História Cascavel - Capítulo 1


Escrita por: , jhistory e AmelieC

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V)
Tags Jung Hoseok, Kim Taehyung, Vhope, Visland, Yaoi
Visualizações 46
Palavras 2.756
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


● ● ● CICLO 4 — NATUREZA FT @JHISTORY
Essa é a primeira história do nosso mais novo ciclo. Inicialmente deveria ser postada somente no dia 10, mas para agilizar resolvemos postar hoje. O CICLO 4 em parceira com o JHISTORY, trás em homenagem a nossa querida mãe natureza e também ao feriado de setembro.

● ● ● NOTAS DO AUTOR — Olá cupcakes, quero agradecer primeiramente a @aigguk que betou um total de 17pgs com maestria (e ainda 2x!). Tenho vários problemas com regras ortográficas e com crase, e ela além de corrigir, revisar e dar sugestões, fez uma explicação linda sobre os principais pecados que cometi na escrita. Achei isso o maior carinho por parte dela <3.
Quero agradecer também a lindíssima e talentosa @XFairy que fez essa capa maravilhosa para a fanfic. Amei! Ela se atentou em cada detalhe e fez tudo com tanto cuidado que só sei suspirar aqui <3.

Espero que gostem do projeto, foi a minha primeira vez escrevendo um Vhope e também algo do tipo.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1



“Olhos de cobra

Com um sorriso astuto

Ele pode segurar você

E te balançar, criança”

Black Mambo - Glass Animals


A arquibancada estava cheia naquela noite, e por mais detestável que fosse o público, o show precisava continuar, afinal era dali que o dinheiro vinha. Circos de aberrações estavam em alta e felizmente aquele não maltratava seus residentes. Taehyung crescera ali, então aprendera desde cedo a respeitar todo e qualquer visitante, por mais imbecil que fosse.

Sua tenda era uma das mais visitadas pelo público feminino, talvez pela exímia curiosidade das mulheres em descobrir o futuro, parte disso porque Kim Taehyung era uma verdadeira beldade aos olhos no geral. 

Ele não desgostava da vida do circo, ainda que não tivesse muitas coisas favoráveis a dizer sobre a mesma. Gostava mesmo era da estrada, de andar a cavalo na frente da caravana, perdendo-se entre montes e florestas com a desculpa já gasta de averiguar se havia perigo. Adorava conhecer cidade após cidade, vila após vila, e guardar uma pequena lembrança de cada uma.

Seu trailer era cheio de bugigangas exotéricas. Tinha bolas de cristais perfeitamente seguras empilhadas em caixas de proteção, baralhos dos mais variados (ainda que o mais utilizado fosse o cigano), búzios, esculturas de barro, fotos, desenhos e amuletos colados entre as paredes de metal se mesclando com tapetes e véus coloridos. Entrar em seu trailer era como estar na própria tenda que dava vida ao seu espetáculo. E ali, entre toda a explosão de cores, no futon turco roxo que ocupava mais da metade do espaço disponível, ele deixava sua pequena caixinha de tesouros.

Era de costume que Taehyung levasse uma pedrinha diferente, uma folha de tonalidade ou formato pouco usual, penas de pássaros, frascos de vidro minúsculos com terra (vermelha, amarela, ocre, marrom, dourada, negra), e outras coisas do tipo como lembranças dos lugares em que já havia estado, era um pequeno prazer que cultivava em sua vida nômade: guardar um pedacinho de natureza de cada região em que se apresentava, levar um pouquinho daquela energia gostosa consigo para onde quer que fosse.

A estrada e seus deleites não eram sua única razão para continuar no Grand Et Sombre Cirque Ielos, particularmente, Taehyung tinha uma imensurável e absolutamente derradeira queda por outro integrante da trupe, ainda que não investisse ou tomasse partido, tinha certeza que o outro rapaz faria parte de sua vida no futuro, e uma parte importante dela, afinal conseguia vê-lo várias vezes em sua linha da vida na palma da mão. Infelizmente, a quiromancia parecia nublada de mais quando o assunto era a própria vida, e mesmo o tarô não o ajudava muito. Quando a coisa era pessoal, uma névoa de ignorância e silêncio o tomava, e aquilo era frustrante.

Naquela noite em especial, o ar estava úmido. Uma fina chuva de verão caíra há cerca de meia hora atrás, o que curiosamente não impediu a população de visitar a rápida estadia do circo na cidade. Talvez fosse pela data, Taehyung divagou consigo mesmo, era sexta-feira treze, muitos casais e grupos de amigos queriam uma aventura assustadora ou fora do comum, e o Cirque Ielos só se apresentava uma única vez em cada lugar.

Inegavelmente, era algo único na vida.

