1. Spirit Fanfics >
  2. Caso Proibido >
  3. Capítulo XXIV

História Caso Proibido - Capítulo 25


Escrita por:


Notas do Autor


Hellooooo Voltei só pq amo vcs kkkkk
Nem ia postar hoje então agradeçam kkkkkk

Capítulo 25 - Capítulo XXIV


Fanfic / Fanfiction Caso Proibido - Capítulo 25 - Capítulo XXIV

PDV Rebekah

Quando o Klaus saiu do meu quarto eu só pude respirar em alívio, mas também estava com raiva, eu estava prestes a ceder a ele e isso não era bom. Minha cabeça estava uma bagunça e eu não podia mais negar a mim mesmo essa atração que eu tinha por ele, e isso me corroía, resolvi dormir. No outro dia, tratei de acordar e me afundar de uma vez no trabalho, eu ainda não me entendia muito bem mas só podia ser carência, eu estava sem o Marcel e o Klaus ao meu lado não me ajudava.

Fui para a universidade com a cabeça meio cheia, as meninas me cumprimentaram e começaram a falar de sua vida mas eu nem prestava atenção, minha cabeça voava pelo o beijo com o Nik, Valerie tentou falar comigo mas obviamente eu não estava prestando atenção, logo eu vi Marcel adentrando a sala e educadamente ele me cumprimentou e depois saiu

- Então Bex... Não Vai nos dizer o que houve entre você e o garanhão francês? (Fala Caroline)

E novamente eu não dava a mínima arrumava minhas coisas para a próxima aula e então Caroline me chamou novamente me dando um susto

- REBEKAH!

- Oh Céus.. (Botei a mão no peito em susto)

- Rebekah, Porque toda vez que a gente fala com você, você não ouve? (Dessa vez foi a Valerie)

- Ah... Desculpa... Mente cheia...

- Essa mente cheia tem a ver com o Marcel? (Pergunta Elena)

- Por incrível que pareça não!

Valerie olhou para mim com um rosto desconfiado e as meninas iam fazer mais perguntas, só que o sinal tocou e eu fui salva de ser encurralada mas ao caminho da sala Val me acompanhou e disse que queria conversar comigo no intervalo.

As aula passaram e o intervalo chegou, assim que cheguei na sala dos professores já vi eles comendo e Valerie me alcançou

- Vamos almoçar juntas hoje?

Como era hábito eu e Valerie íamos até uma lanchonete em nossa uma hora de almoço que ficava dentro do próprio campus, ao sentarmos Valerie me pergunta

- Quer me contar algo?

- Por que acha isso? (Perguntei indiferente)

- Talvez porque você atualmente anda no mundo da lua e o Marcel não é o responsável por isso.

Sabia que com Valerie poderia contar qualquer coisa a ela, porque ela era minha amiga e a melhor pessoa para me dar conselhos, mas eu no fundo tinha medo de que ela não compreendesse e sei lá me julgasse mesmo que isso fosse improvável.

- Eu beijei o Niklaus! (Falei de uma vez)

Ela abriu e fechou a boca em um Oh e ficou tentando digerir a situação

- Bom... Sentiu algo?

Fiquei um pouco envergonhada não era todo o dia que eu falava sobre esse assunto com alguém

- Bekah sou sua amiga ok? Nada que você me contar vai sair daqui. Mas se não quiser me contar vou entender...

Mais um motivo para eu amar essa mulher

- Minha cabeça está em uma explosão só sabe? Eu o beijei ele e gostei...

- Agora posso saber porque anda tão desatenta..

- Mas e aí? Você já se resolveu? Vai dar uma chance ao seu primo?

Beijar, era uma coisa, mas dar uma chance como assim?

- Como assim dar uma chance? Não é como se eu e o Nik pudéssemos ser namorados...

- Oras... E por que não? (Falou ela como se fosse óbvio)

- Porque somos primos...

- Mas não são irmãos! O incesto só existe quando você namora com um parente muito muito próximo.

