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História Castle e Bones: Juntando as forças. - Capítulo 433


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Capítulo 433 - Passando um tempo com o vovô Jim.


Linda e Maria tinham que voltar para casa na segunda-feira a noitinha...

Linda - Se divirtam no Peru e tirem muitas fotos!

Lilly - Queria que vocês fossem junto…

Linda - Também queria, mas você sabe que eu não posso.

Lilly - Sei… mas oh, se for tão legal quanto eu espero, a gente pode combinar de ir de novo…

Linda - Vou adorar! - Elas se abraçaram. - Te espero em Hamptons!

Lilly - Pode esperar e se prepara pra brincar muito! - Linda sorriu.

Jake - Vou ganhar de você no videogame, Linda!

Lilly - Iihh é bem capaz viu, esse aí tá danado no videogame.

Linda - Pois eu também sou muito boa!

Jake - Que vença o melhor!

Linda - Que vença o melhor! Vem cá, garoto! - Ela o puxou num abraço. - E você também, Reece, eu vou te jogar na piscina!

Reece - Eu te jogo antes!

Castle - Ah não, quem vai jogar todo mundo sou eu!

Lilly - Papai, você tá de pé! - Ela foi abraçar o pai.

Jake - Está melhor, pai?

Castle - Estou sim, embora ainda preciso andar devagar, mas, quando a gente for pra Hamptons eu vou estar muito bem e aí eu vou pegar um por um de vocês e jogar na piscina! - Todo mundo riu. - E vou começar com a Linda.

Linda - Por quê?

Castle - Por causa dessa história de reforço, hum? Maria, tem que botar essa menina pra estudar! - Ele se aproximou e abraçou a menina. -  Não é porque vai ser escritora que não precisa saber matemática!

Lilly - Eu ajudo a Linda quando a gente for pra Hamptons…

Linda - Obrigada!

Beckett - E eu ganho abraços?

Linda - Com certeza! - Ela disse correndo pros braços de Kate.

Beckett - Juízo, hum? Estuda direitinho ou EU não vou deixar você namorar.

Linda - Vai dar tudo certo, eu prometo!

Maria - E eu aqui, hum? Também vou embora…

Lilly - Maria! - Ela foi abraçar a mexicana e os meninos a seguiram.

Maria - Ah, que delícia!

Reece - Nós te amamos, Maria!

Maria - Eu também amo vocês! - Ela beijou a cabeça de cada um.

Depois de mais abraços, as duas se foram e já que Rick estava melhor, o trio e Sherlock decidiram ir dormir na casa do vovô Jim.

Beckett - Se comportem!

Jake - Nós vamos!

Lilly - É, e vocês, se divirtam por aqui… aproveitem para fazer coisinhas de adultos.

Beckett - Lilly!

Castle - Temos isolamento de som no quarto, podemos já estar fazendo coisinhas de adulto…

Beckett - Castle!

Lilly riu. - Tchau mamãe, tchau papai! Vem meninos!

Reece - Vem Sherlock! - E então eles saíram.

Castle - Essa Lilly…

Beckett - Tá esperta demais, e você, não tem nada que dar corda nela, não!

Castle - Mas nós vamos, né?

Beckett - O quê?

Castle - Fazer coisas de adulto…

Beckett - Vou pensar se você merece...

 

Jim recebeu os netos de braços abertos e os manteve consigo por toda a semana, nas horas das refeições, ou Caskett subia, ou todo mundo descia, mas na hora de dormir, era só na casa do vovô e em uma dessas noites…

Sr. Beckett - O que faz acordada, Lilly?

Lilly - Vim beber água...

Sr. Beckett - Você sempre dorme direto, o que foi? Tá sem sono?

Lilly - Aham, só tô virando pra lá e pra cá, acho que tô ansiosa pra nossa viagem… você vai, né vovô?

Sr. Beckett - Não sei, mas sei que você vai vir ver TV comigo, hum?

Lilly - Eba! - Ela disse se deitando no sofá com a cabeça no colo do avô, que acariciou o cabelo dela.

Na TV, passava um desses programas de pegadinhas, que arrancou gargalhadas dos dois… Depois de um tempo, Lilly ficou pensativa.

Sr. Beckett - Tá pensando em quê, mocinha?

Lilly - Mamãe e papai… tô pensando no que estão fazendo agora, aposto que não estão dormindo.

Sr. Beckett - Lilly…

Lilly - Eu sei que os adolescentes, como eu, não gostam de pensar nos pais… namorando… mas eu gosto, sei lá, papai e mamãe são tão unidos, se amam tanto, são… como uma pessoa só… eu quero muito a felicidade deles e bom, sei que… namorar faz parte da felicidade, sei na teoria, claro! - Ela se apressou a dizer e o avô riu. - Não que eu pense muito nisso, é só que, sei lá, não ligo de pensar… Me entende?

