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História Cassandra - Capítulo 70


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Notas do Autor


Engraçado, os capítulos que tem mais Hentai, sempre é par. Enfim, está aí, um pornô bem pornográfico.

Capítulo 70 - Lésbica


Fanfic / Fanfiction Cassandra - Capítulo 70 - Lésbica

capítulo 70

L É S B I C A


Domingo — 18h34min

Castiel havia acabado de chegar em seu apartamento. Fechou a porta e a trancou, notando que o lugar estava totalmente escuro. Cassandra não estava em lugar algum dali. Castiel caminhou até seu quarto, e pôde ver uma iluminação por debaixo da porta do banheiro. Se aproximou da cômoda e colocou a sacola preta em cima.

— Cassandra? — A chamou.

Nenhuma resposta.

— Cassandra, você está aí? — Foi até a porta e "colou" o rosto na mesma para poder ouvir através da porta.

Ouviu um zíper se fechando.

— Uh-hu. — Cassandra murmurou.

— Por que está tudo escuro? — Perguntou.

— Porque não tem nada aceso, oras. — Debochou.

Castiel revirou os olhos.

— Fala sério. — Bufou.

— Estou falando, ué, se está tudo escuro, acenda uma luz. — Castiel foi obrigado a revirar seus olhos novamente com aquele comentário.

Se afastou da porta e foi acender a luz do quarto, caminhou até seu guarda-roupa, tirando sua jaqueta, e a pendurando em um cabide. 

Ouviu a porta do banheiro destrancar por dentro e logo foi aberta. A luz foi apagada, e Castiel pôde sentir o cheiro do aroma do perfume doce da garota. Era, delicioso.

Cassandra saiu do banheiro e fechou a porta atrás de si, ela estava com uma lingerie rosa e dourada, estilo sereia. A fez um coque nos cabelos castanhos escuros meio loiros e se jogou na cama.

— Sabe que dia é hoje? — Perguntou, maliciosamente.

— Não. — Negou.

Castiel achou que Cassandra só estivesse brincando, mas ela, realmente não sabia que dia era.

— Domingo. — Disse se aproximando da cama.

— Hum, amanhã tem aula. — Se virou.

— É sério, isso? — Seus olhos se encontraram.

— É, né. Domingo, Segunda, Terça... — Ergueu as sobrancelhas.

— Achei que hoje seria a nossa noite. — Revirou os olhos.

— Ah, é mesmo. — Se lembrou.

— Você se esqueceu? — Franziu o cenho.

— Em minha defesa, a minha cabeça estava ocupada pensando em outra coisa. — Justificou.

— Claro que estava. — Desviou o olhar.

Cassandra se virou novamente, ficando se bruços na cama.

— Punição? — Perguntou, sorrindo.

Castiel ladeou um sorriso.

— Ainda não, Baby. 

Castiel virou Cassandra para beijá-la. Quando seus lábios se encontraram, Cassandra não hesitou em enfiar a língua na boca de Castiel, enquanto entrelaçava suas pernas no quadril do namorado. Suas línguas se embolavam, se entrelaçavam, e "dançavam". Castiel se virou na cama, se sentando, deixando Cassandra ficar em seu colo. Cassandra roçava seus dedos nos cabelos longos e vermelhos de Castiel, já Castiel, se empenhava em apertar a bunda de Cassandra com as duas mãos.

Cassandra tirou as suas mãos dos cabelos de Castiel e as deslizou por seu abdômen, sentindo o tanquinho definido de Castiel, e sentindo o rapaz se arrepiar. Cassandra ergueu a camiseta preta do namorado e a tirou, tendo como consequência, interromper o beijo, que logo após o ato, continuou.

Cassandra cravou suas unhas no abdômen de Castiel, o fazendo, além de estremecer e gemer de dor, exaltar o corpo. Cassandra riu durante o beijo e arranhou o abdômen de Castiel, inteiro.

Cassandra deslizou suas mãos para a barra da calça de Castiel. Estava desesperada tentando abrir o botão da calça. Castiel se jogou para trás, se deitando na cama e Cassandra pôde, finalmente, abrir o botão. Desceu o zíper e puxou a calça, com a ajuda de Castiel que levantou um pouco o quadril para que a calça fosse retirada com mais facilidade.

Cassandra jogou a calça se Castiel no chão, e antes que se virasse, Castiel a agarrou e a jogou na cama, ficando em cima da mesma. Castiel se levantou e pegou a sacola preta que estava em cima da cômoda.

