História Castelo de sangue - Capítulo 1


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Categorias Bleach
Personagens Ichigo Kurosaki, Orihime Inoue, Personagens Originais, Rukia Kuchiki, Ulquiorra Schiffer
Tags Bleach, Mundo Alternativo, Suspense
Visualizações 11
Palavras 1.765
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite gente, demorei para estar postando essa história pois estava sem criatividade
Mas agr eu vou voltar a reescrever e mudar poucas coisas dos capítulos q ja tinha.
Boa leitura 💙

Capítulo 1 - Capítulo 1


Me chamo Ulquiorra Schiffer, moro em uma mansão bem grande e luxuosa a anos. Eu já fui um humano normal e patético, até ser amaldiçoado por um velho mago, por causa disso fui trancafiado aqui, nesta mansão banal, matando seres humanos e fazendo de seus sangues meus doce vinhos.

Junto dessa maldição perdi o que humanos chamam de coração e sentimentos. Nunca em minha vida levei isso em diante, coisas do “coração” são para humanos mesquinhos e ingénuos que precisam de algo para acreditar e não se sentir inúteis. Só acredito em que meus olhos vêem, e se isso existe por que não vejo?

(...)

Saindo de seus aposentos apenas com um roupão verde escuro ele vai caminhando até a janela, ainda esta cedo mas seu instinto diz que seu dia sera magnífico

Após uma breve estéria ele resolve dar uma caminhada pelos fundos de sua casa

Orihime 

Estava deitada em meu quarto fitando o teto – hoje esta um tédio, preciso fazer algo de útil – dito isso vou ao banheiro tomar um banho e escovar os dentes, quando acabo me enrolo na toalha e volto para o quarto parando em frente ao guarda roupa

Coloco um vestido até a metade das coxas rodado nas cores roxo e avermelhado. Um sobre tudo cinza na altura do joelho e uma sandália simples branca. Com isso vou atrás da minha bolsa, coloco o celular junto da carteira e chaves, rumo a saída da minha casa e vou ao mercado

(...)

Já estou a alguns minutos andando, até perceber que me perdi – ok Orihime... d-deu merda – digo um pouco assustada, pego o celular e jevo que já são 18:45, como não tenho muitas escolha a única opção é seguir em frente, e foi o que fiz.

Depois do que pareceu ser 30 minutos de caminho encontro uma mansão enorme – estou muito cansada e com uma baita fome, preciso descansar – digo em um sussuro e vou atrás de uma campainha

-não tem, acho que posso entrar assim mesmo, se tiver alguém é só explicar o porque estou invadindo – com um sorriso trémulo no rosto, resolvo abrir o portão, que por alguma ironia já estava aberto!

Ulquiorra

Estava no grande salão sentado em minha poltrona azul escura, até ouvir o som vindo da entrada e rapidamente me escondo atrás de uma porta qualquer.

Jevo uma moça muito bonita, ruiva, belas curvas e seios fartos, sua feição é de cansada e facinada. “Mas que diabos é isso!”

-alguém...? – diz ela me tirando de meus devaneios, Oh Deus, que vós mas doce e encantadora, incrívelmente perfeita.

-moche mocheee – ela diz em um tom mais alto e vai até a cozinha em passos lentos e um olhar observador - que absurdo, como consegue manter calma diante de uma situação assim? Interessante.

-mesmo assim, acho que a janta chegou mais cedo do que imaginava – dou um sorriso de canto, com uma pitada de malícia.

Orihime

Quando entrei aquela cozinha, parece que minha fome almentou de um jeito absurdo, procuro algo para sentar até ver uma enorme mesa e muitas cadeiras – engraçado, uma mesa enorme desta e nada para comer!? – digo com uma leve careta e vou me sentar.

-ainda bem que consegui passar no mercado e comprar uns lanches, se não estaria morta agora – dou uma pequena risada e pego um sanduíche da minha bolsinha.

Quando eu iria colocar na boca escuto o barulho de coisas caindo no chão, e como sou nada curiosa fui ver o que era, e quando olhei era nada

-calma, é o medo menina, ta tudo bem – digo voltando ao meu lugar.

Estudo outro barulho e vou de novo ver o que é, mas desta vez resolvi abrir a porta, e nada outra vez. E quando viro esbarro em algo e vou ao chão, caindo de bunda.

Quando olho para cima pra ver quem foi que me derrubou me deparo com a criatura mas linda que já vi no mundo, tão magnífico que confesso que me deu medo, aquele ar sombriu e tudo mais era assustador... espera ai!? Lágrimas verdes? Isso só pode ser brincadeira, ele fez uma tatuagem de lágrimas??? Okay Okay! Continua lindo...

-O que faz aqui?

-KIIIAAA, QUE VOOOZ SENSUAL, se não fosse de medo, com certeza eu molharia minha calsinha – digo em pensamento, que perversão toda foi essa?? Gente, que inapropriado!!!!

(…)

-não vai me responder garota? – ele disse em um tom mais alto desta vez, fazendo Orihime se assustar, mas nada visível

-me desculpa invadir sua casa, mas estou perdida e aqui foi a única opção que tive, mas se estiver lhe atrapalhando posso ir embora – ela diz se levantando mas escorrega, e volta a ir ao chão de novo.

-...hn... sente-se – ele vai indo até uma das cadeiras e faz sinal para que ela santa-se

-HAI

Orihime fica paralisada, toda tremula e com medo, mas se assusta com o som assustador de sua barriga roncando!

Ela fica super vermelha de vergonha e vai pegar algum lanche em sua bolsa.

