História Catastrophe - Capítulo 9


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Categorias Arrow, Legends of Tomorrow, Supergirl, The Flash
Personagens Alex Danvers, Barry Allen (Flash), Cisco Ramon (Vibro), Detetive Joe West, Dr. Harrison Wells, Dr. Martin Stein (Nuclear / Firestorm), Dra. Caitlin Snow (Nevasca / Killer Frost), Eobard Thawne (Flash Reverso), Felicity Smoak, Iris West, Jay Garrick, John Diggle, Laurel Lance, Leonard Snart (Capitão Frio), Malcolm Merlyn, Mick Rory (Onda Térmica), Moira Queen, Oliver Queen (Arqueiro Verde), Personagens Originais, Raymond "Ray" Palmer (Átomo), Roy Harper (Arsenal), Sara Lance (Canário Branco), Thea Queen, Wally West (Kid Flash), Winslow "Winn" Schott Jr.
Tags Canaryatom, Família, Karamel, Olicity, Sanvers, Snowbarry, Westhawne
Visualizações 311
Palavras 2.872
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Road problems


Fanfic / Fanfiction Catastrophe - Capítulo 9 - Road problems

Laurel andava pelos corredores, em busca deles. Estavam quietos demais, o que não era bom sinal. Ela sabia que nada de bom acontecia quando eles se juntavam. E tinha ainda mais medo sabendo que Connor não estava, já que ele era responsável pela grande maioria das pegadinhas aplicadas nos habitantes da casa.

Ela abriu a porta da “sala de filmes” e encontrou todos ali. O projetor ligado e a imagem sendo reproduzida no fundo branco. Eles estavam sentados nos puffs , concentrados e paralisados. Ela desviou o olhar para ver o que estavam assistindo e baixou a cabeça.

A imagem mostrava Oliver assando hambúrgueres na churrasqueira, em um quintal grande, com uma piscina, onde pessoas brincavam e riam alto, ele se virou para a câmera ao ouvir o chamado.

- Então Oliver – a voz com a risada anasalada de Barry soava dando a entender que ele estava gravando – Fala aí, com quem você aprendeu a fazer hambúrguer?

Oliver sorriu de leve. Diggle surgiu ao seu lado, trazendo mais hambúrgueres, e acenou para a câmera. JJ riu baixo ao vê-lo.

- 5 anos vivendo perdido por conta própria te ensina algumas coisas – ele disse. Barry riu.

- Está dizendo que você aprendeu a fazer churrasco em Lyan Yu? – ele perguntou provocando. Oliver lhe lançou um olhar mortal prendendo o riso.

- Vai achar o que fazer, Barry!

O velocista riu e se afastou com a câmera, e foi na direção da loira que limpava chocolate do rosto da pequena garotinha. Audrey sorriu ao ver a cena, se lembrando da mãe. Na imagem, Kara olhou para Barry percebendo a câmera e riu.

- Então quer dizer que alguém já achou o bolo de chocolate? – Barry perguntou para a pequena, que se encolheu envergonhada. Kara riu.

- Conta pro tio Barry o que você fez Audrey? – Kara disse.

- Eu comi tudo o bolo – ela disse baixinho e riu.

Audrey riu da cena.

Barry se levantou com a câmera e se aproximou da mesa de bilhar onde Ray se esforçava para achar uma posição certa, enquanto segurava o garotinho adormecido com a cabeça pousada em seu ombro. Mesmo Zach, com todos os seus muros de rocha, abriu um mínimo sorriso ao ver o pai na tela. Junto a Ray, Mon-El, Rory e Winn esperavam atentos a jogada.

- E aqui vemos Ray Palmer tentando conciliar seu título de campeão do bilhar e pai ao mesmo tempo – Barry disse. Ray sorriu de lado antes de jogar. A bola branca atingiu duas, uma vermelha e uma azul, que foram direto para a caçapa. Os outros deixaram os braços caírem desanimados.