— O que é isso? — Franziu o cenho, confusa.

— Brinquedinhos... — Castiel sorriu, enquanto olhava para sua namorada.

Cassandra, ainda sem entender, viu Castiel tirar uma algema de dentro da sacola, e então, sorriu.

— Isso é quase Bondage, se duvidar, é. — Castiel riu.

Levantou o braço direito de Cassandra, e prendeu a algema em seu pulso, prendendo a outra parte na cabeceira da cama. Assim como fez com o seu outro braço, já os pés, os prendeu separados nos pés da cama.

— Você comprou quatro algemas, para me manter com as pernas abertas, enquanto me chupa? — Arqueou as sobrancelhas.

— Não exatamente. Fecha os olhos. — Mandou.

Cassandra o fez, fechou os olhos.

Castiel abriu o feixe da parte de cima da lingerie de Cassandra, que ficava na frente e a tirou, atirando longe a peça se roupa íntima. Apertou os seios de Cassandra e a garota gemeu abrindo os olhos. Castiel pegou o lubrificante na sacola e o despejou em sua mão, colocando nos mamilos dos seios de Cassandra.

— O que pretende fazer comigo, Daddy? — Perguntou.

— Ah, muitas coisas... — Abriu um sorriso malicioso.

Castiel, com a mão limpa, pegou uma venda preta e vendou os olhos de Cassandra. 

— Se for fazer um oral em mim, como pretende tirar a minha calcinha, gênio? Não se esqueça que algemou as minhas pernas abertas! — Comentou.

Castiel deu um sorriso gutural e logo em seguida, um selinho nos lábios de Cassandra. Castiel se afastou um pouco, e rasgou a parte de baixo da lingerie rosa da garota, que deu um gritinho agudo com o susto.

— Tecido fino, Baby. — Contou enquanto retirava o pedaço de tecido fino e rasgado do corpo de Cassandra.

— Castiel! Eu gostava dessa! — Reclamou.

— Eu também. — Cassandra estava evidentemente emburrada.

— Você vai comprar outra, igual! 

— Claro, claro que vou. Prometo.

Castiel pegou a última coisa que tinha na sacola, e a jogou no chão. Lubrificou o vibrador e o colocou em Cassandra, o ligando. 

A garota, após estremecer, começou a gemer, desesperadamente. Nunca havia usado o vibrador que Rosalya lhe deu tão fundo. A única vez que usou, colocou apenas o iníciozinho. Mas nunca tão fundo. Cassandra podia sentir suas paredes se contraírem contra o vibrador, e por causa disso, gemia ainda mais. Puxava seus braços e suas pernas para, ou tirar o vibrador com as mãos, ou fechar as pernas. Coisa que não adiantaria nada. E foi por isso, que Castiel comprou quatro algemas. As pernas de Cassandra estavam abertas e presas, era impossível ela conseguir tirar aquele vibrador dali.

Castiel enfiou a mão dentro de sua boxer e começou a masturbar seu próprio membro, enquanto via as expressões prazerosas de Cassandra e ouvindo seus gemidos agudos e altos. Castiel gemia uma vez ou outra, se satisfazendo com aquela cena. Mas quanto mais Cassandra gemia, mais aumentava os movimentos de sua mão.

— C-Cast...p-p-por...f-avor.....t-tira... — Implorou com bastante dificuldade em falar.

Castiel não Hesitou em rir da situação em que a sua namorada estava.

— Eu só vou tirar, quando você estiver pingando, Baby... — Disse maliciosamente. — Quando você, encharcar esse lençol, inteiro.

Cassandra gemeu alto novamente, e gritou quando teve um orgasmo. Parou de puxar suas pernas e seus braços, parou de tentar se soltar, já estava exausta demais, já estava cabeçada. Castiel parou de se masturbar quando notou que o vibrador estava saindo de Cassandra, estava escorregando; por causa do gozo que sua intimidade deixava sair. Ela estava tão molhada, que nem o vibrador conseguia se manter dentro dela sem alguém segurando, se fosse Castiel, poderia ir tão fundo quanto, já que a intimidade de Cassandra estava totalmente escorregadia.

Castiel se deitou ao lado da garota e tirou o vibrador de dentro de sua intimidade.

Cassandra parou de gemer e respirou fundo, porém, gritou alto quando Castiel o colocou novamente, mais fundo ainda, e o empurrando ainda mais, o movendo e o girando.

