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História Castaway - Capítulo 21


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Capítulo 21 - "I still want you..."


Fanfic / Fanfiction Castaway - Capítulo 21 - "I still want you..."

TAEHYUNG

ONE YEAR AGO

Estava tudo um caos, tão logo a névoa nos cercou nosso navio foi invadido pelo Loki e seus piratas imundos nos atacaram e tivemos que matar uns aos outros, um ato que eu considerava repugnante.

Foi quando ouvimos uma explosão, não fui eu, não foi Yoongi. Logo percebemos que estávamos sendo atacados por um terceiro navio, o navio da guarda real de Mendácio.

Nesse momento eu me lembrei de dias atrás, do dia em que Jungkook se acidentou e da conversa que tive com Joshua, o seminarista tripulante do Poseidon.

”— Taehyung? Posso conversar com você? — Segui Joshua até um corredor vazio do navio, nos certificando de que havia somente nós dois ali.

— Do que se trata? — Perguntei, notei que ele estava ansioso e incerto.

— Certo, imagino que tenha ouvido falar que eu tenho visões. — Assenti rapidamente — Antes eu achava que elas vieram por acaso, mas agora eu sei, sei perfeitamente de onde elas vem, ou melhor, de quem vem.

— Elizabeth. — Deduzi.

— Eu tive outra visão. — Ele continuou — E ela apareceu, ela me fez lembrar de nosso encontro, pois ele era importante para o que eu tenho para lhe dizer agora. Mas você não pode contar a ninguém.

— Tudo bem, diga de uma vez.

— Vocês partirão do Caribe em breve. — Concordei — Certa noite, quando estiver controlando o leme, haverá uma névoa, uma névoa que os cegará.

Ouvia atentamente a cada palavra.

— E então?

— Vocês vão morrer, Taehyung. Todos vocês. — Fiquei estático.

O aviso de Elizabeth, ela me disse a mesma coisa, fui tolo em acreditar que ao fugir para o Caribe eu escaparia disso.

— Ouça o que eu digo, por favor. — Agora ele falava com tanta cautela quanto ela — Vocês cairão numa armadilha e ninguém sobreviverá, não se você e Jungkook ficarem juntos.

Eu o olhei com estranheza. — O que quer disser com isso?

— Jungkook vai querer lutar ao seu lado nesse momento, mas você não pode permitir, se lutarem juntos o tempo todo, o amor de vocês matará não só os dois, mas matará a todos.

— O que eu devo fazer? — Sentia meu estômago embrulhar.

— Quando a hora chegar, precisa deixar Jungkook seguir seu próprio caminho, sozinho.”

— Jimin, droga! — Gritamos quando Jimin foi atrás de Yoongi, indisposto a deixá-lo fugir e eu já sabia que coisas ruins estavam prestes a acontecer, mas não poderia deixar que Jimin morresse, isso jamais.

— Eu vou também! — Jungkook se posicionou em minha frente, certo do que queria.

A visão, ela estava acontecendo.

Uma parte de mim queria que Jungkook fosse, queria que lutássemos juntos, queria protegê-lo de perto, mas eu sabia que não poderia ser assim. Eu teria que deixá-lo para trás.

— Não, Jungkook, você não pode. — Discordei, sentindo minha garganta arder e meus olhos queimarem. – Vamos lutar contra os piratas e contra a guarda real, é muito perigoso para você, por favor. Fique aqui e conduza o navio enquanto os distraímos. — Pedi, torcia para que ele não percebesse que eu estava quase chorando — Nós fugiremos a tempo e a guarda real não nos perseguirá, vai ser melhor assim. — Eu não queria mentir, mas era o único jeito de fazê-lo ficar.

— Eu te amo, Jungkook. — Falei antes de me despedir de meu amor com um beijo e segurar em uma corda para saltar de um navio para o outro, habilidade que nós só adquirimos depois de muito treino.

“Eu te amo como um louco...” pensei ao olhá-lo de longe.

— Eu te amo tanto que dói. — Murmurei e me virei rapidamente para dentro do Loki, concentrando-me no que deveria ser feito.

— Droga, Yoongi! — Exclamei ao ver os destroços em chamas dentro de seu navio decadente, o navio inimigo tinha jogado uma bola de canhão — Quando vai parar de ser tão idiota?

Mal terminei de falar e ele se virou alerta, batendo sua espada contra a minha e meu piratas e os dele continuaram a lutar, esquivando das chamas.

Olhei para o lado em alerta ao ver alguém indo na direção de Jennie e gritei de dor ao sentir um corte ser desferido em meu braço, cortes de raspão são até mais dolorosos!

Olhei outra vez preocupado e vi quando Chaeyoung praticava estraçalhou o pirata, que era de sua própria navegação, que tentou atacar Jennie, salvando a vida da princesa.