Sr. Beckett - Entendo sim e vou te contar um segredo… nós, pais de meninas, também não gostamos de imaginar nossas filhas…

Lilly - Namorando.

Sr. Beckett - É, mas como você disse, seus pais se amam tanto que eu não ligo de imaginar, eu sei que eles namoram e estou feliz por isso.

Lilly sorriu. - E vô, você já os ouviu?

Sr. Beckett - Isso já é demais, não?

Lilly riu. - Eu os ouvi uma vez, tava passando perto do quarto deles, antes do isolamento de som, ouvi sussurros, uns gemidinhos baixos… mas aí eu corri pro quarto e fechei a porta bem devagar, se a mamãe sonhasse que eu estava acordada, eles parariam e eu não quis isso.

Sr. Beckett - Sua mãe é envergonhada…

Lilly - E como é… - Ela pensou em perguntar ao avô quem se molhava, mas achou melhor não, sentiu que estaria expondo a mãe.

Os dois continuaram a rir da TV até que o sono decidiu aparecer e os levou pra cama.

 

No loft de Caskett, Beckett finalmente decidiu ceder aos pedidos do marido, porém, sem extravagâncias, o joelho dele ainda tinha que ser preservado.

Castle estava deitado na cama, esperando a esposa sair do banho, ele estava com a perna certinha na almofada de elevação, mas assim que ouviu o chuveiro desligar, como uma criança que quer atenção, ele, com o pé direito, entortou a almofada.

Beckett veio enrolada na toalha e a primeira coisa que fez foi olhar a perna do marido. - Castle, a almofada tem um encaixe, sua perna tem que ficar posicionada no encaixe, não tem segredo nisso.

Castle - É que eu não consegui arrumar…

Beckett - Ah é, seus braços e a outra perna também estão doloridos, né? Pelo amor de Deus…

Ela reclamou, mas viu ali a oportunidade que queria, ao posicionar a almofada, ela encostou a mão no pênis dele, dentro da cueca, e isso não passou despercebido…

Castle - Kate, eu acho que ainda tá meio torta…

Beckett – Torta, é?

Castle - É, pode arrumar de novo?

Beckett - Posso, mas antes, deixa eu me livrar disso aqui… - Ela abriu a toalha e a deixou escorregar. - Rick a encarou sem nem piscar. - A almofada não parece torta.

Castle - Ah, mas tá… tá bem torta…

Beckett - Humm… vamos ver… - Agora além de roçar no pênis, ela lhe apalpou a bunda. - A almofada está certa, mas tem algo por aqui que está se elevando… - Ela o tocou com mais vontade.

Castle - É… só que você disse que…

Beckett - Eu sei, eu sei, mas, se eu ficar por cima e você prometer não forçar o joelho…

Castle - Eu prometo sim, prometo sim…

Beckett - Então vamos nos livrar disso aqui… - Ela tirou a almofada de debaixo da perna dele e puxou o cós da cueca. Castle fez menção de erguer o quadril. - Ah ah… sem forçar…

Castle - Desculpa, desculpa…

Beckett - Tá, dessa vez eu perdoo você. - Ela disse colocando a almofada de volta, aí subiu na cama e se debruçou para beijá-lo.

Castle levou a mão até a nuca dela, por debaixo dos cabelos, e deu-lhe uma apertadinha. - Minha linda! - Ela sorriu. - É… assim… hoje é baunilha?

Beckett - Sim.

Castle - Então eu posso…

Beckett - Pode fazer o que quiser, desde que não force o joelho. - Ela disse e foi descendo, dando beijinhos e mordidas pelo corpo de Castle, até que chegou na virilha.

O escritor não sabia se a olhava ou fechava os olhos, os beijinhos e as mordidas lhe causavam arrepios. Rick gemeu quando ela alcançou seu pênis e começou a masturbá-lo. - Ah, Kate…

Beckett - Relaxa, Gatinho…

Kate o lambeu desde os testículos até a cabeça do membro e depois o abocanhou, Castle gemeu e isso a incentivou a repetir a lambida.

Castle - Ah… abocanha…. ahhh… - Ele gemeu e ergueu a cabeça para olhá-la, mas o cabelo dela estava na frente então ele se esforçou e moveu a mão para empurrar as mechas para o lado. 

Ela continuou estimulando-o e ele continuou a gemer, até o membro dele estar no ponto e ele estar com a respiração entrecortada.

Castle - Não, não para, não… - Ele disse vendo-a se levantar. - Kate… - Ele se mexeu.

Beckett - Não mexe o joelho! - Ela o beliscou a barriga.

Castle - Au… - Ele reclamou. - Achei que era baunilha…

Beckett - Mas é.

Castle - É que você tá tão mandona que nem parece...

