História Castle - Malec - Capítulo 5


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Isabelle Lightwood, Magnus Bane, Personagens Originais, Ragnor Fell, Tessa Gray
Tags Alec Lightwood, Magnus Bane, Malec, Vampiros
Visualizações 313
Palavras 1.850
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - The Fall


 A noite caiu, e Magnus estavas sentado na cama, encostado contra a cabeceira, enquanto Alec estavas também sentado, encostado em seu peito, em meio a seus braços. Os dois beijaram-se novamente e novamente e novamente, sem ao menos se cansarem dos lábios um do outro.

- Poderias beija-lo por toda a eternidade - Magnus disse acariciando os cabelos de Alec.

- Eu também - Alec sorriu abraçando a cintura de Magnus.

- Já és noite, mal vi o tempo passar - Magnus ficou olhando pela janela.

Alec olhou a janela, a lua brilhava lá fora lindamente. Ele por outro lado, desviou o olhar e encarou os olhos de Magnus.

- Queres dar uma volta lá fora? - Magnus perguntou virando-se para Alec.

- Adorarias - Alec sorriu e soltou a cintura de Magnus, que logo se levantou.

Alec levantou-se atrás, e os dois saíram do quarto, caminhando juntos pelo castelo.

Magnus conduziu-o pelo lugar, até uma saída que até agora Alec não havias visto.

Os dois saíram no jardim atrás do castelo. Havia poucas flores, mas o que chamavas a atenção eram as belas árvores que estavam colocadas aleatoriamente pela montanha não tão íngreme. A visão eras ainda mais linda com a luz da lua iluminando tudo.

Com certo receio, Alec aproximou-se e pegou na mão de Magnus, que o olhou com um sorriso. Como o vampiro não se mexeras, Alec entrelaçou seus dedos enquanto andavam para perto das árvores.

- És lindo aqui - Alec comentou.

- Do topo ficas ainda mais bonito. - Magnus declarou enquanto andavam entre as árvores, ainda de mãos dadas.

Alec ficou em silêncio, continhas apenas um sorriso nos lábios rosados.

- Queres ver? - Magnus perguntou parando de frente a Alec.

- Subir lá em cima? Demorará décadas - Alec disse com um tom divertido.

- Acho que esqueces que sou um vampiro. - Magnus respondeu rindo e com gentileza colocou Alec em suas costas, que arregalou os olhos em surpresa.

- Magnus o que estás a fazer? - Alec agarrou desesperado no pescoço do Conde.

- Segure-se - Magnus alertou e começou a correr montanha a cima. Parecias um raio de tão rápido, desviavas das árvores com tanta facilidade que Alec começou a perguntar-se quantas vezes ele já havias feito isso. Era uma sensação ótima apesar do espanto. O vento batias intensamente no rosto de Alec, enquanto as árvores viravam apenas borrões no olhar do rapaz. Segundos depois Magnus parou e colocou Alec no chão. - Chegamos.

O moreno então focou o olhar, e espantou-se com a bela vista que tinha em sua frente. As árvores plantadas ao redor do castelo ficaram minúsculas; o castelo em si, totalmente preto, parecia ainda maior; a lua brilhavas elegantemente atrás da mais alta torre do castelo. Realmente a vista eras ainda mais bonita.

- Magnus... - Alec murmurou abobalhado - és maravilhoso.

- Que bom que gostaste - Magnus sorriu e sentou-se na grama baixa. A coluna sempre reta, uma postura de um verdadeiro Conde - sente-se comigo.

Alec obedeceu. Ele sentou-se e apoiou a cabeça no ombro de Magnus, que sorriu o abraçando pela cintura, enquanto observavam a lua.

Alec nunca se sentira tão em paz, poderias ficar ali para sempre... Porém, o para sempre, sempre acaba... Exceto o de Magnus, ele eras imortal, já devias ter vivido por séculos, e viverias por ainda mais tempo. O pensamento fez Alec estremecer.

- Estás tudo bem? - Magnus perguntou olhando o rapaz com um certo receio.

