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História Caso encerrado - Capítulo 1


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Notas do Autor


olá olá, como vão?
tive essa ideia depois de ver muito brooklyn 99 e history 3: armadilha e acabei tendo uma crise de criatividade e decidi postar. agradeço a @MinHyane pela capa e banner lindos, eu adorei. o prólogo ficou bem extenso, então... vamos de flop. boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


15 de Outubro de 2017, 11:45 PM


As sirenes do carro de polícia era a única coisa audível naquele momento. O barulho ensurdecedor, acordava todos na vizinhança que iam para suas janelas ver o que estava acontecendo, pois quando a polícia estava metida, algo bom não vinha. A maioria das pessoas não se deram nem o trabalho de serem discretas ao tentar bisbilhotar a infeliz cena de um crime, gritando desesperadamente “alguém morreu!”. Calúnia não era, pois realmente havia um corpo estirado na estrada deitado sobre o concreto, coberto por um pano, mas deixando escapar o trilho de sangue que era bastante visível. A médica legista avisava ao delegado que o tal cadáver foi morto a tiros, três em específico. Dois perto do coração e um na testa. O delegado Kang negava com a cabeça, aquelas ruas estavam ficando cada vez mais perigosas e, possivelmente teriam que ter mais patrulhas espalhadas por aqueles lados.

— Chan, venha cá’ — O delegado chamou-o, sendo atendido prontamente. Chan era o mais novo detetive da delegacia, mas não por ser o mais novo que era o mais inexperiente, muito pelo contrário, já tinha resolvido mais casos que diversos detetives de seu esquadrão. Isso tudo com apenas vinte e dois anos de idade. O delegado se alegrava em ver o rapaz tão destemido, mesmo com tão pouca idade. — O que descobriu, rapaz?

— Esse era Hwang Hyunsuk, CEO de uma empresa de tecnologia muito famosa. Ele está no top3 de pessoas mais ricas do mundo. — Chan falava com empolgação tudo que tinha anotado. Afinal, era sua primeira vez trabalhando como detetive de uma pessoa tão importante. A maioria dos seus casos eram de pessoas comuns, mas dessa vez não, era a chance de provar o seu valor como um detetive e provar para seu pai que ele seria o melhor detetive do mundo. 

— O que esse CEO estava fazendo nesse lugar? Acredito que não foi coincidência, certo? 

— Não, senhor! Ao olhar o celular dele podemos ver uma mensagem anônima enviada à ele para se encontrar nesse mesmo lugar. E olhando as horas que ele mandou a tal mensagem que foi as dez, até ele sair da sua empresa e chegar aqui leva em certa de uma hora e de acordo com a legista, ele morreu por volta das onze e dez e, e com o depoimento da senhora que mora nessa casa que, foi a mesma senhora que nos ligou, ela ouviu barulhos de tiro por volta das onze horas, ou seja, tudo indica que essa pessoa anônima pode ter sido o motivo de seu assassinato. — Após terminar de falar, fechou seu pequeno caderno que levava em todos seus casos. O delegado afagou levemente a cabeça do Bang, contente por ter um detetive tão esperto. Se fosse algum de seus outros detetives, talvez eles não fariam essas ligações de tempo, apenas assumiria que alguém queira vê-lo morto. 

— Muito bem, rapaz. Agora já sabe o que fazer, certo?

— Sim, senhor! Vou olhar as duas câmeras de segurança que são virada para onde o corpo foi achado e depois procurar o ID desse número anônimo.


[•••]


O rapaz se ajeitava na cadeira giratória, pronto para ver as imagens da câmera de segurança. Passou o tempo até às onze da noite chegando exatamente onde queria, o CEO Hwang andando por aquele lugar e exatamente as 11:10 os disparos foram feitos, primeiro dois no coração e mais um na testa. Chan ficou possuído de raiva, a pessoa era tão covarde que nem sequer esperou e já saiu atirando. E isso irritava o Bang cada vez mais, pois a única coisa que tinha descoberto era da onde foram os tiros, mas fora isso, o assassino não fora mostrado na câmera, a não ser por um vulto. Chan aproximou a cena vendo que era um casaco de moletom preto, e conseguia ver uma letra bordada nele, mas não conseguiu identificar qual era. 

