História Casual Affair - Capítulo 1


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Categorias Arrow, Batman vs Superman: A Origem da Justiça, Liga da Justiça, The Flash
Personagens Barry Allen (Flash), Clark Kent (Superman), Dr. Harrison Wells, Felicity Smoak, John Diggle, Lois Lane, Moira Queen, Oliver Queen (Arqueiro Verde)
Tags Barry Allen, Flarrow, Olivarry, Oliver Queen, P!atd
Visualizações 6
Palavras 606
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Algumas coisas que você, leitor, precisa saber antes de embarcar em "Casual Affair":

• A fanfic vai ser atualizada a cada duas semanas, sempre às sextas-feiras;

• A história, como já informei nas tags, se situa num universo alternativo (uma Terra-54, talvez?). Logo, desconsidere todo o plot de heróis da DC Comics antes de começar a ler;

• Serão introduzidos personagens das séries televisivas Flash, Arrow e do filme Homem de Aço (que eu incrivelmente não encontrei nas categorias do Spirit. Ódio);

• A fic também é postada no Wattpad;

• A história aborda temas um tanto quanto delicados para a sociedade em geral: ansiedade, depressão, vício em drogas, relacionamentos tóxicos e sexualidade. Portanto, se você se sente incomodado em ler essas coisas, pode ir tirando o cavalinho da chuva. E se você tem experiência com os assuntos e acha que algum ponto pode ser melhor abordado, pode me contar e eu vou te ouvir;

• A narração do livro se alternará entre os protagonistas Oliver e Barry - nunca fornecendo uma visão dos eventos sob qualquer outro ponto de vista justamente para que vocês preencham o resto do cenário na cabeça. Entretanto, essa intercalação entre personagens não será exatamente igual. O prólogo será por conta do Barry, e pelo menos a primeira metade dos capítulos ficará sob a narração de Oliver. Estou avisando agora, mas no começo dos capítulos vou deixar o nome do narrador da vez igualmente;

• O prólogo se passa alguns meses depois do resto da fanfic - ou seja, é um flashforward, uma visão do futuro. A história irá se passar nos eventos que levaram ao prólogo;

• "Casual Affair" é um enredo totalmente ficcional e baseado em vários elementos que conheço, como a música do Panic! At the Disco citada anteriormente e os filmes A Star is Born (sim, aquele com a Lady Gaga) e Brokeback Mountain (sim, aquele com Jake Gyllenhaal e Heath Ledger). Semelhanças com a vida real podem ser nada mais que meras coincidências;

• Não sou Rachel Berry (aquela de Glee) ou Tinker Bell, mas o feedback dos leitores para mim é como aplausos para elas: preciso disso para persistir/viver/whatever. Então, se vocês puderem demonstrar, de alguma forma, que estão acompanhando a história, ficarei grato. De verdade. Me ajuda muito <3

Capítulo 1 - Prólogo


Um tapa na minha cara teria doído menos. Ou até mesmo um tiro bem na minha cabeça com certeza não teria o mesmo impacto.

A imagem à minha frente concorre com todos os outros traumas da minha vida ao posto de “pior coisa que eu já precisei presenciar em toda a minha existência”. Minha câmera está pendurada ao meu pescoço, mas não me atrevo a usá-la agora. 

Um fotógrafo qualquer arranjaria um registro perfeitamente bem angulado do acontecimento, venderia a imagem para uma revista famosa alvoroçada pela matéria de capa o mais rápido possível e teria o resto de sua vida alçada a coisas como fama, dinheiro e poder — em cima da destruição de outro ser humano, mas isso não seria algo no qual ele pensaria todos os dias.

Eu tenho um milhão de motivos para ser como um fotógrafo qualquer. Mas Oliver Queen é a porra do outro motivo pelo qual eu apenas fico parado, estático, como se eu fosse ter um ataque cardíaco a qualquer momento enquanto um dos paramédicos tenta me fazer responder ao que as pessoas ao meu redor estão falando.

“Barry?” Uma voz conhecida se mostra como a única capaz de realmente me fazer voltar ao mundo real. “Barry, cadê ele?”

Aponto em direção à maca onde Oliver se encontra. Desacordado. Ferido, por fora e por dentro. É o necessário para Felicity fazer tudo o que eu não fiz na última meia hora: gritar com os enfermeiros, chorar, espernear, indagar a Deus por que ele odeia tanto essa família desajustada que formamos, chorar, ficar quieta, e então, fazer tudo isso de novo, nessa mesma ordem.

“E a burra da família dele não faz nada. Aliás, cadê a Laurel?”

“Felicity.”

“O quê?” Ela finalmente fica parada, encarando-me de frente. 

Desde que eu a conheci, uma ligação inexplicável se formou entre nós. Ela tem o poder de entender o que eu quero dizer só de me olhar nos olhos, e isso já me salvou de várias enrascadas anteriormente. Hoje, no entanto, ela não está entendendo o que eu quero dizer.

Simplesmente porque nem eu sei o que eu quero dizer. Não sei o que pensar. Não sei como agir. Não sei quem eu sou agora, ou o que eu estou fazendo aqui — eu, literalmente, não deveria estar aqui. E, sim, eu uso muitos advérbios de modo quando estou nervoso. 

Ainda mais agora.

“Ele já estava assim quando eu cheguei. Eu tinha vindo para consertar as coisas”, eu começo a falar, quando tento pôr meus pensamentos em ordem. “Não queria que tivesse acabado do jeito que tinha acabado antes. Foi muito… muito abrupto, Felicity. Ele não merecia isso, e nem eu.”

“Vocês dois não mereciam nada além de felicidade. Acredite em mim, eu estava lá esse tempo todo”, ouço-a responder, pondo suas mãos em meus ombros. “E eu não preciso ficar puta agora. Você precisa de ajuda, e ninguém nesse lugar vai fazer isso por você.”

“O que vai fazer?”

“Eu? Nada. Você é quem vai entrar na ambulância e acompanhar o Ollie até o hospital, e você é quem vai dar a porra do tapa na cara dele se ele tiver feito essa merda sozinho.”

“Ele não teria feito isso por conta própria… teria?” Expresso medo em minha voz.

“Você sabe que ele faria, Barry. Você sabe disso tanto quanto eu.”

“Ainda é difícil acreditar.”

“Eu não vou dar uma de A Star is Born e dizer a você que a culpa é inteiramente dele, porque não é. Ele tem sua parcela, mas a família dele também é um poço de toxicidade. Agora entre nessa ambulância.”


Notas Finais


Algum comentário inicial? Estou caminhando a passos de tartaruga com essa fanfic, quero trabalhá-la da melhor maneira possível. Espero que tenham gostado ;)


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