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História Castroville - Capítulo 1


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Capítulo 1 - Vida nova


Fanfic / Fanfiction Castroville - Capítulo 1 - Vida nova

       Minha vida nunca foi fácil, mas esse ano estou preparada para esquecer o que me aconteceu e recomeçar.

Hoje começo uma nova vida num lugar novo. Irei para um lugarzinho esquecido do Texas.

Chego de viagem no aeroporto e vejo meus pais postiços. Luis e Patrícia, e estou quase convicta que aquele do lado deles é meu futuro irmão Gaybrie.

- Bom dia, você deve ser a Zoe, como vai você?. Perguntou a Patrícia de cabelos ruivos olhos azuis e um vestido verde bem elegante. - Vou bem. - respondir com um sorriso de canto.

Passamos a viagem de carro enteira conversando sobre eles e todas as festas que eles são convidados. São pessoas importantes.

Decemos do carro e chegamos numa casa grande... era a maior da rua, e a mais linda, tinha piscinas, coleções de carros. Era branca com beje era a coisa mais linda que eu já tinha visto em toda minha vida.

- Vem Zoe esse é seu quarto.

- Obrigada Luis. - Meu quarto era lindo tinha uma pegada Tumblr misturado com vsco girl, era diferente, e eu adorei.

Tomei um banho e desci para jantar. Quando cheguei na sala de jantar estavam todos me esperando. A mesa tinha várias guloseimas deliciosa tudo do mais gostoso.

- Então Zoe... Me desculpa tocar nesse assunto, mas do que seus pais morreram?

- Luis, essa é uma pergunta que se Fassa?

- Está tudo bem senhora Patrícia. Eles morreram num acidente de carro calsado pelo meu tio que queria ficar com todo nosso dinheiro, mas quando ele matou o meu pais viu que nós estavamos falidos, e ele foi preso.

Pronto, é a primeira vez que consigo falar isso em voz alta sem ter uma lágrima em meus olhos.

Ficamos todo o janta sem falar nada. Subi para meu quarto quando escuto um barulho do quarto ao lado, vou lá ver o que está acontecendo, quando vou abrir a porta, Gaybrie puxa a porta de dentro do quarto.

- Oi precisa de alguma coisa?. Caramba não tinha percebido o quanto ele era um gato, o abdômen dele é definidinho. Passou uns cinco segundos até eu parar de olhar pra quilo tudo, e responder:

- Não, É que eu ouvi um barulho, só queria ver o que estava acontecendo.

- Não, é que eu tô arrumando umas coisa aqui e fiz um pouco de barulho, me desculpa se eu te acordei.

- Não, não acordou, boa noite. Disse dando um sorrisinho

- Boa noite. Disse ele devolvendo o sorriso.

No dia seguinte acordei feliz, era meu primeiro dia de aula. Me arrumei e desci para tomar café, chego na cozinha e encontro o Gaybrie.

- Oxe cadê todo mundo?.

- O café da manhã é a única refeição que nós não tomamos todos juntos.

- A entendi. E nós vamos para escola juntos?... Vamos de ônibus ou em um do seus vários carros??. Falei Alegre e Dando pulinhos.

- Nossa tantas perguntas para uma só pessoa. Vamos na minha Ferrari.

Gaybrie... Ele me faz sentir como se já conhecesse ele, ele é estranho não é de falar muito, passamos a viagem enteira sem conversar.

- Oi gatinho, essa é sua nova irmãzinha?. Falou uma menina ruiva de olhos azuis e roupas curtas.

- E aí gatinha, meu nome é Chase seja bem vinda ao Texas.

- Oiii, muito obrigada. Já. Gostei desse Chase ele era um menino sorridente e muito lindo.

Hoje na escola foi legal fiz amizade com a Charly e a Lia, a Charly é negra parece uma deusa do Egito, a Lia é uma típica ruiva do olhos azuis, aquela das roupas curtas.

Em casa.

- Senhora Patrícia a comida tá uma delícia.

- Deve agradecimentos a dona Josefina ela que fez. Como foi o primeiro dia de aula?.

- Foi bem legal, já fiz amigas, a Charly e a Lia.

O senhor Luis olha pra mim com uma expressão brava.

- Charly A negra?? Não quero você perto dela.

- Porque não senhor Luis?.

- A mãe dela é minha rival nos negócios, e a vó dela é uma completa louca?.

- Como assim?, você não vai deixar eu ser amiga da Charly por causa do seu trabalho...

- Olha aqui menina. Disse ele levantando a voz. - Você não pode falar assim comigo.

Abaixei minha cabeça e pedi desculpas, e perguntei

- Porque a vó dela é louca??.

- Ano passado ela falou que tinha uma notícia para contar na prefeitura, todos fomos lá, e quando chegamos ela falou uma história nada ver.

- Mais nada?.