Sua tenda acabara de receber um dos piores casais que já vira na vida, gente machista, homofóbica, e de péssima energia. Àquilo o drenava, deixava Taehyung zonzo e com um gosto metálico na boca. Ele decidiu fechar um pouquinho mais cedo, levantou-se apoiando as mãos na mesa redonda de toalha púrpura que usava e começou a guardar seus instrumentos de trabalho. Primeiro organizou o baralho e o colocou na caixinha de madeira cuidadosamente talhada com desenhos de flores, depois, dedilhando as mãos de dedos compridos cheios de anéis avulsos na própria roupa, decidiu que manteria a faixa nos fios cinzas da própria cabeça e suspirou alto.

— Meus ombros doem — Sussurrou para si mesmo, sem esperar nenhuma resposta do silêncio acolhedor da tenda. Lá fora, o som alto da conversação continuava, risadas e o toque distante de violino que Seokjin tocava para atrair a multidão ao picadeiro. Nada que lhe atraísse muita atenção, o único espetáculo que queria ver, provavelmente estaria para ser apresentado e ele não sabia se aguentaria mais interação social geral para presenciá-lo. — Talvez eu só deva me deitar e deixar isso pra lá…

— Ei, garoto cigano, já está fechando? Não teria um tempinho pra mim? — O timbre divertido o tirou do transe do cansaço, conhecia aquela voz, prestava atenção na mesma sempre que a ouvia, ainda que ela nunca, nunca fosse direcionada a si. — Será rápido, prometo.

Taehyung abriu os olhos e fitou confuso a figura ainda fora de sua tenda. Jung Hoseok, o cara que virava serpente. O dono da voz que lhe tirava do chão e sua eterna (e não correspondida) paixão. O Kim não pôde deixar de suspirar alto, o simples ato de vê-lo tirava-lhe o fôlego. 

Conhecia o código de vestimenta do circo, assim como conhecia todos os modelos que Hoseok usava, mas mesmo repetitivos, isso não significa que não eram incríveis. Os do Jung, especificamente, davam-lhe água na boca.

A serpente usava uma calça de tecido leve e folgado, verde musgo. Em seu quadril uma faixa negra pendia débil e livre, com pedrinhas brilhantes vermelhas que pareciam escamas. Ele tinha o abdômen nu, mostrando pequenas e leves escamas esverdeadas sob a pele bronzeada. Nos braços esguios e compridos, diversas pulseiras e braceletes de metal e rubis falsos. Um colar de corrente comprida com um sol grande de madeira que chegava até o estômago e um sorriso ladino nos lábios.

Jung Hoseok, era a representação perfeita de uma serpente com seus olhos maliciosos e rápidos, os cabelos castanhos rebeldes que lhe davam o doce ar do pecado, o maxilar aquilino e marcado e uma língua safada que vivia passeando nos lábios.

Kim Taehyung nunca em toda a sua vida teria forças de negar o quanto o garoto serpente o afetava, assim como também não conseguia negar que por aquela serpente, assim como Eva que cedeu à tentação no Éden, ele, provavelmente, jogaria-se de cabeça na perdição.

— ‘ tudo bem? Eu posso voltar outra hora e… — Taehyung o cortou, vendo-o incerto, ainda segurando o tecido frouxo da entrada da tenda em uma das mãos, e acenou com a mão para que entrasse. — Sério, não quero atrapalhar.

— Você não atrapalha — Disse, a voz saindo mais rouca do que deveria. Estava nervoso. — Na verdade, sempre tive a curiosidade de ler sua mão, pode sentar-se. — O cartomante virou-se de costas, pegando novamente o baralho que guardara e respirando fundo, o suor escorrendo pela testa e molhando o lenço que lhe envolvia a cabeça. — Mas você não tem que se apresentar?

— Só mais tarde, o homem-lobo será a atração principal e eu venho antes dele, num geral. — Hoseok cruzou os braços, vendo o loiro embaralhar as cartas. — Hoje vamos começar com Jimin, acho que ele discutiu com o marido e está meio arisco, quanto antes se apresentar, melhor. 

— Entendo… — Taehyung concordou, tentando não demonstrar o interesse que tinha no rapaz. Queria muito ver seu futuro, descobrir onde se encaixaria ali, e como. Mas precisava manter as aparências, eles quase nunca haviam conversado, não poderia assustar o cara. — Quer começar com as cartas? Corta pra mim, em dois.

Hoseok obedeceu, curioso, e então escolheu três cartas conforme o ordenado, sorrindo indeciso e relaxando a postura na cadeira. Era o que imaginava, afinal. Sua primeira carta foi a Enamorados. Taehyung tentou não parecer decepcionado, mas aparentemente já havia alguém na vida de Hoseok, quem sabe no futuro, não é?

