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História Casamento Arranjado - Capítulo 20


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Notas do Autor


Voltei, depois de um longo tempo e sei que vocês merecem no mínimo uma explicação. Gente, eu tô no último período da faculdade e a minha vida pessoal, acadêmica, o meu trabalho, como tudo no mundo tá uma bagunça, eu não tenho tido muito tempo para escrever, algumas coisas aconteceram e eu acabei ficando sem inspiração também. Infelizmente mesmo com a quarentena o meu trabalho não é do tipo que para. Eu trabalho/estudo na área da saúde, infelizmente o meu tcc também não para mesmo com todas as turbulências. Me desculpem MESMO por ter sumido todo esse tempo e eu espero não decepcionar vocês com a história. Beijos, espero que gostem do capítulo :)

Capítulo 20 - Capítulo 20


Agosto já estava quase no fim quando encontraram um novo lugar para morar, uma pequena casa em um condomínio fechado, tinha portas e janelas de vidro que Ana  Luiza cobria com as inúmeras cortinas que sua sogra e sua mãe haviam comprado, mas apesar de toda a chatice do condomínio e de todas as cortinas que teria que trocar sempre, Ana havia gostado do pequeno jardim na frente da casa, ela era até charmosa, tinha apenas um andar, o exterior era amarelo e as paredes de dentro possuíam tons de bege variados, também havia uma ampla área nos fundos da casa onde Miguel colocou algumas cadeiras de balanço, não era muito maior que o apartamento, mas era aconchegante morar em um lugar como aquele, poderiam observar fins de tarde sentados no quintal, poderiam até ter um animalzinho de estimação porque agora tinham um quintal e como seria ótimo passear com um amiguinho peludo e ter sua companhia, era o que a garota pensava, o condomínio em si também não era tão desagradável e sim até bonito, arborizado, com áreas de lazer como piscina, quadras esportivas, academia. Miguel, Rodrigo e Guilherme ainda carregavam algumas mobílias e caixas pesadas da mudança para dentro da casa enquanto Júlia e Sofia ajudavam a organizar algumas coisas, era um domingo agradável de verão, com amigos, bebidas histórias e risadas aquilo se tornava fácil, tirava até o peso enfadonho de fazer uma mudança. Mesmo que ainda houvesse muito a ser superado e resolvido, Ana sentia-se feliz e leve em momentos como aquele onde podia se concentrar nas coisas boas e simples.

A noite, depois de muitas recomendações de Miguel sobre tomar cuidado e ligar se algo acontecesse, as garotas saíram para assistir alguma coisa no cinema enquanto eles ficaram ali para ver o jogo de basquete, ainda assim o rapaz se preocupava e não conseguia focar em nada direito, checava o celular a cada três minutos e nem queria beber ou comer muito.

 

    -Cara, pelo amor de Deus, você precisa relaxar - Rodrigo disse afundando no sofá ao seu lado empurrando um prato de petiscos na direção de Miguel enquanto Guilherme se aproveitava para tirar o celular de suas mãos e guardar no bolso.

 

    -Não tem graça, me devolve - disse irritado para o amigo - Eu preciso disso aí, se acontecer alguma coisa…

 

    -Não vou te devolver, esse miolo mole tem razão, você precisa relaxar. Mesmo que por algum tempo apenas, aproveite essa pouca paz. Se algo acontecer, o que eu duvido muito, elas vão ligar e nós vamos resolver.

 

O rapaz resmungou e se  deixou afundar no sofá ao lado dos amigos que faziam piadas e reclamavam quando o time adversário fazia pontos, antes do segundo tempo Hugo e Felipe haviam chegado com mais pizza  e cerveja. Miguel sabia que eles tinham razão, ele precisava recuperar o pouco de sanidade que ainda tinha, seus pais haviam dito aquele tipo de coisa, seus irmãos, até a psicóloga, mas era difícil dar o braço a torcer, mesmo com Henrique preso, ainda que temporariamente. Ele já tinha percebido o quanto seus amigos se esforçavam para fazê-lo se sentir melhor e deixar toda aquela história de lado, o quanto a própria Analu se esforçava também, ele suspirou ainda sem prestar atenção no jogo ou na conversa. Sua esposa era forte, estava dando a volta por cima depois de tudo enquanto ele ainda parecia um bebê chorão que ligava para ela a cada cinco minutos quando estavam longe um do outro. Abriu uma cerveja em sinal de rendição ao resto da noite mesmo que uma vozinha ainda gritasse apavorada dentro de sua mente.