- Não ela não conseguiu termina, a sua filha a "Madame Giselle" não deixou, e a levou embora.

- Ok.

Estava enjoada no meu quarto, resolvi descer para comer alguma coisa, quando escuto Patrícia e Luiz brigando.

- Você não pode falar nada Patrícia você também fez a mesma coisa e eu te desculpei, agora espero que também me desculpe. Não podemos nos separa.

- Claro, sempre e para sempre juntos. Disse ela com um tom de tristeza no rosto, e na voz.

Desci para comer bolo, e dona Patrícia vem comer comigo.

- A vida não é fácil pra ninguém né?

- Pois é.

- Fique sabendo que eu sempre vou estar aqui com você, nunca se esqueça que eu sempre vou cuidar de você, não confiem no Luís as vezes ele pode ser uma pessoa horrível.

- Meninas, bom dia. Hoje começo uma missão.

- oi, Zoe como assim missão ??

- Então Lia e Charly, o senhor Luis me disse que sua vó Charly, ela é louca, por aquilo que aconteceu a um tempo atrás na prefeitura da cidade. Sabe de estarmos presos a essa cidade.

- Sim mas não estamos presos, eu mesma já fui para varia outros lugares do mundo.

- Sim, mas se a sua vó quis dizer que nós estamos tipo preso, mas não presos de verdade.

- Tá Zoe, mas me diz como você sabe de tudo isso, e porque você está falando que nem a vovó Margô?

- Como eu sei de tudo isso, passei a noite em claro estudando os papéis da prefeitura. Agora promete que vai me deixar falar?.

- Ok, pode falar.

- Quantas pessoas já saíram daqui pra mudar?.

- An An ... Nenhuma.

- Exatamente, e se nós podemos sair, mas sempre voltamos para cá, como se alguma coisa puxasse a gente, como um ímã.

Quando terminei elas estavam olhando para mim com caras estranhas.

- Tá Zoe eu acho que você precisa dormi um pouco. Disse Lia saindo da mesa.

- Me desculpe Zoe mas isso seria impossível, acho que está lendo muitos livros.

- Charly, eu sei que tá confuso, mas eu posso te provar. Deixa eu ir até sua casa hoje conversar com sua vó Margô.

- Se for pra acabar com essa história, sim, te vejo 13:30.

- Combinado eu vou está lá.

- Boa tardeee, Charlllyyy.

- Nossa, eu queria ter essa sua animação Zoe. Vem por aqui é o quarto da minha vó.

Entro no quarto e vejo uma senhora sentada numa cadeira de balanço.

- Oi senhora Margô, eu queria falar com você sobre Aquele assunto de que todos estamos presos aqui.

- Vou busca biscoitos e leite.

- Por favor, senhora Margô fala comigo eu acabei de chegar aqui, meus pais morreram num acidente de carro e por algum motivo eu vim para aqui, e talvez agora eu não possa mas falar com a Chaly, por causa daquele Luis, eu tenho que me prender a isso pra me destrair. - falei quase chorando.

- Você é a Zoe.

- Sim.

- Você vai salvar a gente.

- Como assim?.

- Estamos presos aqui a bastante tempo, e nunca percebemos, já vi minha neta completar o terceiro ano várias vezes, já vi você chegar aqui várias vezes. E as únicas pessoas que sabem de tudo isso sou eu e minha filha, e a pessoa que fez isso com a gente, todo ano que você vem eu deixava você descobrir sozinha, mas toda vez que você descobre o ano acaba e volta tudo de novo.

- Então me diga senhora Margô quem é que faz isso?.

Margô começa a perde a respiração, e tendo ajuda ela.

- Vovó, o que você fez com a minha vó? .

Passou um tempo e a vó da Charly estava no hospital. A Charly e a Lia não falava comigo, todos da escola me olhavam como se eu fosse uma louca, e a pessoa mais cruel do mundo.

Quer saber eu vou deixar todos, todos ficarem voltando o mesmo ano e não tô nem aí.

Estava eu sentada no sofá assistindo séries.

- Oi Zoe nossos pais foram chamados na escola hoje, mas como eles não estavam, eles me chamaram para ir até lá, e disseram que você não vai pra escola faz 3 semanas.

- Olha você me descobriu. Disse com tom de sarcasmo. - Estou assim desde que a vó da Charly está no hospital. Eu juro eu não fiz mal algum pra ela, só estávamos conversando e do nada ela começou a sentir falta de ar.

- Eu sempre vou acreditar em você Zoe, você também pode confiar no seu irmãozinho.

- Eu confio Gaybrie.

Ele coloca suas mãos na minha cintura e me puxa para perto de seu corpo, ele fica olhando para minha boca enquanto passa a mão acariciando, ele me beija, o beijo dele era tão bom que não consiguimos mas parar, mas eu recuei.

- Nós não somos irmãos? Falei sorrindo. Ele retribuir e eu saio.

