História Catfish (Texting) - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (bts), Bts, Homossexualidade, Jimin, Linguagem Imprópria, Min Yoongi, Park Jimin, Suga, Suspense, Terror, Yaoi, Yoongi, Yoonmin
Visualizações 25
Palavras 1.493
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Onde está Park Jimin?


Fanfic / Fanfiction Catfish (Texting) - Capítulo 5 - Onde está Park Jimin?

NamJoon respirou fundo e permitiu-se relaxar afundando o corpo na cadeira, era confortável, mas se abusasse do tempo ali seu corpo começava a pedir por socorro. Era apenas um dia comum de trabalho, como todos os que se passaram desde o seu último grande caso. E agora ele precisava acordar às quase seis da manhã para ir até a delegacia e fazer exatamente nada por um dia inteiro, e não há quem suporte tanto tédio. Morar em uma cidade tranquila nunca fora tão chato, sentia saudades de seu tempo em Seoul, quando grandes casos surgiam todos os dias e ele mal dava conta de solucionar um. Agora ele está com o corpo completamente relaxado na cadeira, os olhos estavam cobertos pelo paletó cinza, e ele nunca desejou que um lugar onde estivesse pegasse fogo, até o presente momento.


NamJoon nunca imaginou que existisse tanta falta de paciência dentro de seu coração, mas é o que acontece se você precisa encarar as mesmas pessoas todos os dias. Você acaba observando demais, encontrando defeitos irritantes e pronto; a merda está feita. E foi exatamente o que ocorreu ao Kim, gente demais num lugar que não era grande o bastante para que se tornasse silencioso, todo mundo falava ao mesmo tempo, e ninguém tinha o senso de bater na porta antes de entrar. Ele rezava todos os dias para ser transferido, frequentava a igreja todos os domingos e pedia a Deus para que o libertasse do que costumava chamar de inferno, e ele tinha certeza de que o inferno era ali.


— Investigador Kim? — Disse Joice. Sem batidas, ela simplesmente entrou, e nada podia irritar tanto Kim NamJoon como moças mau educadas o irritavam. — Parece que seu novo grande caso está esperando na sala do delegado.


— Quantas vezes vou precisar dizer que você precisa bater antes de entrar? — Repreendeu sem se mover. Depois de tantas decepções ele não conseguia mais acreditar que podia conseguir novos grandes casos, a cada vez que Joice entrava ali ele tinha vontade de mandá-la sair e ir direto a puta que pariu. — Passe o caso para o John, eu não quero ter que ir lá e me decepcionar de novo!


— Você não pode estar tão deprimido assim — Joice repreendeu, no entanto, o Kim não tinha consigo a vontade de se mover e ir até a sala do delegado. Seu corpo parecia ter sido enraizado na cadeira, e sua única vontade era de pedir gentilmente para que Joice o deixasse sozinho — se ela não saísse por bem ele iria furar os pneus do carro dela mais tarde — e iria desatar a chorar um oceano. — Vou te dar um empurrão, recomponha-se. Volto em cinco minutos!


Ele revirou os olhos por baixo do paletó e quando a porta se fechou ele respirou fundo, tirou o paletó que cobria o rosto e o vestiu. Arrumou a postura na cadeira e fez uma breve oração para pedir sabedoria, paciência para não estourar os miolos de Joice se aquilo fosse perda de tempo, ao mesmo tempo em que torcia para que aquele de fato fosse um grande caso. Joice voltou seis minutos depois, trouxe consigo uma mulher de aparentemente 34 anos e o que provavelmente poderia ser o marido, ambos tinham a expressão abatida e olhos cansados, provavelmente estavam sem dormir. O Kim animou-se, pois aquelas, eram características fortes de grandes casos, mas o que poderia ser? Assassinato? Roubo? Desaparecimento? Ele estava ansioso para descobrir.


— Sintam-se à vontade. — O Kim pediu sem desmanchar o sorriso simpático. As duas pessoas não pareciam dar importância ao sorriso belo, NamJoon podia sentir a preocupação de ambos. — Sou o investigador Kim!


— Park Hyon Ju — Apresentou-se o homem que acompanhava a mulher. — Esta é minha esposa, Park Hye Leen.


— Sentem-se — Disse NamJoon e indicou os dois assentos. — Partindo do início, podem relatar o motivo de estarem aqui — Pediu o Kim tirando de sua gaveta o bloco de anotações — Tentem detalhar o máximo possível, preciso que digam com clareza…


— É o nosso filho! — Disse a mulher e parecia desesperada. NamJoon não a culpava, viu de perto o desespero de tantas mães que podia sentir-se desesperado a cada vez que ouvia essas palavras. — Ele saiu e não volta para casa, não sei onde ele pode estar… os amiguinhos não dizem, e não sabemos por onde devemos procurar.