 

***

 

Quando chegou em casa Rodrigo e Guilherme se dirigiam ao toyota preto do lado de fora, tinham sorrisos largos nos rostos que dirigiam a ela e Julia. Guilherme deu um beijinho no topo da cabeça da esposa e se voltou para Ana retirando um aparelho celular do bolso que ela logo reconheceu.

 

    -Ele se comportou direitinho, limpamos a bagunça e colocamos ele para dormir - Guilherme brincou lhe dando uma piscadela.

 

Ela sorriu entendendo o motivo de Miguel ter parado de lhe enviar mensagens em determinado momento naquela noite, estava sendo muito difícil para ele lidar com as coisas mais simples depois do que aconteceu com Henrique e era difícil para Ana lidar com o marido, ela tentava ser paciente e compreensiva, mas às vezes se sentia sufocada com tanta atenção e cuidado, ainda não era fácil lembrar do porquê estava recebendo aquilo tudo, por vezes, resignada chegava a pensar que talvez nunca se tornasse fácil. A garota sorriu e se despediu dos amigos antes de entrar em casa, algumas luzes ali já estava apagadas retirou as sapatilhas e colocou em um cantinho da sala, seguiu adiante e em poucos passos havia adentrado a cozinha, uma parte das louças ainda estava guardada em uma caixa imensa ao lado do balcão, mas Sofia havia guardado o restante no armário Ana o abriu retirando uma pequena jarra e um copo que encheu com água e gelo antes de por fim ir para o quarto, Ana abriu a porta sem fazer barulho, porém Miguel ainda estava acordado a luz da tv iluminava o cômodo com cenas de Piratas do Caribe: a vingança de Salazar, o rapaz pulou da cama e foi em sua direção, no entanto acabou se detendo no meio do caminho e colocou a televisão no modo mudo e sentou-se na beirada da cama encarando o chão como se fosse fascinante.

 

    -Tá tudo bem? - Ana perguntou enquanto repousava a jarra e o copo que ainda estavam em suas mãos sobre o criado mudo para se aproximar do marido e afagar seus ombros largos.

 

    -Sim, me desculpe. - Miguel respondeu com um meio sorriso envolvendo a cintura dela com seus braços - Eu tenho sido um pé no saco nos últimos dias, não tenho?

 

    -Não, você não é um pé no saco - ela protestou acariciando a face angulosa dele - Um grude paranóico talvez, mas não um pé no saco.

 

Ana riu quando Miguel a jogou contra o colchão e provocou cócegas pelo seu corpo, depois de algum tempo ele parou e a puxou para um abraço firme e caloroso, subiu as mãos para acariciar o rosto da esposa. Apesar de tudo ela entendia como ele se sentia, havia parado para se colocar no lugar dele e duvidava que agiria diferente se algo do gênero tivesse acontecido com Miguel, ele se sentia culpado, responsável e aquilo o quebrava por dentro, quando precisava ficar fora ainda insistia para que ela não ficasse em casa sozinha, mesmo depois de mais de um mês, sempre a buscava no trabalho, mesmo quando iam ao supermercado ele não ficava mais que cinco metros longe dela e por mais que Analu entendesse uma hora aquilo ia ter que parar.

 

    -Sabe que eu te amo, mesmo com todas as paranóias, certo? - ela perguntou segurando a mão que acariciava o seu rosto e levando-a  até seus lábios.