- A questão aqui não é o incesto ou não, é que fomos criados como irmãos, comemos, bebemos, e dormimos um com o outro o que acha que minha família irá dizer sobre isso? E outra eu posso sentir atração por ele mas isso não significa que vamos namorar...

- Olha Rebekah confesso que você tá ficando uma pessoa bem difícil de lidar, você obviamente não sabe o que quer.

- Eu sei o que quero! (Rebati)

- E o que você quer? Klaus ou o Marcel? Porque aparentemente você beija um e quer namorar com outro.

- Ah para... Tá falando igual a ele...

- Talvez porque estejamos certos?

Ela come um pouco da sua comida e então diz

- Como começou isso? Como soube que estava tão dividida...

começo a contar ela sobre a primeira vez que Niklaus invadiu meu quarto, do que eu lembrava sobre a boate e enfim dele me beijando

- Acho que sei o que tá acontecendo... (Ela diz)

- E o que seria?

- Niklaus quer algo sério com você, sempre quis, na verdade ele sempre amou você como mulher, você que é tonta e nunca percebeu e você...

Ela me olha com malícia

- Você está com curiosidade...

Fiquei pensando sobre isso e Valerie estava certa, a ideia de ter Klaus como parceiro sexual me agradava

- E se eu tiver?

- Então só vai saber se tentar...

- O que está sugerindo?

- Não é óbvio? No fundo o amor que você nutriu pelo o seu primo está aí, você só não amadureceu o suficiente para saber e no momento o seu tesão está falando mais alto, mas se quer transar com ele vai lá... Se joga mulher!

- E o Marcel?

- Vocês dois já estão separados mesmo, você não deve nada mais a ele.

- Não... Eu não consigo, e não estamos separados estamos brigados é diferente.

- Não, pelo o que você me contou, ele pediu um tempo então vocês estão afastados. Ele aparentemente não vai lidar com o ciúme excessivo do Niklaus porque é óbvio: O Klaus quer você.

- Isso não é culpa minha!

- Mas é aí que mora o perigo queridinha, você nunca consegue se afastar do seu primo e não tem pulso firme para impedi-lo então só tem uma resposta: Você gosta dele.

- E se eu estiver carente? Talvez eu esteja confundindo as coisas.

- Ou talvez você queira pensar que está confundindo as coisas como você fez a vida toda com o Klaus Rebekah. Você Não percebe mas está se escondendo, se escondendo da verdade, você se recusa a enxergar o que quer ou o que vê porque tem medo e se esconde. Mas isso só a cabe a você mudar..

Valerie volta a comer sua comida e então o sinal toca em breve e eu volto às aulas

💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜

Talvez a Valerie estivesse certa e eu estivesse me recusando a enxergar ou talvez eu estivesse confundindo a carência que sinto pelo o Marcel com os meus sentimentos por Niklaus mas seja como for preciso tirar a prova e melhor que isso só se eu pedisse desculpas ao Marcel e voltasse com ele, e foi isso que eu fiz, achei melhor voltar com ele e esclarecermos as coisas mas voltar com ele foi como um tapa na minha cara, ele estava feliz e contente por me ter por perto, percebi que ele estava apenas esperando eu dar o braço a torcer o problema é que eu agora que estava estranha, o beijo do Marcel não era mais o que eu queria, os seus toques não faziam mais o mesmo efeito que faziam em mim, algo tinha mudado, eu tinha mudado. Alguns dias passaram desde então nunca mais tive notícias do meu primo, como ele me prometeu ele se distanciou e isso só causou mais confusão na minha mente, o Marcel me levou para jantar e nosso passeio foi ótimo, porque ele no fundo sempre foi um bom homem e bem interessante foi por isso que ele me atraiu, mas isso bastava, ele poderia ser um bom amigo mas fora isso eu já não estava mais tão interessada, ele me seduziu ao me levar pra casa, nós nos beijamos e ele quase tentou algo se eu não tivesse percebido a tempo e dado uma desculpa qualquer, agora eu sabia, não estava nem um pouco afim de transar com o Marcel.

