História Castelo nas Nuvens - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Suho, Xiumin
Tags Baek!príncipe, Baekhyun, Castelo Nas Nuvens, Chan!príncipe, Chanbaek, Chanyeol, Chen, Exo, Ficção, Lay, Suho, Suho!príncipe, Sulay, Xiuchen, Xiumin
Visualizações 37
Palavras 1.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Essa história é um projeto meu e da Aline (@peachyfairy), mas ela não pretende mais escrever, não só essa, como qualquer fanfic.
Deixo meus créditos até o capítulo cinco pra ela, apesar de eu também ter escrito.
Não estou colocando ela como co-autora porque ela quer se entrar em uma nova fase onde fanfics não estão nos planos dela.
Eu planejava postar só quando estivesse escrevendo o capítulo final, mas com a notícia de que ela não pretende mais escrever, me senti na necessidade de postar pelo menos o primeiro capítulo para avisar vocês, a pedido dela.

Espero que gostem dessa história que foi escrita com tanto carinho, por nós.

Capítulo 1 - 01


Fanfic / Fanfiction Castelo nas Nuvens - Capítulo 1 - 01

Se você olhar de cima, bem de cima mesmo, até mesmo mais alto que as nuvens, você poderia ver um pequeno avião soltando fumaça, se chegasse mais perto, veria o desespero e a concentração no olhar do jovem piloto dentro dele.

O jovem se encontrava confuso e perdido em meio à pane do avião e sua turbina atingida. Não conseguia contatar torre alguma, estava no meio do mar, acima das nuvens. Sabia que na queda não havia chance de sobrevivência, e fechou os olhos com força ao que perdeu o controle do avião.

Talvez o destino o ajudou um pouco, já que ele caiu em algo macio. Extremamente macio. Mas o impacto ainda foi forte, o avião estava em pedaços, e ele? Ah, só restava a esperança. Tinha no mínimo duas costelas quebradas, o ar vinha falho para seus pulmões e ele via sangue, só não sabia de onde vinha. Fechou os olhos e pediu, para seja lá onde ele fosse parar, que fosse um lugar melhor.


Já um pouco mais longe, um jovem príncipe, próximo herdeiro ao trono, fazia seu passeio mensal pelo seu reino, afim de sempre poder ajudar seu povo. Seu coração era belo como o exterior. Afinal, fora criado na realeza.

Era com certeza um rapaz bonito, os olhos tão claros como o céu, os cabelos louros caíam sobre os ombros de modo belo e esplêndido. Andava com a graciosidade que aparentava ter, cumprimentava seu povo com um sorriso gentil e não aceitava ser acompanhado por guardas, de modo que intimidava as crianças quando o fazia. O reino vivia em paz, e o jovem príncipe sabia que ali viviam pessoas de bom coração.


Foi durante sua visita ao reino que uma criança se aproximou e falou com o príncipe, apontando ao céu, onde havia uma fumaça preta, muito mais próxima do que o vulcão da Ilha do Fogo.

— Príncipe Junmyeon, o que é aquilo? Eu estou com medo! — afirmou o garoto, o princípe, com um sorriso calmo nos lábios, respondeu que daria um jeito naquilo.



[...]



Quando o príncipe chegou ao local, depois de convocar os guardas, se assustou ao ver a tão temida fumaça sair de uma máquina estranha, tinha asas e estava claramente quebrada, ameaçando pegar fogo pela fumaça escura e densa que saía de si. Junmyeon ponderava sobre de onde aquilo viera, mas nunca havia visto nada igual, em nenhum dos reinos que conhecia.

— Levem isso para a Ilha do Fogo, lá não terá perigo para os cidadãos se explodir.

— Senhor, há alguém — alertou um guarda, espantando o príncipe. — E está ferido.

Ficou estagnado no lugar e depois de alguns segundos petrificado, voltou às suas ações.

— Eu cuido disso, tirem essa máquina daqui e voltem ao seus postos.

— Sim senhor! — gritaram todos em uníssono enquanto o garoto se aproximava do corpo desacordado no chão. Era diferente… Os cabelos escuros, Junmyeon já vira, mas suas orelhas eram… diferentes. E as roupas eram simplesmente muito estranhas, pareciam feitas de materiais que o príncipe nunca vira antes. E realmente eram.