Eu não posso ficar aqui parada, mas o ano já tá acabando.

Ano que vem eu preciso me lembrar, mas primeiro tenho que conversar com a Madame Giselle, para saber como.

Aperto a companhia da casa da Charly.

- O que você tá fazendo aqui?.

- Por favor não feche a porta na minha cara, eu preciso conversar com sua mãe.

- Charly deixa ela entra, venha até meu escritório Zoe.

- Colicença.

- Eu quero saber como você e sua mãe consegue lembrar de tudo no outro ano?

- Não sei o que você tá falando.

- A sabe sim, suma mãe me contou tudo naquele dia. Ela respira fundo e responde.

- Tem três pulseiras que te dá o dom de fazer isso.

- E onde tá a terceira? , Já que sua mãe tá com uma e você tá com outra.

- Eu dei para Charly, porque achei que Tava na hora dela saber de tudo, mas não podemos pegar ela tem que te dar por conta própria.

- Ok eu vou tentar. E me desculpa pela sua mãe, ela tava bem ela ia me dizer quem era a pessoa que tava tentando fazer isso com todos nós, e de repente ela ficou sem respiração.

- É normal, ela não pode falar nada se não ela pode morrer, infelizmente eu não sei de nada, mas queria saber o porquê de você tá fazendo isso?.

- Eu só quero meus pais aqui comigo de novo, e também estou presa aqui que nem vocês.

Dali vou para escola, e avisto Charly.

- Charly, Charly.

- Que Zoe.

- Eu só quero pedir desculpas, eu prometo eu não tive culpa.

- Eu sei minha mãe conversou comigo hoje mais cedo, e como não tenho ninguém para ir ao baile de natal comigo e acho que você também não, você irá comigo.

- Sim senhora. Disse colocando a mão na testa imitando um soldado. Depois caímos nas gargalhadas.

- Oi Gaybrie.

- Oi Zoe, eu queria saber se você quer ir ao baile comigo?.

- Eita Gaybrie, eu até ia, mas a Charly disse que nós iremos juntas, me desculpa.

- Tudo bem então depois do baile podemos vim para casa, e fazer uma maratona de filmes.

- Ok eu prometo.

Chega o dia do baile. Estou com um vestido azul com pedrinhas brilhantes.

- vamos Zoe, bora para o baile?.

- Bora.

Chegamos no baile.

- Eu adoro essa música, vamos dançar Charly.

Estava tudo bem até o Gaybrie chegar e atrapalha o meu plano.

- Quer dança comigo.

- Não, eu vim para o baile com a Charly.

Ele foi embora, me sinti triste por te falado daquele jeito com ele, mas eu preciso daquela pulseira.

- Zoe porque você falou assim com ele?, não percebeu que ele tá doidinho por você.

- Sério?.

- Sim.

- Mas eu não quero ficar longe de você, depois de amanhã é ano novo.

- Vai lá ficar com ele.

- Tem certeza?.

- Vai logo.

Chego em casa e bato na porta do quarto dele.

- Oi, eu fui uma idiota hoje no baile, me desculpa?.

- Tudo bem, mas me promete que nunca mais vai fazer isso.

- Prometo.

- Então vamos maratona os filmes Jogos vorazes.

A noite de filmes foi muito legal o Gaybrie é super fofo, carinhoso, bonito ele é perfeito. Zoe para para com isso, lembra qualquer um pode ser a pessoa do mal.

Chega a noite de ano novo, todos estavam sentados na mesa. Eu e Charly estávamos com vestidos brancos, não era muito diferente já que todos estamos de branco.

O Gaybrie estava com uma calça e blusa branca, e os quatro primeiros botões da blusa dele estáva aberta, ele é muito bonito ele tem os cabelos pretos e olhos verdes, ele é perfeito.

- Zoe, para de babá no Gaybrie e vamos dançar.

- Bora.

Eu estava com medo, a madame Gisely já tinha lançado alguns olhares para mim, por eu não ter pegado a pulseira ainda. Mas como eu vou pedir uma coisa dessa para Charly que a própria mãe dela deu.

20 minutos para o fim do ano.

- Gaybrie. Gritei.

- Oi.

- Eu quero te dizer que eu te amo, e que eu nunca vou esquecer de você, quando eu te vi no aeroporto com aquele olha verde, a noite de filmes, o baile que você estava lindo, e eu fui uma boba com você, eu te amo muito.

- Eu também te amo muito, mas Zoe, porque você fala como se fosse a última vez?.

- Eu só quero que você fique sabendo que eu te amo e muito, ok?? Vou falar com Charly.

3 minutos para o ano novo.

- Oi Charly.

- Oi, amiga.

- Eu gosto muito de você, e você foi minha primeira melhor amiga, porque nas outras escolas que eu estudei ninguém gostava de mim todos me odiavam.