— Essa carta tem muitos significados, mas ela geralmente pede que se ouça a intuição, que olhe dentro de você para ouvir sua resposta interior. Ela num geral, anuncia que haverá a necessidade de uma escolha importante, entre dois caminhos, entende? — Ele continuou falando depressa, crendo que dessa forma, o outro não lhe faria muitas perguntas.—- Ela aconselha calma e prudência, para a saúde você deve tomar cuidado com os pulmões, rins, órgãos duplos. O tempo está tendendo à chuvas, cuidado para não se resfriar… 

Taehyung tomou fôlego e continuou, ignorando que o rapaz deveria tirar mais cartas. — Para o trabalho, talvez essa carta te traga novas propostas, e para o amor… Indica a chegada de um novo amor, ou ainda a escolha entre dois parceiros. 

— Bem, eu não tenho ninguém, então acreditarei que vem alguém por aí. — Ele coçou os cabelos, sorrindo abertamente. — O que mais?

— Depende muito da pergunta, em que pensou quando tirou essa carta? — Taehyung perguntou, sentindo-se um pouco mais leve e à vontade, ficar perto de Jung Hoseok parecia tirar o peso das costas que a energia negativa anterior deixara, ainda que seu coração batesse num ritmo tão depressa que parecia querer saltar peito a fora.

— Em você. — Ele se levantou depressa, quase tropeçando na cadeira em que antes estava sentado. — Desculpa, preciso ir. ‘Tá quase na hora do meu show, te vejo por aí, garoto cigano.

— Taehyung, meu nome é… Taehyung. — Mas ao fim da frase, já estava sozinho de novo, com sua tenda vazia, uma névoa incessante pairando no destino da serpente e quinhentas dúvidas ou mais para atormentar-lhe as ideias. 

Por qual motivo Jung Hoseok entrara realmente em sua tenda? Para desvendar questões esotéricas da profundeza de sua alma, descobrir seu futuro ou simplesmente lhe lançar um flerte? Aquilo nunca havia acontecido antes. Hoseok não tinha o costume de conversar com muitas pessoas, e muito menos o hábito de se aproximar furtivamente dos outros.

Vante, como Taehyung era conhecido dentro daquela tenda, virou as outras duas cartas escolhidas pelo rapaz, e não pôde evitar sorrir. A segunda carta, era o Sol, que no campo afetivo (dos solteiros) significava a proximidade de um amor ardente, de tirar o fôlego. E a última carta, era a Temperança, e para os solteiros, pedia paciência, pois tudo está previsto para acontecer em um determinado momento.

Se Hoseok estava pensando nele enquanto tirava as cartas, ele poderia considerar aquilo uma mensagem do universo, não? Enamorados plantava a incerteza do agir ou não agir, tomar ou não tomar partido em algo, e evidenciava a possível chegada de um novo amor, o Sol trazia o calor da paixão que tanto ansiava e a Temperança, pedia paciência. 

Taehyung ponderou por alguns momentos enquanto embaralhava as cartas consecutivas vezes, sua tenda curiosamente vazia, sinal de que o espetáculo no picadeiro havia começado. Ele suspirou, passando as mãos pelos cabelos duas ou três vezes e caminhou até a saída de seu local de trabalho. O ar estava fresco e a possibilidade de garoa já havia se dissipado no céu. O Kim sabia que deveria dar tempo ao rapaz serpente, deixar que ele se aproximasse como havia feito, conhecê-lo devagar, dar espaço e raízes sólidas para que Hoseok confiasse em si… Mas, honestamente, Kim Taehyung não era exatamente o maior exemplo de responsabilidade naquele circo. Depois da pequena interação com Jung Hoseok, tudo o que ele queria naquela noite quente e abafada de sexta-feira, era vê-lo de novo.

E tendo isso em mente, o garoto cigano se esgueirou para detrás da imensa tenda redonda que dava vida ao picadeiro, ergueu o tecido da mesma com cuidado, e sentando-se sem muito cuidado na terra ainda úmida, aguardou a apresentação da serpente que tanto lhe tentava.

--

Alma latina. 

O corpo de Jung Hoseok poderia ser de origem coreana, mas sua alma absolutamente deveria ter uma etiqueta colorida e vibrante costurada em uma área de destaque com os dizeres “made in México”, essa era a melhor explicação que Taehyung conseguia encontrar para descrever a forma como a serpente se movia.

Talvez a ideia geral de um circo dos horrores fosse dar medo, e de certa forma, muita coisa lá dava. Era inegável que o público ia até o circo para sentir o fúnebre e cruel arrepio que subia pela espinha nas costas e tomava forma na nuca, como um repuxão maroto de terror absoluto, que paralisava e roubava a fala.

O gostinho da adrenalina e do perigo que irrevogavelmente dava um sabor mais temperado, mais apimentado ao dia-a-dia rotineiro, comum e chato de todas aquelas pessoas normais, era isso que o Cirque prometia dar à qualquer forasteiro que cruzasse consigo.