— Como se eu fosse prever que eles apareceriam aqui! — Yoongi exclamou como se fosse óbvio quando desistimos de lutar, tínhamos uma preocupação muito maior agora e por mais que ele fingisse ser desumano, eu sabia que ele se importava demais com sua sobrinha para vê-la morta pelos soldados de Mendácio. E nós dois sabíamos que era exatamente isso que iria acontecer.

— O que faremos?

— Morremos! — Arregalei os olhos ao ouvir a fala de Yoongi.

— Ficou louco?! Esse é um péssimo plano! — Falei como se fosse óbvio.

— Não literalmente, idiota! — Disse revirando os olhos — Deixamos que eles naufraguem esse navio ridículo, que mais está para uma canoa! Nos entregamos e com certeza seremos sentenciados à forca, é aí que fugimos! — Yoongi me contou, garantindo que só eu ouvisse – Escuta, sei que se lembra de JR.

— O feiticeiro do mar negro? — Perguntei confuso, ele assentiu – O que tem a figura?

— Ele me forneceu algumas toxinas na minha última viagem e acredite, são caras demais para eu gastar com vocês, mas é nossa única saída, considere meu ato como feito para o bem maior.

— Espera, é aquela toxina que paralisa os músculos? — Concordou. Eu a conhecia bem, foi essa toxina que Jinho utilizou quando se fingiu de morto para que os guardas não o matassem. Garoto experto.

— Na teoria ao tomarem uma gota dessa toxina, seria suficiente para aparentarem estar mortos e como a toxina paralisa seus membros, em teoria vocês não morreriam enforcados, já que não estariam respirando.

— EM TEORIA?! — O encarei incrédulo.

— Sim! Olha, eu sei que as chances são mínimas, mas é nossa única escolha! Ou fazemos isso, ou morremos!

Yoongi estava certo, nós não tínhamos muita escolha e agora parecia ser uma perigosa, mas boa via, era nossa única saída e assim que ele terminou de me explicar todo o plano eu reuni Jimin, Woozi e Lisa e os expliquei o mínimo e então nos rendemos.

Jennie, a princesa perdida, também foi levada junto conosco e mal subimos a rampa do navio real e aqueles malditos nobres terminaram de explodir Loki, naufragando-o e junto de si, o resto de sua tripulação.

”Você, você

Vem pra' árvore?”

Cantamos o último verso daquela proibida canção, incertos do que estávamos fazendo e cheios de medo, pois sabíamos que ou nós sobreviveríamos ou morreríamos e era muito tarde para voltar atrás.

Então respiramos fundo antes de repetir aquela ousada pergunta e fechei os olhos ao sentir meu coração desacelerar e eu entrar cada vez mais em um sono profundo conforme o nó da forca apertava em meu pescoço antes de cairmos, sabia que a qualquer momento o carrasco puxaria a alavanca para tirar o chão de nossos pés no momento exato de nossa execução, mas eu nunca cheguei a saber a sensação de ser enforcado, pois meu coração parou muito antes disso e quando caí, já estava desmaiado e aparentemente, sem vida.

Abro os olhos novamente em desespero e me movo numa tentativa falha de levantar ao me sentir totalmente sem fôlego, como se tivesse passado horas debaixo d’água sem respirar. Percebo que estou dentro de um saco e me estico ao máximo para abri-lo antes que eu morresse sufocado, eu odiava lugares pequenos.

Respiro aliviado quando consigo rasgar o saco com a faca que peguei ao esticar minha mão até meu cinto, engraçado que não desarmaram o corpo.

Saio completamente de dentro daquele maldito saco e olho ao meu redor, estava escuro e provavelmente era madrugada.

— Droga... — Murmuro ao ver mais sacos como o meu no chão em formato de corpos, abaixei-me e tentei abrir um por um, quase tendo um infarto ao sentir uma mão em meu ombro.

— Calma, calminha — Yoongi riu da minha cara amedrontada — Sou só eu, eu disse que voltaria — Falou me ajudando a tirar meus amigos desacordados de onde estavam.

— Eu já acordei, por que eles não? — Perguntei, sentindo minhas mãos tremerem, ainda parecia uma péssima ideia.

— Calma, cada corpo reage de uma maneira diferente... — Disse e Lisa acordou com o mesmo desespero que eu assim que ele terminou de falar, sendo seguida por Woozi e aos poucos Jimin e Chaeyoung também despertaram.

O plano tinha dado certo.

— Eu disse! — Yoongi sorriu convencido.

— Você tinha razão... — Rendi-me — Obrigado, Yoongi, salvou a todos nós. — Disse sincero enquanto o olhava e ele parecia feliz ao ouvir isso de mim. Talvez, em um futuro distante, nós poderíamos até ser amigos. Mas isso claro, muito longe estava de acontecer.

