História Case: Tarik - Capítulo 7


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Categorias Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellke, Cellmitw, Celltw, Detetive, Drama, Mistério, Mitw, Tazercraft
Visualizações 139
Palavras 1.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Six


Fanfic / Fanfiction Case: Tarik - Capítulo 7 - Six

12/10/2016 – Durante a manhã

            O celular tocava sem parar, Linnyker acordou confuso por seu aparelho estar o acordando quando ainda faltavam algumas horas para ir até o escritório, levou a mão até a cômoda e tateou cegamente em busca do celular, o segurou firme entre os dedos e o levou até perto de seu rosto vendo assim que estavam o ligando, ao ver o sobrenome “Pacanhan” foi como se tivesse levado um balde de água fria e acordado inteiramente, atendeu a ligação e levou o aparelho até perto do ouvido, lembrou que havia entregado a fotografia de Tarik para o pai do rapaz, pensou que ele poderia ter dito o que lhe foi dito para a mulher e então assim ela havia desistido de querer encontrar o filho, entre um bocejo disse um “olá” ao telefone.

“Senhor Linnyker, certo? Aqui é o pai de Tarik, senhor Pacanhan” — Ouviu a voz do homem do outro lado da linha e foi ai que se sentiu mais congelado ainda, apesar de não ter tanta certeza que poderia encontrar o rapaz desaparecido desejava trabalhar no caso, pois se conseguisse o resolver isso iria ajudar muito em sua carreira, embora soubesse bem que Tarik não desejava ser encontrado, pelo menos não por ele ou sua família.

“Bom dia, senhor, sim, é o detetive Linnyker, o que gostaria?” — Questionou, a ansiedade e o nervosismo o corroendo.

“Gostaria de conversar com você, detetive, se for possível, de preferência o mais longe possível da minha esposa” — Foi dito, Mikhael concordou e disse para o mais velho um bom lugar para os dois se encontrarem, disse que chegaria em minutos e então o Pacanhan encerrou a ligação.

 

            Estava sentado em uma mesa próxima da porta enquanto esperava o homem mais velho chegar, havia pedido um café para tomar durante o tempo que aguardava, não deu tempo para a bebida esfriar, terminou com ela antes que isso acontecesse, e nada do senhor Pacanhan aparecer. Começou a olhar atentamente para o ambiente, se recordando de quando costumava frequentar o local juntamente com seu irmão mais velho, segurou fortemente o pano que cobria a mesa ao se lembrar de que aquele tinha sido o último lugar que visitou com seu irmão antes dele resolver partir, respirou profundamente tentando segurar a vontade que crescia em si de chorar, a falta que sentia dele era muita, havia passado muitos dias questionando o porquê dele ter ido sem ao menos se despedir ou sem o levar junto.

            Uma garçonete se aproximou da mesa e questionou ao detetive se ele gostaria de mais alguma coisa, o que o fez sair de seus devaneios e pedir mais uma xícara de café, no momento que a moça levou a xícara que antes foi usada por Linnyker para de volta a cozinha a porta do estabelecimento foi aberta, a pessoa que estava sendo aguardada havia chegado e se direcionado até a mesa onde a sua companhia estava, desejou um bom dia ao detetive e colocou as mãos sobre a mesa, as deixando juntas e os dedos apertando uns aos outros, em sinal de nervosismo.

“Desculpe-me pela demora, a minha esposa resolveu me segurar em casa por algum tempo” — O senhor Pacanhan disse, erguendo o olhar para encarar o homem mais novo.

“Sem problemas, não demorou tanto assim” — Deu de ombros e suspirou ainda um pouco abalado com os pensamentos que estava tendo até pouco tempo atrás. — “Se me permite perguntar de forma bem direta, por que o senhor quer tanto assim conversar comigo sem que a sua esposa esteja por perto?” — No momento que a pergunta se encerrou a garçonete se aproximou da mesa, colocando a xícara de café sobre a mesa, ela se virou até a companhia do detetive e lhe questionou se o homem gostaria de algo, tendo uma resposta negativa, ele esperou até que a moça se afastasse o suficiente para poder responder a pergunta de Mikhael.

“Você foi contratado pela minha esposa para encontrar o meu filho, sei que esse pedido soaria estranho e que ela ficaria irada com o que eu quero pedir, mas não quero que meu filho volte para casa, como você mesmo me disse, detetive, ele está feliz onde ele está e eu não quero que ele volte para sofrer o mesmo que sofria antes, minha esposa não se arrepende em nenhum momento por ter o tratado daquela forma e se ele voltar ela vai o machucar de novo e de novo, eu só quero o que é melhor pra ele” — Tudo o que disse foi ouvido atentamente pelo detetive, que no fundo compreendia o que o pai de Tarik queria, mas o pedido não podia ser ouvido, ele tinha que se dedicar ao trabalho que estava fazendo, ainda mais porque havia sido contratado para fazer aquilo e não negligenciar o caso como a polícia havia feito.

“Lamento ter que lhe alertar que eu vou ter que cumprir com o meu trabalho, eu sei o quanto a sua esposa fez mal ao seu filho, mas ela me contratou para encontrá-lo, eu não sei quanto a voltar pra casa, pois não posso obrigar ninguém a fazer o que não quer, mas eu sou obrigado a encontrá-lo” — Disse ao Pacanhan, o viu suspirar e coçar a nuca, um pouco contrariado. — “Eu sei que não tenho nada relacionado com essa história, mas me sinto instigado a questionar o porquê de você ainda estar casado com a senhora Pacanhan, mesmo com tudo o que ela fez ao filho de vocês, mesmo depois de tudo o que aconteceu você não sentiu vontade de se separar?” — Questionou realmente curioso sobre a resposta do mais velho.

“Porque eu sou um idiota, eu ainda a amo, e, por conta disso eu fui e ainda sou covarde o suficiente para continuar ao lado dela, talvez as coisas fossem diferentes se eu tivesse me separado dela e ido morar em outro lugar junto com Tarik, mas agora não tem mais esses ‘talvez’, ou esses ‘e se’, meu filho fugiu da minha casa, ele deveria ter se sentido protegido lá, mas ele apenas se sentiu atacado e sem refúgio, mas ele parece estar tão bem onde está, por que estragar as coisas pra ele agora?” — Mikhael ouvia tudo que era dito enquanto bebericava sua xícara de café, em nenhum momento parava de prestar atenção em Pacanhan. — “Eu só quero tentar deixar que as coisas continuem a dar certo para ele, mesmo que isso signifique que não vou vê-lo mais, isso não significa que eu não desejo ter ele em casa e ver o quão ele mudou com o tempo, mas eu não posso deixar a vida dele voltar a ser a merda que era antes” — E mesmo não conseguindo compreender totalmente o que o pai de Tarik queria dizer, Linnyker balançou a cabeça, como se demonstrasse entender o que o homem estava dizendo.


Notas Finais


× Capítulo não revisado ×
Me digam o que estão achando da fanfic, se vocês quiserem, é óbvio =]
Tentarei voltar em breve.
Beijinhos \o/


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