- Como é possível? – Mon-El perguntou indignado.

Ray se levantou erguendo o braço animado.

- É ASSIM QUE SE JOGA! – ele gritou.

- SE ELE ACORDAR EU TE MATO, RAYMOND PALMER! – a voz zangada de Sara assustou todos. Ray baixou a cabeça e chacoalhou Zach um pouco, se certificando de que o garoto estava adormecido.

Barry voltou a caminhar pelo quintal, e se aproximou do grupo de mulheres que conversavam empolgadas, sentadas na beira da piscina, enquanto olhavam atentas as crianças que pulavam e brincavam ali.

- Então eu acho que, na minha opinião, a gente devia deixar eles serem mais responsáveis, eles se tornam dependentes demais de nós ! – Caitlin dizia sem perceber que Barry estava de pé atrás dela.

- Concordo plenamente! – Barry disse, fazendo a ruiva saltar de susto.

- BARTHOLOMEW! – ela gritou irritada.

Ele gargalhou vendo a expressão irritada dela, que lhe dizia que estava brincando com fogo. Melhor, com gelo.

- Acham as crianças muito dependentes de vocês? – ele perguntou confuso enquanto olhava para Sara, Felicity, Alex e Íris – Eles são crianças!

Valerie prestou bem a atenção em Alex. Aquele sorriso que não via a tamto tempo. O sorriso com o qual ela sonhava sempre.

- E quem disse que estamos falando deles? – Felicity perguntou.

- Elas estão falando de vocês, maninho – Íris disse rindo.

Elas começaram a gargalhar, provavelmente da cara que Barry fez ao ouvir aquilo.

- Depois dessa eu até vou...

Ele parou de falar e virou a câmera para a direção onde o latino, corria rapidamente na direção da piscina. As mulheres começaram a gritar “não” desenfreadamente.

- LÁ VAI BOMBAA! – ele gritou antes de atingir a piscina, jogando água por todos os lados e molhando todos ali, inclusive a câmera onde ficaram várias gotículas de água na lente.

- CISCO! – todos gritaram irritados em uníssono , antes que o vídeo acabasse.

O silêncio se instalou na sala. Laurel seguia olhando para a tela, a beira do choro. Todos ali estavam quietos. Não havia o que dizer. Todos sabiam que cada um ali estava coberto de motivos para chorar naquele instante.

- Isso foi dois meses antes...- Laurel susurrou sem coragem de completar.

- Sim – Charlye disse sorrindo de lado.

- Não tínhamos motivo de comemorar nada naquele dia – Laurel disse fungando e limpando uma lágrima – Só...

- Decidiram almoçar e passar o dia juntos – Valerie disse.

- Na casa do Oliver e da Felicity – JJ disse.

Laurel olhou para eles. Cada rosto ali naquela sala, carregado de tristeza. Ela sabia o motivo. Seria no dia seguinte. Fariam doze anos. Doze anos que eles haviam perdido aqueles que amavam. Suas famílias.

- É amanhã – Zach susurrou.

Laurel respirou fundo.

- É – ela disse – É amanhã.

☀☀☀

Nenhum dos dois dizia nada a mais de uma hora. Apenas se olhavam vez em quando, mas não tinham assunto. O frio estava piorando para Connor, mas ele agia como se tudo estivesse normal.

- Ah...Finalmente! – Bella falou – Ali, podemos almoçar.

Ele olhou na direção que ela apontava. A parada velha, de concreto, rodeada pela vegetação, repleta de teias de aranha. Mas estava ali. Os dois se aproximaram e se sentaram nos bancos frios de concreto, se escorando para trás e erguendo os pés. Eles suspiraram e sorriram aliviados.

- Eu não aguentava mais caminhar! – ele disse.

- Nós não aguentavamos mais – ela corrigiu. Ele riu.