Todos recuperados levantaram e seguimos Yoongi até os cavalos que ele nos tinha providenciado e pediu desculpas ao dizer que não poderia ir conosco, disse que tentaria despistar qualquer suspeita e se manteria alerta em Mendácio, indicando-nos a velha e boa terra vizinha que tanto conhecíamos. A nação de Prússia.

Estávamos exaustos e cavalgar durante a noite foi bem cansativo, mas depois de Sororibus, Prússia ficava bem próxima, então, com poucas pausas, chegamos na aldeia que que eu conhecia tão bem pouco antes do meio dia.

Seguimos até a casa de uma velha conhecida, que só me proporcionou uma única coisa boa ao conhecer e que agora nós pedíamos por ajuda.

— Papai! — Vi quando a garotinha que eu amava tanto me localizou e veio correndo de encontro a mim.

— Oi, meu amor! — Cumprimentei com meu sorriso paternal, pegando-a em meus braços — Olha como você cresceu! — Observei a pequena, que parecia maior, mas realmente, eu quase nunca a via. Uma das partes ruins de ser um pirata.

— Xim! Agola eu sou quesidinha! — Exclamou feliz, sorrindo, mostrando seus pequenos e poucos dentinhos que começavam a crescer.

— Estou vendo, meu amor, estou vendo... — Suspirei, eu sentia tanta falta de Yerin, só queria poder vê-la todos os dias, temia que com o tempo ela fosse esquecendo de seu pai. — Onde está sua mãe? — Perguntei e de repente ela murchou sua expressão.

— A chata tá em casa. — Falou cruzando os bracinhos, ela não gostava muito de sua mãe, era verdade.

— Vamos lá — Ri, pegando sua mão, indo até a casa de Irene.

— Licença! — Gritei, entrando na casa de Irene, sabia que ela odiava visitas indesejadas, mas eu não me importava muito.

— De volta á casa da bruxa... — Jimin murmurou ao meu lado, é claro que ele viria comigo.

— Taehyung? — Irene me chamou, parecendo surpresa e então sorriu, correndo ao meu encontro, abraçando meu corpo — Você voltou! — Exclamou feliz, apertando-me.

Apenas botei minhas mãos em seus ombros e a afastei, olhando para si com desdém, não acredito em sua falta de noção.

— Coragem, porque noção... — Jimin falou ao meu lado, irritando a mulher.

— Por que veio? — Cruzou os braços e fez sua típica expressão de desgosto, demonstrando que sua última ação fora pura farsa, como sempre era.

— Sobretudo vim ver minha filha — Falei seco, tornando óbvia a situação — E depois, precisamos de um local para ficar e já que essa é uma das minhas casas... Não estou te expulsando, apenas avisando que você terá companhia.

E assim os dias se passaram, Irene não podia fazer nada senão concordar.

Eu conheci Irene há alguns anos, pensei que ela fosse uma boa pessoa, nós ficamos e ela ficou grávida de Yerin, mas depois inventou que tinha perdido a criança, para que eu nunca a conhecesse, foi então que eu tomei as medidas apropriadas e permiti que Irene morasse em uma de minhas casas para cuidar de Yerin, já que eu não podia, pois o mar era muito perigoso para minha filhinha de três aninhos.

— Não me segura, eu vou matar essa idiota! — Ouvi Lisa gritar com uma faca na mão, enquanto Jimin a segurava e Woozi segurava Chaeyoung.

Aquela era mais uma de suas brigas e fazer com que elas passassem a trabalhar juntas não foi nada fácil, pois tinham suas diferenças e ressentimentos. Mas eu fiz com que elas conversassem e se resolvessem.

Acabaram descobrindo que tinham coisas em comum, como o amor pelas irmãs Kim e parece que a partir daí elas viraram amigas para todo o sempre.

Chaeyoung pediu ajuda até a mim, pois estava apaixonada por sua irmã e tivemos que passar um bom tempo tentando convencê-la de que estava tudo bem, pois elas não eram irmãs de sangue. Não foi uma tarefa fácil e o ano que passamos escondidos foi um inferno.

Nós ainda tínhamos pesadelos com a armadilha, eu sentia falta de Jungkook como nunca senti de nada antes e jurava que eu daria Irene para os peixes comerem se ela desse em cima de mim mais uma vez.

Nós queríamos voltar, era nosso maior desejo, rever nossos companheiros, as pessoas que amávamos. Jimin me enchia o saco para voltarmos ao Caribe, não importa, nós queríamos voltar de qualquer jeito. Mas simplesmente não podíamos.

Pois sabíamos que estávamos sendo caçados e isso colocaria a vida de todos em risco outra vez e não queríamos isso. Então tivemos que permanecer escondidos.

Mas então Jisung apareceu na aldeia onde estávamos, aquele garoto era incrível, sempre chegava rápido nos lugares e eu nunca descobriria o porquê.

— Jungkook foi capturado pelos guardas do palácio e Yugyeom ordenou sua execução. — Aquela frase fez meu mundo desabar outra vez.

