1. Spirit Fanfics >
  2. CasteloBruxo e o Príncipe da Amazônia >
  3. Capítulo 20

História CasteloBruxo e o Príncipe da Amazônia - Capítulo 21


Escrita por: EJ-Star

Notas do Autor


Hey! I'm Eme Jay e estou aqui com mais um capítulo favorito meu!

Vocês vão perceber umas mudanças de formato, eu acho. Agora vou fazer umas quebras de tempo pra combinar com o que eu planejo

Espero que gostem ^^

Enfim... Metie Vorpa!

Capítulo 21 - Capítulo 20


Fanfic / Fanfiction CasteloBruxo e o Príncipe da Amazônia - Capítulo 21 - Capítulo 20

O tempo passava rápido entre os muros dourados de CasteloBruxo. Ainda era quarta-feira da primeira semana de aula, mas parecia que já estavam lá há um mês. 


O grupo de 5 filhotes de onça já estavam indo para a primeira aula do dia: Vôo e Treino Físico. Apesar de estarem calmos, alimentados e já sabendo o caminho, Benjamin já estava à beira de um colapso nervoso. 


— Eu vou morrer.


— Não vai. — Joel dizia puxando Benjamin pela mão.


— Eu vou morrer. — Benjamin repetiu.


— Tenha fé, coisinha. — Henrique o empurrava. 


— Eu vou morrer. — O cearense não conseguia não ser pessimista. 


— Benjamin Almeida, continue dizendo isso e eu vou te matar! — Leonardo disse já sem paciência. 


— O professor não vai te obrigar a voar na vassoura, Benjamin. — Alan comentou. 


— Não? — O caçula de 7 irmãs parou de repente.


— B-Bom, acredito que não. — Alan disse agora incerto. 


— Ah! Então tudo bem! — Benjamin continuou andando normalmente. 


Henrique caiu de cara no chão pois estava apoiado em Benjamin. 


— Se eu tiver que cuidar dessa mula empacada de novo, eu juro que… — O potiguar já estava planejando um crime de ódio.


— Vamos! — Leonardo o levantou pela blusa para que não chegassem atrasados novamente.


— Com quem será que vamos ter a aula? — Alan questionou.


— Desde que não seja com aquela cabeça de palha metida… — Joel disse antes de chegar perto das mesas — Emília!


A arara ouviu seu chamado e sorriu acenando para Joel. 


A aula de Vôo e Treino Físico seria entre onças e araras. 


— Oi guri… — Emília disse se aproximando.


— Emília! Volta pra cá! — Uma voz masculina ditou. 


A gaúcha teve um susto assim como Joel e as demais onças. 


Um garoto se aproximou, com seus óculos quadrados e cabelo repartido e arrumadinho, e afastou Emília do grupo de 5 filhotes.


— Quem é você? — Joel perguntou.


— Sou Mateus Poeta, e eu sei quem é você, João Miguel Saraiva, mais conhecido como Joel. — Mateus disse arrumando seus óculos — Soube que vêm arrumando problema com os alunos da Surivel, e pode ter ganhado aliados na Capi-Cavi, mas não vai meter minha tribo nesse antro. 


— É o que, coisinha? — Henrique disse confuso.


— Eu juro que tentei entender. — Leonardo comentou. 


— Você tá me ameaçando? — Joel perguntou.


— Eu só disse que eu e minha tribo não estamos afim de entrar nessa briga territorial. — Mateus simplificou. 


— E você é o porta-voz da Arario? — O amazonense questionou.


— Bom, digamos que eu sou pra Arario o que Rebecca Malva é pra Surivel. — Mateus disse orgulhoso.


— Espia, sô. Lá vai ele. — Um outro rapaz na mesa ao livre.


— De novo esse caboco querendo comprar briga? — Um outro ao lado dele disse — Bicho, se aquiete, tu já quase morreu tentando enfrentar a menina cobra.


— Ficou pelejando pra pedir respeito, quando é fé a pequenininha ameaçou mandar uma azaração. 


— A pequena era braba, sô. 


Os dois ficaram divagando fazendo a moral de Mateus cair mais e mais. 


Emília deu um risinho, cessando a confusão. 


— Melhor ir sentar, a aula já vai começar. — Ela disse.


As onças concordaram, deixando a ameaça de um frustrado Mateus para trás.


Como ele iria ser o melhor aluno da escola se todos o ignoravam?


Enfim, as 5 onças se acomodaram em uma mesa ao lado da de Emília e dos dois rapazes falantes. 


— Nem me apresentei, sô. — Um dos rapazes disse — Sou Micael Andrade.


— E eu sou Juliano Mesquita. — Disse outro de boca cheia.


Micael era magro, tinha pele clara, cabelo castanho penteado para baixo e olhos azuis.