- Eu também te amo muito e você é tudo para mim. A Lia nunca foi minha melhor amiga, Você sempre tá do meu lado, e me desculpa não ter falado com você por três semanas.

15 segundos para o ano novo.

- Toma essa pulseira, significa muito para mim e eu amo ela como eu amo você, e agora é sua.

10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1, 0.

Onde eu estou?.

Aiii meu Deus eu estou em casa novamente. Choro de felicidade.

- Filhaaa, desce para tomar café.

- Mãe senti tanto sua falta, você tá bem??

- Mas Zoe a gente se viu ontem. Disse meu pai.

- Papai eu te amo muito, vem cá me dá um abraço, senti muita saudades de vcs dois.

- O que você tem Zoe??

- Eu vou conta, mas é melhor vocês sentarem.

Contei tudo o que eu passei, sobre o tio Ary também...

- Quem é??

- Sou eu cunhadinha Ary.

- Ary, oi entra.

Pelo que eu me lembro é nessa parte que ele chama a gente pra ir pra casa de praia.

- Então vai ter um churrasco e a gente vai todos juntos, vocês vão vim??

- Não tio, meu pai vai começar um novo trabalho em outro lugar, desculpa, mas não poderemos ir.

- E vocês vão pra onde minha criança?

- Não sou mais uma criança.

- Nós iremos para Castroville uma cidadezinha do Texas.

- Pai você acha que foi seguro contar pro tio Ary onde a gente vai estar.

- Não, mas e se ele for a pessoa do mal? , Ele ia saber de um jeito o de outro, e se ele não for acharia estranho se a gente não contasse.

Eles não vão morrer como da última vez e vai dar tudo certo vou salvar a todos.

Chegamos... A nossa casa era boa, mas não era que nem a da senhora Patrícia e seu marido Luiz, era aconchegante fofa e na mesma rua de todas as outras casas.

Vou para escola e vejo Charly e Lia.

- Oi, eu sou Zoe, eu sou nova aqui vocês sabe qual é a sala de História?.

- Oi, eu sou Charly e essa é Lia estou indo para lá, vamos juntas.

- Ok, então vamos.

Nos despedimos da Lia e fomos para sala. A professora não tinha chegado ainda. Entro e encontro Gaybrie, só o que me faltava não quero me distrair.

- Oi, você deve ser a aluna nova que meu amigo Chase tava falando para mim.

Não vou dá mole para ele, não mesmo.

- Nossa nem cheguei e já estão falando sobre mim.

- Oi gatinha eu sou o Chase, como é seu nome?.

- Meu nome é Zoe. Falei sorrindo.

O Chase era bonito, como eu disse da outra vez.

- Depois da escola gostaria de sair comigo sei lá para tomar um milk shake, pra eu te apresentar a cidade, é pequena mais é linda.

- Sim eu aceito.

- Vamos vou te mostrar a melhor lanchonete de Castroville.

- Hum não posso esperar.

Chegando na lanchonete vemos Gaybrie e a Lia.

- Vem sentar aqui com a gente.

- Claro tamos indo, vamos zoe?.

- Claro.

- Os pais do Gaybrie vão viajar hoje e vai ter uma festa, porque você não vem?.

- Não sei, vou pensar.

Tomamos milk shake, e comemos muito.

Fui na casa da Charly e vi a mãe dela.

- Oi madame Giselle, não faz tanto tempo que nós nos vimos.

- Olá, já tem um plano para salvar todos nós.

- Não, mas eu um preciso conversar com sua mãe, por favor.

- Não será necessário, minha mãe não pode falar quem é a pessoa que fez isso, mas eu pedi para ela dar pistas, então a gente conversou bastante essa madrugada e ela disse, que o senhor e a senhora Hanks sabem de alguma coisa, que eles poderiam ter evitado tudo isso.

- Hoje vai ter uma festa na casa deles, e o melhor eles não vão tá lá, então posso olhar tudo e descobrir alguma coisa.

Fomos interompida pela Charly.

- Oi eu não sabia que você tava aqui, vejo que já conheceu minha mãe.

- Sim e é uma mulher muito bonita. vamos pra uma festa??

- A do Gaybriel?.

- Sim.

- Bora.

- Madame Giselle qualquer dia vocês tem que ir lá em casa almoçar conhecer meus pais.

Chegamos na festa tinha bebida e muita gente bebendo e se pegando. Charly tá com a Lia e eu tô aqui conversando com o Chase.

- Então quer beber alguma coisa?.

- Eu preciso ir ao banheiro.

Saio de perto dele e subo para investigar.

Entro no quarto do Luís e da Patrícia e acho várias pulceiras dentro de saquinhos, mas tinha 3 vazios, quem tava com a terceira, o Gaybriel não era. Vou para o quarto do Gaybrie. Nossa é estranho é nem sabia que...

- Oi o que está fazendo no meu quarto?.

- Oi oo oi, nada só Tava procurando o banheiro.