— P-Para.....p-p-por favor... C-Cast....eu...eu...i-i-i-imploro... — Balbuciou.

— Eu sei que você quer que eu pare, Baby... — Beijou seu pescoço. — Mas eu não quero parar.

Empurrou o vibrador ainda mais, fazendo Cassandra gritar ainda mais alto. 

Cassandra continuou a gemer, mas também, não tinha outra opção, Castiel não iria tirar aquilo dela tão cedo. A garota, até sentiu seu líquido na parte interna de suas coxas, mas parou de sentir, minutos depois. Já não sentia mais o seu corpo. Pelo menos, de seu quadril para baixo. E seus braços, que já não tinham mais força. E para pioras a situação, o lubrificante que Castiel havia passado em seus mamilos, estava congelando, deixando os mamilos de Cassandra duros e sensíveis. Os quais eram apertados e mordidos por Castiel. 

— Rebola para mim, Baby... — Mandou.

— E-Eu..... n-não... con....sigo... — Disse, enquanto gemia.

— Eu não estou pedindo, estou mandando. 

— N-Não....d-dá-á... 

Castiel empurrou ainda mais o vibrador dentro da garota, fazendo gritar ainda mais alto.

— Rebola para mim, vai, puta vagabunda. — Repetiu.

— N-Não... — Cassandra iria terminar de falar, mas assim que Castiel ouviu o "não", empurrou ainda mais o vibrador.

— Vamos lá, Baby, sei que consegue. — Sorriu. — Não estou pedindo nada demais.

Cassandra conseguiu mover um pouco o quadril, mesmo estando cansada, e não conseguindo o sentir, o moveu.

— Assim já está bom, está muito bom. — Tirou o vibrador de dentro da menina.

A intimidade de Cassandra estava pulsando. Castiel abriu as algemas, e tirou a venda da garota. Os olhos de Cassandra ainda estavam fechados. Castiel não quis pedir para ela abri-los, já que, além de ter ficado muito tempo com os olhos fechados, achava que ela não tinha forças e nem estava em condições boas para fazer isso. Massageou os lugares vermelhos onde as algemas marcaram na pele da garota, por conta das puxadas violentas que dava para tentar se soltar. Castiel fechou as pernas de Cassandra e colocou sua mão estre as mesmas, colocando sua cabeça em seu peito e acariciando seus cabelos com a mão livre.

Castiel sentia o quão sua mão estava molhada, Cassandra, no mínimo havia tido, seus orgasmos, durante todo aquele tempo. Castiel acariciava a intimidade da garota com carinho, colocava seus dedos dentro da mesma, acariciando suas paredes também.

— Você está bem? Se sente bem? — Perguntou.

— Uh-hu... — Murmurou.

— Que bom... — Sorriu. — Porque eu ainda não acabei. 

Castiel se levantou da cama, enquanto Cassandra abria os olhos, levemente. Castiel tirou sua boxer, deixando-a cair no chão e subiu na cama novamente, ficando em cima de Cassandra. A garota sorriu ladeada quando sentiu o membro de Castiel roçando em suas coxas. Já estava voltando a sentir suas pernas novamente. Castiel não esperou nem um minuto para colocar seu membro, já ereto, dentro de Cassandra, começando com as estocadas fracas, sendo totalmente solidário e sendo, principalmente, um bom samaritano.

— Por que está indo tão devagar? — Reclamou. — Anda, vá fundo, como um submarino! 

Tanto Castiel quanto Cassandra abriram um sorriso malicioso na mesma hora. Castiel não pensou duas vezes antes de iniciar as esticadas mais rápidas e mais fortes em Cassandra, saindo e entrando, cada vez mais fundo. Cassandra gemia loucamente, mesmo sua intimidade estando molhada, sentia suas paredes apertarem o membro de Castiel, coisa que ele também sentia. Castiel gemia, tanto com o prazer de foder Cassandra, quanto com o prazer de ouviu os gemidos de Cassandra sendo fodida por ele. Afinal, não seria por outra pessoa, Castiel era seu namorado, e Castiel, queria, desejava, e almejava que continuasse assim par sempre, apenas ele a fodendo, apenas ele sendo seu namorado, namorado, pelo menos, até o casamento, onde se tornaria seu noiva, e depois marido.