 

Miguel sorriu e depositou um beijo casto em sua testa sussurrando de volta que a amava também a abraçou por alguns instantes a respiração quase entrando em um ritmo sereno, as coisas também não estavam tão fáceis intimamente entre os dois, ele ainda a tocava como se tivesse medo de que ela fosse se quebrar, isso quando a tocava, nada havia acontecido depois que ele havia a resgatado e Ana Luiza achou maravilhoso e compreensivo da parte de Miguel no início, mas agora estava começando a ficar com medo. Medo de que ele não a quisesse mais e não tivesse coragem de falar, de que ele deixasse de amá-la, de que começasse a olhar e procurar por outras… Quando se deu conta estava quase rasgando a camisa branca de algodão que Miguel usava, enterrava seu rosto no peito quente dele, o tecido absorvendo todas as suas lágrimas, sentia as mãos grandes e calorosas percorrerem a extensão de suas costas de maneira tranquilizadora, ele não falava nada, apenas a mantinha firme em seus braços e tentava tranquilizá-la com carinhos mudos, havia começado a fazer aquilo quando ela acordava no meio da noite atordoada com mais um pesadelo, Miguel evitava perguntar o que estava acontecendo porque sempre acabava entendendo do que se tratava, mas aquilo não se resumia apenas a Henrique e todas as suas péssimas lembranças.

 

    -Eu não quero te perder… - sussurrou levantando o rosto para procurar os olhos cor de mel.

 

    -Que idéia. Você nunca vai me perder. Por que acha isso?

 

    -Se tudo o que aconteceu tiver sido demais… Se você não me quiser mais…

 

    -Não termine - ele disse com a voz severa, dois dedos entre os lábios de Ana Luiza, amparando com um beijo carinhoso outra lágrima que descia dos olhos da garota - Eu te quero, sempre vou querer. Eu te amo tanto, nada que aconteça poderia diminuir o que eu sinto por você, muito menos me afastar. Já passamos por tanta coisa, sei que vamos superar isso também, mas tem sido difícil e eu não estou sendo tão bom em lidar com tudo, sei disso.

 

Ela começou a protestar, mas Miguel a interrompeu mantendo os dedos entre os lábios macios e rosados com um meio sorriso triste.

 

    -Também tenho medo de te perder - ele disse baixinho como se fosse insuportável ouvir suas próprias palavras - todas as vezes que você se atormenta, que tem que pensar ou lembrar de tudo o que ele te fez porque eu fui um idiota que não estava lá quando você precisou. Prometi te proteger, cuidar de você e não fiz nada…

 

    -Miguel... -  Ana protestou se levantando, mas ele não lhe deu ouvidos.

 

    -Foi minha culpa!

 

    -Se culpar não apaga o que aconteceu! Já chega, por favor, chega disso. Eu odeio o Henrique, odeio tudo o que ele fez, me odeio por tudo o que ele fez, por não ter agido contra ele antes. MAS EU NÃO TE CULPO! EU FUI A VÍTIMA NESSA HISTÓRIA E NÃO TE CULPO... Eu odeio que você se culpe… - seus olhos estavam turvos devido as lágrimas, caminhava de um lado para o outro no quarto sentindo o peito arder, só quando conseguiu dispersar as lágrimas de seus olhos percebeu que Miguel estava  parado a encarando pálido ainda na cama, chorando em silêncio.

 

Analu caminhou de volta até o marido, se acomodou ao seu lado e enxugou as lágrimas de seu rosto, Miguel apertou levemente as mãos macias e pequenas da garota e as levou até seus lábios beijando toda a extensão das palmas até os dedos finos.

 

    -Você ainda acha que eu não estou sendo um pé no saco? - ele brincou tentando fazê-la rir, mas Luiza permaneceu estática ao seu lado.

 

    -Eu não quis falar desse jeito, desculpe, eu não devia ter gritado…

 

    -Está tudo bem, eu entendo. Não vamos mais falar sobre isso, tá bem? - disse antes de selar os lábios dela com os seus.

 

    -É por não falarmos mais sobre isso que esse tipo de coisa acontece, Miguel, também odeio quando brigamos... Estou tão cansada disso quanto você, mas eu não quero mais ter medo, não quero acordar de madrugada com outro pesadelo, não quero que você sinta medo de me tocar de novo, não quero que a gente simplesmente pare de falar sobre as coisas e acabe se afastando. Nós já passamos por tanta coisa para chegar até aqui e desistir um do outro - Ana mantinha uma mão no peito dele sentindo as batidas rítmicas de seu coração e encarava os olhos cor de mel que brilhavam, mesmo com a pouca luz do quarto.