Fez uma rápida pesquisa sobre o tal CEO e descobriu diversas coisas que poderiam ajudar na investigação. Ele só tinha um filho chamado de Hyunjin, ele era um ex chefe da máfia que diz ter largado essa vida, pois queria que seu filho tivesse orgulho do pai por coisas boas e não ruins. Isso me cheira mentira! pensou Chan, afinal, todos sabem que sair da máfia não é tão fácil assim e, com certeza, o filho não seria um motivo plausível para tal afirmação. Decidiu por fim procurar o ID do número, pois pelas câmeras não conseguiu nada, só um casaco moleton com um letra indecifrável.

— Bingo! — Exclamou assim que descobriu o local onde o celular se encontrava. Levantou-se de sua cadeira e fora ao escritório do delegado. A delegacia estava quase vazia devido ao horário, uma da manhã, mas Chan não se importava de passar a noite toda em claro, pois ser detetive era tudo para ele. Afinal, o crime nunca dorme.

— Senhor, descobri o local onde o celular se encontra. 

— Muito bem, e as câmeras de segurança?

— Nada que possa ser relevante, a única coisa que descobri era que o assassino estava usando um casaco moleton preto com uma letra impossível de enxergar bordada no mesmo. — Chan explicava tudo que sabia sendo ouvido atentamente pelo delegado Kang. — Se o senhor permitir, eu posso ir sozinho atrás do celular.

— Eu não posso permitir algo assim, é bastante perigoso. Você sozinho é muito vulnerável, leve alguém mais experiente com você.  

— Mas senhor…

— Isto é uma ordem, Bang Chan! 

Assim que escutou seu nome ser pronunciado pelo delegado foi o suficiente para assentir e sair do escritório do delegado. A noite deixava as pessoas mais mau humoradas do que o normal. Chan foi andando calmamente até onde os detetives mais experientes se encontravam. Chan odiava ter que trabalhar com eles, pois a cada minuto eles se gabavam por ter prendido tal pessoa. As vezes queria avisar a eles que eu tenho mais prisões que a maioria deles, pensou rindo do próprio pensamento. Acabou por esbarrar em alguém, notando quem era segundos depois. 

— Desculpa, Felix. — Pediu recebendo um aceno com a cabeça e um sorriso fraco. O Lee era um estagiário que tinha sonho em ser detetive, mas com aquele corpinho pequeno e frágil era impossível, visto que detetives tinham que ser rápidos e fortes, além é claro, de um ótimo raciocínio coisa que o pequeno Lee não parecia ter. No entanto, isso deu uma grande ideia em Chan. — Ei, Felix, está ocupado no momento?

— Não, porque?

— Gostaria de vir comigo atrás de um assassino? — Sugeriu para o garoto que ao ouvir a pergunta nem sequer negou. Afinal, tudo que queria era uma chance para provar que era capaz de se tornar um detetive e que seu físico não importava. — Vamos?

— Vamos!


[•••]


Por alguma razão ilógica o ID ficava localizado em um prédio destruído e abandonado, muito conhecido pelos policiais e traficantes já que aquele lugar era onde ocorriam as trocas. Tanto Chan quanto Felix já saíram do carro segurando uma pistola, pois ambos não sabiam o que poderiam encontrar. Com toda calma do mundo, tendo o total cuidado para não emitir nenhum som, seja do pé no chão ou algum barulho corporal. Foram andando até o prédio, adentrando no mesmo. Estava um tanto quanto escuro aquele lugar, causando um pouco de medo em Felix já que ele nunca teve que passar por algo do tipo. 

— Ora ora, o que temos aqui? — Uma voz atrás de si ecoou assustando os dois, que viraram imediatamente para encarar o rapaz que tinha dito aquilo. Tinham dois rapazes, na realidade, e era possível vê-los bem pelo brilho da lua. Eles não pareciam nervosos ou algo do tipo, muito pelo contrário, eles estavam sorrindo como se estivessem se divertindo com a situação. Felix e Chan tinham as armas apontadas para eles, mas nada mudou, ainda com sorrisos cínicos. — Foi mal, assustei vocês? Não era a minha intenção. — O rapaz cruzava os braços sob o peito e tinha um tom de voz sarcástico e irônico. — Eu poderia saber o que dois policiais estão fazendo na minha propriedade? Isso é invasão domiciliar, sabia? Ah, claro que vocês sabem, afinal, trabalham com isso, né’?