Juliano era forte, tinha pele clara e sardenta, cabelo castanho penteado para cima e olhos esverdeados.


Eles eram parecidos ao mesmo tempo que não eram. Até partilhavam o mesmo sotaque. 


— Cê comeu todo o biscoito, sô! — Micael reclamou vendo que tinha um pote em cima da mesa com apenas farelos.


— Era de queijo! — Juliano se "justificou".


— Era de mãezinha! Ela fez pra nós dividir esse trem! — Micael reclamou com raiva batendo com o pote nas costas de Juliano.


— Deixa disso, sô! Tu nunca foi de ridicar comida! — Juliano disse tentando impedir que Micael lhe batesse. 


— Mas eu queria dividir com o povo… — Micael disse tampando o pote de plástico. 


— Depois tu pede mais uma fornada pra tua mãe, ela não nunca vai negar comida. — Disse Juliano. 


— Tá bom… 


Micael se abaixou para guardar o pote em sua bolsa, uma bolsa azul comum para estudantes napons. E ainda tirou uma garrafa branca simples com um bico na tampa. 


Alan sentiu seus olhos brilharem. 


— Essa bolsa é… napom? — O garoto do Acre perguntou. 


Micael segurou sua bolsa com apreensão. 


Juliano ficou de olho para ver se aquilo seria algo que poderia vir a magoar o amigo.


— Hm… é. — Micael admitiu. 


Alan se abaixou e pegou sua mochila.


Também era do estilo napom e era amarelinha.


Micael sorriu amplamente.


Alan correu, dando a volta na mesa retangular, e chegando em Micael.


— Finalmente! Eu achei que era o único criado-napom dessa escola! — Alan exclamou feliz. 


— Eu também! Eu queria tentar achar outro, mas fiquei com medo… — Micael abraçou sua mochila napom. 


— Mas e ele? — Alan se referiu a Juliano, já que eles pareciam tão amigos.


— Esse caboco é sangue-puro. — Micael revirou os olhos.


— O caboco é teu amigo de infância. — Juliano se intrometeu.


— Ele é meu vizinho. 


Alan riu.


Mais risos foram ouvidos ao longe, e estavam se aproximando. 


De maneira estranha e curiosa, um objeto não identificado se aproximava.


Não era uma vassoura, com certeza. Parecia mais um bloco flutuante que balançava de um lado pro outro e risos saiam dele.


Só conseguiram entender o que era aquilo quando aterrissou.


Duas pessoas caíram no chão quase não se aguentando de rir e outras duas ainda ficaram perto do bloco. 


— Eu disse! Eu disse que conseguia, num disse? — Uma garota com uma flor no cabelo disse alegre. 


— Oh ciah! Porque tu me mete numa bagaceira dessa? — Um garoto perguntou não parando de rir. 


— A ideia foi tua, menino! Eu só executei! — Disse ela. 


— A gente pode fazer isso na volta? — Uma das pessoas caídas, outra garota, essa de óculos, perguntou. 


— Ai não… Me deu enjoo. — A outra pessoa, de cabelos negros que cobriam seu rosto parcialmente.


 O quarteto nem percebeu o quanto chamou a atenção de todos.


Ainda mais ao perceberem que o tal bloco flutuante era uma cadeira de rodas de madeira. 


A garota com a flor no cabelo e com um sorriso estonteante estava na cadeira de rodas. 


Ela ria com o garoto, negro e de olhos brilhantes, que estava atrás da cadeira de rodas dela.


As outras duas pessoas, a garota de óculos com um rostinho redondo e grama em seus cabelos assanhados pelo passeio aéreo e a esguia figura de cabelos negros desiguais sobre o rosto pálido, se levantaram.


Quando enfim perceberam a situação, a garota com a flor acenou contente. 


— Oi! A gente não tá atrasado, não né? — Ela questionou. 


Ainda assim, todos se mantiveram calados. 


— Olá? Será que todo mundo aqui fala espanhol? — A garota riu um pouco nervosa. 


Acontece que ninguém podia parar de olhar para os joelhinhos da garota, eram literalmente "inhos", eram pequenos comparados às outras partes da perna. Não eram bizarros, só davam a impressão que as pernas dela tinham um formato de ampulheta. 


— Que flor bonita. — Alan disse.


Alan foi o único que teve coragem de quebrar aquele silêncio constrangedor. 


— Ah! Obrigada! — Ela puxou seu cabelo curtinho destacando a flor acima da orelha — É um jasmim do rio, tava crescendo na janela do meu quarto, acredita? Sabia que a Amazônia tem mais de 10.000 espécies de árvores com sementes? 


— E você vai pegar cada uma delas, né? — A garota de óculos questionou brincando.


— Eu vou! Vou guardar cada uma num potinho e plantar no quintal de casa! — A garota da flor disse com os olhos brilhando. 