 

-No início eu me assustava com a maneira que você lidava com as coisas. Você é doce e gentil e eu sabia que você era forte, mas não tanto assim, mas agora eu só consigo admirar e amar cada vez mais a mulher incrível com quem me casei, eu realmente ganhei na loteria - um sorriso caloroso crescia em seus lábios, mas logo diminuiu - Eu sei que falhei muito com você, não só por ter te deixado sozinha naquele dia, mas por tudo pelo que te fiz passar desde o início, até nos últimos dias eu deveria ter sido mais forte por você, deveria ter feito mais por nós dois.

 

-Você foi ótimo desde o início você só tem me salvado do mundo e de mim mesma, você foi paciente, persistente e teve esperanças quando nem eu tinha. Queria que fosse menos duro consigo mesmo.

 

Ele sorriu e a beijou fazendo pequenas carícias no canto de seus lábios, continuou com pequenos beijos por alguns instantes, acariciava o rosto de Analu com as pontas dos dedos até que estes desceram para o ombro e depois para o braço da garota. Miguel intensificou o beijo pedindo mais dela com a língua, Ana correspondeu e subiu as mãos até a nuca do rapaz o incentivando a continuar com aquilo, ainda tinham a mesma sensação de eletricidade percorrendo os seus corpos de quando trocaram os primeiros toques, os primeiros beijos, ele a deitou sobre si na cama enquanto percorria as curvas da esposa com as mãos, ela usava um vestido azul de alças finas que descia até metade de suas coxas. Miguel subia as mãos pelas pernas torneadas da esposa levantando também o vestido, tirou os lábios dos de Analu quando já estavam ficando sem fôlego, mas não deixou de acariciar o rosto angelical que ele tanto amava.

 

-Vamos substituir todas as lembranças ruins por coisas boas, - ele sussurrou em seu ouvido a fazendo ter arrepios com a voz aveludada e o seu hálito quente - Essa noite você vai sonhar comigo, com a gente e não com ele.

 

-Eu te amo tanto. - ela sussurrou de volta sorrindo para ele.

 

-Eu te amo. Amo tanto. Quero te fazer feliz sempre, todos os dias, até o nosso último dia.

 

Ana Luiza se rendeu aos toques e carícias de Miguel, sabia que ali estava segura, que ali era amada e nada mais importava, mais uma vez ele não desistiria dela, não desistiria deles. Devolveu todos os toques, todos os beijos, todos os carinhos enquanto o ajudava a retirar as roupas dos dois Miguel era gentil no início, mas a paixão e a saudade começaram a tomar conta dos dois os tornando mais selvagens e famintos um pelo outro, quando se livraram de todas as roupas ele a explorou com a boca fazendo Ana ter sensações incríveis e deliciosas que ela nem sabia que existiam, a cada vez com ele Analu tinha descobertas diferentes, novos prazeres, e todas as vezes se sentia amada, única e o amava por fazê-la se sentir daquela forma. Gemeu alto quando ele havia começado a brincar com a língua em sua intimidade, Miguel era muito bom naquilo, sugava e a acariciava nos pontos certos de um jeito que a levava a loucura, na verdade Ana achava que loucura era o quanto ela estava molhada, depois de todo aquele tempo sem o marido a falta que ele fazia era praticamente evidente, ela gemia como nunca e rebolava em direção a boca dele freneticamente. Miguel pareceu perceber, pois se afastou dela com um sorriso que se abriu ainda mais ao ver a frustração da esposa.

 

    -Tantos dias sem você, o que que eu tinha na cabeça? - ele disse com a voz já rouca.

 

    -Eu também não faço idéia - ela devolveu rindo enquanto subia uma perna para envolver os quadris dele - Só me promete que não vai fazer isso denovo. Senti saudade de fazer amor com você.