— Primeiro que essa construção está nas mãos do governo, segundo: vocês estão sendo detidos para um investimento. O ID do número de celular marcava esse local, portanto, vocês terão que vir comigo. — Falava, mas os garotos não pareciam estar prestando muito atenção.

— Aí aí, vamos lá… Primeiro: tira essa arma da minha cara. Segundo: esse prédio abandonado é sim minha propriedade, eu comprei do governo e três: não vou com você a lugar nenhum. Que eu saiba, um policial de verdade teria que vir me prender.

— Eu sou um policial de verdade. — Retrucou, alterando o tom de voz e ficando um pouco vermelho de raiva. 

— Você? Jura? Só consigo enxergar uma criança e um palito de dente, e ainda dizem ser polícias? 

— Se você não me obedecer eu vou encher a sua carcaça de tiro. 

Uma gargalhada bastante forçada pode ser ouvida e ecoava por todo prédio. A raiva de Chan estava aumentando assim como a preocupação de Felix, pois não estava sentindo uma boa vibração daquele lugar, algo não cheirava bem. 

— Pra’ que essa agressividade toda? — Um sorriso nasceu nos lábios do moreno. — Vamos fazer um trato. Vocês vão embora e a gente não atira em vocês ou vocês continuam com seus lindinhos papéis de policiais e acabam ficando cheio de buraquinhos em suas “carcaças”. O que preferem? — Assim que ele terminou de falar, saiu três caras todos de preto e mascarados possuindo armas direcionada para ambos polícias. Chan tinha baixado a guarda e nem viu os mascarados ali, erro grave. Por isso que eles não estavam com medo, tinha gente lhe protegendo. Felix e Chan abaixaram as armas e as guardaram em sua cintura. O rapaz se aproximou de Chan bem no pé do ouvido dele. O Bang conseguia sentir a respiração dele sobre si. Ele deu uma pequena risada e em seguida sussurrou:

— Se quiser me acusar da próxima vez, traga mais provas, uma simples mensagem de celular não vale nada. Não fui eu quem matou o CEO.

— Eu não acredito em você.

— Acredite no que quiser, porém eu vou dormir de consciência limpa. Agora, corram!

Sem muito hesitação os dois saíram correndo do prédio, mas Chan conseguiu ter uma último visão daquele idiota e, jurava ter visto piscar para si.


[•••]


Chegar de mãos vazias na delegacia era ruim, mas ter que explicar que levou o estagiário ao invés de seguir a ordem do delegado de levar algum detetive mais experiente, era pior ainda. Foi meia hora de esporro do delegado dizendo o quanto isso foi irresponsável e podia ter custado a vida dos dois. Chan se sentiu muito mal, mas não só por causa do belo sermão que tivera que ouvir ou de ter colocado a vida do estagiário em risco, estava se sentindo mal por ser tão idiota e ter abaixo a guarda. Não sabia o por quê daquilo ter acontecido, pois nunca aconteceu nenhuma vez sequer. Agora ele está suspenso por uma semana, além de ter que abandonar o caso e passar para algum outro detetive.

— Chan-hyung, acho que isso te interessa. — Felix dizia aflito, virando a tela de seu celular para o Bang. Era uma matéria sobre o filho de um mafioso, Lee Minho. Até então, Chan não entendia o por quê de estar lendo aquilo até ver a foto do sujeito… Era ele! Aquele cretino! Chan piscava os olhos tentando acreditar naquilo, mas estava bem claro, fazia todo sentido. O CEO Hwang ex chefe da máfia, alguma coisa estava ligada na outra, não era um mera coincidência, Chan tinha certeza disso. — O que você pretende fazer, hyung?

— Eu vou prender esse desgraçado, nem que eu precise passar dez anos, eu ainda vou vê-lo atrás das grades… Lee Minho!


Notas Finais


e vamos de flip flop kkkkkkkkkk


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