História Cativa - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, Jisoo, Jungkook, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Drama, Época, Forbidden Romance, Idade Média, Impérios, Jinsoo, Kings, Medieval, Medievalismo, Mistério, Mysteries, Namrosé, Queens, Rainhas, Reis, Romance Proibido, Suspense, Taekook, Traição, Treason, Vkook, Yaoi, Yoonnie, Yuri
Visualizações 82
Palavras 1.809
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente tenho que me desculpar pela demora para postar esse capítulo: sinto muito por estar decepcionando vocês dessa maneira, porém, coisas aconteceram (eu irei explicar tudo nas notas finais, então, por favor não se esqueçam de dar uma olhada após a conclusão da leitura) e dificultaram um pouco a escrita além de que uma certa frustração. Enfim, não vou enrolar muito, nos vemos nas notas finais.

Capítulo 3 - Capítulo III


Capítulo III:

Cativa

 

O palácio prateado e friorento reluzia na breve luz que se sufocava em meio ao céu nublado que compartilhava dos mesmos tons álgidos daquelas terras acinzentadas, o povo corria para lugares cobertos, pois uma fina chuva começava a rasgar de maneira inconveniente as nuvens lívidas e plúmbeas. Em meio aos passadiços silenciosos da moradia dos nobres argênteos, uma voz melosa e ríspida arranhava as colunas de tons neutros, a figura emoldurada de maneira delicada e cortês continha um semblante frouxo e inclemente. A alteza rosnava fios enquanto mantinha um olhar entediado em sua fronte.

“Injete em mim seus desejos... Incinere nossas correntes” as palavras fugiam de seus lábios trêmulos e rosados. Cada sentença estava repleta de lasso, vocábulos saídos dos beiços ressecados de uma boneca de porcelana, a mulher, cujo exibia uma coroa sutil em meio às madeixas lisas e tingida por um marrom melancólico e brandamente desbotado, acomodaram-se taciturna ao chegar ao centro do corredor, após ouvir um murmúrio estridente lhe chamar, jogou calmamente seu corpo para a direção aonde até então vinha, fitando a jovem de cabelos arruivados aproximar de si ofegante, segurando a barra do vestido amarelo mostarda – que chamava muito da atenção alheia – com detalhes simplistas como rendas cor creme.

― Minha senhora, seu esposo vós chama para a leitura de um convite de suma monta, ele deseja sua companhia e consentimento. ― Dizia a jovenzinha entre arfados inábeis, seu coração encontrava-se com os batimentos descompassados devido a sua inquietação e procura da rainha em intermédios daquela cidadela ruça de cores tão tuíras e sem graça para as crianças camponesas que procuravam um ideal colorido que esbanjasse o sentido da vida e aquele estágio no qual os mais velhos tinham tanto apego e nostalgia. Não encontravam, trazendo assim adultos duros e com falta de sentimentos: a “consequência do coração gélido” arrasava em grande massa cada um que continha o sangue prateado correndo pelas veias.

― Lalisa, Prapinya, não me importa afinal, o que eu lhe disse sobre essas vestimentas fantasiosas? ― queixou a amorenada, arranhando os tecidos de seu chamativo – e cheio de graça em detalhes primorosos – vestido de cores neutras, puxadas para o acinzentado. ― Não andejo por ai com uma dama de companhia trajando as peças que um bobo da corte usaria. Retire esse vestuário disforme imediatamente se ainda quer habitar este palácio e cargo dado-te. ― Sua maneira de falar fora ríspida e descontente, aquela fora sua deixa para se dissipar-se dali marfada.

Sua ida até a sala do trono foi apressada e completamente aborrecedora para sua pessoa, porém, não demorou muito para serviçais emburrarem as esguias portas, abrindo assim o lineal que seguia em rumo ao tablado no qual suas poltronas reais se encontravam. Seu esposo, o monarca Min, encontrava-se mais emburrado quanto sua mulher, esbanjava certa impaciência, talvez, pela demora do surgimento da cônjuge que governava todo um reino prateado junto a si.

Porém, a figura de aura negra e que esbanjava malícia com seu corpete apertado, surgiu-lhe no seu campo de vista, fazendo assim, desabrochar um sorriso dubitável. ― Como ousa ter tamanha afoiteza de deixar seu homem esperando desta maneira? ― Exclamou cínico com um entortar de lábios rude estampando seu semblante.