Ele fecha a porta e me empurrar contra a parede, olha para minha boca e acarecia ela com a mão, me fez lembra daquela dia.

- Você tá ficando louco, você tem namora você não pode fazer isso.

- Eu posso fazer o que eu quiser, e ter quem eu quiser, eu sei, eu sei que você tá se fazendo de difícil, uma hora você vai ceder como as outras.

Disse ele encostando sua cintura na minha e descendo sua mão a minha bunda.

- Olha aqui se você tocar em mim de novo eu vou bater em você, e outra eu não sou que nem as outras, eu sou única, e não, eu não te quero nem um pouco.

Falo isso e saio dali.

- Oi tudo bem aonde você tava.

- Oi Chase, eu me perdi, mas já tô aqui vamos dançar.

Vejo Gaybrie vim em direção da gente.

- Ela já transou com você, pra ela não me querer.

- Oi?... Amigão respeite a Zoe, e você namora.

- Eu terminei com aquela vagabunda, mas agora me fala o que você fez, chupo ela daquele jeito né?.

Gaybrie cuspia aquelas palavras na cara do Chase, rindo da cara dele.

- E ela faz bem?, ela grita quando vocês estão na cama?, aiii Chase vai, mais rápido vaii.

Ele fala isso rindo e imitando voz de puta.

Chase da um murro na cara dele.

- Vai se fude.

E fomos embora daquele lugar.

Chego no outro dia na escola cansada.

- Oi Zoe, tudo bem.

- Oi Charly, tudo, já deve ter ouvido o que todos estão falando por aí.

- Sim eu já ouvi, mas não se preocupe, esse Gaybrie é um idiota.

Indo para o banheiro encontro Gaybrie vindo em minha direção.

- Oi Zoe.

- O que você quer?.

- Vim pedir desculpas.

- Desculpas? Você falou um monte de merda ontem, e se essa é mais uma tentativa de fazer eu "ceder" você está lascado.

- Me desculpe mesmo.

- Tá, eu te desculpo, agora me dá licença preciso ir ao banheiro.

Agora eu preciso focar vou para casa do Gaybrie ter uma conversa com os pais dele.

- Oi senhora Patrícia, vim conversa com você e seu marido posso entrar?.

- Quem é você?

- Não finja que não me conhece, eu sou a Zoe a menina que pode salvar todos.

- Não sei do que você tá falando.

Pego no pulso dela. - Sabe sim, eu reconheço essa pulseira fofa.

Ela me convida para entra e me leva ao escritório aonde encontramos seu marido.

- Oi senhor Luis, conversei com a Margô ela me disse que vocês poderiam ter evitado tudo isso, eu quero saber o porquê.

- Só quero que você fique sabendo que não tivemos escolha, tínhamos que proteger nosso filho.

- Proteger o Gaybriel de que?

- De você, o amor dele por você quase o matou. Se fosse seu filho você impediria a pessoa do mal ou salvaria a vida ele?

- Não sei não tenho filhos. Você sabe quem é a pessoa?

- Não isso foi apagado da nossas memórias.

- E porque naquela noite vocês estavam brigando?

- Isso é pessoal não tem nada a ver com isso.

- Espero. E porque vocês tem tantas pulseira que não são usadas, e tem três saquinhos vazios quem tá com a terceira?

- Como você sabe disso, andou invadindo a minha casa e a da minha esposa.

- Não interessa como eu sei, só quero saber com quem tá?

- Não importa.

- Senhora Patrícia, você não tem nada pra me falar.

- Desculpa, tenho que proteger meu filho.

- Oi madame Giselle, eu fui conversa com os Hanks, e eles me falaram que deixaram a pessoa fazer isso pra salvar o filho deles.

- Salvar ele de que?

- De mim, o amor dele por mim colocou ele em risco, era impedir a pessoas do mal ou salvar o filho deles.

- Você não devia ter conversado com eles.

- Eu sei que eu não devia ter ido, mas eu precisava, não ache que eu acreditei nele.

- Nele?

- Eu confio na Patrícia, só não confio no Luís.

- O que vamos fazer?

- Precisamos conversar com sua mãe.

- Conversar com minha vó o que?

Zoe desce as escadas para fala com a gente.

- Nada meu amor, é que a Zoe queria conhecer sua vó, mas eu já ia falar pra ela que sua vó foi viajar para Nova York.

Como assim Nova York, pensei.

Chego em casa para jantar com meus pais.

- Então filha como foi com a madame Gisely?

- Foi bem pai, vocês tem que conhecer ela, ela é um amor. Só não entendi porque a mãe dela foi para Nova York.

- Eu e seu pai encontramos um emprego na padaria, vamos poder fazer o que mais amamos, cozinhar.

- Que bom mãe, vou sair para tomar um pouco de ar.

- Ok, não volte tarde.

- Tá.

Vou andando e cento no bando da praça.

- Oi gatinha.

