História Caso 287 - Capítulo 9


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V, Yugyeom
Tags Bangtan Boys, Bangtan Sonyeondan, Bts, Got7, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Minkook, Namjin, Sope, Taegi, Taeseok, Vhope, Vmin, Yoonseok, Yugyeom, Yukook
Visualizações 24
Palavras 2.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Ficção, Lemon, Literatura Feminina, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Slash, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello!
Eu não tenho muito o que dizer aqui dessa vez, apenas que vou me esforçar para postar com mais frequência! Devo muito a vocês, vou dar o meu melhor para postar mais rápido, eu prometo.
É isto.
Boa leitura. sz

Capítulo 9 - O Diabo Veste Prada


Fanfic / Fanfiction Caso 287 - Capítulo 9 - O Diabo Veste Prada

A meia de seda preta deslizou graciosamente sobre a palmilha – a qual era tão escura que quase permitia que o letreiro branco escrito Prada brilhasse – quando Jungkook encaixou perfeitamente o seu pé no Oxford Patent Cap Toe que até então estava escondido no fundo da gaveta de sapatos.

Ele levantou-se, bateu a biqueira de ambos no chão em prol de melhor ajustá-los, e ergueu o olhar para o reflexo que o encarava, à sua frente, no espelho de corpo completo que havia instalado em uma das paredes de seu closet. Vendo-se assim, tão bem arrumado para uma festa da alta sociedade, teve a certeza que poderia facilmente se camuflar por entre eles, ainda que os repugnasse. Podia gostar do luxo, da comodidade, porém, era por pessoas tão egoístas e egocêntricas quanto aquela suja nobreza que ele e mais outras centenas de cidadãos eram obrigados a trabalharem nas sombras, e viverem como se não existissem.   

Equilibrando o casaco no braço com maestria, Jungkook levou às mãos alvas aos primeiros botões pretos da camisa de mesma cor que haviam sido esquecidos abertos para, enfim, passar o laço da gravata borboleta pelo pescoço e ajustar a sua gola. Ainda com os olhos fixos nas pontas do laço, Jeon franziu o cenho e apertou os lábios ao finalmente descobrir algo que ele não saberia fazer de primeira: dar o maldito nó borboleta.

Ao escutar um pigarreio, seus olhos deslizaram para a presença mais velha que o observava com um ar curioso na porta do closet. Hoseok, com seus cabelos em cor de mel comportadamente no lugar, aproximou-se do mais novo sem tirar os olhos de seu traje, avaliando-o de cima a baixo.

— O que você quer? — Jungkook indagou, mal notando que havia soado ríspido, mesmo que, de fato, não quisesse soar como tal.

— Eu e Namjoon já estamos indo. — Respondeu, já acostumado com o tom mal-humorado do mais novo. — Vamos na Mercedes, é claro.

— Na Mercedes? — Jeon ergueu uma sobrancelha, e se permitiu desviar o olhar da sua segunda tentativa fracassada de dar um nó. — E você quer que eu vá a pé?

— Você pergunta como se não tivesse um carro empoeirando na garagem. — Hoseok rolou os olhos.

Jungkook, que até então mantinha-se curvado na direção do espelho em uma tentativa de enxergar melhor as pontas do laço, ergueu suas costas para olhar para Hoseok incrédulo.

— Jimin vai comigo. — Pressionou a mandíbula.

— E...?

— Você quer que eu leve um espião no meu bebê? — Balançou a cabeça negativamente. — Não. Sem chances.

— Então vá a pé. — Forçou um sorriso, o que fez Jungkook revirar os olhos e voltar a encarar as pontas do laço pelo reflexo do espelho. — Mas me diga, você realmente parece chateado. — Cruzou os braços.

— Hm? — O mais novo ergueu as sobrancelhas, surpreso, e encarou Hoseok por através do espelho.

— Você prendeu o maxilar. — Riu fraco, apontando para o próprio rosto. — Você só o faz quando está chateado. — Seus lábios enlargueceram em um coração à provocação barata que Jungkook já estava esperando que o mais velho fizesse. — Mas o que me intriga é: está chateado por ter que acompanhar o espião, ou... por eu achar que Jimin é um espião?

— Nem comece. — Pigarreou.

— Eu não tenho o que começar, porque você já finalizou: Você gosta dele!

— Como eu poderia gostar de alguém que eu mal conheço?

— Cientificamente falando, só se leva quatro minutos para decidir se gosta ou não de alguém!

— Nunca achei que ia dizer isso, no entanto, aqui vai: eu odeio o seu lado cientista.