Enquanto ela come Ulquiorra analisa cada traço, cada curva, tudo nela. Ela realmente é a mulher mais linda que já viu. E pela primeira vez ele não quer mata-lá, e sim proteger ela.

-que estúpido – diz em um sussurro mas alto o bastante para a ruiva ouvir e ficar constrangida

-o que foi? – diz ela com um pouco de insegurança

-só pensei alto – diz ele

- por que estou dando satisfação a essa garota? – diz irritado em pensamento!

(...)

Depois de algum tempo ela come em silêncio, não ousou falar uma só palavra para aquele homem estranho mas magnífico ao seu lado, ela quis se jogar em seus braços e massagear seus lindos cabelos pretos. Eles parecem tão macios e pedindo por um toque de sua mão

Como um homem pode a deixar tão constrangida, até com seu doce Kurosaki-kun ela não fica assim.

Ela deu um sorriso bobo e ingênuo por lembrar do amor platônico que teve por seu melhor amigo que só a via como uma irmã, mas com um tempo ela resolveu desistir dele e seguir sua vida, mas ainda tem a amizade dele e não ira contar nada sobre esse homem com certeza

O moreno a observa atentamente, cada movimento ele capita e com certeza dormira sonhando com ela. Sua pele é delicada e como sua bochecha tem uma leve tonalidade de rosa. Viu um sorriso bobo e magnifico surgir em seu rosto angélical, ow céus, como ele quer morder essa boca até ficar inchada e ver seu rosto totalmente vermelho de prazer.

Pegando seu celular e olhando a hora ve que esta super tarde, mesmo não tendo ninguem lhe esperando ela tem uma janta a fazer ainda.

Com certo desespero guarda todos os papeis de lanches em sua bolsa, se inclina um pouco para dar um beijo de despedida na bochecha do moreno, pois ele esta sentado imóvel a observando de um jeito um pouco assustador. Depois do beijo ela percebe o que fez, foi totalmente autómato seu rosto ficar um roxo azulado pela vergonha.

-de-desculpe... e-eu já vou – diz super vermelha e vai correndo até a porta, sem perceber que esqueceu as chaves da ponta na mesa vai correndo até o enorme portão daquela casa

(...)

Caminhando em direção a uma praça se depara com um banco já desgastado em baixo de uma grande árvore e memórias maravilhosas de sua infância vem a tona, já fora a este banco quando menor, junto de seu irmão

Quando a mesma tinha dez anos se mudou para Tóquio já que ele teve uma proposta de emprego maravilhosa e foi ai que conheceu seus amigos de infância que são como irmãos até hoje.

A ruiva já teve um amor platónico por seu melhor amigo Ichigo, mas com o tempo aceitou que ele não era pra ela e seguiu em frente. Quer dizer, mais ou menos, nunca se envolveu com ninguém mesmo.

Ela observou a paisagem, a grama estava em um verde tão lindo quanto os olhos daquele moreno. Que agora não iria sair de sua cabeça a imagem dele a fitando de um jeito tão único que lhe causa cala frios maravilhosos

-Não sei como explicar o que senti com aquele olhar observando minha alma. Mas não é hora para isso, tenho que ir para casa.

Saiu de seus devaneios e foi ver as mensagens no celular e ao desbloquear a tela viu as mensagens de seu amigo

*mensagens on*


Ichigo-kun : Ruivinha? Onde está? Estou na porta da sua casa e você não aparece


Eu: Ichi-kun estou na praça, eu já já vou para casa. Quer me esperar?


Ichigo-kun: Qual praça? Me fala que vou ai lhe buscar agora


Eu: Ichi-kun, não precisa se preocupar. Já vou indo. Daqui a pouco chego.


*mensagens off*

Depois disso guardou seu celular e se levantou, vai caminhando quase que correndo até avistar sua residência e um “ruivo” muito vermelho de raiva – Eita, é hoje que escuto

Orihime

Quando ele me viu, seu olhar de preocupação sumiu dando lugar a alívio, porem ele continuava beem irritado - Vou abraça-lo, sera que...

Antes de eu terminar meu raciocínio paranóico ele me abraça muito forte. Como sentia falta de estar em um abraço assim. Quando foi a última vez?Não sei mas foi com ele

-Ruivinha, você esta bem? – Pergunta meu melhor anigo super preocupado, isso mexeu bastante comigo

-Ichi-kun... eu... dorme aqui hoje? Não quero ficar só... – digo quase que em um sussuro, mas ele ouviu. Que droga

-Minha linda – ele diz me pegando no colo e me apertando mais ao seu peito – é claro que fico com você hoje

-Obrigado por estar aqui hoje – começo a procurar minhas chaves na bolsa e não as encontro – não estou achando minhas chaves

Observo meu amigo sorrir e pegar a cópia que dei a ele e abrir a porta

-Porque não entrou antes?

-Estava esperando a dona da casa

(…)

No meio da noite eu acordo sentindo algo estranho, olho para o lado e vejo um Ichigo maravilhoso dormindo. O rosto dele esta tão cereno, com tanta paz que só de pensar que uma hora ele tera de acordar eu fico com pena. Olho no relógio no criado mudo e vejo que são 03:45 da manhã. Acho que vou comer algo

Me levanto e vou abrir a porta do meu quarto – que estranho... – com isso vou a cozinha e paro na hora quase caindo. Tento gritar mas não consigo sentir o som saindo de minha boca.

O que foi Woman – diz um certo moreno me encarando com um ar maligno. Eita, é agora que morro



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