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História Castle e Bones: Juntando as forças. - Capítulo 87


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Capítulo 87 - A festa de lançamento de livro interrompida.


Tempos se passaram, Kate já tinha voltado ao trabalho e Castle tinha publicado mais um livro. A festa de lançamento com noite de autógrafos foi marcada e todos os amigos foram convidados, inclusive as crianças. Já que o livro falava de crianças nada mais justo do que convidá-las também.

Só que no mesmo dia da festa, Lilly teria ensaio do coral. Desde a cantata de natal onde ela e Christine cantaram juntas, ela passou a fazer parte do coral. O dia do trabalho se aproximava e os ensaios estavam sendo bem frequentes. Nesse dia o coral ensaiaria junto com a turma do teatro, ia ser um belo musical que falava dos grandes profissionais dos EUA.

Beckett – Eu levo a Lilly, volto pra te ajudar a organizar as coisas, depois busco Lilly e a trago pra festa. Os gêmeos ficam com você.

Castle – Desde que você chegue antes da sessão de autógrafos...

Beckett – É só dizer não quando alguma fã pedir “Autografe os meus peitos?” – Ela diz fazendo voz de deboche e aspas com as mãos. Castle ri.

 

Como prometido Beckett levou a filha até o colégio e foi ajudar o marido a se preparar, era incrível que mesmo passando tempos solteiro, Rick não aprendeu a arrumar a gravata.

Eles também penduram cartazes que ficaram prontos em cima da hora.

A festa estava quase começando quando Kate saiu para buscar Lilly, como seu carro decidiu não pegar, Beckett foi com a Ferrari do marido.

 

Lilly adorou ser buscada com a Ferrari, apesar de ser do pai, ela quase não andava nela e muito menos era vista nela.

Kate, para pegar um atalho, foi por um caminho meio que de serra e apesar da insistência da filha para abrir o teto do carro, ela deixou fechado.

 O trânsito estava tranquilo, por ali quase nunca passava carro, até que do nada um carro surge em disparada e empurra a Ferrari, fazendo-a bater contra a parede de proteção que por sorte estava ali. Antes de bater Beckett pôde ver que m estava no volante do SUV preto, era Eric, o seu antigo fisioterapeuta tarado que depois da batida seguiu seu caminho rindo.

A batida foi forte e mesmo que o airbag tenha se acionado Kate apagou. Lilly, que estava na cadeirinha não se machucou, mas ficou bastante assustada e quando a mãe não respondeu seu chamado a pequena se soltou da cadeirinha e com cuidado, porque ela tinha medo de o carro cair precipício a baixo, ela pulou para o banco da frente e empurrando o airbag deu tapinhas no rosto da mãe.

Lilly – Mamãe!! Mamãe... Por favor acorde... Por favor... – ela fez isso até a mãe despertar e nessa hora seu desespero já estava enorme.

Beckett – Filha, você está bem?

Lilly assente – Obrigada Papai do Céu, obrigada! – ela diz abraçando a mãe – Eu tô bem e você, mamãe?

Beckett – Estou bem filha. – Ela aperta a menina. O carro dá um tranquinho. – É melhor sairmos daqui. – Ela aperta o botão que abre o teto, tira o cinto de segurança, desce do veículo e em seguida tira a filha. – Seu pai vai ficar muito bravo.

Lilly – É, ele adorava esse carro.

E as duas ficaram ali pensando numa maneira de contar ao Castle o que aconteceu. Beckett tinha certeza de que era Eric no outro carro e que aquilo não foi um acidente.

Mas elas não tiveram muito tempo a sós. Eric voltou para tripudiar. O trauma de Kate também se remetia a Eric e mesmo ela jurando pra si que ia reagir, pela Lilly, ela não conseguiu e ficou petrificada ao escutá-lo.

Eric – Olha só quem está por aqui – ele vem se aproximando – Precisam de ajuda com o carro?

Lilly, vendo a cara de assustada da mãe se esconde atrás dela.

Eric – E quem é a menininha aí? Sua filha com o escritor? – Ele se aproxima mais.