— É por isso que estou aqui — O Kim falou encarando a mulher nos olhos — Acalme-se e conte exatamente o que aconteceu…


— Nosso filho saiu ontem às 15:00 e ainda não voltou. — Disse Hyon Ju.


— Certo — NamJoon respirou fundo, talvez fosse um possível grande caso, mas antes de fazer suas próprias conclusões precisava especular — Qual o nome do seu filho?


— Park Jimin — Hye Leen respondeu e NamJoon fez sua primeira anotação depois de seis meses sem anotar nada tão relevante. Sentia-se feliz, de certo modo.


— Quantos anos?


— 14 anos, faz 15 em abril.


— Certo. Vocês se lembram o que ele disse antes de sair?


— Nós não estávamos em casa — Hye Leen respondeu — Minha irmã está doente, fomos visitá-la no hospital ontem. — A mulher respirou fundo tentando conter as lágrimas, contudo, nada parecia funcionar. O desespero tomara todo seu corpo. — Jimin mandou mensagem às 12:06 perguntando se podia passar o dia na casa do amiguinho da escola, nós deixamos, não faria mal algum, mas ele não voltou, e amiguinho dele também não sabe onde ele está.


— Hum… — NamJoon resmungou analisando suas anotações. — Jimin mandou mensagem 12:06 perguntando se podia passar o dia na casa do amiguinho, e saiu às 15:00.


— Sim, ele ligou dizendo que estava saindo e disse que não voltaria tarde. — Hyon Ju completou.


— Certo — Disse NamJoon — Mas e quanto à esse “amiguinho", o que ele disse sobre o desaparecimento do seu filho?


— Ele disse que não viu o Jimin ontem, muito menos soube que ele iria passar o dia consigo.


— Então, de certo modo, Jimin pode ter mentido — NamJoon pensou alto demais e arrependeu-se no instante seguinte — Quem sabe ele possa ter ido para a casa de outro amigo… digam-me, como seu filho esteve nos últimos dias?


— Ao meu ver Jimin estava normal, frequentava a escola todos os dias, voltava para a casa sempre no mesmo horário… ou até antes, mas não o julgo — Hye Leen respondeu e soava terrivelmente triste — Às vezes ia na casa do amiguinho, outras vezes o amiguinho ia até a nossa casa e os dois passavam o dia inteiro jogando.


— E ficava o tempo inteiro na droga do celular, até quando estávamos comendo — Hyo Ju reclamou frustrado.


— Vocês sabiam o que ele estava fazendo? — Indagou NamJoon. — Com quem conversava…


— Sempre que um de nós perguntava ele dizia estar falando com um garoto chamado Taehyung, mas sabe quando você não compra o que alguém fala? — NamJoon assentiu e esperou que a mulher continuasse a falar. — Só que eu nunca tive a curiosidade de verificar, porque não era da minha conta; podia ser alguém especial e ele só estava com vergonha de dizer.


— E agora que nosso filho está desaparecido é da sua conta? — Hyon Ju indagou.


NamJoon respirou fundo e encarou suas anotações no bloco de notas, as características eram de um grande caso, e no entanto, ele não sentia como se aquele de fato fosse. O garoto estava desaparecido por quase um dia e meio, não era algo tão alarmante, ele poderia estar na casa de um amigo e talvez fosse voltar para casa no fim do dia. Não havia muito o que se fazer naquele momento, apenas precisavam esperar que o Park voltasse; se não acontecesse, então NamJoon poderia finalmente agradecer à Deus, levantar a bunda da cadeira e começar a investigação.


— Vocês já registraram a ocorrência? — NamJoon indagou e ambos assentiram. — Tudo bem, preciso que voltem para casa e esperem até o fim do dia, se Jimin não voltar vocês retornam amanhã e eu começo a investigação.


— Você escutou o que eu disse? — Questionou Hye Leen e agora parecia enraivecida. — Meu filho está desaparecido, sabe-se lá onde ele está e você me diz para voltar para casa e retornar somente no dia seguinte?


— Não há o que se fazer por enquanto — Disse NamJoon paciente — E enquanto vocês estão a esperar por ele eu vou estar aqui trabalhando em cima das informações que vocês me deram.


Não parecia um caso fácil de ser solucionado, era difícil ter que lidar com a mente dos adolescentes, Park Jimin poderia estar em qualquer lugar. E quando os pais do garoto finalmente aceitaram que nada podia ser feito aquele dia, levantaram-se e foram embora. NamJoon ficou pensando em várias situações de engate que poderia usar para iniciar a investigação, mas não tinha como saber onde aquilo tinha começado. Precisava de um início, e no entanto, onde podia encontrá-lo?


Notas Finais


Eu estou emputecida com essa internet, mas tudo bem... Essa não seria uma fanfic longa, mas eu estendi a história então podem me amar <3

Nos vemos qualquer dia desses, comenta e favorita aí é nois


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