Pensei que ficando longe de Jungkook ele estaria a salvo, longe de problemas, longe do perigo de meu mundo. Soube até que ele estava em Testabanto com o rei e pensei que ele estivesse seguindo em frente, mas eu estava errado. A vida dele, mesmo estando longe de mim, ainda estava em risco e eu daria minha vida, mesmo por uma terceira vez, para salvar a sua.

Foi então que eu decidi, estava na hora de voltarmos depois de um longo ano.

Foi com dor que me despedi de minha filha e nos apressamos em partir, não poderíamos chegar tarde demais, então não descansamos nenhum minuto até que nossa chegada em Mendácio fosse concluída. Mas não poderíamos simplesmente atacar, então tivemos que nos mascarar e nos disfarçar na multidão, enquanto esperávamos o momento exato para atacar.

Colocamos máscaras e mantos e armas por debaixo deles.

Vi quando o carrasco trouxe Jungkook acorrentado até o pedestal e vi perfeitamente a tão conhecida tatuagem de uma rosa em seu pescoço, ele tinha se tornado capitão em minha ausência e estava tão diferente que eu me perguntei instantaneamente se eu o tinha arruinado, mas suponho que o fato de ele estar prestes a ser executado tenha respondido minha dúvida.

E ele estava completamente mudado, suas feições eram mais maduras e ele mantinha um sorriso sarcástico, seu corpo também estava mudado, ele estava mais forte e seus cabelos estavam muito maiores desde a última vez que eu o vi, quase cobrindo seu rosto, pois seus longos fios molhados iam até além do final de seu queixo.

Ele se ajoelhou de frente para o descanso de cabeça e vimos quando o carrasco começou a preparar a foice, estávamos esperando pelo momento certo e quando este chegou, Jimin já estava com uma de suas flechas engatilhadas, só esperando minha ordem para que ele soltasse seu cabo e desse uma flechada certeira e mortal no carrasco, fazendo com que ele caísse no chão e isso aconteceu, conforme meu plano.

Woozi e Chaeyoung jogaram as garrafas de álcool com um pano em chamas dentro para longe, provocando duas explosões instantâneas, devido ao conteúdo inflamável da garrafa.

Lisa e eu saímos em disparada dentro da multidão e os outros se aproximaram para lutar contra os guardas enquanto eu corria para o pedestal para salvar Jungkook.

— Eu prometi que voltaria para você, meu amor. — Sorri e beijei-o, sentindo seus lábios de que tanto senti falta colados aos meus. Mas, aquele efêmero instante deveria ser ainda mais curto, pois nossas vidas ainda estavam em jogo.

Assim, eu o entreguei uma espada tempo depois e continuamos ali por mais alguns momentos, derrotando alguns guardas para que isso nos desse mais tempo para fugir.

Quando chegamos ao navio, todos ficaram chocados com nossa volta e tivemos um momento de reencontro para matar a saudade.

Podia jurar que uma lágrima quase desceu de meu rosto ao ver Jinho e Woozi abraçados, chorando no ombro um do outro. Aqueles dois precisavam demais um do outro, eles só precisavam perceber isso e eu acho, que a dor de ficar longe do outro, talvez tenha tido sua contribuição.

Procurei Jungkook no meio de todos e o vi conversar com Lisa e Chaeyoung, resolvi tirá-lo dali e aproveitar mais junto de si, eu quase morri pela quarta vez só por ter ficado longe de Jungkook e estava prestes a confessar tudo o que eu sentia por ele e fazer uma pergunta mais atrevida do que tudo o que eu tinha feito na vida quando Jinho nos interrompeu e nos chamou para almoçar.

O que nos traz ao presente momento, quando todos estavam chocados com tudo o que eu tinha acabado de contar e vez ou outra Jin tinha se engasgado com a pipoca que comia.

— Jungkook... — Chamei, olhando em seus olhos, já ciente de que ele provavelmente agora desejava que eu estivesse morto ao saber da existência de Irene e Yerin, mas eu me sentia bem, por finalmente ter contado isso a ele, só me castigava por ter demorado tanto tempo.

— Isso... — Jin pigarreou — Isso foi uma jogada de mestre! – Falou atônito.

— Tenho que admitir, nunca pensei que Yoongi fosse tão experto. — Namjoon sorriu — Fico feliz que ele tenha mudado e ajudado vocês.

— Mas uma pergunta ainda fica... — Um estranho, que eu logo conheci por Yeonjun, um garoto bem atrevido, perguntou — Quem vai ser nosso capitão?

Todos concordaram com a pergunta, ansiosos pela discussão.

— Assim — Um outro, chamado Taehyun, se pronunciou — Eu acho que deveria ser o Jungkook, ele foi um ótimo capitão para nós nesse ano que estivemos aqui.