Castiel estava próximo à um orgasmo, prestes a gozar dentro de Cassandra. Estava tão cheio de tesão e desejo para foder a garota, que havia se esquecido de pegar a camisinha. Quando estava saindo de Cassandra, a garota moveu os braços e segurou seus ombros, o impedindo de continuar.

— Cassandra, eu vou gozar. — Aviso.

— Eu sei, eu sei, só... continua, não para... — Pediu.

— E se você... — Cassandra interrompeu o namorado.

— Foda-se, se eu engravidar, que se foda, mas continua...por favor... — Os olhos de Cassandra se mantinham fechados, sentindo aquilo.

Castiel abriu um sorriso ainda mais largo e com os olhos carregados de luxúria. Entrou novamente em Cassandra, e voltou a penetrá-la. Suas testas estavam coladas. As pernas de Cassandra estavam entrelaçadas no quadril de Castiel. Os cabelos de ambos colavam em seus rostos, por conta do suor que escorriam de suas peles. Castiel finalmente teve um orgasmo. Sua porra estava totalmente dentro de Cassandra, o que fez os dois gemerem alto com aquela sensação maravilhosa que sentiam.

— Eu quero.....ficar em cima... — Disse, enquanto gemia.

Castiel ficou surpreso com aquilo, mas gostou. Saiu de dentro de Cassandra e se deitou na cama. Cassandra se ajoelhou em cima de Castiel, e colocou a cabeça do membro de Castiel dentro de si. Cassandra continuou o empurrando até onde aguentava, isso é, não o colocou por inteiro.

— Cast, não dá. — Reclamou.

— O que você quer que eu faça? — Arqueou as sobrancelhas.

— Não sei, não dá! — Recalmou novamente.

— Você não gostava de pau grande, sua puta? — Sorriu maliciosamente.

— Sim mas... Ei! Isso não assunto para se discutir em um momento desses! — Castiel riu revirando os olhos.

— É só continuar a sentar. — Disse.

— M-Mas, vai doer... — Fez beicinho.

— É claro que vai, você nunca cavalgou em mim, nunca esteve nessa posição, vai ser bem diferente. — Ergueu as sobrancelhas, parecendo ser óbvio.

— Eu sei, mas, vai doer... — Castiel revirou os olhos novamente.

— Vai ser recompensada, pelo menos. Nós dois vamos sair ganhando, aqui... — Sorriu maliciosamente.

— 'Tá! — Respirou fundo. — Me ajuda. — Pediu.

Castiel pôs suas mãos na cintura de Cassandra, a forçando contra seu membro. Cassandra gemia toda a vez que o membro de Castiel entrava ainda mais nela, até que entrou totalmente, fazendo a garota gemer de dor. Tanto Cassandra quanto Castiel, sentiram um líquido quente, e, tanto Castiel quanto Cassandra, sabia que era sangue.

— Você está pronta? — Perguntou.

— Provavelmente sim. Acho que sei o que fazer, a internet é bastante útil. — Castiel riu.

— Você pesquisou na internet como calvalgar? — Castiel não conseguia de forma alguma conter o sorriso.

— Www, ponto posições sexuais ponto com! — Contou animada. — Eu venho pesquisando sobre algumas posições esses dias.

— Ah, é? — O sorriso de Castiel causava um ar malicioso pelo quarto.

— Sim. — Afirmou. — E nós ainda vamos fazer um meia nove e uma Espanhola. — Castiel arregalou os olhos, sorrindo. — Mas não hoje, outro dia.

Fez cara feia.

— O que foi? Acha que eu estou em condições de fazer mais alguma coisa, depois disso? — Apontou para sua própria intimidade. — Castiel, a minha boceta, está pulsando. 

— Estou sentindo. — Sorriu maliciosamente novamente.

— E se duvidar, ela está mais roxa do que uma ameixa! — Castiel riu.

— Começa logo a cavalgar, Baby, e me mostra o que aprendeu naquele site! — Pediu sorrindo.

Cassandra começou a cavalgar em Castiel. Os dois gemiam com a sensação nova e prazerosa que aquilo lhes faziam sentir. Cassandra estava fazendo aquilo muito bem, muito bem para uma primeira vez. Ela realmente aprendeu naquele site, e Castiel ainda desconfiava que Cassandra havia visto alguns pornôs. Castiel mordia o lábio inferior, até sentia o gosto metálico do sangue em sua língua. Batia e apertava a bunda de Cassandra com uma mão, e com a outra, puxava seus cabelos que já não estavam mais presos em um coque mal feito.