- Oi Chase. Dou um sorriso.

- Te vi triste sentada nesse banco, e passei ali e comprei esse chocolate branco para você.

- Esse é meu preferindo como você sabe?.

- Deve ser destino.

- Será.

- O que se tava fazendo aqui essa hora?

- Vamos fazer assim, você não me conta o que você ta fazendo e eu não te conto.

- Ok.

- A lua cheia tá linda hoje.

- Verdade, olha minha tatuagem no pé.

- Olha só descobri um segredo do misterioso Chase. Rimos juntos.

Ficamos ali olhando a lua e as estrelas.

Cheguei na escola com o Chase, e entramos na sala de aula.

- Então meninas e meninos já que essa aula é vaga vamos jogar um joguinho. Essa Lia sempre com joguinhos.

- Qual. Falou Gaybriel.

- Jogo da Garrafa, mas todo mundo tem que participar.

- Bora então.

Caiu de Lia pra Charly.

- Verdade ou desafio?. - perguntou ela com um ar malicioso.

- Desafio.

- Humm.

- Vai lá, pesado.

- Eu te desafio a tira a blusa do Davi sensualizando, aceita?

- Aceito.

Ela se aproxima do Davi e vai tirando a blusa dele dançando e fazendo cara de safada, todos riem.

Charly gira a garrafa e vai do Gaybriel pra mim.

- Verdade ou desafio?

- Verdade.

- Quero que você me conte o pensamento mais impuro que você teve por mim.

Dou uma risada e falo - Tu acha que eu vou ter pensamentos por você, isso que é ter alto estima.

Todo da sala riem.

As aulas foram suspensas então voltamos pra casa, hoje ia ter a festa de aniversário da Mia, eu e as meninas fomos convidadas.

- Vamos Charly, desce logo.

- Calma já tô terminado.

Eu tava com um vestido, aqueles de burguesa safada.

- Oi Zoe, tudo bem?

- Claro dona Gisele.

- Minha mãe chega amanhã, então convidei os Hanks pra cá, é melhor ter os inimigos por perto.

- Concordo plenamente.

- Vamos Zoe?

- Bora.

Chegamos na festa e tinha bastante gente.

Curto bastante a festa dançando, cantando bebendo um pouco. Chase me puxa para um canto da festa.

- Você tá linda hoje viu?

- Obrigada, você também.

- Vamos fazer um jogo. Disse ele com um olhar malicioso.

- Qual. Retribuo.

- Assim, você me faz uma pergunta e eu faço outra quem não responde tira uma peça de roupa.

- Beleza, eu começo.

- Vai lá então.

- Vou começar leve, qual a sua cor preferida.

- Azul. Minha vez, sua peça de roupa preferida?.

- Vestido. Você já ficou com uma menina da festa?

- Não vou responder.

- humm, vai ter que tirar.

- O que?

- Tira a blusa.

Nossa, o abdômen dele era perfeito era definido era lindo de mais.

- Vai parar de olhar ou vai responder minha pergunta?.

- Qual foi a pergunta mesmo? Rimos.

- Eu perguntei, o que que foi isso no seu ombro que parece uma mancha?

Filho da mãe, não posso responder isso, consegui essa marca no dia do acidente dos meus pais.

- Não vou responder.

- Já que você tá de vestido quero que tire a sua calcinha.

- Ok.

Tirei sensualizando e a rodei no meu dedo. Ele me beija e me senta na pia do banheiro, beija o meu pescoço apertado minha bunda.

- Avisa quando quiser que eu pare.

- Eu, eu sou virgem.

Chase para e olha pra mim.

- Porque você não me disse, eu nunca faria sua primeira vez aqui, eu quero que seja especial romântico um momento bom, tanto pra mim quando pra você.

Vai gente, ontem o Chase foi um fofo, mas hoje é o dia que a vó da Charly chega tenho que tá preparada pra reunião.

- Boa tarde dona Gisele todos já estão aqui?

- Sim vamos para meu escritório.

- Oi dona Margô, oi senhor e senhora Hanks.

- Olá Zoe, cada dia mais linda. Falou Margô passando a mão em meu rosto.

- Oi.

- Oi.

- Eu fui para Nova York com um propósito consiguir pistas, e sei que vocês sabem mais do que contaram a Zoe, mas o que vocês estão escondendo?

- Não, eu vou embora, já disse eu e minha esposa não sabemos mais de nada.

- Já chega Luiz, eu vou falar tudo cansei de esconder ...

Quando Patrícia ia falar ela toma um tiro que veio de cima.

- Patrícia, Meu Deus do céu.

- Eu disse, isso é tudo culpa sua Zoe, tudo sua culpa.

Estávamos no velório da Patrícia, eu não consigo parar de chorar. Quando vim pra cá ela sempre estava do meu lado me tratou super bem.

- Oi Zoe.