― Por obséquio, menos. ― Fez uma cortês referência e se instalou em meio ao grande trono ao lado do homem de madeixas prateadas assim como o brasão – um símbolo de prestígio que fora muito bem arquitetado pelos melhores artesãos da região há anos atrás – de sua potência cinza. ― O que há de tão importante neste convite trazido até nós, marido meu? ― Murmurou tocando-lhe o pulso alabastrino do mesmo, não houve qualquer tipo de choque devido ao laivo, ambas as epidermes encontravam-se gélidas como pedras de gelo.

― Ao que pareça um mensageiro do Reino de Aurum trouxe isto até nós em nome do rei das terras áureas. ― Fora logo muito objetivo, algo já previsível vindo de um imperante tão centrado e de aura tão nebulosa e álgida. Um verdadeiro exemplo, uma figura de excelente exemplo.  ― Esperei-te para a leitura, pois estou ciente do quão acha detestável ser a última a saber. ― Pareceu insatisfeito com o mau hábito da consorte, porém deu continuidade, ao abrir cuidadosamente o envelope que esbanjava pigmentos dourados, tomando leitura do que havia escrito ali em uma carta breve. Os ares incertos e a movimentação pavorosa de suas orbes declararam o quão surpreso estava com tais sentenças escritas ali.

Ao notar o semblante enternecido do companheiro a fez em um mal súbito puxar-lhe a missiva e lê-la por conta própria, irrelevante com o olhar de reprovação do homem ao lado que se segurou para não agir de maneira minuciosa e grosseira contra a própria que compreendeu qual era o tal motivo para o outro estar tão surpreendido com o que dizia ali.

― Um jantar no Reino de Ouro para falar de negócios? “Uma reunião para parolear sobre uma possível trégua entre os reinos e fortalecer vossos laços conosco, senhores de sangue flavo. Creio que um tratado de paz entre os povos iria guiar novos rumos e acoplamentos benfazejos”, ― a mulher riu de modo nervoso. ― Muito garrida! ― Gracejou ironicamente. ― Isto é um disparte, um lídimo despautério. Kim Chung-dae declarou mil e uma guerras contra nós e agora deseja harmonia? Habilmente zombeteiro.

― Kim Chung-dae caiu nas mãos aleivosas da libitina cerca de dois intervalos mensais, pelo que minha pessoa está ciente. Quem reergueu ordem à monarquia amarela é teu filho primogênito, ao fim desta carta está assinado como: “Kim Taehyung”, quando a paz não era atordoada em todos os reinos, lembro-me de ver um pequeno pimpolho a correr como um cordeiro alvoroçado. É este que agora dita arranjos nos territórios cróceos. É um bom gaiato, pelo menos era em tal época.

A rainha não se encontrava deleitante com os ares que o esposo passava. Negava com a cabeça fazendo seus cabelos acastanhados rodopiarem negativamente pelo salão friorento e sem cor. Tal inquietude incomodou os planos do imperante que se ergueu subitamente de seu trono acinzentado assim como suas madeixas curtas e escorrida. ― Mulher, tu não tem opções, tentei ser alguém respeitoso ao esperar-te para a leitura desse inditoso convite. Caso seja do MEU agrado ir até esse banquete, assim será. Ás vezes esquece que quem manda em cada pedaço desse âmbito grisalho sou eu. Apenas a mim.

― Então faças o que achar-te melhor! ― Vociferou a mesma em um retruco desagradável o que fez o semblante do soberano se azedar, os punhos decorados com joias encaixados nos dedos finos e esbranquiçados estavam tensos e se cerrando enervados. Sem delongas, a imperatriz Jennie se deslocou de seu trono e caminhou até o grande lineal que dava entrada a sala dos monarcas. Virou-se exasperada antes de sumir pelas passagens da cidadela.  ― Só esteja sabido que vou contra suas concepções sobre aqueles flavos néscios!

Esperou seu repudio ou a movimentação do conjugue atrás de si, porém, não estava em sua mocidade no qual o rei – até então na época um príncipe a pouquíssimos dias de se tornar um imperante – corria atrás de si, demasiadamente apaixonado por seus encantos. A senhorita de feições joviais e impecáveis batia seus saltos contra o piso, roçando a sola ao chão com rispidez em seu caminhar. ― Inepto impuro... Não vê que é tramoia, um embuste contra nós de sangue argênteo? ― “Nós”, sua mente debochou consigo mesma. Apenas uma asquerosa seiva mestiça corria a todo vapor em sua carcaça. Não havia nada de puro e prata em seu corpo além das pedrarias que decoravam seu exterior.

