História Castle - Malec - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Isabelle Lightwood, Magnus Bane, Personagens Originais, Ragnor Fell, Tessa Gray
Tags Alec Lightwood, Magnus Bane, Malec, Vampiros
Visualizações 292
Palavras 1.366
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - The Warning


 Alec já estavas vestido, e estavas sentado na poltrona confortável, com um sorriso bobo nos lábios. Magnus foras buscar algo para ele comer, então Alec estavas encolhido esperando. Ele abraçavas o próprio corpo, e encaravas a cama bagunçada e quebrada em sua frente, que fez um risinho fraco escapar de seus lábios.

Era reconfortante ainda sentir o toque de Magnus no corpo, realmente não ligavas para as marcas em seu corpo, por Deus como não ligavas, era parte da melhor noite de sua vida, parte da noite a qual entregou-se por completo para o homem que amas.

Amor. Muitos diriam que era muito cedo para dizer que aquilo eras amor. Mas eras. Amor puro. Alec estavas destinado a Magnus, assim como Magnus estavas destinado a Alec. Podias parecer clichê, como uma história que acontecias apenas nas páginas de um livro, mas quem poderias discordar que o sentimento que fez um vampiro não drenar um humano não eras amor?

A porta se abriu, e Alec saiu instantaneamente de seus devaneios, colando os olhos azuis em Magnus, que usavas o robe aberto sobre o peito nu e a calça, e seguravas uma bandeja de prata, com um café da manhã pronto para Alec.

- Perdoe-me se demorei - Magnus disse com a voz calma, e adiantou-se até a cama, afastando o emaranhado de lençóis, antes de colocar a bandeja sob o colchão. Ele virou-se para Alec na poltrona e sorriu - gostas desta poltrona, não é?

- Deu para perceber? - Alec riu fraco e levantou-se, ficando de frente para Magnus, que acariciou seu rosto com os dedos esguios de desprovidos de anéis. - alimentou-se?

Magnus assentiu e conduziu Alec pela mão, até a cama. O menor sentou-se, e Magnus sentou-se do outro lado da bandeja, mas logo deitou-se, apoiando sua cabeça na mão. Alec sorriu olhando os pães, geleias, e outras coisas em abundância na bandeja, ele deu de ombros e começou a comer, enquanto Magnus o observava.

Magnus gostavas de ver Alec fazendo coisas humanas, como ficar no sol, comer, respirar. Ele eras uma alma delicada, um sopro de ar fresco, tinhas vida no rosto, mas acima de tudo, tinhas um sorriso enorme, e Magnus sentia-se pateticamente feliz por ser o motivo desse sorriso.

- O que foi? - Alec perguntou com um pedaço de pão parado no meio do caminho até a boca, ao olhar a expressão de Magnus.

- Nada... - Magnus sorriu dando de ombros - só estou olhando-te... És tão precioso...

Alec sentiu suas bochechas ruborizarem, e sorriu fraco devolvendo o pedaço de pão para a bandeja. Ele virou-se totalmente para Magnus e segurou o rosto de vampiro, antes de beija-lo calmamente.

Magnus retribuiu sem hesitar, levando a mão livre até o pescoço de Alec. Ele se separaram por um centímetro, e Alec sorriu acariciando o rosto de Magnus.

- Termines de comer então meu amor - Magnus sorriu de lado, soltando o pescoço de Alec.

Alec franziu o cenho e afastou-se de Magnus, voltando a tomar seu café. Assim que terminou, ele suspirou pesadamente e virou-se para Magnus novamente, afastando um pouco a bandeja.

- Estás tudo bem? - Alec perguntou o olhando.

- Sim - Magnus respondeu com a voz baixa, e um sorriso nos lábios.

Alec franziu o cenho mas acabou assentindo, ele aproximou-se mais e encolheu-se contra o corpo de Magnus, que o abraçou, com os olhos parados nas duas pequenas cicatrizes redondas no pescoço de Alec, onde outrora ele havias mordido.

Alec respirou fundo, fechando os olhos, querias apenas aproveitar Magnus, aproveitar cada segundo com ele.

- Estás doendo? - Magnus perguntou passando a mão pela coxa de Alec, mas em forma de carinho.

- Não Magnus - Alec respondeu impaciente - pode por favor parar com isso?

- De preocupar-me contigo? - Magnus o olhou com as sobrancelhas arqueadas.

- De tentar estragar nossa noite - Alec abriu os olhos e encarou Magnus - eu estou bem, nada dói, e não importo-me com essas marcas... Estou... Estou começando a pensar que não gostaras...

