História Caso 212: ??? - Capítulo 32


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
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Palavras 1.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), LGBT, Musical (Songfic), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 32 - Flores


Fanfic / Fanfiction Caso 212: ??? - Capítulo 32 - Flores



Sero- está tudo bem com você?.

Todoroki- sim, tem alguma coisa aí pra beber.

Sero- no porta luvas.- o bicolor abriu o mesmo pegando um cantil que tinha alguma bebida.

Todoroki- qual é essa. - falou ao sentir o gole que ingeriu arder pela sua garganta.

Sero- sei lá, algum whiskey genérico.

Todoroki- é da pra perceber.

Sero- você é o Iida brigaram.

Todoroki- sim.

Sero- é, da pra perceber.

Naquela manhã os dois chegaram extremamente sérios, nem se importaram em disfarçar que tinha algum problema entre eles, os dois trocaram de duplas nas rotas já que não estavam nem um pouco afim de cumprir o expediente juntos.

Sero- isso é permanente.

Todoroki- não sei, eu só preciso espairecer.

Sero- ainda focado no caso?.

Todoroki- mais ou menos.

Sero- quer que eu fique quieto.

Todoroki- como adivinhou.- disse abrindo umas fichas que tinha em mãos.





Uraraka- gente tem como alguém trocar de folga comigo? Vou fazer um teste de modelo lá na sexta avenida.

Midoriya- modelo? Desde quando você se interessa por isso.

Uraraka- desde que eu vi o valor do cachê, se eu conseguir eu vou poder investir em algo pra poder sair desse trabalho.

Asui- que conhecidencia eu estava pensando em um sair daqui também.

Ojiro- eu posso trocar, aí eu fico de folga na sexta.

Uraraka- valeu mesmo.- disse abraçando o menino.

Midoriya- parece que alguém não está bem.- logo todos olhavam para Iida que entrava não tão animado como de costume.

Iida- bom dia gente.

Asui- não parece estar bom pra alguém.

Camie- ele brigou com o colega dele, evite tocar no assunto.

Uraraka- entendi, então porque não toma algo especial hoje.

Iida- aceito.

Midoriya- faz tempo que você não aparece por aqui.

Camie- é, aproveitei a oportunidade pra trocar de dupla no trabalho.

Midoriya- a oportunidade no caso é a briga deles.

Camie- eu prefiro falar oportunidade. - riu com o esverdeado.

Após ficarem lá por mais alguns minutos os dois saíram do lugar indo cumprir o trabalho, mais o maior já tinha ficado um pouco mais animado.




Sero- bem eu vou dar uma parada por aqui algum problema?.- então estacionou no posto de gasolina.

Todoroki- não, eu vou ficar aqui em volta enquanto você vai lá com seu amigo.- saiu do carro com o cantil em mãos e se sentou em um muro que dava a visão pro litoral, o ar salgado irritava levemente seus olhos mas devido a bebida nada o incomodaria a ponto dele se importar, sentou lá enquanto se perguntando porque estava com raiva, após remoer seus pensamentos por um tempo notou que se tratava de frustação, não raiva, e pra piorar ainda não sabia ao certo o porque, ou sabia e não queria aceitar.

Sero- então vamos.- o bicolor demorou pra responder enquanto ainda encarava as ondas se quebrando nos muros de concreto.

Todoroki- sim.- se levantou, com todas as anotações que precisava em mãos.





Momo- alguém já tem ideia pras telas?.

Jirou- não sei nem por onde começar.

Aoyama- é mas a gente precisa começar de algum lugar logo.

Kaminari- sim, eu estava pensando alguma coisa que representasse a gente.

Jirou- como assim?.

Kaminari- lembra que eu pensei em desistir desse curso mas vocês me motivaram a continuar, e hoje eu penso que seria uma burrada desistir.

Aoyama- que fofo.

Kaminari- eu sou fofo.- disse sorrindo.

Jirou- é mesmo.- disse sorrindo.

Midoriya- porque a gente não faz algo juntos.

Kaminari- tipo?.

Midoriya- a gente sempre foi um grupo e se a gente dedicasse uma tela pra nossa amizade.

Jirou- que brega.- respondeu rindo.- mas até que eu gostei da idéia.

Momo- isso me inclui?.

Midoriya- mas é claro, pode ser aquele empurrão que você precisava.

Aoyama- então tá combinado, mas sobre o que nos vamos pintar.

Jirou- algo de interesse geral.

Kaminari- mas que não seja algo tão sério, tem que ser algo simples.

Momo- exato, até porque a gente não se conhece o mesmo tempo.

Kaminari- que tal flores? Eu estava pensado em fazer um girassol porque minha mãe me pediu.

Jirou- sua mãe?. 

Kaminari- é, ela falou que eu tinha que fazer algo pra ela aí quem sabe ela ia me apoiar nessa carreira.

Midoriya- eu gostei.

Jirou- pode ser, aí eu pinto um ramo de lavanda.

Aoyama- vou desenhar uma hortência minha vó tinha umas no quintal.

Midoriya- vou escolher um trevo.

Momo- rosas são muitos clichês, acho que vou pintar sei lá... um hibisco.

Kaminari- então combinado, já dá pra entregar amanhã né.

Jirou- é muito em cima do tempo.

Kaminari- essa é a ideia, e para ser simples sem todos os detalhes que sua personalidade perfeccionista planeja.

Jirou- mas...

Kaminari- acho que todo mundo concorda né.

Midoriya- sim.

Momo- sim.- sorriu.

Aoyama- é. 

Jirou- tá bom.- cedeu.

Kaminari- então combinado, até amanhã.





Entrou no apartamento já jogando a mochila no quarto, indo direto pra cozinha.

Momo- ainda não estão se falando?.

Iida- não.

Momo- ele tá aí?. 

Iida- não, ele deve ter ficado lá por mais um tempo.

Momo- mas você sabe o porque dessa vez.- abriu a geladeira pegando uma garrafa de alguma bebida abrindo assim que fechou a porta.

Iida- eu entendo ele cada dia menos.

Momo- pior que é verdade, ele tá bem estranho ultimamente, será que o trabalho tá estressando ele demais.

Iida- duvido que seja isso, sinceramente eu nunca vi ele assim antes.

Momo- pode ser o Toya tem notícias dele.

Iida- minha mãe foi visitar ele ontem, ele está bem, não bem, mas... você entende.

Momo- vou dar uma passada lá, tô precisando ver eles mesmo.- o maior concordou com ela.- bem eu vou ir pro meu quarto e não sei se saio de lá hoje.

Jogou a garrafa já vazia no balde de lixo e então foi pro quarto após tomar um banho, separou o material de pintura e se sentou perto da janela onde apoiou a tela, tingiu o pincel de vermelho e então começou a pintar o espaço branco que agora eram substituídos por lindas e brilhantes pétalas vermelhas.

Momo- pelo jeito preciso de outro banho. - após duas horas tinha terminado a primeira tela, notando que não só a tela tinha vermelho em sua composição mas suas roupas e dedos também passaram pelo processo criativo.



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