Nisso, o clima amenizou.


— É a louca das plantas… — A figura esguia comentou brincando.


— Respeita a filha de botânico! — Disse a amante de flores.


— Você tem nome de flor? — Alan perguntou novamente.


— Rosalice. — A garota da flor se apresentou sorrindo — Esse é o Cícero.


— Oi! — O garoto acenou.


— Essa é a Felícia. 


— Olá! — A de óculos sorriu. 


— E essa é a Natália. 


— Nat… — A figura esguia disse — Só Nat. 


— Muito bem. — O professor de Vôo e Treino Físico, Antônio Bruno, finalmente chegou — Todos estão acomodados?


— Vamos, florzinha. — Cícero empurrou a cadeira de rodas de Rosalice até uma mesa vaga. 


Quando chegaram próximo a mesa, Felícia pegou um banco para que Rosalice pudesse ficar na altura adequada para a mesa. 


A amante de flores se acomodou balançando seus pezinhos contente. 


— Muito bem, depois da última aula, eu percebi que muitos ainda não sabem cuidar de uma vassoura. Então nossa aula vai ser essa. — Professor Antônio disse derrubando um baú cheio de vassouras maltratadas no chão.


***


A aula passou rapidamente. 


Ilustrar o cabo da vassoura, limpando a madeira e passando cera, era fácil. A complicação era arrumar e aparar as cerdas da vassoura. 


Alguns tinham mais facilidade que outros, Leonardo foi o primeiro a terminar. 


— Como você consegue? — Henrique perguntou lutando contra as cerdas com uma tesoura.


— Eu jogo quadribol desde criança com meu irmão. — Leonardo disse orgulhoso.


— Quadri- o que? — Alan questionou.


Leonardo e Henrique olharam para Alan empolgados. 


— É simplesmente o melhor esporte de todos! — Leonardo disse. 


— São 7 jogadores, 4 bolas, 3 aros e um tempo que nunca acaba! — Henrique disse. 


— O jogo mais longo de Quadribol chegou a durar 3 dias! — Leonardo comentou.


— Nada para até o Pomo de Ouro ser pego! — O potiguar disse animado. 


— Ou até alguém receber um balaço na cabeça. — Disse o capixaba.


— Pera, isso é um esporte ou um campo de guerra? — Alan questionou confuso.


— É Quadribol! — Leonardo e Henrique disseram em êxtase. 


Um risinho interrompeu a empolgação dos fãs de Quadribol.


— Quadribol não é o melhor esporte de todos. — Benjamin comentou.


— O que? — Leonardo exclamou.


— Como se atreve? Que esporte pode ser melhor que quadribol? — Henrique questionou irritado.


— Hm… um parente tropical. — Foi o que Benjamin respondeu.


O potiguar e o capixaba não entenderam e resolveram ignorar, voltando a falar das maravilhas do quadribol para Alan.


Joel suspirou descontente. 


Será que eles não podiam falar sobre plantas? Era um assunto que ele sabia.


— Belo trabalho, Rosalice! — O professor Antônio comentou — Bem… floral.


A vassoura de Rosalice estava perfeitamente cuidada, mas não era isso que se destacava, eram os vários adesivos de flores que decoravam o cabo da vassoura.


— Eu gosto de flores! — Ela disse abraçando sua cartela de adesivos floridos. 


Naquele campo imenso, Rosalice Brígido era a flor mais radiante de todas.


***


Depois de ter passado metade do dia e um bom almoço reforçado, o salão cheio de alunos estava se deliciando com a sobremesa de pudim de leite. 


Haviam descoberto que Leonardo era uma formiga pois havia exagerado bem no caramelo acima do pudim.


Mas era tão bom…


E então de repente, uma bola flutuante estranha invadiu o salão e depois explodiu. 


Uma chuva de papéis aconteceu no Salão Principal, papéis amarelados e estranhamente bonitos caíram por todo lugar. 


Quando os primeiros curiosos conseguiram pegar as folhas, as palavras que diziam eram…


Poção de Notícias

O Jornal Não-Oficial Oficial de CasteloBruxo


"Olá, novatos! Bem-vindos a nossa escola perdida no meio do mato amazônico! Para seu primeiro mês em muros dourados, eu só posso recomendar que se informem ao máximo os caminhos das salas porque ninguém nunca fala onde são! Assim como tentem nunca se atrasar pois a semana de tolerância é uma mentira, e por mais que alguns professores te dêem segunda chance, você nunca, JAMAIS, pode se atrasar na aula de Artes das Trevas, la professora Reina Lopez pode ser uma bela dama, mas é uma fera assustadora. Eu não me atreveria a me meter com ela! Ah! E nunca se esqueçam de estarem com suas conchas, principalmente se você for uma onça corajosa, uma arara curiosa, uma capivara querendo fazer amizades ou uma cobra ousada e querer explorar a floresta. Eu sou Bruno Duarte e eu não tenho favoritismo, eu exponho todo mundo!"