— Eu concordo, mas... — Beomgyu, que tentava falar comigo desde a hora que eu cheguei, começou a falar — Taehyung é uma lenda! Foi por ele que eu quis vir para o Dionysus, Jungkook é um ótimo capitão e tem meu respeito, mas o Taehyung...

— Eu tenho uma ideia... — Kai, ou Kae, falou, antes que os outros três começassem uma briga — Por que não trabalham juntos os dois? — Disse e de repente os outros se calaram.

— É uma ótima ideia — Concordei — E estou disposto a isso, se você quiser, Jungkook, se não, o navio é todo seu. — Falei encarando Jungkook, que subiu seu olhar até o meu por debaixo de seus longos fios desarrumados e me lançou um olhar que eu simplesmente não pude decifrar, ele estava sério e pensativo e eu não fazia ideia do que ele tinha em mente.

— Tá bom. — Disse e se levantou, tentei ir atrás dele, mas Jinho me impediu.

— Dê um tempo a ele. — Disse e eu concordei, sabia que eu tinha jogado uma bomba em cima de Jungkook, ele precisava de tempo.

— Gente, gente! — Vimos Jisung correr a rampa apressado, vindo em nossa direção — Eu tenho um... Aviso... — Falou ofegante.

— O que aconteceu? — Perguntei ao levantar do chão assim como os outros.

— Isso... — Disse, entregando uma folha a nós. Não pude evitar rir em descaso com o aviso real.


AVISO

“Os reinos estão sendo invadidos por uma espécie nova de ladrões, estão cercando os litorais com seus navios e se denominam piratas.

Os reis dos reinos Sororibus e Mendácio decidiram que vão se unir para combater esse perigo que nos ameaça diariamente.

Passamos desde já a investigá-los e capturá-los, as execuções começarão de imediato e depois mandaremos nossas tropas para ajudar nossas províncias caribenhas a também dar um fim nessa praga lá e em suas adjacências.

Por prioridade, temos foco em capturar as tripulações “Dionysus, Loki, Atenas e Poseidon” por serem vistas como as maiores ameaças.”

Assinado: Rei Jeon Yugyeom


— Esse cara nem é rei ainda! — Namjoon falou indignado — É tão estúpido! Será que não percebe que ele naufragou Loki no ano passado?! É capaz de nem saber quem somos.

— Ele sabe. — Falei — Sabem que estamos vivos, Yoongi tem uma nova tripulação, era a ela que Yugyeom se referia.

— O que faremos? — Jimin perguntou.

— Icem as velas — Falei — Nós precisamos zarpar, agora! Jisung, sinto muito, terá que partir agora se não quiser acabar indo conosco. — Falei para o garoto e ele assentiu, começando a correr seu caminho de volta antes que levantássemos a rampa — Avisem a Jungkook sobre o ocorrido.

— Eu já sei. — Ouvi a voz de Jungkook vinda detrás de mim. — Yeonjun, trace um curso para Testabanto, se todos nós estamos ameaçados, então é melhor que fiquemos juntos.

— De imediato, capitão. — Yeonjun assentiu. Não pude deixar de ficar impressionado com a seriedade e objetividade de Jungkook, o posto de capitão encaixava perfeitamente em si.

— Jungkook... — Chamei incerto.

— Não estou bravo, Taehyung. Vamos falar sobre quando nossa tripulação estiver a salvo. — Falou, indo em direção ao leme, já sabendo o que eu iria falar.

Dionysus percorria o mar rapidamente e todos trabalhavam incansavelmente para que chegássemos em nosso destino antes que fosse tarde demais.

E felizmente conseguimos, sorte a nossa Atenas estar em uma terra vizinha.

— Hwasa. — Jungkook chamou, fazendo uma reverência.

— Jungkook. — Ela saudou o mais novo. — Taehyung?! — Chamou surpresa.

— Longa história. — Hwasa assentiu — Temos um problema, imagino que já saiba. — Jungkook falou — Quero que lute ao nosso lado.

— Nós lutaremos. — Viramos para trás ao mesmo tempo ao ouvir outra voz e assumimos uma expressão confusa diante da figura encapuzada.

— Quem é você? — Jungkook perguntou.

— Ah, você me conhece bem... — A mulher retirou o capuz, revelando seu rosto. — Filho. — Sorriu e olhou para Jungkook, que a encarou incrédulo e boquiaberto.

— Mãe?! — Jungkook exclamou — O que está fazendo aqui?!

— Ele é seu filho, Chaerin? — Hwasa perguntou — Faz sentido — Disse sorrindo.

— Há muitas coisas que eu preciso te contar, Jungkook. — Chaerin disse com toda sua plenitude, sorrindo para seu filho como se não tivesse acabado de revelar que a rainha de Mendácio trabalha com piratas.

Mas mal tivemos tempo de questioná-la quando guardas invadiram o navio e apontamos nossas armas para eles, subjugando-os.

