por aquele sentimento de nostalgia. Era triste, eu confesso. Não tinha como olhar para minha casa e não lembrar d Hinata. Os degrais de madeira na entrada sujos de neve só me recordavam dela. Entrei pela porta de entrada e uma sensação estranha me atingiu direto no peito a queima roupa, Tinha algo de muito errado nisso tudo.

   O Cheiro de café fresco que somente Hinata sabia fazer invadiu minhas narinas. A casa estava vazia, não tinha possibilidade de ser ela. Embora ela tivesse tentado me matar a saudade era tão grande que minha mente criará situações onde ele sempre protagonizou.

   E então o barulho da chaleira se fez presente, a parecia real demais pra ser mentira.

    Tirei a arma da cintura segurando com firmeza já que eu estava impossibilitado de usar as duas mãos. Retirei os sapatos com os pés e apenas de meias fui andando feito um gato pelo chão da casa. Estava frio, o ceu negro pela tempestade que cobria a cidade, parecia noite e a luz que entrava dentro de casa pelas janelas transparentes era pouca.

     Ao virar o corredor principal que dava na cozinha, me deparei com um cena que por anos era um desfrute matinal mais dado as circunstâncias eu não sabia se ficava feliz ou preocupado. Hinata estava em passando o café, apenas com um blusão azul marinho meu.

- Já disse a você que não gosto de armas dentro de casa ! - Sua frase me trouxe confusão mental, em um dia tentava me matar em no outro me tratava como se nada tivesse acontecido. - Guarde isso, meu bem. Sente-se

   Eu não pude deixar de notar seu pulso marcado, manchas extensas em uma cor roxo avermelhada, como se uma corda tivesse sido pressionada ali. Dessa vez era meu dever ser mais atento, então sem pestanejar eu me prontifiquei a montar guarda enquanto ela andava pela cozinha como se fossemos um casal saudável. Seguiu botando Café em duas chácaras e sentou na cadeira me aguardando.

- O que está fazendo aqui ? Porque atirou em mim ? Desde quando sabe atirar ? Pelo amor de deus, porque está fazendo tudo isso ? - Ela tomava seus goles de café de forma pacífica demais, seus olhos estreitaram em um sorriso maroto que fez meu coração estremecer, a vontade que eu tinha de beija-la de saudade era tão grande quanto a vontade de levá-la presa. - Eu não vou perguntar de novo Hinata.

  
    Mirei com a arma em sua direção.

   E de forma rápida ela levantou o blusão revelando a calcinha branca de tecido fino e transparente  fazendo me salivar internamente, mais o que roubou minha atenção em seguida fora o pequeno coldre preso em sua coxa direita onde havia uma arma e de maneira rápida já estava em suas mãos apontadas para mim.

    Sua face mudou da água para o vinho. Sua feição se tornou seria, sua respiração era quase imperceptível, E os olhos dela nem sequer piscavam fitando os meus. Os pérolas que tanto amava, carregava erros sordidos e respostas pras perguntas infinitas que eu fazia a mim mesmo desde o dia que ela tentará me matar.

- Eu mandei guardar a arma ou vou precisar tira-la sua mão a força ? - Ela indagou destravado a pistola.


Notas Finais


Não esqueçam de comentar. O que acharam ?
Próximo capítulo na próxima quarta.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...