- O que temos pro almoço? – ele perguntou. Bella puxou a cesta de dentro do carrinho e abriu, lá no fundo, haviam sanduíches, dois pedaços de bolo, e pequenas garrafinhas com suco de laranja. Ela sorriu e alcançou um sanduíche a ele, e uma das garrafinhas.

- Não é a lasanha da vovó Cecile – Bella disse – Mas serve, estou morta de fome!

Os dois abocanharam o sanduíche com vontade. Connor abriu a garrafa, e bebu um gole de suco, fazendo uma careta em seguida.

- Está quente! – ele reclamou. Bella revirou os olhos.

- Estava na cesta, ela é bem fechada, deve ser por isso – ela disse – Mas você não estava reclamando de frio a pouco tempo?

- É, mas mesmo com frio não gosto de suco quente – ele disse. Abriu um daqueles sorrisos que ela conhecia bem. Ele ia pedir algo que ela já imaginava o que era. Ele estendeu a garrafa e ela o encarou séria.

- Não! – ela disse.

- Por favor! – ele choramingou feito criança. Ela bufou e revirou os olhos estendendo a palma da mão para cima, que logo já começou a emanar a fumaça branca. Connor segurou a garrafa a poucos centímetros da mão dela, e logo sentiu o líquido lá dentro esfriar. Então ele puxou e tomou um gole, depois piscou para ela – Perfeito, valeu Arabella.

- Só Bella – ela disse com a boca cheia. Ele acentiu.

- Então...Valeu Bella.

☀☀☀

Ele sempre fazia aquilo. Quando todos saiam para seus quartos ou simplismente para treinar, Zach entrava no quarto e ligava o pequeno rádio no volume máximo, se deitava na cama e ficava ali por horas, sem se importar com mais nada, nem ninguém.

Mas naquele dia, ele estava especialmente insuportável. Ela não conseguia aturar. O som alto nunca a havia incomodado tanto.

Audrey se levantou e saiu de seu quarto bufando de raiva, atravessou o corredor e bateu a porta. Nada. Bateu de novo. Nada. Então, ela apenas deu um empurrão e arrebentou a fechadura, fazendo a porta se abrir com tudo, fazendo ele saltar e olhar atônito a garota marchar até o rádio, e desligar o aparelho.

- Você não é o único a morar nessa casa, Zachary! – ela disse indignada – Mais respeito!

Ele se levantou olhando para ela, com sangue nos olhos.

Ele já estava cansado.

Daquela casa. Daquelas pessoas. Daquela vida. Daquele mundo. Tudo que ele desejava era sumir dali. Quem sabe para um planeta em que seus pais estivessem vivos.

- Quem você pensa que é, Matthews?!! – ele disse se aproximando dela. Audrey jamais se abalava com ele. Entendia o joguinho que ele fazia, tentando meter medo nas pessoas para dominá-las como animaizinhos. E ela não caía na dele.

- Uma pessoa que só quer paz e sossego, Palmer – ela disse indo até a porta, passo a passo com firmeza – E sugiro que me dê isso, se ainda quiser que seu precioso rádio siga inteiro.

☀☀☀

Eles sabiam que a cidade estava mais próxima agora. Já podiam ouvir o som da fabrica, trabalhando incessante para sustentar o império do mal. Os dois já estavam exaustos, e só queriam acabar logo com aquilo.

Andavam desanimados, mas sem diminuir o ritmo, não podiam se atrasar.

Eles ouviram um barulho e pararam na mesma hora. Os dois se olharam e em seguida olharam em volta. A estrada deserta, e a floresta densa e fechada aos lados, com raras casas abandonadas em alguns pontos.

- Con... – ela começou a susurrar, mas do nada, um rapaz pulou de entre as árvores e a puxou colando as costas dela em seu peito, e pressionando uma faca velha contra o pescoço da garota. Por instinto, rapidamente Connor puxou uma flecha da aljava e colocou no arco mirando nele. Mais jovens surgiram, cerca de uns quatro, cercando os dois. Todos aparentando ter pouco mais de vinte anos.