— Isso doeu! — Hoseok levou uma das mãos ao peito, dramaticamente. — Como Mentor, eu digo, se você de fato não gostasse dele, não estaria tão na defensiva.

O acastanhado não pode evitar sorrir de canto, ainda que impassível.

— Eu sou inocente até que se prove o contrário.

Hoseok ergueu uma sobrancelha, fingindo estar ofendido.

— Você estava abraçando ele, Jungkook. Você! Logo você, o maior defensor do espaço pessoal e o herói da luta contra o contato físico.

Jungkook suspirou, resoluto a mudar de assunto.

— Namjoon hyung finalmente resolveu aparecer, foi?

Hoseok piscou. Ainda que o jovem líder não tivesse perguntado sobre o Kim durante todo o dia em que este esteve ausente, não havia deixado de sentir sua falta. Coisa que Yugyeom tampouco faria.

Ah... Era tão fácil desviar a atenção de Hoseok...

— Ele estava resolvendo umas coisas por mim. — Respondeu simplicista. — Fechamos o caso da Taeyeon. Devo abrir um novo?

— Humm... — Jungkook murmurou, ainda entretido com os laços. — Não.

— Não? — Hoseok indagou, realmente interessado. Era a primeira vez, em dois anos de liderança, que Jungkook negava novos Casos.

— Não. — Reafirmou. — Temos 3 Casos em aberto, 4 se contarmos com Jimin. Nossa prioridade agora é o Yoongi, chega de Casos. — Bufou, virando-se outra vez para Hoseok. — Eu imploro, me diga que você sabe como dar um nó borboleta nessa merda!

Hoseok gargalhou alto, entretido com a frustração do mais novo, que apenas xingou de volta. Ele aproximou-se, e sorriu afetuoso ao sentir a sensação gostosa de irmão mais velho cuidadoso e protetor surgir quente no lado esquerdo do peito. Era isso que ele o era, ou ao menos sentia que fosse: não o mentor do líder de Seoul, mas o irmão mais velho de Jeon Jungkook.

 Infelizmente, como já estava se tornando repetitivo, tão rápido quanto viera a comoção fora embora quando Jung, próximo o suficiente para ter a sua incerteza confirmada, pode analisar as roupas que o mais novo trajava: aquele smoking.

— Você vai mesmo vestido assim?

— Estou me achando muito elegante até. — Respondeu risonho, ignorando o tom sério do mais velho.

— É o smoking do Yugyeom, Jungkook.

O sorriso do mais novo se desfez logo antes de Jeon encher o pulmão de ar para se permitir olhar para Hoseok, a quem tinha os lábios curvados para baixo em aborrecimento.

— Não é.

— Você é um ótimo líder, mas um péssimo mentiroso, Jeon. — Hoseok suspirou, furtando com velocidade o casaco ainda equilibrado no braço do mais novo. — Das pessoas que eu conheço, apenas o diabo usa Prada.

Jungkook empurrou Hoseok logo depois de fazer uma careta e trazer de volta à sua posse o casaco de abotoamento simples que completava o smoking todo preto que trajava. O vestiu tão depressa que, quando Jung deu por si, o mais novo já abotoava o primeiro botão dos únicos dois.

O mais velho apertou os lábios e observou, pesaroso, o mais novo desviar sua atenção aos botões da manga. Jungkook percebeu e soltou um longo suspiro, preparando-se mentalmente para o que iria dizer. 

— Não entendo, hyung. — Declarou, balançando a cabeça negativamente. — Eu sei que a sua relação com o Yugyeom não estava a melhor nos últimos dias dele, mas não entendo porque não o respeita mesmo agora.

Hoseok deixou escapar um sorriso incrédulo.

— Se você não tivesse se apaixonado por ele, teria visto a pessoa que ele realmente era.

Jungkook desviou o olhar, agora cheios de raiva, para o mais velho, e o encarou com incredulidade.

— Cala a boca. — Jeon balançou a cabeça negativamente. — Nós três erámos uma família.

— Não negue, Jungkook. Era tão óbvio que você só faltava babar por ele.

— Nós erámos uma família. — Repetiu.

— Para você, talvez. Não para mim e, com certeza, não para Yugyeom.

— Sério, hyung? — Jungkook indagou, levemente magoado, ainda que não estivesse surpreso com a afirmativa. — Nós nunca fomos uma família?

Hoseok, tremendo sob o olhar suplicante de Jeongguk, suspirou.

— Fomos, Jeon. Nós já fomos uma família.

— E o que aconteceu? — Se aproximou. — O que aconteceu para que você tenha parado de nos considerar como tal?