— Parem! — Jungkook gritou — Soltemo-los, não estão reagindo contra nós — Ordenou e todos soltaram os guardas, que também jogaram suas espadas ao chão e levantaram suas mãos. — Onde está seu oficial?

— Aqui. — Disse um deles, aparecendo no meio de todos com uma feição séria, vi quando Yeonjun riu baixo ao meu lado.

— Soobin? — Jungkook chamou — O que querem aqui?

— Meu irmão quer vê-los, agora. — Disse, sinalizando para o castelo.

— Posso ir também? — Yeonjun murmurou ao meu lado.

Pensei que Jungkook resistiria, assim como as piratas de Atenas, mas todos apenas assentiram e não tivemos outra escolha senão segui-los para o castelo.


JUNGKOOK


Parece que finalmente eu teria meu reencontro com Eunwoo, que péssima época para ter mandado aquela carta...

Quando fomos levados para o castelo, pensei em todas as possibilidades, menos o que realmente aquilo significava.

Chegando ao salão principal me deparo com Eunwoo de costas, olhando para uma mesa de mapas, junto de Moonbin, o rei de Etrúria.

— Eunwoo. — Chamei e ele se virou, parecendo não ter percebido antes que estávamos ali.

— Jungkook! — Chamou — Imagino que já conheça Moonbin — Assenti e nos cumprimentamos, apertando as mãos.

— Por que nos chamou? — Perguntei.

— Já sabemos sobre a ameaça de seu irmão e nenhum de nós concorda nenhum pouco com isso, estamos do lado de vocês. — Falou e eu pude respirar aliviado.

— É verdade — Moonbin se pronunciou — Piratas nunca foram um problema em meu reino, conheço muitas tripulações e sempre os deixei livres para navegarem, claro que existe um caso aqui e ali de um roubo, mas na maior parte do tempo eles nos ajudam e muito!

— Sem falar que é evidente que a sua extinção será uma desvantagem econômica enorme para muitas nações já que os piratas são responsáveis por grande parte de nossas exportações, vocês são de grande ajuda para nós. Não vemos porquê executá-los de forma tão bárbara. — Eunwoo completou — Eu contatei Aron, mas infelizmente a Prússia não compartilha de nossa mesma visão, então eles combaterão os navios piratas existentes lá assim como seu irmão, sinto muito.

— Concordamos também que não queremos que isso se torne uma guerra enorme, então não mandaremos muitas tropas, até porque nossos homens também não concordariam muito, sinto muito por isso. — Assenti, era deveras compreensível e eu ficava feliz apenas por saber que tinham nobres do nosso lado, prova de que nem todos são repugnantes e nojentos como o imprestável de meu irmão.

Ficamos no castelo durante mais algumas horas, discutindo as estratégias de batalha que tínhamos. Contamos aos reis sobre o terrível massacre no ano passado e sobre como Taehyung e os outros conseguiram sobreviver, quando vimos já estava anoitecendo e decidimos voltar para os nossos navios, tendo a garantia de Eunwoo que alguns de seus homens ficariam de guarda caso fôssemos atacados. Nós precisamos descansar, já que estava próxima a batalha para dar um fim de uma vez por todas nos conflitos entre nobres e piratas, seja que fim isso tenha.

À noite, resolvo ir para a praia, que estava vazia, e entro na calma água sem minhas roupas, apenas tomando um banho superficial enquanto pensava sobre tudo.

“Ele tem uma família...” Pensei, encarando os céus, eu não era nada comparado a família que ele tinha. Não queria atrapalhar isso.

“Minha mãe é uma pirata!” ri com a ironia, durante toda a minha vida eu me senti deslocado, não me encaixando no meio dos outros nobres e agora fazia tanto sentido, o modo como eu me acostumei a ser um pirata rapidamente.

Era parte do meu sangue, meu destino.

“Vamos morrer, outra vez” depois de um ano nós perderíamos mais dos nossos, eu sabia que não sairíamos ilesos, sabia que ganhando ou perdendo muitos de nós irão se despedir, muito provavelmente eu esteja entre eles, sou o alvo principal. Maldita birra infantil de meu irmão idiota.

— Jungkook... — Ouvi a voz grave tão conhecida por mim quase que rente ao meu ouvido — Em que está pensando? — Taehyung perguntou, deixando um selar casto em meu pescoço e se dirigindo até ficar de frente para mim.

— Em tudo. — Falei, ainda encarando a Lua.

— Ei, sinto muito por não... Não ter te falado sobre Yerin, eu iria te falar! Ia apresentar vocês dois quando voltássemos do Caribe, mas... — Riu soprado — Isso não aconteceu.

Suspirei — Quantos anos ela tem? — Perguntei, tentando quebrar o péssimo clima entre nós.

— Quase quatro.

— E essa... Irene? — Eu sabia que em algum ponto eu teria que perguntar, aquele nome estava remoendo em minha mente.

