História Casar é Difícil! - Capítulo 30


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Tags Todomomo
Visualizações 283
Palavras 1.364
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yoo, minna ~desu

TÁ ACABANDO, MINNA! A TIA TÁ EMPOLGADA! ~desu

Capítulo 30 - Bem-vindo de volta, Palhaço!


Fanfic / Fanfiction Casar é Difícil! - Capítulo 30 - Bem-vindo de volta, Palhaço!

Complexo do Hospital Geral de Osaka – Shouto POV’S ON

“Ah, que merda... Acho que estou no meu subconsciente de novo... Está tudo branco e sem graça aqui.

 

— Cara, que porra você tá falando aí?

. . .

— Hein?

Olhei para trás e vi alguém igual a mim, fiquei estático. Nos aproximamos e logo, eu me assustei mais: ele é mesmo igual a mim! – Q-quem é você?!

— Tsc, eu sou você!

— Eu? Você?! -estou confuso, juro que estou.

— Cara, levanta logo dessa maldita cama de hospital, o soro fisiológico tá acabando com o meu estômago, eu não aguento mais receber agulhada no braço e se possível, ainda no fim desse ano, quero comer a Momo.

. . .

 

 

“Tá, admito, ele sou eu...”

 

 

— Mas o que quer dizer com isso?

— Você é burro assim mesmo? -ironizou bravo- Você sofreu um acidente de trabalho, lembra? Ficou soterrado embaixo de vários prédios.

— Ah... -verdade, foi exatamente o que aconteceu- Então significa que estamos no hospital?

— Tsc, estamos aqui têm dois meses, acorda logo e vê se levanta essa porra de bunda da maca, está ficando um tédio esse lugar!

— Mas e a Momo?

— Tsc, o que você acha? Tá fazendo ela chorar desde o acidente! É sério, se continuar enrolando pra acordar, o coma vai piorar e vamos morrer. Eu não tô afim de morrer sem ao menos, estar entre as pernas dela.

— Sua sinceridade deve ser o motivo da minha morte mental... -suspirei revirando os olhos-

— Somos a mesma pessoa, querendo ou não, faço parte dos seus desejos carnais, então, no momento, só estou dizendo que não me casei pra morrer sem gozar, sabia que quem guarda leite é vaca, né?

— Você é irritante, eu tiro o chapéu. -fiz mesura- Mas agora me explica como vamos sair daqui.

— Pelo que sei, o subconsciente funciona melhor de duas formas: a primeira delas é sonhando e a segunda é sentindo parcialmente o mundo real enquanto ainda se está dormindo. -explicou pensativo- Para dar certo, você precisa pensar em algo muito forte que te faça ter vontade de acordar.

. . .

 

“Momo...”

 

— Ter que voltar pra Momo já não é razão suficiente para acordar?

— Se fosse, você estaria fora da UTI. Pense em algo muito mais forte que isso.

. . .

— Cara, a única coisa mais forte que isso...

— Você é um pervertido, hein? -o sorriso dele se alastrou- Mas admita que aquela cena se repete todos os dias na sua cabeça.

— Sim.

— A Playboy nunca foi tão divertida, não é?

— Já chega, precisamos sair daqui.

. . .

 

Era sempre aquela imagem... Acho que a cena da Momo entre as minhas pernas enquanto engolia meu esperma acabou se tornando uma apreciação ao meu ver. Talvez porque quando estivemos na América, ela estava... mais sensual do que já considero. Ela estava sendo ela mesma e um pouco mais.

Neste dia em questão, eu também estava vagando pelo meu subconsciente enquanto ela me fazia gozar; a primeira coisa que vi quando acordei, foi seu sorriso, era malicioso e ao mesmo tempo, alegre e gentil. Foi o sorriso mais bonito que ela já me deu (ainda que com a cara toda suja de esperma). Na verdade, acho que foi a forma mais carinhosa que alguém já me acordou antes...

Momo não se conteve apenas em me deixar feliz por ter gozado, ela queria que eu me sentisse confortável o bastante para não querer sair da cama naquele dia (e de fato, não saímos até o almoço – no mínimo) ...

Eu realmente amo sua tenacidade como esposa, quando ela quer muito me agradar, se esforça ao máximo e claro, eu fico sempre agradecido por isso.

 

 

“Droga... Por que não estou acordado agora? É sério que estou há dois meses sem transar?... Só em coma mesmo para estar nessa abstinência toda!”

 

 

. . .

 

Momo, me perdoe por te causar tanta preocupação, eu sei que sou um exemplo ruim de marido, mas prometo que vou me esforçar para melhorar e vou te compensar por essa situação.