- Sim - Alec deu um sorriso e aproximou-se mais ainda de Magnus, a ponto de quase sentar-se no colo dele - quero vir aqui mais vezes, Magnus... Contigo.

- Como desejares meu querido - Magnus sorriu virando a cabeça para o lado, e tomou os lábios de Alec nos seus novamente, em um beijo calmo, delicado, cuidadoso e banhado pelo luar.

* * *

- Oh meu Deus, Alec! - Isabelle exclamou eufórica, com um sorriso nos lábios. - como foi?

Assim que Alec e Magnus voltaram para o castelo, Alec foras para o quarto de Izzy, alegando que querias desejar boa noite a ela. É claro que a conversa estendeu-se, até o moreno contar sobre o beijo para a irmã.

- Foi... Maravilhoso - Alec disse sentando-se na cama. Estavas parecendo um tolo, suspiravas e sorrias atoa.

- Ele beijas bem? - Isabelle jogou-se ao lado de Alec, apoiando seu cotovelo na cama, e sua cabeça nas mãos.

- Apesar de eu nunca ter beijado outra pessoa - Alec fez uma cara óbvia para a irmã que riu se desculpando - sim, ele beijas bem.

- Estás a gostar dele, Alec? - Izzy perguntou. Sempre tão direta.

- Eu não sei - a sinceridade na voz de Alec era quase palpável, ele começou a mexer os dedos. - não deverias Isabelle, ele és um vampiro, imortal, um predador natural... E eu... Sou sua presa natural, um mero humano que daqui a alguns anos estarás de cabelos brancos.

- Não fales assim - Isabelle sentou-se corretamente, e pegou as mãos do irmão na sua - Deixarás de viver um amor por causa disso? Eu disse-lhe uma vez que alguém o amaria por inteiro, sem precisar de esforços, lembra-se disso? - Alec assentiu - pode parecer estranho, mas se esse alguém és um vampiro, você tem mais é que viver meu irmão, ele gostas de ti, prometeu que nunca o machucarias, ele estás a negar a própria natureza para poder ficar com você Alec, pense nisso.

- E se for tudo mentira Izzy? E se ele estiver a fazer isso por outro motivo? - Alec nem percebeu quando apertou a mão da irmã.

- Acreditas mesmo nessa possibilidade? - a voz de Isabelle estava séria - olhe, Alec, tenho tão pouca experiência quanto você em questão de amor, entretanto sei que por mais que alguém minta com palavras, os olhos são sempre verdadeiros. E você deverias ver o quanto é bela e pura a forma que ele lhe olha

- Tens razão - Alec sorriu satisfeito - estou criando motivos bobos para não ser feliz.

Isabelle riu e Alec a puxou pela mão, abraçando-a com força, enquanto seus dedos esguios acariciavam os cabelos negros da irmã.

- Obrigado minha irmã - Alec sussurrou ao dares um beijo na cabeça de Izzy.

* * *

O sangue humano havias acabado. O de animais não satisfazias mais. Lauren agarravas seu próprio vestido com força, enquanto jogavas a cabeça para trás, em um grito rouco e suplicante. Precisavas alimentar-se.

- Lauren! Acalme-se - Ragnor pedias enquanto seguravas a garota sentada em uma cadeira.

- Eu não consigo! - A garota gritou, suas presas estavam para fora, e seus olhos nunca estiveram tão brilhantes. - eu preciso de sangue!!!

- Tessa! Chames o Conde - pediu Ragnor quando a de cabelos castanhos entrou na cozinha.

Tessa encarou Lauren e saiu da cozinha correndo, atrás de Magnus.

Nesse momento Alec atravessavas as escadas, voltando para o quarto de Magnus. O cheiro de sangue fresco atravessou todo o castelo, e chegou na cozinha. Era tentador, Ragnor tinhas que admitir, porém não podiam fazer tal ato com o rapaz.

Lauren sentiu, ela parou, e em fração de segundos jogou Ragnor contra a parede e saiu correndo como um borrão da cozinha, até as escadas.