- Oi Gaybriel, sinto muito pela morte da sua mãe.

Ele pega no meu pulso e começa a aperta - Eu sei que foi culpa sua, então sei lá o que você fez a minha mãe, pode te certeza você vai se arrepender.

O velório passa e só resta eu a Margô, a Gisele e o Luís.

- Tem uma coisa que pode salva a Patrícia.

- O que.

perguntei.

- O ano começar de novo. Responde Luís. - Como não pensei nisso antes.

- Mas isso não é possível, temos que esperar esse ano acabar, e como faríamos isso?

- Mata você, se você morrer antes do ano acabar volta tudo de novo. Eu e minha mãe ficamos vendo e revendo tudo, e chegamos a conclusão que seus pais tem que morrer faz parte da história se eles não morrerem nunca vai dá certo.

- Vocês estão me dizendo que meus pais tem que morrer pra salvar vocês, e se eu não quiser e se eu e eles sairmos daqui e nunca mais voltar. - Falo revoltada e com lágrimas nos olhos.

- Os anos passaria e aconteceria tudo de novo, e de novo e de novo.

- Eu preciso pensar.

- Pensar nada, minha mulher morreu por sua causa, você vai fazer isso e não tem discussão.

- E se eu morrer, a pulceira vai valer do mesmo jeito?

- Sim, mas vai ter que deixar seus pais morrerem.

- Porque você tem tantas pulseira daquela na sua casa, e porque falta uma.

- Meu filho ele usa um colar, ele lembra de tudo.

- Ok, eu vou levar o tiro só preciso pensar.

Saio dali correndo. Como assim o Gaybriel sabe de tudo porque ele fez aquilo tudo...

- Aonde pensa que vai Zoe?

- Gaybriel.

- Isso é tudo culpa sua, você chegou na nossa família e fez eu me apaixonar por você, eu quase morri por você, mas a única coisa que você queria era zoar com a minha cara roubou o dinheiro dos meus pais e foi embora com o Chase me deixando pra trás. Você fica procurando quem fez isso, más a única pessoa que é culpada aqui é você, eu do os parabéns pra quem fez isso tudo, porque colocou você no inferno que todos estavam com você por perto. Ela deve te odiar muito, como eu odeio.

- Você disse ela?

- Ele me puxa e me leva até a casa da madame Giselli, e todos está lá o Luís, a Charly a Lia a vovó Margô.

- Eu fiz tudo isso com você, você me desprezava me fazia de gato e sapato, não se lembra vou contar a história.

Minha vida nunca fácil, hoje vou para uma cidadezinha pequena do Texas chamada Castroville.

Chego no aeroporto e encontro meus futuros pais e meus futuro irmão Gaybriel. Uou meu irmão é um gatinho.

- Oi Zoe, meu nome é Patrícia seja bem vinda, como foi a viagem?

Patrícia era ruiva dos olhos azuis, ela estava com um vestido verde, ela era realmente linda. - Oi senhora Patrícia, a viagem foi muito cansativa.

- Oi eu sou o Luís.

- Oi, você deve ser Gaybriel meu irmão.

- Isso mesmo. - ele fala me dando um sorriso. Retribuir.

- Vamos.

- Claro.

Chegamos em casa era a coisa mais linda, era beje com branco eles tinha uma coleção de carros.

- Nossa quanta comida boa.

- Então Zoe essas são as amigas da família,Vovó Margô, Madame Giselle e a filha dela Charly.

- Oiii tudo bem?

- Sim, e você como foi a viagem?

- Foi tudo bem.

Jantamos então eu a Charly e o Gabriel e o amigo dele Chase fomos para sala.

- Então Zoe, você tinha muitos amigos na sua antiga escola?

- Claro Charly eu era a popular, todo mundo gostava de mim. Charly era negra parecia uma deusa do Egito, mas é claro eu sou muito mais bonita.

- Então tá bom, vamos para escola juntas amanhã?

- Claro.

- Tenho que ir, tchau.

- Beleza, tchau fofa.

- Oi gatinha, eu sou o Chase o garoto mais gato da cidade.

- Oi bebê, só dá cidade? Meu antigo namorado ele era o garoto mais bonito do mundo.

- Se você tá dizendo, tchau.

- Tchau, gatinho. Ele me manda uma piscada.

Acordo de madrugada, com um barulho vou ver o que é.

- Oi Gaybriel. Caraca ele era realmente lindo, os músculos o olhar ele é lindo.

- Vai continuar olhando ou vai tocar?

Ele me puxa para perto dele e fecha a porta.

- Bom dia florzinha, dormiu bem?

- Sim, tenho que me arrumar pra escola.

- Vai lá, também tenho que me arrumar.

Me arrumo e desço para ver a Charly que me esperava.

- Então vamos?

- Claro.

Chegando na escola eu conheço as a Lia e nos tornamos amigas.