 

Miguel a beijou com urgência colando cada centímetro do corpo dos dois e Analu não se importava com o peso dele sobre o seu corpo, precisava de mais dele por isso o puxava para si, Miguel a puxou do colchão sem largar seus lábios a colocando em cima dele levava uma das mãos até a nuca da garota para aprofundar e exigir ainda mais daquele beijo, se é que aquilo era possível, os dois poderiam morrer por falta de oxigênio e não se importariam, se envolviam no calor de seus corpos que havia se tornado um só, nos toques que provocavam arrepios viciantes. Ele mordeu o lábio inferior de Luiza com vontade enquanto se recostava na cabeceira da cama a puxando para o seu colo, Analu sentia em sua intimidade o quanto ele estava duro e pronto para ela, os olhos de Miguel brilhavam de desejo no escuro enquanto ele a acariciava com as mãos os seios a garota fechou os olhos e gemeu baixinho se deliciando com o toque, sua intimidade umedecendo o pênis dele com o seu desejo. Lentamente Miguel desceu as mãos a provocando até chegar nos quadris, desviou a mão esquerda da esposa apenas para abrir a gaveta do criado mudo em busca de um preservativo, mas Ana Luiza a trouxe de volta antes que ele encontrasse um, levou até seus lábios e trilhou inúmeros beijos que chegavam até o ombro de Miguel, depois até o pescoço e antes de chegar no queixo desenhado ela se afastou e olhou nos olhos cor de Mel.

 

    -Sem barreiras. Quero sentir tudo em você - sabia que estava rubra e agradeceu a pouca iluminação do quarto por isso. Sempre se surpreendia com aquelas atitudes, mas quando se tratava de Miguel ela não conseguia se controlar, ele despertava alguma coisa ousada e curiosa nela.

 

    -Sou todo seu, tudo o que você quiser sempre - ele disse rouco voltando a outra mão para o quadril dela.

 

Miguel a levantou sem muito esforço e se posicionou em sua entrada, todo o corpo de Analu pedia por ele, cada célula de seu corpo parecia gritar o nome de Miguel, estava ansiosa para sentí-lo, sempre eram cuidadosos e usavam proteção, aquela seria a primeira vez que estariam carne contra carne. Ela suspirou e acariciou o rosto do marido descendo os quadris lentamente em direção aos dele sentindo-o a preencher completamente era mais maravilhoso do que ela imaginava que seria sentí-lo, moveu os quadris lentamente sem desgrudar os olhos dos de Miguel que ainda lhe acariciava com as mãos devolvendo o olhar de maneira intensa, aquela posição também era nova para ela, geralmente ele conduzia a maior parte das coisas, mas daquela vez ele a deixou levá-los para o vale dos prazeres e Ana se sentia ainda mais excitada com aquilo, aumentava o ritmo dos quadris enquanto o rapaz beijava e mordiscava o seu pescoço entre os ruídos roucos que escapavam de sua garganta. Estavam chegando ao clímax, a garota sabia que precisavam de mais, o seu corpo ardia e seguia comandos próprios pedindo mais contato com Miguel que a apertava contra si e a procurava com a mesma urgência.

 

    -Você pode…? - ela arfou contra os lábios dele.

 

Miguel a deitou sobre a cama sem sair de dentro dela entendendo o pedido, a beijou sedento antes de voltar a se movimentar ele saia quase completamente dela e entrava de uma vez fazendo Analu gemer alto e fincar as unhas em suas costas, ele sorriu e agarrou os lábios dela com os dentes, adorava ver como ela reagia a ele, adorava lhe dar prazer e vê-la delirar de desejo e pensou que fosse impossível adorá-la mais até ter a sensação da carne dela contra a sua. As estocadas ganharam a velocidade que precisavam, o rapaz a rodeou com seus braços e despejou beijos carinhosos pelo rosto da esposa, sabia que estavam quase lá, sentia as paredes dela se apertando contra o seu membro ela se inclinava em direção a ele e sussurrava o seu nome baixinho, levou uma mão até o seu rosto e contornou os lábios do marido que disse “eu te amo” antes de depositar um beijo na ponta dos dedos finos e se derramar dentro dela com uma última estocada ela também havia atingido o ápice e chegou a conclusão de que não havia sensação mais maravilhosa que aquela.

Se inclinou tomando os lábios de Miguel com os seus carinhosamente, inalando mais do cheiro de sabonete masculino que ela amava, ainda não estavam saciados, mesmo que tivesse sido maravilhoso não foi o bastante para aplacar a falta que sentiram um do outro recomeçaram lentamente, distribuindo carinhos pelos corpos um do outro dedicando atenção aos pontos de prazer que já conheciam, descobrindo coisas novas, se entregando um ao outro.

 



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