Beckett - Não parece, é? Tô mandona, é? Hum, espera só pra ver em Hamptons…

Castle - Tá, não sei se fico ansioso ou com medo agora…

Beckett - Agora… - Ela o beijou. - …eu te quero excitado, e… - Ela o beijou de novo. - … pra você não dizer que eu sou mandona, vou atender seu pedido e te chupar um pouco mais…

Castle suspirou. - Pode virar seu traseiro pra cá?

Kate deu de ombros e o montou no estilo 69. - Assim?

Castle - Perfeito!

Enquanto ela o chupava, ele a tocava, ora esfregando o clitóris, ora a penetrando com os dedos. Minutos depois, ela se levantou.

Beckett - Acho que já está bom… eu te quero dentro…

Castle - Ah eu quero entrar, mas antes, deixa eu provar esse mel, hum?

Ela aproximou a vagina da boca dele e ele a saboreou com vontade, intensificando e a mordiscando quando ela gemia.

Beckett - Amor, eu vou… - Ele respondeu com uma mordidinha um pouco mais forte que desencadeou o primeiro orgasmo dela.

Kate tentou segurar o jatinho insistente, mas Rick a beliscou na bunda e desestabilizou tudo, levando a um gemido alto.

Castle - Eu já disse pra você não se segurar… 

Beckett - Desculpa. - Ela disse num fio de voz enquanto ele a lambia de novo, tomando-a por completo.

Castle - Quero entrar! - Ela o desmontou, se virou de frente pra ele e o montou de novo, o encaixando a ela. - Ah… nunca vou me cansar da sensação deliciosa que é entrar em você…

Ela o beijou. - E eu não vou me cansar de te receber… 

Beckett começou se movendo devagar, e depois foi acelerando progressivamente, enquanto os lábios se colavam como magnetismo. Conforme a respiração de ambos foi ficando ofegante, os beijos cessaram, abrindo espaço para mordidas no pescoço.

Beckett - Hummm… Castle…

Castle - Gostosa… - Ele disse e a abocanhou o mamilo.

Beckett - Rick… - Ela fechou os olhos, mas manteve a boca aberta.

Castle - Tá perto, é?

Beckett - Sim… - Ele se moveu na intenção de aumentar o ritmo. - Não, não, não... tá dobrando o joelho…

Castle - Tá tudo bem…

Beckett - Não, não… - Ela se levantou. - O combinado foi que você não forçaria o joelho.

Castle - Tá, desculpa, mas, não, não para, não…

Beckett riu. - Não disse que ia parar, eu vou me virar, de frente para as suas pernas é mais fácil de te controlar… mas antes… - Ela se debruçou e lhe abocanhou a cabeça do pênis.

Castle sentiu um arrepio. - Isso é tortura, eu também estou quase…

Beckett - Você tomou o meu primeiro orgasmo… - Com as mãos, ela apertou os testículos, o abocanhou e o mordeu.

Castle - Nossaaa… - Ele gozou e assistiu ela o lamber, o tomando pra si.

Beckett - Delícia! - Ela o chupou e mordiscou a cabeça do membro.

Rick sentiu uma repuxada no ventre. - Tortura, tortura, tortura, ahh… - Kate riu e o montou de novo, de costas pra ele, como ela havia dito. - Ah… quentinho… delícia…

Ela se movia devagar e embora estivesse muito bom, ele queria mais. O joelho ferido era o esquerdo, então tá, esse ele deixaria esticado, mas o direito… Rick dobrou o joelho direito e num impulso puxou a esposa pra si, colando as costas dela no peitoral dele, a nova posição possibilitou o aumento do ritmo sem se prejudicar.

Beckett - Dobrou o joelho… - Ela bronqueou amolecida nos braços dele.

Castle - Dobrei só o direito, meu joelho está bem! Meu corpo todo está bem, relaxa…

Beckett - Eu tô relaxada… - Ela fechou os olhos e mordeu o lábio inferior.

Rick colou seus lábios aos dela e com a mão, lhe acariciou o clitóris, deu pra sentir os gemidos dela durante o beijo.

Castle - Goza… - Ele sussurrou no ouvido dela. - Goza pra mim… - Completamente arrepiada, ela se entregou ao orgasmo e o arrastou consigo. - Delícia… não sei o que é melhor, entrar em você ou estar dentro de você quando você goza e me aperta desse jeito.

Beckett suspirou e ficou deitada sobre ele. - Eu te amo…

Castle - Eu também te amo!

Beckett - Obrigada por fazer eu me sentir assim… com você sempre parece ser a primeira vez. - Ela rolou pro seu lado da cama.

Castle - Também me sinto assim com você… vem cá, deita aqui… - Ele apontou o peito, ela se aconchegou, eles se beijaram e dormiram sem se preocuparem com os fluidos pela cama.



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