— Acha que vamos aguentar mais tempo?

— Acho que devemos acordar.

— Sim. Acho que você deveria continuar com essa cena na cabeça enquanto eu tento fazer a minha parte da melhor maneira possível.

— O que quer dizer com isso?

— Cara, eu não te falei que sou você? Sou sua consciência e estou desaparecendo porque você é preguiçoso pra caralho e não acorda! Estou dando tudo de mim pra melhorar isso, mas eu sozinho não dou conta de te trazer dos mortos, ouviu?

— Ok, ok, vou continuar!

. . .

 

Sério que estou discutindo com a minha consciência? Eu juro que não sei qual é o meu problema. Mas sei de uma coisa...

Está dando certo. — Momo, espere um pouco mais, está bem?

. . . “

 

*

*

*

*

 

 

“Isso é tão molhado e... Salgado... É... uma lágrima?...”

 

 

Minha bochecha estava coçando um pouco, acho que é por causa da coisa molhada que caiu nela.

Tem um gosto meio salgado. Tentei abrir os olhos, mas havia algo me impedindo de enxergar. Minhas costas estavam doendo, assim como meu ombro e meus pulmões;

— Shouto, você está acordado? -ah, essa voz... é muito linda e graciosa, mesmo chorando, ela continua maravilhosa.

— Momo... -minha boca mexia tão pouco que eu senti um gás entrar e sair fortemente, queria me livrar daquilo que me impedia de respirar sozinho.

Ela deve ter reagido de forma muito feliz, já que o gosto salgado na minha boca, aumentou. Ouvi barulhos de bipes, correria, mãos e mais mãos me tocando...

— Shouto-san, você está me ouvindo? -não sei de quem é essa voz, mas parece ser alguém importante- Eu sou a Dra. Minagawa, se consegue me escutar, pode tentar mexer o pescoço devagar ou os dedos?

Bom, mexi os dedos porque meu pescoço doía, todos eles estalaram forte, acho que perdi peso demais. – Ótimo! Isso é muito bom mesmo!... Ok, você consegue sentir suas pernas? Se sim, mexa os dedos.

Por algum motivo, não as sentia totalmente, porém, mexi os dedos, não sei o que significava aquilo para ela, mas para mim, não era ruim e nem bom. — Consegue sentir sua bacia? -mexi os dedos- Consegue sentir suas costas? -mexi os dedos- Consegue sentir seu braço direito?

. . .

Não. Eu não estou sentindo nada. — Shouto, você não está sentindo seu braço?

Francamente, eu acho que não quero descobrir o motivo... Ela suspirou forte. – Tudo bem, eu vou dar uma olhada nisso com mais calma. Agora, mantenha os olhos fechados, eu vou retirar os curativos do seu rosto.

Só fui notar agora que ela disse, mas o lado direito do meu rosto está doendo demais, aconteceu alguma coisa com ele enquanto eu dormia? Apenas quando a médica deu permissão, eu abri os olhos e tentei ver tudo o que estava à minha frente, e para minha surpresa, a primeira coisa que vi foi o sorriso da Momo.

— Eu devia te dar um soco por isso... -ela disse entre uma risada e o choro- Bem-Vindo de volta, Shouto...

— Momo... -era o que precisava falar, nenhuma outra palavra importava mais.

 

*

*

*

 

Fui mandado para uma sala de exames e fizeram radiografias do meu braço, no fim, descobriram que era só o osso que estava demorando a voltar pro lugar e por isso, algumas ligações principais não estavam se comunicando devidamente (engessei, fazer o quê?).

Voltei pro quarto e Momo me deu atenção o dia inteiro.

— Você não tinha que trabalhar hoje? -perguntei um pouco sonolento, a medicação é pesada e faz o sono agir rápido.

— Hoje é sábado, Shouto... -ela riu de canto-

— Hm... -seus dedos estão afagando minha cabeça, isso é tão bom quanto ficar enrolando pra levantar de manhã cedo.

— Você está cansado mesmo depois de tanto dormir?

— Hm...

— Que preguiçoso! -sua risada me deixa inebriado em felicidade, eu posso ficar dez anos em coma, mas não fico um dia sem a risada da Momo— Você está conseguindo enxergar bem?

— Sim... Mas eu não quero abrir os olhos agora...

— Bem-Vindo de volta, Shouto...

— Estou em casa...

. . .

 

— Ah, se não é o trouxa que vi umas horas atrás... Bem-Vindo de volta, Palhaço!

 

Estou de volta, Consciência Sádica Maldita.

 

 

 



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