Jung desviou o olhar, incapaz de continuar aquela discussão. Jungkook nunca iria entender, e talvez fosse, de fato, melhor assim.

— Você se apaixonou por ele.

Jeon piscou.

— Do que você-

— Chega, Jeon, ok? — Hoseok suspirou, derrotado. — Você pode ir com a roupa do Yugyeom, se quiser, podemos discutir isso depois da nossa missão mais que muito importante.

— Ok. — O mais novo riu fraco. — Nos encontramos lá? Eu tenho que encontrar o Jimin, que perdi em algum lugar dessa casa.

— Ele estava com o irmão, no quarto de hóspedes, no primeiro andar. — Disse, tirando uma pequena caixa preta do bolso frontal. — Não é o mais recomendável deixar um espião solto por aí, porém eu precisava te entregar isso.

— Isso o quê? — Jeongguk desviou o olhar para as mãos do mais velho, e ergueu as sobrancelhas quando Hoseok a abriu. — Isso são...

— As abotoaduras de diamante. — O mais velho sorriu empolgado.

— Yugyeom sempre as usava...

— Essas abotoaduras pertenceram, e pertencem, ao líder de Seoul, tal como fora com Yugyeom, com o líder antes dele, e com o antes deste. São feitas 100% de diamante puro, direto da mina do Senhorio, e são suas agora.

Hoseok alcançou os braços de Jungkook, e os levantou, logo depois de tirar uma das abotoaduras da caixinha. Legíveis, destacavam as letras L e S. Com significados óbvios, o L, de líder, no pulso esquerdo, e o S, de Seoul, deveria ser levada no pulso direito.

— São dadas somente ao líder mais importante do país. — Hoseok acrescentou.

— O líder mais importante... — Balbuciou.

— Você sabe, o líder de uma capital não é como um líder de uma cidade comum ou um distrito. O líder de uma capital é responsável por todo um país, por isso é o mais importante. Você, Jeongguk, lidera toda a Coreia do Sul.

— Do mesmo jeito que Jackson sunbaenim lidera toda a China...

Hoseok apenas balançou a cabeça positivamente como resposta, enquanto Jungkook olhava encantado para as abotoaduras que brilhavam em seu smoking negro. Elas destacavam-se de uma forma tão linda que chegava a ser surreal.

— Tem mais uma coisa. — Hoseok declarou, chamando a atenção do mais novo para si.

— O quê?

— Elas não são apenas para enfeite. — Sorriu, tomando os braços do mais novo em posse novamente e pressionando as abotoadoras esquerda e direita, em ordem. — Se você as apertar assim... — Ele largou os braços e trouxe em mãos o iPhone que se escondia no bolso de trás. — Eu vou receber a sua localização no meu celular, e Namjoon também. Fora feito pensando em sequestros e afins, mas hoje, vamos usá-lo para colocar o plano “Pegue Min Yoongi” em ação.

— Que no caso é....? — Riu.

— Fique a sós com ele e nos chame, é o suficiente. Nós dois cuidamos do resto, e você fica de olho no Jimin, só não namore muito e esqueça da missão. — Piscou um dos olhos. — Alguma pergunta?

Jungkook ergueu levemente os olhos.

— Hyung!

— O quê? — Piscou.

— O seu nariz... — O mais novo se aproximou, atabalhoado. — Está sangrando!

Hoseok afastou-se, levando a mão esquerda ao rosto e tingindo a pele alva pela coloração vermelha. Logo, sua cabeça palpitava como em todas as suas outras crises, enquanto a visão progressivamente escurecia. Não estava na hora daquilo acontecer. Ainda que fossem difíceis de controlar, Hoseok, ao menos, havia conseguido mapear suas crises para saber as horas e minutos exatos que elas iriam ocorrer e, definitivamente, não era a hora.

E ele não podia deixar Jungkook descobrir sobre a sua doença.

— Você sabe, meu nariz sangra no inverno. — Riu-se nervosamente, afastando-se ainda mais.

— Não, eu não sabia... — O mais novo franziu o cenho, ainda mantendo o olhar preocupado sobre o mais velho.

— Eu vi na meteorologia que hoje vai nevar, desse ser o frio. — Hoseok virou de costas para o acastanhado, a procura de algo que pudesse distrai-lo, e sorriu aliviado ao ver a sombra do pequeno visitante na porta. — Ah, Jimin! Você poderia ajudar Jungkook com a gravata? — Caminhou até ele, apressado, e sorriu ao mais baixo assentir com a cabeça e adentrar no quarto. — Eu estou atrasado, vejo vocês dois lá.