— Ah... Ela... Irene não passa de uma golpista, sempre mentindo para ganhar algo dos outros. Foi assim que a conheci, com mentiras. Imagine minha dificuldade em acreditar que ela estava mesmo grávida! Acredite ou não, ela fingiu até que tinha perdido o bebê e até quis vendê-lo para tirar alguma vantagem disso, mas mudou de ideia bem rápido quando eu disse que tinha uma casa na Prússia, onde ela poderia viver desde que cuidasse de meu filho. — Absorvi devagar cada informação, então eles não eram uma família e Taehyung não tinha outra paixão em sua vida.

— Ah... — Falei depois de uns segundos, não conseguindo conter um sorriso mínimo — Eu pensei que...

— Eu sei o que você pensou! — Taehyung riu, aproximando-se, segurando meu rosto em suas mãos — Jungkook, você é... Tudo pra mim. — Falou, deixando um selar casto em meus lábios — Você me perdoa?

Não era a primeira vez que escondíamos uma vida do outro que o chocaria, pelo menos ele me contou.

— Só se você me perdoar — Sorri sem graça — Eu meio que... Fiquei com Eunwoo... Algumas vezes... — Falei cabisbaixo, tampando meu rosto em vergonha, sentindo a risada de Taehyung acima de mim.

— Está tudo bem, meu amor, você não sabia que eu estava vivo, não tem porquê ser fiel a um fantasma! — Brincou.

— Eu te amo, Taehyung. Só a você e mais ninguém. — Declarei, envolvendo seu pescoço com os meus braços.

— Eu também te amo, Jungkook. Para sempre e todo o sempre. — Sorriu uma última vez antes de aproximar seu rosto do meu e me beijar lentamente, obedecendo o ritmo natural das ondas onde nossos corpos desnudos estavam parcialmente imersos.

Taehyung e eu éramos sempre assim, enquanto eu estava um caos, ele sempre estava tranquilo e chegava para me acalmar. Ele era como a Lua e eu o mar.

Se ele se afastar, eu fico como um louco, minhas ondas podem inundar tudo ao redor, mas se ele volta a ficar perto de mim eu fico calmo novamente.

Assim era a Lua com o mar, pareciam opostos, mas se completavam tão perfeitamente como nada nunca antes se completou.

Beijar Taehyung era como estar mergulhado em água, boiando sobre as calmas ondas, sentia seus lábios pousarem sobre os meus e os puxarem, ora mais lento, ora mais curto e sua língua sobre a minha compartilhava da mesma serenidade.

Sentia suas mãos passearem pelo meu corpo, puxando meus cabelos ao tirá-los de meu rosto e as descendo por minhas costas, até chegar na parte de meu corpo que estava abaixo d’água, apertando-me e também a minha coxa, puxando-a para cima da água, colando mais meu corpo sobre o seu, fazendo-me sentir sua sutil ereção.

Arfei ao sentir aquele contato mais íntimo e descontei essas curtas sensações no couro cabeludo de Taehyung. Ele arranhava e puxava minha coxa com força, fazendo nossas peles atritarem e meu corpo esquentar junto da água, isso tudo enquanto seus lábios estavam colados sobre os meus.

Antes que eu percebesse, ele estava puxando as duas partes de meu corpo para cima e eu tomei impulso para ficar em seu colo, rodeando sua cintura com as minhas pernas, sentindo seu corpo subir e descer no meu ao passo que eu subia e descia em seu colo, friccionando nossos membros.

Não me cansava de dizer o quanto eu senti sua falta, falta dos seus beijos, seus toques, sua pele contra a minha, o calor que nossos corpos emanavam ao se encostarem.

Soltei seus lábios em um gemido sôfrego, sentindo-me latejar enquanto ele descia sua boca para meu pescoço, desferindo beijos e mordidas que com certeza deixarão sua marca para contar sua história.

Nós dois sabíamos que talvez amanhã um de nós, ou os dois, não estaria mais aqui, nossos corpos sabiam disso e de alguma forma estavam tentando se despedir como não fizeram da última vez, nós estávamos nos tocando como se fosse a última vez.

Se eu tivesse a absoluta certeza que era essa a última vez que eu o tocaria, jamais teria o soltado.

Senti Taehyung se abaixar sutilmente enquanto me abraçava para nossos corpos e nós dois entrarmos nessa brincadeira ao entrarmos completamente na água, ficando inteiramente molhados, mas mal esse momento passou e já voltamos a nos abraçar novamente, ignorando completamente o resquício de gosto salgado em nossa boca, que sumiu rapidamente, deixando espaço apenas para o doce gosto de Taehyung.

Senti quando a mão de Taehyung desceu até nossos falos até então esquecidos e começou a masturbá-los, fazendo-me gemer baixinho e rente aos seus lábios enquanto nós dois olhávamos para baixo e assistíamos o que ele estava fazendo.