Lilly vê o celular da mãe no chão numa distância não tão grande, ela sabia que se apertasse o nº 1 e depois apertasse a tecla verde do fone, o celular do pai tocava.

Ela já sabia todos os números de 0 a 10 e Caskett haviam combinado de ativar o chamado de emergência, para tanto, eles deixaram os celulares sem senhas. O nº 1 no celular da mãe ligava pro pai e o nº 1 no celular do pai ligava pra mãe, o nº 2 ligava pra Alexis.

Lilly podia correr para pegar o celular, ela era rápida. Respirando fundo ela soltou da mão da mãe e foi... Mas ela não era tão rápida...

Eric – Aonde vai garotinha? Fique aqui com a mamãe e o tio Eric. – Ele diz a pegando pelo braço.

Lilly – Mamãe...

Beckett – Solta ela Eric!

Eric – Ah, desculpa não quero te assustar pequena, eu e sua mãe somos amigos a muito tempo, sabia? – ele ainda segurava a menina. – Eu a ajudei sabe? Mas ela não quis retribuir... Ela me colocou na cadeia...

Beckett – Deixa ela em paz Eric, ela não tem nada a ver com isso. – Droga, por que ela travava? E por que ela estava desarmada?

Eric – Sabe Beckett, sua cara quando eu cheguei mostrou que você tem medo de mim, mas esse medo pode passar. Agora essa garotinha é com certeza seu ponto fraco. – Ele saca uma arma e a coloca na cabeça da menina.

Lilly – Mamãe!! – ela diz chorando, morrendo de medo do que ia acontecer.

Eric – Talvez assim você retribua meus favores?

Beckett – Não machuque ela...

Eric – Eu não quero machucá-la, e não vou, não se você fazer o que eu quero? E você sabe muito bem o que eu quero... Foi uma pena o escritor ter nos interrompido...

O estômago de Beckett se revirou e seu coração se acelerou. – Não na frente dela... Por favor...

 

Longe dali, no salão de festas, Castle já estava estranhando o atraso da esposa, os gêmeos estavam inquietos, chorando de fome.

Alexis – Acho melhor a gente partir pras mamadeiras...

Como os meninos não tinham hora certa para mamarem e como eles aceitavam mamadeira, Kate sempre deixava duas cheias nas malinhas dos bebês.

Castle – É, eu acho melhor mesmo, daqui a pouco Gina vem reclamar do choro deles.

B&B e Christine que haviam chegado também foram ajudar com os bebês enquanto Rick foi receber o resto do pessoal.

 

Eric – Por mim tudo bem. Garotinha, entre na Ferrari.

Beckett – Não! O carro pode cair...

Eric – Certo, fique atrás do carro então.

Lilly – Mamãe?

Beckett – Vai filha, não importa o que você escute, não olhe pra cá, okay?

Lilly assente com cara de assustada e vai pro lugar indicado, no meio do caminho, porém, disfarçadamente ela “cai” e pega o celular da mãe.

Lilly – Eu estou bem! – Ela grita pra avisar que não se machucou quando caiu.

Fora do campo de visão da menina, Eric se aproxima de Beckett – Se tentar reagir, eu mato ela – ele aponta Lilly – Mas acho que obedecer não será um problema pra você, afinal você e o escritor brincam bastante... – ele vai pra trás dela.

“Como ele sabia das brincadeiras? Ele estava espionando? A quanto tempo?” Beckett é tirada de seus pensamentos quando Eric coloca uma das mãos em seu seio.

 

Castle estava se preparando para se sentar na grande mesa e dar autógrafos, ele preferia esperar a esposa, mas Gina já havia reclamado. Onde será que Beckett estava?

Rick se levanta pra sair de trás da cortina quando seu celular toca. A foto e o nome de Kate surgem na tela.

Castle – Kate, cadê você?

Mas é a voz da Lilly que responde – Papai – ela estava chorando.

Castle – Filha? O que houve?

Lilly – Mamãe bateu o carro e agora tem um homem aqui que vai machucar ela... o nome dele é Eric. Eu tô com medo!