- Como podes dizer isso? - Magnus afastou-se com os olhos arregalados - Alexander, estou vivo a mais de um século, me relacionei com muitos homens e mulheres, não que orgulhe-me disso, mas nada chegaras aos pés da noite que proporcionou-me.

Alec sentiu suas bochechas corarem, e puxou Magnus para perto novamente. O abraçou, escondendo o rosto na curva do pescoço no vampiro, e ficou daquela forma.

* * *

Magnus havias acabado de sair do quarto, Alec estavas de volta a poltrona, e sua visão da cama quebrada, quando Isabelle entrou no quarto distraída.

- Alec eu... - Ela levantou o olhar e arregalou os olhos ao ver a situação que a cama encontrava-se - meu Deus...

Alec arregalou os olhos, mas não conseguiu conter um risinho pela expressão da irmã, que virou-se para ele.

- Vim perguntar se fizeram as pazes - começou ela - mas acho que já tenho minha resposta.

Alec sorriu tímido. Isabelle aproximou-se e sentou-se no braço da poltrona, encarando o irmão com imensa curiosidade.

- Vocês... Realmente... A por Deus - Isabelle revirou os olhos e passou as mãos pelos cabelos soltos.

- Sim - Alec apoiou o cotovelo no braço livre da poltrona e apoiou o rosto na mão.

- E como foi? - Isabelle perguntou sorrindo animada.

- Perfeito - Alec suspirou e riu passando a mão pelo rosto - não poderias ter sido melhor.

- Pelo jeito foi mesmo - Isabelle gargalhou - estás rindo como um tolo.

- Estou feliz - Alec disses com simplicidade, dando um sorrisinho de soslaio.

- Percebe-se - Isabelle riu e abraçou o irmão, antes de afastar-se, e levantar-se da poltrona - bem, preciso ir, prometi a Lauren que a ajudarias com algumas coisas, só passei para ver se estavas tudo bem.

Alec cerrou os olhos mas acabou assentindo. Ele observou Isabelle sair do quarto, e suspirou pegando seu livro na mesinha ao lado da poltrona, começando a ler.

* * *

- Achou algo? - Magnus perguntou ao entrar na cozinha.

Tessa virou-se e negou com a cabeça. Magnus mordeu os lábios e passou a mão pelo rosto.

- Teremos que caçar essa noite então - disse o Conde - não podemos ficar sem nos alimentar, ainda mais com Alexander e Isabelle aqui.

- Tudo bem, sairemos assim que anoitecer - Tessa respondeu e Magnus assentiu.

Praticamente todo o estoque de sangue do castelo havias acabado, e Magnus sentiu-se um tolo por ter deixado isso acontecer, estavas arriscando a vida de Alec e Isabelle.

- Conde! - Ragnor praticamente gritou ao entrar na cozinha, se respirasses estarias ofegante.

Magnus franziu o cenho olhando o homem, que o olhou abalado, e o entregou um envelope selado com um selo no qual uma letra D reluzias elegantemente no centro. Magnus conhecias perfeitamente aquele símbolo, e amaldiçoou-se mentalmente por isso.

Ele abriu o envelope e tirou a carta de dentro, sob os olhares curiosos de Ragnor e Tessa. Magnus abriu a carta e começou a ler a pequena mensagem.

Sabemos que estás a manter humanos em seu castelo Magnus, e sabes que isso quebra todos os acordos que propomos, iremos resolver isso pessoalmente. Estamos chegando.

Dashkov Family.

Magnus engoliu seco, e estendeu a carta para Ragnor e Tessa. Os Dashkov eram uma família de vampiros extremamente antiga, as quais praticamente ditavam as regras para todos os clãs de vampiros do mundo. Magnus os conhecera a décadas atrás, até mais do que deverias talvez.

Os Dashkov eram de fato uma família, foram todos transformados juntos, e eram famosos por terem dizimados um vilarejo inteiro, inclusive aqueles que os transformaram.

Magnus tinhas que agir, estavas sem sangue no castelo, todos deveras fracos, e Alec e Isabelle estavam ali. Ele não podias deixar nada acontecer a eles, mas como lutarias sem forças?

- O que faremos? - Ragnor perguntou com os olhos arregalados.

- Achem Lauren, contem a ela, precisamos encontrar um jeito de nos alimentar antes do anoitecer - Magnus disse sério e adiantou-se para fora da cozinha.

Tudo que Magnus pensavas eras em Alec, precisavas proteger Alec e a irmã, ele prometeras, e não estavas disposto a quebrar sua promessa.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...