Eu sentia que poderia chegar ao limite só de ouvir seu grave tom de voz gemendo em meu ouvido e seus dentes mordendo sutilmente o lóbulo de minha orelha, levando-me a extremos num misto de prazer e insanidade que eu só poderia reconhecer como o desejo em sua forma mais crua.

Encarei Taehyung por alguns segundos e mordi seu lábio inferior quando afastei sua mão de seu membro e o introduzi para minha própria entrada, sentindo-o me invadir de uma vez, parecendo só me lembrar ali da dor que isso causava, mas a esse ponto isso não era um real problema.

Continuei beijando Taehyung enquanto realizava movimentos de sobe e desce em seu membro, ora lento ora mais rápido, intercalando junto do doce som de nossos gemidos combinados com o barulho do mar.

Mesmo eu estando em cima de si, Taehyung conseguia manter seu controle e investir forte em mim enquanto segurava meu quadril, acertando meu ponto erógeno repetidas vezes, fazendo com que eu gritasse insanamente e sabia que ele sentia o mesmo que eu.

Nossos movimentos se tornavam cada vez mais rápidos e mais necessitados e o suor descia pelo nosso corpo, tinha que segurar firmemente nos ombros de Taehyung para não cair para trás e eu o encarava fixamente enquanto eu o sentia me preenchendo com toda a força que conseguíamos e nossos gemidos saíam numa perfeita sinfonia. Tão bela que nem o melhor dos músicos teria um dia conseguido compor algo melhor.

Sentia meu ápice cada vez mais próximo enquanto me masturbava e sabia que Taehyung também estava perto, nós resolvemos desacelerar nossos movimentos para que nosso momento durasse ainda mais e nos movimentamos com extrema lentidão que tão senão mais prazeroso que o que fazíamos antes e chegamos ao nosso limite juntos, gemendo um na boca do outro, sem que parássemos aquele beijo enquanto eu sentia meu próprio líquido sujar minha mão e o líquido de Taehyung descer por minha entrada e se misturar com a água.

— Eu te amo... — Taehyung disse após nos separarmos, ri do jeito manhoso que ele sempre ficava quando fazíamos o que tínhamos acabado de fazer, até disso eu senti falta.

— Eu também te amo. — Falei, depositando um selinho em seus lábios — Vem, vamos voltar para o navio, precisamos dormir, precisamos estar bem acordados amanhã, pois teremos uma longa e séria conversa com os outros, principalmente com a minha... Mãe. — Falei, ainda era estranho imaginar minha mãe envolvida no meio de todo aquele cenário.

Taehyung apenas assentiu e corremos para buscar nossas roupas na praia e depois de nos vestir, continuamos conversando durante todo o percurso.

Mas tão logo chegamos em nossa cabine e nossas roupas se fizeram desnecessárias outra vez e adormecemos pouco depois apenas com os lençóis nos cobrindo.

Acordo na manhã seguinte meio alerta, ciente de que eu estava atrasado para meus afazeres.

“Droga...” mas rapidamente minhas preocupações foram desaparecendo, deixando espaço para minha imensa felicidade ao olhar para o lado e ver Taehyung dormindo serenamente em minha cama, com suas costas nuas e seus quadris mal cobertos. Apenas fiquei ali mais alguns momentos apenas o observando.

Taehyung era simplesmente perfeito.

Mas tudo o que é bom dura pouco e tive que acordá-lo, antes que Jinho brotasse do chão para nos avisar sobre algo, como sempre acontecia.

Taehyung e eu trocamos mais alguns beijos antes de sair, não queríamos tão cedo nos soltar.

— Bom dia! — Saudei a todos ao me dirigir a sala de reuniões, onde algumas tripulantes de Atenas me aguardavam, assim como de minha própria tripulação.

— Boa tarde, né! — Jimin exclamou irônico e eu apenas resolvi ignorar seu tom maldoso.

— Mãe. — Cumprimentei-a, recebendo um sorriso amável dela, logo ela me contaria tudo o que eu precisasse saber.

— Jungkook — Hwasa, a capitã, chamou — Conseguimos entrar em contato com algumas tripulações que concordaram em nos unirmos, Yoongi também lutará conosco — Sorri satisfeito — Mas ainda precisamos falar com a tripulação de Etrúria... — Disse pensativa.

— Há uma tripulação em Etrúria? — Perguntei confuso, não conseguindo me lembrar de nenhum navio pirata em minha última viagem, mas também, eu não era muito atento.

— Vejo que não sabe das notícias — Ela sorriu — Sim, há uma tripulação em Etrúria.

— E bom, nós os conhecemos? Quem são, afinal? — Perguntei, ansioso para saciar minha curiosidade. Pelo tom de voz da capitã, eu podia imaginar que era uma grande tripulação.

— Jungkook. Poseidon está em Etrúria.


Continua...



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