"Hey! Hey! Amantes de esportes! Animados para o primeiro amistoso deste ano no próximo fim de semana…" 


Ninguém conseguiu continuar lendo pois os papéis viraram cinzas e depois desapareceram. 


Na bancada dos professores, Reina Lopez tinha sua varinha erguida em sua mão e uma expressão nada boa.


Con permiso… — Ela disse se levantando e saindo do salão. 


Assim que ela saiu, uma outra bola de papel apareceu e explodiu pelo salão. 


Mais da metade do salão estava animado para pegar o papel, pois ficou muito interessado na Poção de Notícias.


— Um bom jornalista sempre sabe como prender o público. — Alguém na porta do salão comentou. 


Estava muito feliz com seu trabalho.


***


O assunto da semana foi o Poção de Notícias, principalmente a segunda parte. Todos estavam animados sobre esse amistoso que aconteceria no final de semana, ninguém esperava ter um entretenimento além de ler e admirar a vista.


E diferente dos professores, Bruno Duarte dava as coordenadas do local: Seguir até a estufa da sala de Herbologia e continuar além, seguindo o caminho dourado seria o caminho mais fácil.


Enfim, o jogo era hoje!


— Um jogo! Finalmente um pouco de diversão! — Henrique dizia feliz saltitando pelo caminho dourado. 


— Eu ainda não acredito que meu irmão tá no time de Quadribol e nem me contou! — Leonardo disse indignado. 


— Talvez sua empolgação tenha assustado ele. — Alan comentou. 


— E tem outra coisa que ele não te contou. — Benjamin disse — Não iremos ver um jogo de Quadribol. 


— Como você sabe disso? — Leonardo questionou.


— Você não é o único com um esportista na família, sabia? — Disse o caçula de 7 irmãs. 


— Hum… — Joel murmurou irritado. 


— Que foi, coisinha? — Henrique perguntou. 


O amazonense suspirou.


— Minha avó tem uma vassoura ilustrada com orgulho na parede de casa e um troféu com o nome dela no Corredor da Honra da Oncajor, mas sabe o quanto eu sei de esporte? — Joel perguntou retoricamente — Zero! 


— Você não pode saber de tudo. — Benjamin disse.


— E ainda sabe mais do que todos nós sobre Herbologia. — Leonardo comentou.


— É, mas tem que aprender a compartilhar melhor. — Henrique disse apontando para o tornozelo de Alan.


Uma questão que descobriram era que CasteloBruxo permitia roupas casuais no fim de semana, então era visível as faixas no tornozelo de Alan, que usava chinelos de borracha. 


Na aula de Herbologia de sexta, Joel ficou tão ocupado competindo com Rebecca Malva para saber quem era o melhor na aula que não disse a seus amigos quais plantas eram venenosas ou inofensivas.


Acabou que Alan encostou em uma urtiga e agora tinha que passar a próxima semana visitando a enfermaria para passar o inchaço e as bolhas.


O garoto do Acre definitivamente não tinha sorte. 


— Chegamos! — Henrique exclamou feliz.


O caminho dourado os levou à arquibancadas ao ar livre, igualmente douradas. Era como um estádio na natureza. 


Mas era diferente, não tinha um campo, tinha um rio. 


— Detesto água… — Joel resmungou.


Haviam os típicos aros em cada extremidade, mas mais altos que o normal, o rio era longo e largo, em um formato retangular com as medidas certas de um campo de quadribol. Haviam ainda pontes curvas de pedra nas extremidades, talvez por isso os aros fossem altos. 


Era tudo como um campo de quadribol, mas na água.


Uma microfonia foi ouvida. 


Em uma plataforma em meio às árvores estava uma capivara veterana com covinha no queixo.


Uma das trigêmeas Almeida.


Duda Almeida.


— E bom dia, CasteloBruxo! — Ela gritou animada. 


A plateia gritou empolgada, isso fez com que o grupo de 5 filhotes se apressasse para encontrar um lugar na arquibancada. 


— Eu sou Duda Almeida, não se deixem enganar pelas imitações! — Duda brincou.


— Imitações… — Alguém ao lado dela fingiu rir.


A trigêmea do meio, a arara de lindos cabelos longos, Dora Almeida, estava ao lado da irmã.


—  Eu estou muito empolgada para o nosso primeiro amistoso de Aquadribol, e vocês?!


A plateia vibrou.


— Aquadribol? — Henrique e Leonardo se olharam confusos.


— Pois então que o jogo comece!



Notas Finais


Nota: Pode ser que eu me atrase na entrega do próximo capítulo, só uma possibilidade bem possível ^^'

É só um aviso


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...