Mas, havia mais no terror do que o desespero e o pavor. Havia mais do que perder a fala e ficar pálido de susto, ah sim, muito, muito mais do que todos sempre esperavam. E eles provavelmente conseguiam ter uma prévia disso quando viam as curtas aparições de Jimin (o tritão) no picadeiro, só que era com Hoseok que o terror se tornava deliciosamente tentador, infame e até mesmo herege.

O Jung tinha uma espécie de energia, de aura, quando se apresentava. Era difícil dizer precisamente o quê, mas o ar se tornava diferente, mais leve, mais insano e animalesco. A sensação que sua dança sensual e levemente erótica causava nos transeuntes era a mais pura excitação, era selvagem e acima disso, viciante.

Se o rapaz oferecesse uma maçã, fruto do pecado a qualquer um naquele momento, não receberia um “não” sequer, e por mais errado que fosse compará-lo dessa forma a tão infame serpente, não havia muito a ser feito. Hoseok era hipnotizante.

Taehyung teve toda a sua mente, todo o seu ser, tomado pela energia animalesca e cruel de Hoseok. Em seus ouvidos, ouvia o som distante das batidas ritmadas, levemente espanhola, ou mexicana, quem sabe ambos, era música latina e fazia com que o Jung movesse o quadril e os braços quase como em uma dança do ventre.

Ele se movia com o rosto erguido, o maxilar perfeito em evidência. As escamas reptilianas reluzindo em sua pele suada, o corpo em perfeita sintonia com o calor gostoso que invadia o picadeiro. 

Seus pés eram rápidos, ágeis, moviam-se como se estivesse dançando no ar e não na poeira da terra seca. Movia-se livremente, como um devasso conquistador barato, um casanova nato que sabia ser dono de tudo e todos que botavam os olhos acima de si.

Hoseok movia-se com a certeza de que todo ser vivente ali presente, naquele momento, desejava-o com tanta força que chegava a doer. Um anseio que beirava a adoração, que moveria montanhas caso assim pedisse, a idolatria da luxúria, a tentação ardente da paixão.

Ele era decididamente a encarnação do pecado na terra.

Taehyung lambeu os próprios lábios e cruzou os braços, estava hipnotizado, e sabia muito bem qual parte da apresentação viria a seguir: ele se transformaria em cobra. Uma parte de si implorava que daquela vez fosse diferente, que o rapaz tirasse a roupa como tantos outros faziam, mas era sempre o mesmo número.

Diante de todos os suspiros exalados, de toda a ansiedade e tesão que rondava o círculo de visitantes, Jung Hoseok jogou-se de joelhos no chão, ergueu uma das mãos para o alto e fingiu lutar contra si mesmo, como se negasse os próprios instintos. Segurou a garganta com certa força e com a outra mão, puxou-se dali. Saltou, girou, moveu-se como se estivesse em profundo tormento, como se houvesse nele algo muito, muito ruim, mas que o seduzia, tão doce e mortal quanto o veneno de uma criatura peçonhenta. 

Ele suspirou, exausto, como se tivesse perdido uma batalha importante e significativa em sua vida. Olhou ao redor, todos pareciam com medo de até mesmo respirar. Ele abaixou a cabeça, deixando a franja cobrir os olhos bonitos, parecia rendido, vencido e sem esperanças.

E, então desapareceu.

Suas roupas foram ao chão, levantando uma leve camada de terra vermelha. Do montinho de tecido que se formou, uma imensa cascavel lentamente se desenrolou, serpenteando à frente. Deveria ter 2 metros e movia o chocalho em sua cauda no ritmo da música, como se ainda estivesse dançando.

A cascavel rodeou as cadeiras da plateia, mantendo uma distância saudável e sendo atentamente analisada por todos, que agora a olhavam temerosos, alguns até mesmo com certa repulsa, recuando o corpo e afastando-se mais da enorme cobra de cor escura.

Ele deu meia volta, cruzando o picadeiro quando terminou, e rumou para a saída. O fim de sua apresentação era extremamente triste.

Taehyung pigarreou, broxando quase que instantaneamente. As mesmas pessoas que minutos antes, saudavam Hoseok quase como uma divindade pagã do desejo, agora o repudiavam com desprezo. Era humilhante, e Jungkook (o garoto lobo) que o perdoasse por isso, mas não ficaria para ver a apresentação. 


Notas Finais


Obrigada por ler! E aí, o que achou? Gostou? Alguma sugestão? :P Quero agradecer a galera do Visland pela paciência (sou meio lerda e pergunto muito sobre tudo). Agradecer novamente a beta @aigguk e a responsável pela capa @XFairy: muito obrigada pelo carinho, auxilio e paciência. sz


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