História Castelo nas Nuvens - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, Kai, Lay, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Baekhyun, Castelo Nas Nuvens, Chanbaek, Chanyeol, Chanyeol!rei, Chen, Exo, Ficção, Kai, Lay, Sehun, Sehun!principe, Sekai, Suho, Suho!príncipe, Sulay, Xiuchen, Xiumin
Visualizações 190
Palavras 1.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Opa opa voltei!

Bem, novamente a Aline desistiu de escrever, e eu não sou ninguém pra impedir ela, portanto a história ficou pra mim escrever sozinha kkkkk de novo.
Ela realmente não pretende voltar dessa vez, e acho que ela me ajudou escrever apenas até a metade desse capítulo.

Capítulo 1 - 01


O estrondo escutado pelo jovem foi alto, sentiu a terra tremer levemente debaixo de seus pés e o medo acelerar seu coração, parecia que um raio havia caído fortemente no chão, algo que acontecia em seu lar anterior, mas não ali. Não soube como reagir ao susto, sentindo um nó na garganta, uma lágrima tímida escorreu pelas bochechas rosadas, chamando a atenção do rei. Em pouco tempo, o menor estava desesperado ao ouvir o que parecia uma explosão, começando a soluçar fracamente.

Jongdae, outro empregado do castelo, olhou para o garoto que já se encontrava tremendo, pediu desculpas com o olhar para o príncipe herdeiro, correndo para perto do menino apavorado.

— Minseok! —  chamou pelo nome, segurando seu ombro protetoramente, tentando o confortar. — Vamos entrar, vem.

O levou consigo para fora da sala de jantar da família real, deixando olhares curiosos para trás. No entanto, o som ouvido não chamou a atenção apenas do garoto, e sim de todos os presentes. Após o silêncio que durou poucos segundos, um dos que comiam se levantou da mesa, largando seus talheres no prato e chamando a atenção do rei para si.

— Se me permitem, vou investigar a causa deste som. — falou com a voz suave de sempre, olhando para o irmão que parecia curioso, como se estivesse prestes a levantar para o acompanhar. Assim que viu aquele olhar, o mais velho indicou para que o irmão permanecesse sentado e andou em direção a outra saída da sala, andando acompanhado por alguns guardas para fora do castelo, seguindo os murmúrios do povo.

Pôde ver uma multidão espantada e sentir o calor do fogo ao que se aproximou mais, vendo a fumaça escura deixar a grande máquina, que pegava fogo em uma de suas partes. Estava quebrada, e isso era óbvio aos olhos do loiro, que logo se impôs em meio aos cochichos.


— Por favor, se acalmem! Iremos investigar isso, então sigam para as suas casas, tenho certeza de que as crianças estão famintas. — o príncipe levantou a voz ao ficar na frente do povo, vendo seus guardas os ajudando a sair do local e permanecerem calmos.

Junmyeon não sabia o que estava acontecendo ali, nunca havia visto uma máquina de tão grande porte, ainda mais no estado em que aquela estava.

Demorou menos ao que imaginava, mas logo todos já haviam se dissipado, deixando apenas o homem e os guardas no local.

— Levem isso para o Reino do Fogo, eles saberão o que fazer com isso!

— Senhor, há alguém dentro dessa máquina, parece estar muito ferido. — observou um de seus homens, os quais haviam arriscado adentrar o objeto.

O rapaz de madeixas louras logo arregalou o olhar. Não entendia o que uma pessoa estaria fazendo dentro daquilo, mas logo viu-os trazendo um corpo de dentro da máquina. Ao se aproximar, aproveitou o fato de estar usando luvas e tocou o pescoço do homem ferido, franzindo suas sobrancelhas.

— Este homem está morto. — constatou, confuso, mas logo viu que ele não estava sozinho. Havia outro corpo sendo removido da máquina, nem um pouco parecido com o do falecido, que parecia estar na meia idade e ser acima do peso. Já este, era mais jovem e estava muito menos ferido.

Se aproximou às pressas, checou os sinais vitais e constatou que o homem estava vivo, mas por muito pouco.

— Improvisem uma maca com lençóis e o levem para o Reino da Terra, lá poderão cuidar dele! — três guardas se apressaram em obedecer as ordens do príncipe, imobilizando o corpo machucado para não lhe piorar o estado de saúde já muito precário. — Tenham certeza de que ninguém saia ferido e tirem logo essa… máquina daqui!

[...]

— Sehun, isso não há de ser tão difícil. Você mal sabe se realmente acontecerá!

O rei reclamou com o melhor amigo, príncipe do reino vizinho.

Majestade, se o fizeram para meu irmão, farão comigo e isso é mais que o esperado. — desdenhou com um revirar de olhos, tratando com clara falta de respeito ao rei, já que eram amigos próximos.