Após isso a empresa da família conseguiu mais uma conquista e dessa vez um novo investimento caríssimo e produtivo: Rede de Hotéis, a parceria com a Lightwood's era fundamental pelo o meu entendimento já que como uma financeira ela foi quem doou cinquenta por cento do dinheiro, novamente teria uma festa no salão de eventos da empresa e chamei o Marcel para me fazer companhia mas ele estava percebendo que eu estava me esquivando dele, aparentemente ele percebeu minha mudança no comportamento e isso foi quase motivo de briga no meio do caminho, mas mesmo assim adentramos a festa, cumprimentei Isabelle, e sua família, ela me disse o quão bonito era meus cabelos aos cachos isso me lembrou que Klaus também os amava desse modo e no fundo eu estava começando achar que eles tinham razão, sentei então numa mesa que logo depois vi Klaus e uma ruiva sentando, bati meus olhos nela e vi ser Aurora de Martel. Que droga o que diabos essa ruiva quer aqui? Por favor...

O problema foi que minha raiva não estava me deixando pensar, Stefan entrou no palco pronto com seu discurso o que seria ótimo se ele não tivesse começado a falar demais, isso me deixou super entediada, aliás quem não tivesse entediado merecia um prêmio, Klaus já estava sacando que eu o observava já que dava um riso vitorioso em minha direção, era óbvio ele estava me provocando e ele iria pagar por tal afronta, tomei mais champanhe e ofeguei, pela primeira vez vi Marcel perguntar como eu estava mas respondi que estava achando tudo muito entediante, então olhei novamente para a mesa, bem próximo de Niklaus tinha uma taça de champanhe se eu fizesse aquele "Típico esbarrão" em sua mesa a taça iria direto pro colo dele que a propósito estava com as mãos daquela ruiva em cima, e obviamente ele estava gostando, dessa vez iria acabar com a farra dele de uma vez e então eu me levantei, e bati com a mão sobre a taça já que estava próxima ao fim da mesa, como um susto a Ruiva tira sua mão de onde estava com o líquido gelado e então com uma voz debochada dei um "Me desculpe" e segui para fora daquele lugar, estava com muita vontade de beber agora, e pediria o que fosse mais forte que champanhe, ao chegar lá o barman me serviu Whisky e cá entre nós é uma bebida ruim mas era o que eu precisava, tomei uma de só vez, e pedi outra, quando o barman me serve mais um e eu estou prestes a beber escuto passos vindos até mim

- O que foi aquilo Rebekah?

Não precisava pensar, reconhecia o timbre de Niklaus mesmo de costas, era ele

- Oh... Desculpa se atrapalhei sua diversão sem vergonha em meio a tanta gente... (Falei irônica)

- Ela não estava fazendo o que você pensa...

- Oh não e o que ela estava fazendo? Aquecendo seu órgão para você? Me poupe...

- Rebekah, Não importa o que a Aurora estava ou não fazendo, você não tinha esse direito.

- Nem você! Estamos em um ambiente público Niklaus, tenha modos.

- Você sabe que não é isso o que me refiro e sim ao fato de você ter derrubado o champanhe no meu colo de propósito!

- Eu já me desculpei, "Foi sem querer"

Fui sarcástica novamente e terminei de tomar meu Whisky

- Ótimo vai ser bom eu devolver o favor quando eu "acidentalmente" derrubar bebida no Marcellus.

- Isso não seria acidente seria vingança, mas se quer fazer pode fazer eu não me importo, não sou depravada como você, então se quiser voltar para sua amantezinha depravada tudo bem eu vou para outro lugar.

