História Caso 212: ??? - Capítulo 33


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Visualizações 8
Palavras 1.153
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), LGBT, Musical (Songfic), Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 33 - Jardins


Fanfic / Fanfiction Caso 212: ??? - Capítulo 33 - Jardins



Bakugo- acorda aí.- falava chacoalhando o menino.

Midoriya- que horas são?.- perguntou quando acordou de forma assustada.

Bakugo- seu celular já despertou três vezes, anda que eu faço alguma coisa pra você. 

Midoriya- valeu.

Enquanto o menino se arrumava o loiro foi pra cozinha e fez um café da manhã pros dois, estava sem sono e tentou fazer algo diferente mas lembrou que a muito tempo não cozinhava nada então optou por abrir uma caixa de geral e servir acompanhada por leite.

Midoriya- Belo improviso.

Bakugo- foi dormir tarde ontem?.

Midoriya- sim eu precisei pintar algo e acabei nem percebendo o tempo passar.- falava bocejando.

Bakugo- percebe, você ainda tá todo manchado.- só então o esverdeado olhou pra ele mesmo vendo que até seu rosto estava com algumas partículas de tinta.

Midoriya- é eu vou ter que atrasar hoje.

Bakugo- pelo menos agora você tem uma blusa personalizada por você mesmo.

Midoriya- se pelo menos tivesse ficado bonita.

Bakugo- como eu tenho tempo, eu vou comer meu cereal assistindo algum desenho na tv.

Midoriya- que inveja, eu vou me apressar.

Após um banho saiu do apartamento tendo visão de um dia ensolarado, óculos escuros seriam aceitos mas de fato era bom sentir aquele calor após uma temporada de vários dias gelados.

Midoriya- foi mal pelo atraso, oi Iida oi Camie.- falava sorrindo.

Ojiro- é melhor se adiantar a Asui precisa de ajuda lá nos fundos.

Midoriya- estou indo.






Rei- você por aqui?.

Momo- já faz um bom tempo que eu não venho né.

Rei- sim, que ótimo que veio.- deu passagem pra menina.- veio ver o Toya?.

Momo- sim, ele está.

Rei- ele acabou de subir pro quarto, deve estar acordado ainda, pode ir eu levo algo pra vocês.

Momo- primeira porta a direita né.

Rei- isso mesmo.

Logo a menina subiu as escadas e foi pra porta que estava aberta.

Momo- oiii posso entrar.- disse apoiada na porta.

Toya- você aqui? Entra.

Momo- que saudades. - disse dando um abraço apertado no maior.

Toya- eu que digo, você não mudou nada ein.

Momo- só cresci alguns centímetros, como vai a vida.

Toya- poderia estar melhor, mas é como se eu estivesse em férias permanentes.

Momo- não é totalmente ruim.- sorriu.

Toya- mas o que traz você aqui?.

Momo- eu precisava te ver já que a última vez foi a quase um ano, e também o seu irmão anda muito estranho ultimamente, achei bom avisar.

Toya- mais do que o normal.- se sentou na cama.

Momo- por incrível que pareça, ele tá mais arisco do que o normal ele até brigou com o Iida.

Toya- com o Iida.- riu.- eles brigam direto, até aí nenhuma novidade você descreveu o Shoto de sempre.

Momo- é sério, mesmo que ele seja assim é como se ele estivesse pior.

Toya- acho que ele vai dar uma passada aqui amanhã, eu vou tentar falar com ele.

Momo- você é o único que ele ouve mesmo.

Rei- desculpa interromper.- deixou em um móvel próximo aos dois uma bandeja com dois copos de chá gelado.

Momo- obrigado. 

Rei- imagina, qualquer coisa estou lá embaixo.- e saiu do quarto.

Toya- porque não me fala o que tá fazendo da sua vida.

Momo- começando porque eu voltei pra cá. 

Toya- não essa parte meu irmão já contou, e vou te falar não fiquei surpreso com isso.- os dois conversaram até chegar ao meio da tarde, algo entorno das quatro horas quando a menina teve que se despedir mas pronta pra outra visita, fechou a porta do quarto a pedido do Todoroki mais velho e desceu levando a bandeja pra cozinha.

Rei- momo eu posso falar com você.

Momo- claro.- disse fechando a porta que estava prestes a sair.

Rei- com o está meu filho?.

Momo- do jeito de sempre sabe, mas ele está bem se é o que quer saber.

Rei- que bom....- falava com um tom triste.

Momo- não se preocupe rei, algum dia ele vai falar com você.

Rei- não acho que seja possível.

Momo- ele tem mudado tanto, é questão de tempo até vir aqui, não desista dele.

Rei- eu nunca vou.- falava com pesar.- mas e se ele já desistiu de mim.

Momo- não pense assim, ele só não está pronto ainda.

Rei- espero que esteja certa... até outro dia, toma cuidado no caminho de volta.

Momo- até mais.- então voltou pra casa.








Todoroki- bem aqui está, e eu preciso que você pegue a ficha criminal de todos os nomes marcados.

Tokoyami- acho que consigo pra amanhã.

Todoroki- ótimo.- falou dando mais trago no cigarro.

Tokoyami- vai pra perto da janela, não pode fumar aqui dentro.

Todoroki- vai me alertar sobre eu só poder tomar mais duas advertências?.

Tokoyami- não, esse dever fica com o Iida.

Todoroki- nem me fale.

Tokoyami- bem... todo mundo já tá sabendo da discussão, e todo mundo acha que ele tá certo.

Todoroki- eu nunca disse que ele estava errado.- abriu a janela pra liberar a fumaça.- eu só não quero ele pegando no meu pé.

Tokoyami- que pena esse era o segundo trabalho dele.

Todoroki- eu afastei ele do cargo.- falou sorrindo minimamente.

Tokoyami- mas  eai quando vai voltar a trabalhar com ele?.

Todoroki- não sei, além dele estar com raiva de mim não sei se quero voltar pra rota antiga.

Tokoyami- porque?.

Todoroki- questões pessoais.

Tokoyami- entendo... mas e se a ficha dessas pessoas estarem limpas?.

Todoroki- ai eu não sei mais o que fazer.







Jirou- não parece maio patético, a gente apresentar juntos.

Kaminari- nos somos patéticos, de certo ponto todo mundo aqui é.

Jirou- a gente parece mais.

Midoriya- pode desistir se quiser, mais eu quero apresentar.

Aoyama- porque a insegurança do nada.

Jirou- sei lá, é que isso é importante sabe.

Kaminari- você tá falando que nos não somos importantes?.

Jirou- não é isso, é que...

Momo- relexa, é só um momento, se for um ruim vão ter outro bons pra se lembrar.

Midoriya- e você ainda tem cinco pinturas pra fazer, cinco chances de se redimir.

Aoyama- ninguém começa perfeito, nem eu.- fez a garota rir com o grupo.

Aizawa- vocês podem apresentar.

Quando o professor se sentou os cinco apresentaram suas pinturas, respectivamente um campo repleto de trevos de quatro folhas representando a sorte, três vasos com hortências representando o zelo, vários ramos de lavanda representado a calma, uma plantação de girassóis em um por do sol representado o calor e o conforto e por fim um vaso com um lindo hibisco que acabou por representar a compaixão, após algumas poucas palavras os alunos foram se sentar felizes por terem apresentado algo em conjunto e nem perceberam que o que era pra ser apenas um pontapé inicial mal perceberam que as telas em conjunto acabavam por formar um belo jardim.



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