Castiel teve um orgasmo no mesmo momento que Cassandra também teve. A garota se deitou em cima de Castiel. A respiração de ambos estavam ofegantes, demoraram um pouco para se normalizarem. Cassandra estava exausta, não tão diferente de Castiel, mas isso não impediu que a garota continuasse a mover seu quadril, sentindo o membro de Castiel ainda dentro de si. Castiel deu um tapa forte na bunda de Cassandra, fazendo-a gemer.

— Safada. — Cassandra riu.


— Foi maravilhoso, Rosa! — Disse.

— Assim me deixa com inveja! — Alexy riu.

— Eu transei com o Leigh ontem também, e você, Alexy? — A removia o gloss borrado de seus lábios olhando pelo espelho de seu armário.

— Assim vocês me ofendem! — Fez beicinho.

As amigas não se limitaram de rir da cara do azulado.

— Aliás, onde está o seu bofe? — Rosa perguntou.

— Eu não sei, mas provavelmente deve estar chegando. Ele disse que iria resolver algumas coisas e depois viria para escola. Eu disse que iria com ele mas ele falou que era melhor eu ir antes, para não me atrasar. — Contou.

— Que coisas? — Alexy arqueou as sobrancelhas.

— Não sei, não faço a mínima idéia. — Deu de ombros.

— Ui, quanto mistério! — Rosa fechou a porta do armário.

— Pois é... — Cassandra murmurou, estreitando os olhos. — Enfim! — Abriu um sorriso. — Eu adorei esses colares, Lexy! 

Alexy sorriu. Alexy havia comprado três colares dourados, com pingentes de coração também dourado. O que ele usava estava escrito "Best"; o de Rosalya "Fuckin"; e o de Cassandra "Bitches". Formando assim, a frase: "Best Fuckin Bitches". Que traduzindo para o inglês, ficaria: "As melhores vadias do caralho".

— Você adorou o Bitches, afunal, você é, uma. — Rosa balançou a cabeça freneticamente, afirmando, até ficar tonta, fazendo o azulado e a morena rir. — Vamos para o pátio? O Lys e o Armin estão lá! — Alexy sugeriu.

— Clar... — Cassandra foi interrompida quando foi virada contra o armário e de súbito, sentiu alguém enfiar a língua em sua boca. Pensou que era Castiel, mas quando sentiu o gosto do "quase beijo" totalmente diferente do de Castiel, mordeu a língua da pessoa, que logo se afastou. Cassandra olhou direito para ver quem era a pessoa e arregalou os olhos. 

— Droga, Sandra! — Reclamou.

— Priya?! — Arregalou os olhos.

— A gente se vê depois. — Saiu, indo em direção à escadaria.

Cassandra olhou em volta, e, todos os alunos que estavam em volta e no corredor, estavam com os olhos arregalados e direcionados para Cassandra. A morena puxou o azulado e a platinada pelo braço, até o pátio, onde estavam Lysandre e Armin.

Rosalya e Alexy ainda mantinham seus olhos arregalados, e direcionados para Cassandra.

— O que foi? — Armin perguntou.

— Aconteceu algo? Parece que viram um fantasma... — Lysandre franziu o cenho.

— Explique-me mocinha, agora! — Rosalya mandou, brava.

— É! Por que uma garota te beijou, e por que ela te chamou de Sandra?! — Alexy, assim como Rosa, tinham suas mãos pousadas em suas cinturas e os pés batendo no chão, freneticamente.

— Uma garota te beijou? — Armin arregalou os olhos.

— Uma garota beijou você, Sandra? — Lysandre falou no mesmo momento que Armin, arregalando os olhos também.

Cassandra estava desesperada. Sentiu seu bolso vibrar e pegou seu celular, que vibrava. Era uma ligação, Cassandra pôde ver na tela do celular, que era Castiel quem estava ligando para a mesma.

— Droga. — Resmungou e atendeu. — Cas... — Castiel interrompeu a garota.

— Eu acabei de chegar na escola, e também, acabei de escutar uma coisa, Cassandra. — Era mais do que obviamente evidente que Castiel estava irritado, muito irritado. — Você pode me explicar o motivo de todos nessa escola estarem dizendo que você é lésbica?!


Notas Finais


Eu sou, maléfica! Sou a melhor vadia do caralho!
Pelo amor, shuashuahahhsha


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