Jeon, confuso, manteve o olhar nas costas do mais velho enquanto este se afastava e atravessava a porta do quarto. Logo, seus olhos deslizaram para Jimin que, silenciosamente, havia alcançado as pontas do laço e habilmente dava o nó borboleta.

Ainda que duvidasse da integridade do mais baixo e realmente não confiasse de deixa-lo sozinho com Jungkook, Hoseok não poderia permitir, acima de tudo, que Jeon pudesse suspeitar de sua doença.

Todavia, de uma coisa ele havia a certeza: sua patologia havia avançado e, com o seu tempo correndo contra o relógio, ele precisava rapidamente achar a sua cura, antes que fosse tarde demais.

 

{...}

 

— Cuida bem dele, pelo amor de Deus.

Jimin suspirou, observando, já há quase três minutos, Jungkook debater com o manobrista sobre os meios corretos de se estacionar um carro, seguidos pelas suplicas para que o homem de média estatura e muito bem vestido cuidasse extremamente de seu carro.

— Jungkook, pelo amor de Deus digo eu. — Jimin chamou a atenção de ambos. — Ele é um manobrista! Se tem alguém que sabe como estacionar um carro, é ele!

O moreno cruzou os braços ao receber uma careta infantil de Jeon pelo comentário. Ele realmente sabia agir como uma criança a quem o seu rosto puro e angelical se mostrava às vezes. Jungkook era realmente um homem interessante, em todos os aspectos, Park tinha que admitir.

— Não é só um carro, eu já disse! — Resmungou, se aproximando do mais velho enquanto friccionava as mãos por causa do frio. — E também já disse para não me chamar assim.

Jimin apertou o nó nos braços e encheu as bochechas, em claro sinal de indignação.

— Taehyung o chamou assim. Seu amigo de mais cedo também. Por que eu não posso?

— Jimin, pela última vez, você pode me chamar até de Clóvis se você preferir, mas aqui não!

— Ok, Yugyeom... — Revirou os olhos.

Jungkook suspirou, já consumido do mal humor do mais velho.

— O que você tem?

Jimin ergueu as sobrancelhas.

— Eu nasci completinho, mas obrigado pela curiosidade.

Outro suspiro.

— Você está assim faz horas. — Passou a mão nos cabelos. — Não deu uma palavra o trajeto inteiro, e ainda com essa cara de bunda!

— Te incomoda? — Jimin o encarou.

— Incomoda!

Jungkook soou firme, retribuindo o olhar intenso. Havia algo tão magnético em Jimin, nas suas irises castanhas na cor de amêndoas, como se ele fosse o polo positivo em toda a sua negatividade. Devia desconfiar dele, claro que devia, tal como Hoseok profissionalmente estava fazendo, porém, ao mesmo tempo, só queria abraçá-lo outra vez.

— Eu só... — Jimin desviou o olhar e umedeceu os lábios. — Eu não vinha, ok? Eu vim porque você me pediu, pelo acordo que fizemos, mas, por mim, eu estava bem distante de toda essa palhaçada!

— Mas... — Jungkook balbuciou, confuso. — Taehyung não é o seu melhor amigo?

— Ele é. — Suspirou. — Vamos esquecer isso, por favor. O que mais você precisa que eu faça?

— Me apresente aos convidados, se possível. Não precisa me levar até eles, só preciso saber quem são.

— Uma ficha completa, tudo bem, eu posso fazer isso. — Deu de ombros. — Vamos logo que quanto mais rápido formos, mais rápido saímos.

Jimin alcançou a mão de Jungkook. Mesmo com o clima congelante de inverno que os cercava, a mão do mais alto mantinha-se quente e calorosa contra a sua. Por um segundo, Jimin permitiu-se pensar que talvez fosse uma boa ideia entrelaçar os seus dedos e aumentar o contato entre ambos, porém, com os olhos firmes na entrada da casa de Taehyung e em todos os seus andares e esplendor, preferiu não o fazer.

No meio da alta sociedade e de seus olhares julgadores e esnobes, ser menosprezado mais uma vez pelos pais de Taehyung, naquele momento e pelo o resto de sua vida, era a última lembrança que queria para si vinda daquela noite.

 

 

 


Notas Finais


Finalmente as coisas vão começar a acontecer de verdade, tô bem ansiosa!
Se estiverem gostando, não esqueçam de favoritar, e se possível, comentar para me dar aquela motivaçãozinha extra, hein? <3

Muito obrigada por terem lido até aqui, vejo vocês em breve. C:


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