Sair do bar, mas isso não foi o suficiente senti que Niklaus estava me seguindo, no salão, depois dos banheiros tinha uma pequena sala de reunião entrei lá rezando para estar aberta e estava, abri a porta e acendi as luzes, na sala tinha uma mesa que não tinha absolutamente nada em cima, dois sofás pretos, um de três lugares que ficava de costas com a parede de vidro que dava acesso a visão de fora sem ser visto mas que estava coberta por persianas e o outro no canto que ficava de frente com a mesa, atrás da mesa tinha uma cadeira confortável e na outra parede tinha uma estante e um armário.

Me sentei na cadeira e coloquei meus pés nela, era bom ser herdeira de uma empresa como essa. Logo então sinto uma mão na maçaneta a abrindo, e uma figura loira entrando, era ele, meu vestido tubinho de seda rosa pink estava no meio das minhas coxas devido a posição que eu estava, e meus sapatos prateados de frente com a porta, Klaus me olhou com um olhar desejoso mas eu desviei e ignorei sua presença

- Rebekah Precisamos conversar!

- Não temos nada que conversar. Já disse está livre para voltar para a sua ruiva depravada.

- Ela não é depravada...

- Oh céus se veio até aqui fazer propaganda dela é melhor da meia volta e se retirar.

- Eu não vim fazer propaganda de ninguém vim conversar com você! Larga de ser infantil por favor, foi você que começou ao me dizer que estava confusa e precisava de tempo, agora age como uma mulher ciumenta? Eu preciso de uma explicação Rebekah!

- Klaus Vai embora ok? Não precisamos conversar...

- É claro que sim! Enquanto se meter na minha vida e não dizer o porquê faz isso precisa me dar satisfações.

- Ah vá Niklaus... Você sempre se intrometeu na minha vida e eu tive que aturar...

- Mas pelo menos eu sempre fui sincero quanto aos meus sentimentos!

- Você me disse que não iria mais vir atrás de mim não é? Por que não me deixa?

- Porque eu deixei e você voltou com o Marcel! Até aí tudo bem, o problema foi você ficar com ciúmes da Aurora, isso aí não é válido.

- Eu não estou com ciúmes de você!

Klaus revirou os olhos

- Você é muito difícil de lidar ein? (Ele grunhiu)

No fundo eu não entendia muito bem mas então eu vi ele vindo em minha direção, arrodeando a mesa e parando bem ao meu lado.

- Levanta! (Ele disse)

Olhei para seu rosto com desdém, quem ele pensa que era?

- Vai se fuder!

Ele então veio até mim e pegou pela minha cintura e me levantou a força, me levantou e então nossos corpos ficaram próximos, tentei sair dessa proximidade mas eu estava encurralada, segurei na mesa tendo certeza que não havia como dar passos para trás.

- Olhe nos meus olhos e me diga que não está com ciúmes!

- Não devo nada a você...

- Argg você tem o dom de me enlouquecer Rebekah..

Quando menos eu esperava ele agarrou seus lábios nos meus, passou a mão pela a minha cintura, ele chupou meus lábios me fazendo reagir ao seus movimentos, acabei o retribuindo e com a outra mão ele pegou em minha nuca me aproximando mais ainda, sim esse era o beijo que eu tanto queria, não podia negar mais que agora eu estava completamente atraída por ele, seu beijo era único e eu queria mais, mais dele, mais de seu beijo me sentia Completamente viciada agora e dessa vez minhas mãos pararam de apertar a superfície de madeira da mesa e apertaram suas costas, meu corpo todo ficou em chamas quando ele passou suas mãos pelos os meus quadris fazendo o seu contorno exato até chegar em meus seios onde ele apertou e me fez gemer, ele voltou então a me beijar novamente nossas línguas travaram uma batalha, minha mãos estavam agora em seus cabelos, antes arrumados agora bagunçados por mim, ele então me prensou mais contra a mesa e me pegou pelas pernas, me sentou sobre ela e subiu meu vestido, eu tinha um certo receio do que poderia acontecer naquela mesa mas tinha total confiança nele, sabia que ele não faria nada demais, mas o que me surpreendeu foi sua mão em minha calcinha fazendo movimentos instigados sobre mim

- Nik... O que você está fazendo...