— Deixe de ser infantil, sabes que é necessário.

— Eu não irei fazer isso, Chanyeol! — levantou-se abruptamente, assustando o empregado que estava presente, ajudando o rei em suas tarefas.

— Então não faças, mas não me envolva nisso.

Sehun saiu, irritado por não ser compreendido pelo mais velho, batendo a porta da sala, indo para fora do castelo de carvalho escuro, entrando na carruagem delicada, em tons brancos e azulados, que o esperava em frente ao Palácio do Fogo.

Chanyeol sempre fora a única pessoa que o entendia, não poderia agir assim perante sua situação! Mas Chanyeol era mais velho, já entendia a vida muito melhor que si e sabia que aquilo era uma grande tempestade num pequeno copo plástico.

[...]

— Minseok, respire fundo, por favor… — Jongdae tentava inutilmente acalmar o colega que havia entrado em estado de pânico. — Já passou, já passou.

Acalentou os cabelos loiros recém cortados, tendo certo desconforto no ato. Minseok estava no castelo há pouco tempo, mas Jongdae havia sido selecionado para guiar o novo servente, ficando como seu responsável por já ser bons sete anos mais velho. Mas ainda não possuía intimidade com o pequeno, o deixando sempre desconcertado quando precisava o ajudar muito de perto.

Minseok era um rapaz de infantilidade notável, sempre muito curioso e de sorriso adorável, a convivência com o jovem era fácil para quem suportava suas inúmeras perguntas.

Um enorme sorriso se abria toda vez que lhe dirigiam a palavra, mesmo que apenas por educação, Minseok se impressionava com facilidade, tanto com as melhores situações quanto com as piores.

— M-mas… foi tão alto, Dae-ah.

Jongdae respirou fundo, vendo ele finalmente largar o abraço em suas pernas, as cruzando e olhando para si com uma expressão chorosa que desarmou o servente de olhos verdes.

— Não foi nada grave, tenho certeza que o príncipe já resolveu. O príncipe sempre resolve, você mesmo disse, não é?

— Eu sei, o príncipe é incrível! Mas e s…

— Sem objeções, Minseok. — falou em tom sério, deixando o mais jovem entre os dois levemente constrangido e acuado, voltando a se encolher sobre a cama. — Conversarei com o príncipe para lhe darem o resto do dia de folga, descanse um pouco, voltarei logo com algo para você comer.

Dessa vez a voz saiu mais doce e calma, lembrando-se que deveria ter cautela com as palavras usadas para com Minseok. Não queria e nem podia o fazer se sentir pior.

[...]

Junmyeon estava intrigado, olhava as informações que possuía do estranho objeto voador que caiu em seu reino, vindas todas de papéis encontrados no que parecia ser a cabine de comando do até então desconhecido avião.

Pressionou as têmporas com os indicadores, apoiando os braços na mesa de madeira de peroba branca, tentando de maneira inútil conter a dor de cabeça que começava a apontar.

— Com vossa licença, príncipe. — a porta foi aberta em uma fresta pequena, dando lugar a meia parte do corpo de seu criado e melhor amigo, Jongdae.

— Jongdae, entre. — arrumou os papéis em  uma pequena pilha ao lado direito da mesa polida. — Não seja tão cortez, sabe que não é necessário esse nível de polidez comigo, somos amigos.

— Sinto muito, Junmyeon. — sorriu contido, sentando-se na cama bem enfeitada por um grande dossiê de cortinas tão brancas quanto os longos cabelos louros do príncipe.

— O que lhe trás aqui antes do anoitecer? Costuma sempre vir depois do pôr do sol.

O nobre saiu de trás de sua escrivaninha, andando com um sorriso doce no rosto até o criado, sentando ao seu lado, com pouco menos de um metro de distância.

— Minseok teve um ataque de pânico essa manhã, esteve preocupado com o estrondo de mais cedo.

— Oh, entendo, Minseok é um jovem bem vulnerável, por isso lhe designei para o supervisionar.

— Agradeço novamente pela confiança, mas vim lhe pedir para dar a ele o resto do dia livre.

— Sem problema algum, aproveite e descanse também, te percebo trabalhando demais nos últimos dias. — olhou com leveza para Jongdae, acariciando o ombro tenso como sinal de preocupação.

— Não há necessidade.

— Então leve Minseok para o Reino da Água, deixe ele ver a família e não tire os olhos dele.

— Junmyeon… — reclamou em tom de súplica, recebendo apenas um sorriso de volta.

— Apenas o faça. É uma ordem.


Notas Finais


Eu ainda não sei quando vou voltar a atualizar, estou tentando deixar a história o mais perfeita possível!

Twitter: @noticemee21


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