Duas semanas depois

- Zoe meu amor, eu vou ter que viajar para um campeonato de futebol, você vai ficar bem?

- Claro meu bebê.

Obs Charly

- Quando ele foi pra esse campeonato descobri quem realmente você era.

Obs Zoe

O Gaybriel foi pro campeonato e eu posso finalmente respirar um pouco de ar.

- Oi Zoe.

- Não fala só entra, vem cá bebê.

- Você tem certeza o Gaybriel é meu amigo e a Charly é minha namorada.

- Você quer ou não quer?

- Eu quero.

- Então entra.

Fumamos uma maconha enquanto jogávamos joguinhos, eu tô fazendo errado, mas meus pais morreram não tenho ninguém pra ficar comigo, beijo ele num beijo suave.

- O que tá acontecendo aqui.

- Charly? Falo espantada.

- Eu sabia, todo mundo me falava e eu não ouvia, mas no fundo eu sabia que você é uma vagabunda.

- Não me desculpa, eu tô noiada não sabia o que tava fazendo.

- Cala boca você encantou o Chase o único que não tem culpa aqui é ele vem.

- Oi? Ele não tem culpa você viu quelé ele também Tava me beijando.

- Zoe, Charly.

- Oi.

- Oi.

- O Gaybriel tava aqui e ia fazer uma uma surpresa pra você, mas ele viu alguma coisa. Me ligaram avisando que ele sofreu um acidente.

- Viu Zoe tudo culpa sua.

- Gaybriel você tá bem?

- Sai daqui, eu não quero ver você.

- Eu não tenho culpa quem mandou ele pegar a moto e sair, eu tava maconhada eu não sabia que o Chase era o Chase.

- Para de se desculpa, continua ouvindo a História.

Chego na casa dos Hanks e pego o dinheiro da gaveta e tenho que ir embora.

- Zoe.

- O que você quer, porque você não me defendeu da Charly, porque não falou que foi você que me beijou.

- Eu não podia ficar mal com ela, antes você do que eu.

Obs Charly

- Já chega vovó eu vou acabar com essa menina.

- Não Charly não faça o que você tá pensando em fazer.

- Vó você me disse que somos bruxas então eu vou fazer sim, vou fazer a Zoe paga por tudo que ela fez, ela maguou meu melhor amigo tentou roubar o meu namorado, entre várias outras coisas ela tem que pagar.

- Não, não faça isso você pode se arrepender.

Obs Zoe

- Eu mudei Charly, você viu, eu sou sua melhor amiga, no ano novo eu disse que você eu te amava que eu sou sua amiga.

- Já chega, para de mentir, você só tá aqui por causa dos seus pais e pra fugir daqui, você só se importa com você mesma.

- Não, não Charly eu ia deixar ele atirar em mim pra salvar a Patrícia, eu queria salvar a todos, você viu eu melhorei eu não fiz gracinha com ninguém, todos vocês viu que eu mudei. Agora só me falam quem atirou na Senhora Patrícia.

- Foi a Charly.

- Não não fui eu, achei que tinha sido você.

O telefone toca, atendo e boto no viva a voz.

- Ora ora ora, minha criança.

- Tio Ary.

- Tá surpresa.

- O que você quer?

- Você é minha sobrinha, você tem que ficar comigo que nem o seu dinheiro.

- A gente tá falido tio, meus pais não tinha nada quando eles morreram.

- Para de mentir, eu sei que seus pais não morreram ele estão presos em algum lugar se você na me dá o 1 milhão de dólares até amanhã de manhã seu país morrem.

- A gente é falido, qual a parte que você não entende.

- Tudo que sai da sua boca é mentira, e se for verdade você tem amigos muitos ricos eles podem te ajudar.

- Eles não são meus amigos.

Ele desliga.

- Me desculpa Zoe, mas esse é o destino seus pais tem que morrer.

- Não, eles não podem com quem eu vou ficar, quem é que vai cuidar de mim.

- Eu e o Luís podemos cuidar de você, eu me apeguei a você e eu sei que você não é mais má, você conseguiu mudar.

- Mas eles são meus pais não tem como eu não senti saudades.

Todos estavam na sala e eu estava no escritório.

- Zoe, eu estou tentando te perdoa, sinto muito pelo seus pais, e também peço desculpas por fazer você passar por isso de novo.

- Eu que tenho que pedir desculpas, pela história que você me contou nem parecia que eu sentia saudades dos meus pais.

- É que eu não contei tudo, você chorava a noite com saudades deles, e eu tô fazendo você senti tudo isso denovo.

- Tá tudo bem.

O tempo passa e está tudo bem eu namoro com o Chase e a Charly namora com o Gaybriel, eu morro com os Hanks e está tudo bem. Hoje é noite de Natal e estamos todos reunidos na casa da tia Giselle, no ano novo só vai nós 4 para Miami.

Não fique achando que a história acabou pode ter certeza que não.



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