Hesitou até se aproximar, e, com a pouca experiência que tinha na área da enfermagem, checar os sinais vitais do estranho. Ele tinha uma pele bronzeada e bonita, como os homens da Ilha do Fogo, mas não parecia fazer parte do mesmo universo que o príncipe. Parecia um forasteiro que viera de longe, mas como? Com aquela máquina? Simplesmente não entendia.

Ao perceber que o homem estava vivo, mas parecendo bastante ferido, cuidadosamente virou seu corpo e observou o rosto que estava ensanguentado, por um machucado na cabeça. Esperava que não fosse grave, e assim percebeu que suas vestes estavam rasgadas, mostrando sangue também em seu abdômen, que estava arroxeado e cortado. Ele poderia estar morto, concluiu, mas sobreviveu. Por isso precisa de ajuda, por mais que não o conheçamos.


Com isso em mente, pediu ajuda á um dos guardas e o carregou consigo até a ponte que interligava os reinos. Estavam perto do limite, então o príncipe apenas carregou o forasteiro com um pouco de dificuldade até o limite da ponte, pulando com a naturalidade que sempre tinha, no vazio do céu azul e nuvens brancas como algodão. De começo, parecia um salto em direção à morte certa, mas, ao que a Ilha da Terra se fez visível em meio às nuvens, seu vôo se fez mais calmo, até que pousasse ambos os pés no chão, que era enfeitado por um belo gramado e jardins sem fim. Correu, o corpo ficando cansado por levantar o peso do homem estranho, em direção à enfermaria da Ilha, sendo recebido com um sorriso gentil pelas enfermeiras, que logo se preocuparam ao ver o estado do jovem nos braços do familiar príncipe de cabelos louros.

— O que aconteceu, vossa Alteza? — questionou uma jovem enfermeira. Apesar de não ser o príncipe naquele reino, eles viviam em mútuo respeito, por isso, tinha autoridade também em reinos vizinhos.

— Encontrei este jovem nesta manhã… Ele parece ter surgido do céu, em uma máquina que eu desconheço, senhoras. Está gravemente ferido, como podem perceber… Preciso que tratem disso enquanto eu descubro de onde ele vem. — falou, confuso. O estrangeiro que colocara na maca da enfermaria mal respirava, parecia fraco e à beira do pior.

Juntaram-se ali os enfermeiros, limpando seus ferimentos e os tratando com as diversas ervas medicinais que eram cultivadas pelo povo da ilha. Suturando cada abertura na pele bronzeada e deixando até mesmo as folhas umedecidas com seus chás sobre as marcas num arroxeado profundo.


Já com ataduras e curativos naturais, o moreno se encontrava ainda desacordado e as enfermeiras tinham certeza de que não acordaria tão cedo, apesar de, agora, estar a salvo.



[...]



Já eram passados alguns poucos dias desde a chegada do homem de orelhas estranhas, e Junmyeon finalmente teve um tempo livre de seus afazeres para fazer uma visita á Ilha da Terra, a fim de descobrir o estado do dono da máquina estranha.

— Como ele está? — perguntou ao entrar no quarto onde ele estava sendo hospedado, vendo um enfermeira trocando alguns curativos. — Já acordou alguma vez?

— Ele está tendo uma melhora, vossa Alteza, mas continua adormecido. — foi respondido pela mulher, que logo se curvou e o deixou à sós com o estranho inconsciente.

O príncipe o observou, curioso. Se aproximou, percebendo como seu rosto já estava bastante curado e ele parecia muito belo, diferente dos homens da Ilha em que habitava.

Sabia que não deveria observar o outro desse jeito, afinal ele estava dormindo e era uma enorme invasão de sua privacidade, porém, não pôde evitar em reparar como sua feição era séria e… Atraente, de certa forma.

Se assustou um pouco ao ver alguns dedos da mão esquerda do rapaz se movendo lentamente, se dobrando aos poucos e relaxando novamente. Depois, sua respiração ficou mais descompassada. O príncipe, já preocupado, se aproximou mais para tentar oferecer ajuda, se necessário, ao homem, que acordava aos poucos.

Seus olhos vagaram uma vez pela expressão confusa do outro, antes que percebesse os olhos brilhantes e escuros que o encaravam de volta.

— Quem é você?


Notas Finais


Podem me chamar no twitter caso tenha qualquer dúvida, posso explicar sobre a forma física das Ilhas e a aparência dos personagens. Quem sabe eu não solto um spoiler por lá? Haha @noticemee21


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