- Solta ela se quiser voltar pra sua casa vivo – Connor rosnou tentando meter medo.

Bella nem respirava, com medo da lâmina que já doía em seu pescoço.

- Vamos pegar o dinheiro que sabemos que vocês tem – disse um deles colocando uma arma engatilhada, colada na cabeça de Connor que engoliu seco mas não moveu um músculo – Porque não temos medo de você, Robin Hood.

Connor sorriu com malícia.

- Quem disse que é de mim que vocês tem que ter medo – ele disse.

Os homens franziram o cenho e Bella sorriu de lado, seus olhos verdes se tornaram azuis antes dela muito rapidamente segurar o braço dele e se esquivar, se virando e colando os lábios no do rapaz, deixando seu corpo sugar todo o calor do corpo dele, sentindo queimar por dentro enquanto corria em suas veias. O rapaz se remexeu um pouco antes de cair tremendo de frio aos pés dela. Os outros estavam paralisados com a cena, e ela usou a super velocidade para tirar a arma do rapaz, nesse instante, Connor se virou e acertou uma flecha no ombro de cada um dos outros dois. Ao se virar, viu Bella sugando o calor do cara da arma até ele cair no chão como os demais.

Os outros dois arrancaram as flechas com caretas de dor e ajudaram os congelados a se levantar, correndo de volta para dentro da floresta e sumindo entre as árvores.

Bella e Connor se olharam ofegantes e ela mirou a arma em sua mão, desengatilhando e colocando no carrinho.

- Mais uma arma pra gente – disse ela ofegante – O que achou?

Ele riu e se abaixou para pegar as flechas sujas com o sangue dos bandidos. Olhou para ela ainda rindo.

- Acho que deve ser mais cuidadosa com os caras que você beija – ele provocou.

☀☀☀

Charlye se concentrava. Usar seus poderes ainda era difícil. Ela ainda se perguntava porque parecia tão fácil quando era pequena. Ela fechou os olhos, respirando fundo mais uma vez, antes de abrir a minúscula brecha com a mão direita. Sorriu. Até ali tudo bem. Ela pegou a caneca e jogou ali dentro. Então a brecha se fechou. Ela bufou e deixou os braços caírem frustrada.

- Droga! – ela mumurou.

A porta de seu quarto se abriu e ela olhou, vendo o garoto com cara de poucos amigos entrar e colocar a caneca com força sobre a mesinha de canto ao lado dela. Ele sorriu cínico.

- Para de mandar porcarias pro meu quarto, Charlotte – Zach disse. Ela revirou os olhos.

- E para de ser tão mesquinho, Zachary! – ela disse se virando de costas para ele antes de murmurar – Depois não sabe porque ninguém te aguenta...

Zach olhou para trás ao ouvir aquilo. Depois baixou a cabeça entristecido e saiu dali.

☀☀☀

Ao longe, eles avistaram o final da estrada. A ponte que dava passagem para o centro de Keystone. Eles suuspiraram aliviados. Deveria ser quase duas e meia da tarde. Os dois se aproximaram da mata e entraram entre as árvores, caminhando poucos metros.

- Acha que aqui está bom? – ela perguntou. Ele acentiu.

- Sim, vamos só esconder isso – ele tirou a aljava das costas.

Ela se aproximou de uma árvore velha, com os galhos secos. Deu um soco de leve na casca, ouvindo o barulho oco da madeira podre.

- Esta serve – ela disse apoiando a mão no local, e permitindo o gelo cobrir um pedaço grande do tronco, deixou gelar o suficiente e depois se voltou para Connor – Me dá o seu arco.

Ele alcançou e ela se afastou um pouco, levantando o arco e batendo com ele na parte congelada, abrindo um enorme buraco assim que os estilhaços de gelo voaram para todos os lados. Ela sorriu satisfeita e colocou o arco ali dentro, em seguida pegou a aljava e fez o mesmo.