Ao escutar o nome de Eric, Castle se alertou. – Sabe dizer onde vocês estão? Olhe em volta, procure alguma placa...

Lilly – Não tem placa papai, eu não sei onde estamos, eu não conheço esse caminho, só sei que tem um penhasco.

Castle compreende que é o atalho, mas ele precisa saber que altura da pista elas estavam. – Filha? No celular da mamãe, lá em cima da tela, onde tem a hora, toque ali e puxe pra baixo, vai abrir um menu, tem um desenho de uma gotinha de água de ponta cabeça, veja se ela está azul, se não tiver toque nela.

Lilly faz o que o pai mandou – Tá azul papai.

Rick pega o computador e entra no site pra pegar as coordenadas do GPS do celular da esposa.

Lilly – Papai, eu tô com medo, a mamãe ta gritando...

Castle – Calma filha papai já sabe onde vocês estão, eu chego aí rapidinho, tá bem?

Lilly – Tá.

Alexis aparece atrás – Pai é melhor você ir logo ou a Gina...

Castle pega a carteira – Não vou ir pra mesa. – Alexis não entende. – Lilly ligou, ela e Beckett estão em apuros, Eric está com elas.

Alexis – Eric o fisioterapeuta que...? – Castle assente e vai indo em direção a porta da frente. – Não pai, por aí não, a imprensa não vai deixar você passar. Saia pelos fundos e – ela pega a chave do carro e dá pro pai – o carro da Beckett não ta pegado, vá com o meu.

Castle – Obrigado filha. Pode avisar Ryan e Esposito sobre o que tá acontecendo? O local onde Beckett está é aquele – ele aponta o computador – E segura as pontas com a Gina, okay?

Alexis – Okay, agora vai! - o escritor sai correndo.

 

Depois de se divertir com Kate e tirar fotos, Eric chama Lilly de volta, como a menina não responde, já que estava falando com o pai, ele vai buscá-la. Ele não a fraga falando ao celular, mas a encontra segurando o aparelho.

Eric – O que você está fazendo? – ele diz tomando o celular das mãos dela.

Lilly se assusta e não responde. Ele a pega pelo braço e a leva até onde estava a mãe – A malandrinha usou o celular, ligou pra quem? Pra polícia? - Lilly fica quieta – Sabe se é pra eu ser preso de novo vou fazer valer a pena... – Ele desmonta o celular e o joga no chão, em seguida saca a arma.

Beckett – Não machuca ela, ela está assustada...

Eric – Não se preocupe querida, não vou machucá-la, não fisicamente... – ele olha pra Lilly – Quer ver eu matar a mamãe?

O coração da menina disparou e ela fez que não com a cabeça.

O coração de Beckett também disparou, ela pensa no trauma que foi perder a mãe quando ela era adolescente e então tenta imaginar o trauma que a filha vai ter em ver a mãe ser assassinada – Não faz isso, por favor! Ela é uma criança!

Eric – Se ela tivesse sido uma criança boazinha... Mas não, ela preferiu trapacear – ele aponta a arma para Beckett – Ajoelhe-se e coloque as mãos na cabeça.

Lilly chora – Não machuca minha mãe moço, por favor...

Eric – Vai ser rápido pequena, ela não vai nem sentir dor... Mas você porém, jamais vai se esquecer desse dia.

Beckett – Por favor, não faz isso...

Eric – Para não dizer que eu sou malvado, vou deixar vocês se despedirem.

Lilly – Mamãe...

Beckett – Filha – Eric parecia não saber o nome de Lilly, então ela evitou dizê-lo. – meu amor, nada disso é culpa sua, okay? – Lilly assente – Quero que cuide do papai e dos gêmeos, promete pra mamãe que vai falar de mim pra eles, assim como fazemos pro Seeley? – ela tenta sorrir – Promete?

Lilly – Mamãe... eu te amo!...

Beckett – Promete?

Lilly – Prometo – ela olha para Eric – Por favor moço... não mata ela...

Eric ignora os pedidos de Lilly – Feche os olhos Beckett. – E ele se prepara para atirar. 


Notas Finais


E agora??


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