Ela parou no primeiro degrau da primeira escada, enquanto Alec já estavas quase terminando de subir a outra. Lauren abriu levemente os lábios rosados, suas presas quase perfuravas ela própria. Ela subiu as escadas, e segurou Alec pelo colarinho da camisa. O rapaz gritou em surpresa e virou-se assustado, encontrando os olhos vibrantes em verde de Lauren.

Ele não tinhas saída. Lauren eras uma vampira, incontáveis vezes mais forte que ele. E ela realmente não estavas com cara de quem querias apenas uma refeição leve. Alec fechou os olhos quando ela aproximou-se de seu pescoço, preparado para sentires a morte o tomar.

Porém ele foi solto em um súbito. Suas pernas não afirmaram no degrau e ele rodou escada a baixo. Alec soltou um gemido rouco quando viu-se parado, e cuspiu no chão o sangue que acumulava-se em sua boca. Seu corpo doía, e ele não conseguias se mexer, mas virá claramente Magnus entre as duas escadas, segurando os ombros de Lauren.

- Pare com isso!! - vociferou ele com uma voz que Alec nunca havias ouvido.

Alec sangrava, ele sentias, querias levantar-se, mas não tinhas forças.

Ragnor estavas na entrada para o hall, Tessa no topo da escada, Lauren segurada por Magnus, ambos com o mesmo olhar, para o mesmo lugar. O sangue de Alec.

- Oh meu Deus - Ragnor sussurrou agarrando a beira da porta.

Tessa engoliu seco, fazias de tudo para se afastar, mas estavas com tanta fome quanto Lauren.

Magnus virou-se quase que em câmera lenta, ele viu vagarosamente quando Lauren soltou-se, e quando Tessa desceu as escadas, e Ragnor adiantou-se para frente.

Magnus virou-se e saltou por cima de Lauren, caindo em pé em frente a Alec. Ele empurrou Tessa, depois Ragnor, por fim Lauren.

Ambos voltaram, Magnus cerrou os olhos e lutou contra eles, enquanto Alec continuava caído no chão, gemendo de dor.

Magnus engoliu seco, não podias deixar que machucassem Alec. Ele praticamente rosnou, e jogou Ragnor para um lado, Tessa para o outro, e Lauren para frente, a garota socou as costas contra a parede e caiu desacordada assim como os outros.

Magnus se abaixou e pegou Alec com cuidado do chão, e subiu correndo para seu quarto. Ele colocou o rapaz na cama, e mordeu o próprio pulso antes de colocá-lo na boca de Alec.

- Beba querido, se sentirás melhor.

Alec gemeu quando engoliu o sangue. Ele fechou os olhos, e sentiu como se seu corpo se reconstruisse, e a dor fosse tirada com a mão.

Ainda estavas dolorido, mas a dor pior havias passado. Finalmente ele abriu os olhos e enxergou Magnus, que estavas com o rosto entre as mãos.

- Perdoe-me Alexander - Magnus sussurrou - perdoe-me por isso.

- Não tens culpa Magnus - Alec disse mexendo-se com dificuldade na cama.

- Não vá embora - Magnus o olhou desesperado - eu o protegerei melhor, cuidarei melhor da alimentação dos três, por favor Alexander, não deixes-me.

- Não me lembro de ter dito que irias deixar-te - Alec disse abrindo um sorrisinho vermelho. - perdoe-me pelo sangue, deves ser difícil para ti também.

- Não me incomodo - Magnus disse aproximando-se de Alec, e passou os dedos esguios pelo rosto do menor - estás sentindo-se melhor?

- Ficarei ainda melhor se me abraçares - Alec disse com a voz baixa.

Magnus sorriu minimamente e sentou-se na cama, colocando Alec com todo cuidado entre seus braços, ele acariciou os cabelos do menor, e ficou observando o sangue seco pelo rosto e roupas de Alec. Nunca se sentiras tão passivo quanto a sangue, não querias morder Alec, querias apenas cuidar para que coisas como está não se repetissem, e que o rapaz se sentisse seguro e bem ao seu lado, assim como o próprio Magnus se sentias ao lado dele.



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