História Casamento de contrato- Mitw - Capítulo 23


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Categorias Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Tags Mitw Cellps
Visualizações 268
Palavras 1.051
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Literatura Feminina, Orange, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 23 - A Year


PAC

Um ano se passou e eu nem vi, tudo passou na frente dos meu olhos.

Mike mudou tanto, em tão pouco tempo! Ele sai e passa dias sem vir pra casa, ele é seco, ele é ignorante, cabeça feita e eu? Eu parei de ser um bobo apaixonado, eu notei que minha única utilidade é ser ator, afinal é pra isso que eu ganho! Estamos em mais uma das nossas discussões diárias extremamente entediantes, ele parece um adolescente com seus argumentos, em plenas sete horas da manhã, onde Mike está completamente bêbado

-OLHA AQUI TARIK, SE NÃO FOSSE POR MIM VOCÊ CONTINUARIA NAQUELE QUARTINHO SUJO QUE VOCÊ VIVIA!- Ele berra e minha raiva sobe a cada palavra-NEM SUA FAMILIA TE AMA, ACHA QUE EU VOU AMAR? AMAR ALGUÉM QUE EU PAGUEI PRA ATUAR? VOCÊ É UM DOS MEUS FUNCIONÁRIOS E NADA ALÉM DISSO!- Ele continua gritando e nada mais disso me afeta, xingamentos, feridas abertas, frases como “se não fosse por mim”, absolutamente nem uma palavra da boca de Mikhael Linnyker me afeta mais.

-Olha aqui Mike, acabou! Eu não quero mais nada, nem um beijo seu, um abraço, um toque, não quero nem que dirija sua palavra a mim ao menos que muito necessário! Eu sou um ator, não? Eu quero quebrar a merda da “Pinky promisse” e seus pra sempre!Atuar é meu trabalho, agora com licença que eu sei que se não sair exatamente agora daqui acontece tudo de novo!- Digo seco mas ao mesmo tempo educado, o afasto pois eu realmente sabia o que aconteceria se ficasse ali.

Eu olharia pra ele e ele começaria a chorar, igual uma criança e eu ia o perdoar, íamos nos beijar e ele ia me levar pra cama, era assim todo santo dia.

Ando com passos fortes e rápidos pela mansão Linnyker, dando de cara com alguns funcionários que não dou atenção, eles devem ter visto minha cara de puto e me deixado passar.

Chego em meu quarto e abro a porta rapidamente, a batendo e trancando logo em seguida. Me jogo na minha cama king que era coberta por um lençol de seda azul claro e com travesseiros da mesma cor, bordados com uma linha azul marinha.

Olho detalhadamente para todo o quarto, tendo a visão de uma suíte chique, no qual dormia a exatos um ano desde que cheguei aqui na mansão, sua TV tinha sido atualizada para a mais recente possível,  as paredes tinham saído do branco pro amarelo com listras brancas, a cama tinha sido atualizada para a mais confortável, foi nela que eu e Mike tivemos nossa ultima noite de amor de verdade.

Eu mudei, parei de falar tanto, visto roupas mais formais, deixei o boné de lado e agora uso gel para cabelo, engordei um pouco e até por dentro eu mudei.

E meus amigos? Felipe continua ai, mas não sou nem perto de ser amigo desse otário, cellbit foi embora e a culpa é inteiríssima dele!

Ele me contou tudo e depois, simplesmente sumiu do mapa! Eu nunca mais o vi e ele nunca mais me falou nada por mensagem, sem ele aqui tudo vira um inferno.

Fui completamente abandonado por tudo e todos, daqui um ano nem emprego vou ter mais! Isso quebra meu coração em tantas partes, que não sei nem explicar.

Me levanto e caminho até o banheiro, vendo meu reflexo e ao mesmo tempo, não vendo mais o Tarik, vendo só o... marido do Linnyker.

Eu lembro de tudo como se fosse ontem, os beijos,  eu te amo’s, casamento, bebedeiras, amizades e sexo! Canadá e da porra do sorvete que ele me deu lá, todos os caralhos dos presentes e cartinhas que eu guardo! A merda das conversas por FaceCam quando ele viajava e hoje, moramos na mesma casa mas, mal nos vemos.

“Seria tudo mais fácil se eu tivesse me matado nos meus quinze...”

Essa frase repete na minha mente e eu passo as mãos no meu cabelo, apoiado na parede fria do banheiro com meus pés descalços no chão de cerâmica igualmente gelado, me sento no piso e puxo um tapetinho felpudo para mim.

Coloco o tapete no meu colo e começo a acariciar o mesmo, com os olhos cerrados com força e minha cabeça apoiada na parede.

Ah Mikhael Linnyker, por que não consigo odiar você?

Pego meu presente de aniversário, ou melhor, celular da ultima geração e começo a discar um número, numa tentativa desesperada de me acalmar.

-Alô?- A voz levemente travada e mais grossa do que da ultima vez fala, me fazendo arrepiar dos pés a cabeça e arregalar meus olhos, intrigado.

 

CELLBIT

Acabo o vídeo e pego meu celular, que dou uma checada rápida e logo o largo de lado novamente e desmonto minha câmera do tripé.

Ouço algumas vibrações em meu celular e vejo que é um número desconhecido, decido atender pois eu procurava desesperadamente um emprego, vai que é uma oportunidade!

-Alô?-Digo, em dúvida.

-Oi? Rafa?- Uma voz conhecida diz, era Pac! Eu me assusto e desligo desesperadamente a chamada, eu tenho muito medo dele e daquele lugar que ele vive.

Sei que sou o errado e que deveria avisar ele, conversar, ou não sei!  Eu não sei o por que de eu ter que ser tão frio, mas é minha própria proteção.
Eu estou muito feliz aqui, no meu apartamento de um quarto, com meu lobinho e meu gato! Eu não preciso da minha vida passada pra ser feliz, eu já tenho tudo de melhor.

Eu voltei pro youtube e nunca fui recebido tão bem, posto vídeos de enigmas que é algo que eu amo e não sou escravo de ninguém, eu faço, falo, canto, dirijo, beijo o que eu bem entender!

Olho para meu cachorro que me encara como um julgamento e meu gato me ignora completamente, abro um sorriso mínimo para meus filhos e o lobinho vem até mim, lambendo meu calcanhar.

-Oi filho- O puxo para meu colo em cima da minha cadeira, ele continua me olhando até que ouço meu celular vibrar novamente, ele o olha como se fosse um “atenda”, pego meu celular e atendo

-Desculpa...- Pac fala, sua voz é mais grossa e séria, o fundo faz eco e suponho que ele esteja no banheiro.

-Me desculpa, Tarik.- Digo, com um tom envergonhado.


Notas Finais


gente, eu passei por um block criativo enorme!
E fiquem calmos, o especial vai sair! Eu emendei com o especial de 90!
Obrigada, amo vocês! <3


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