- Vamos esconder essa arma? – ele perguntou.

- Quantas balas ainda tem?

Ele verificou.

- Quatro – respondeu.

- Leva junto – ela disse se afastando da árvore – Podemos precisar.

Ele acentiu e escondeu a arma na cintura. Ela olhou para ele e suspirou, pegando a cesta e ajeitando o cabelos e a capa. Precisavam parecer apenas pessoas normais, e o cabelo dela já exibia duas mechas brancas por ter usado demais seus poderes. Ela fez o possível para esconder.

- Vamos logo – ele disse. Ela acentiu e eles voltaram a estrada. Caminhavam lentamente, observando a cidade que se estendia diante deles.

Prédios caindo aos pedaços, lojas abandonadas, algumas casas que os donos nem se importavam em fazer manutenção. Uma pequena cafeteria que ainda estava ativa. Carros abandonados, vegetação saindo por entre as rachaduras do asfalto velho. Aquela era a realidade da maioria das cidades atuais. As poucas pessoas que estavam nas ruas, ou em suas casas, corriam para se esconder ao vê-los.

- Vamos ser rápidos, tudo bem? – ele perguntou. Ela apenas acentiu.

Eles não demoraram para chegar no pequeno mercado. Entraram, ouvindo o som do sino que estava sobre a porta. O dono do mercado os encarou e eles apenas suspiraram.

- Aqui está a lista – ela disse estendendo para ele.

Ele pegou e eles começaram a vagar pelos corredores em busca dos itens. Um por um, iam pegando somente o que Laurel havia escrito ali. Sendo sempre observados pelos olhos atentos do dono do mercado, que os seguia com o olhar, até que eles adentraram um corredor que estava fora de seu campo de visão. Bella olhava para a prateleira, com medo de ser ouvida.

- Ele me dá medo – ela comentou com um riso baixo. Connor também olhava para a prateleira quando riu baixinho.

- Em mim também – susurrou de volta.

- Porque estamos nesse corredor, não tem chocolate na lista! – ela murmurou.

- Acho que estamos nos escondendo dele – Connor susurrou e eles riram baixinho, levando a mão a boca para abafar. Connor olhou para as barras de chocolate e pegou uma.

Bella o olhou com os olhos semicerrados.

- O que está fazendo? Lembra o que ela disse sobre “não pegar nada além do necessário” e “só vamos poder trabalhar mês que vem” !

Ele riu.

- Só que eu tenho dinheiro – ele disse olhando para ela e parando de sorrir, arregalando os olhos.

- Bella! – ele disse espantado.

- O quê?! – ela perguntou assustada.

Ele levou a mão ao cabelo dela e puxou uma mecha de cabelo para o campo de visão da garota. Ela arregalou os olhos puxando a mecha e olhando de outros ângulos apavorada.

- Está branco?! O que eu faço?! – ela perguntou desesperada. Sentindo os poderes se tornaram mais fortes, o que sempre acontecia quando ela ficava nervosa. Seus olhos tomaram o tom azul, enquanto Connor tentava achar uma solução, vendo que ela respirava ofegante de tão assustada.

- Apenas se acalme! – ele disse – Se se agitar vai ser pior! Mantenha a calma!

- Preciso aquecer – ela disse – Se me aquecer consigo controlar o frio.

- Ok! ...Como fazemos isso?!

- Geralmente esperando do lado de uma lareira – ela disse.

- Não tem lareira aqui! – ele disse desesperado, mas cuidando para não falar alto demais.

- Calor humano! – ela disse.

- Como você fez com aqueles caras na estrada? – ele perguntou.

Ela acentiu.

Ele paralisou por uns instantes, querendo fazer o cérebro funcionar.

- Tudo bem – ele disse – Vai fundo!

- O quê? – ela perguntou confusa.

- Suga meu calor, Bella!


Notas Finais


Espero que tenham gostado ❤


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