História Casos que Passei - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Visualizações 10
Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi oi ~~~

Estou repostando essa fic pq ela tinha flopado muiitoooo, e isso me desmotivou, mas como é uma fanfic na qual eu amei escrever, decidi postar novamente.

Ela tem alguns capítulos prontos, então as atualizações não vão demorar. Quem é meu leitor, sabe que sou ansiosa, então sempre procuro atualizar rapidinhu.

É isso, espero que gostem dela tanto quanto eu gosto ♥

O capítulo 1 será postado ainda hoje ou amanhã, depende do feedback que ela receber.

Divirtam-se ♥

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Casos que Passei - Capítulo 1 - Prólogo

Mulher adulta, segura e independente.

Meu nome é Hiujin, e gostaria de contar sobre fatos marcantes da minha vida.

Não seriam necessariamente fatos, e sim homens que marcaram a minha vida.

Antes de começar os relatos, gostaria de me apresentar mais detalhadamente, já que irei contar sobre momentos muito especiais e alguns muito íntimos...

Meu nome de batismo e registro é Lee Hiujin, meus pais são coreanos; minha mãe é professora e meu pai contador de uma grande empresa. Moramos em Seul na Coréia do sul.

Durante a minha infância até a adolescência nunca me interessei por saber do meu lugar de origem, mas sempre soube que fui adotada. Isso era fato, não dava para esconder.

Fato esse que era jogado na minha cara toda vez que me olhava no espelho e não encontrava os olhos dos meus pais, a boca dos meus pais, o nariz dos meus pais, a altura dos meus pais... O tom de pele dos meus pais. Pois sou negra.

O que nunca foi problema para mim, apesar de querer ter o nariz de minha mãe. É mais bonitinho.

Mas aos dezesseis anos descobri o meu lugar de origem. Como eu disse, não era algo que eu almejava saber, pois, no fundo, eu me sentia abandonada por meus progenitores. Mas, ao mesmo tempo, sentia medo que meus pais biológicos me quisessem de volta, porque eu amo meus pais adotivos. Porém foi o que aconteceu; meu pai biológico me encontrou e aos dezesseis anos soube da minha história antes de ser adotada ainda bebê, com um mês de vida.

Resumindo: fui resultado de um caso de uma noite. Meus pais eram do mesmo colégio e ficaram depois de uma festa. Após descobrir a gravidez, minha mãe abandonou a escola por vergonha e, depois da noite com meu pai, não falou mais com ele. Os únicos que sabiam da gravidez eram sua melhor amiga e seus pais, os quais me recuso a chamar de "meus avós". Minha mãe não costumava manter contato com os caras que se relacionava, era jovem e queria se divertir. O que teve com meu pai foi só diversão. Ela morreu no parto e a notícia repercutiu na escola. Meus "avós" nunca me quiseram e sempre achavam a mente aberta da minha mãe motivo de vergonha, então me colocaram para a adoção. Meu pai ficou sabendo sobre o bebê ser dele pela melhor amiga de minha mãe, mas esperou ter condições financeiras e coragem para enfrentar a família para me procurar depois, com mais idade. E só me encontrou quando eu já estava na adolescência. Foi quando descobri a minha nacionalidade canadense.

A partir dos dezesseis comecei a viajar para o Canadá todas as férias, para ficar um tempo com meu pai e sua família. Que com o tempo, aceitei como minha família também.

Foi lá onde me formei na faculdade.

Ao longo de minha vida passei por muita coisa ruim como preconceito racial, bullying, machismo... Mas também por muita coisa boa como minha viagem para Cancún ou a minha promoção na empresa onde trabalho.

Mas eu gostaria mesmo de falar sobre quem estava lá nesses momentos, quando estava sofrendo bullying, quando estava descobrindo minha origem, quando fui promovida. Pois apesar desses fatos serem bons ou ruins, e até mesmo importantes, não me marcaram tanto quanto eles me marcaram.

Os homens por quem passei.

Eles vem a minha memória o tempo todo e vivo cada lembrança a todo momento.

Memórias bagunçadas e cheias de nostalgia aparecem na minha cabeça quando observo o céu estrelado, o teto do meu apartamento ou, até mesmo, quando sinto um cheiro familiar. Essas memórias deles nunca me abandonam. Sou grata por isso.

Por eles.

Os homens que conheci, que pensei ter conhecido ou os que apenas admirei platônicamente.

O que gosto de chamar de "Casos".

Você escolhe o que pensar deles; se são casos de amor, amizade, sexo, irmandade ou apenas casos do acaso.

Mas de qualquer maneira, cada caso foi um caso importante.

Casos que passei.


Notas Finais


Sabe, todo esse tempo em que estou no Spirit, nunca achei uma fic onde a personagem era negra. Meu objetivo com ela é quebrar o padrão.

Até em fanfic imagine as personagens tem pele branca, cabelos lisos... E como são "imagines" não vejo sentido descrever as características da s/n. Portanto, se vc leitor também nunca leu uma fic com a personagem negra, aqui está. E espero que dê alguma forma, vcs se indentifiquem com ela ♥

Essa é uma fic bem divertida com um enredo leve. Não vou abordar temas muito pesados, será apenas uma história de uma mulher se encontrando e vivendo histórias de amor.

Bom, espero ver vocês no próximo capítulo (que eu considero uns dos mais fofos da fic) é isso kkkk

Ah, comentem o que acharam <3

Até maixxx 💜


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