- Shhh não irei fazer nada que você não vá gostar....

Ele beijou meu pescoço e começou a sugá-lo delicadamente como se contemplasse cada pedacinho da minha pele, meus olhos se fecharam e naquele momento eu me sentir no melhor lugar do mundo ele era tão delicado até na forma de me tocar quando queria, senti suas mãos quentes sobre minha intimidade e gemi em surpresa, ele iria fazer mesmo o que eu pensava que iria fazer?

- Oh céus... (Ele disse ao constatar minha excitação)

Senti ele gemer baixo em satisfação, ele começou a me massagear e eu não aguentei e fiquei mole em seus braços, acabei abrindo mais as pernas em um gesto automático para que ele continuasse mais com suas carícias, ele beijou meus lábios vagarosamente enquanto fazia uma massagem ainda melhor no meu clitóris e dessa vez eu me senti no céu. Que droga o Klaus era super bom no que fazia

- Vai mais rápido....

Nem eu acreditava que estava pedindo aquilo mas eu ia enlouquecer com tanta provocação.

- Você quer gozar... Eu entendo... (Ele sussurrou no meu ouvido)

- Mas antes quero que deite..

Ele então parou de fazer seus movimentos e retirou seus dedos

Olhei para ele e ele continuou me olhando então eu o obedeci

- Confia em mim? (Ele olhou em meus olhos)

Acenei com a cabeça, ele então abriu minhas pernas e puxou minha calcinha, quando enfim ela desceu por completa e parou em suas mãos ele a pôs no bolso e veio até mim, eu só o observava e percebendo isso ele puxou meus quadris para mais perto da ponta da mesa dando mais espaço para eu deitar minha cabeça já que eu estava com os cotovelos me apoiando pela a falta de espaço da mesa, por fim ele subiu mais meu vestido e então sussurrou

- Não faça muito barulho..

Não entendi o que ele quis dizer até então mergulhar sua cabeça sob minhas região íntima e eu gemer mais uma vez

🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤🖤

Sua boca era como a sétima maravilha em minha vulva, quando eu menos esperava minha boca estava se entreabrindo em palavras desconexas e prazer, eu nunca recebi um oral mas parecia que eu já tinha passado por essa sensação já que era como se eu já estivesse familiarizada com ela, e meus amigos: é a melhor coisa do mundo quando alguém faz direito e sobre isso o Klaus fazia muito bem, eu já estava tão envolvida e excitada que logo chegaria ao orgasmo, prendi a cabeça de Niklaus contra mim como uma forma dele não parar

- Céus... Nik... eu vou... Ahwh

Deitei minha cabeça pra trás em prazer e soltei um gemido que quem estivesse perto da sala ouviria mas eu não estava nem aí o prazer estava tomando conta de mim e eu queria aproveitá-lo, Klaus continuou seus movimentos até o último instante, minhas pernas tremiam muito, e eu estava bem ofegante, percebi então que Klaus começou a colocar minha calcinha enquanto eu recuperava meu fôlego sob a mesa, quando ele já estava bem próximo dos meus quadris resolvi levantar e ajudar, desci da mesa e coloquei o resto sozinha, ele se abaixou e desceu meu vestido, então subiu e me encarou

- Você está bem?

- Estou ótima...

Não dei tempo dele tentar dizer algo ou do silêncio tomar conta de nós e o beijei sentindo o meu gosto em seus lábios ele aprofundou o beijo rapidamente e então eu sabia, Eu queria matar meu desejos com ele, quando nos faltou o ar olhei em seus olhos e lhe fiz a seguinte pergunta

- Está disposto a matar minhas curiosidades? 


Notas Finais


The Moment Chegou!!! Klaus e Rebekah amantes... Kkkk tem o Elijah tbm... Quero saber onde essa família vai parar transando às escondidas


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...