 De qualquer forma murmurava aquilo – tamanho absurdo – para si mesma enquanto trilhava em direção ao topo mais alto daquele castelo, exemplo de luxuria e requinte. Ao chegar ao fim dos degraus que já deixavam de ser infinitos para si, seguiu reto ao espaçoso corredor indo em direção a uma única porta com uma maçaneta em forma de aro, mesclada com tons lívidos e ruços. Três batidas fracas sobre a madeira e mais duas, segundos depois com um pouco mais de firmeza foram suficientes para avisar o indivíduo ali escondido que alguém em especial estava ali.

― Que hora mais inoportuna para me incomodar... Minha filha. ― A mulher endureceu um olhar insignificante sobre a figura derivada de seu ventre agora se encontrando seco. A mulher-feita tinha longos cabelos negros com sua franja bem presa na altura de seus olhos para o lado direito. Seu semblante era de desgosto, a pele clara contrastava com os brincos avermelhados e um vestido que deixava os ombros à mostra, algo considerado extremamente chulo e desprezível para uma senhora da época.

Jovial como sua originária puxou sua menina para dentro do cômodo, a levando grosseiramente para leito aonde até então dormia. ― Que dislate, despautério acabou por fazer? Sabe muito bem que qualquer frivolidade pode fazer nosso lugar ao sol se deteriorar e ruir. ― Rosnou enquanto se locomovia pelo aposento, buliçosa. Ao ver a moreninha mordiscar os lábios e entrelaçar os dedos eriçados entre si pode ficar ciente que algo estava disforme do que imaginavam. ― Desembuche mentecapta. Não vê que estou ocupada com minhas poções.

Desde pequenina Jennie era subestimada pelo simples fato de ter se desenvolvido dentro de uma necromante. Após alcançar a idade de dezesseis anos, apta a crescer na vida e trazer fortuna a sua família – que se constituía em si mesma e a progenitora de ego inflamado –, sua mãe volteou um forte feitiço sobre o príncipe de prata, na época de escuridão e luto da nasceu devido à falência de seu imperante, Min Bon-hwa.

― Não chegou aos teus ouvidos tão pormenorizados? ― Suspirou pesadamente, mostrando certa descrença pelo fato da mais velha não estar ainda sabendo. Sempre estava um passo a frente de todos, até mesmo dos monarcas que governavam aquela terra gélida. A filha mordiscou os lábios e enquanto isso foi retirando a coroa que arranhava seu couro cabeludo naquele momento. ― Kim Taehyung, atual rei de Aurum convidou-me junto ao meu consorte para um jantar a fim de criar um acordo no qual anseia por menos conflitos entre os territórios de Aurum, Argentum e Aes. Sabe o que isto significa não é? Sem guerrilhas, sem a morte de Yoongi: sem uma colocação só no salão dos reinantes.

Bo-ah se silenciou em meio ao sua dependência e tomou-se pelo remanso, ruminando concepções sobre tal conjunção aludida pelo fruto de seu âmago. Um gracejo arranhou os lábios finos, um sorriso maldoso se apossou do semblante sombrio que cintilava nequícia e perversidade, retornando seu olhar breve e pravo para a outra dama que ali consigo estava. ― Ora, ora, uma abstração veio-me a psique. Por obséquio, escutai-me com prudência e muito desvelo. É de suma monta para nós.

― Diga-me tudo, mamãe. Estou toda a ouvidos.


Notas Finais


Enfim, vamos logo pro que interessa. Snowayno não irá mais participar de Cativa pois não está mais entrando em contato comigo, descumprindo nosso comprometimento quanto a essa obra. Esse capítulo foi inteiramente escrito por mim com muita dificuldade eu diria. Na vida de escritora eu sou a Nicki Minaj, vivo em parcerias, então, pedi apoio pra alguém que nunca me deixa na mão: Miyncess, ela que daqui em diante vai me dar uma mão na história e contribuir para o desenvolvimento e escrita dela. Peço que deem muito amor a ela.
Junto a ela escrevo "Shiver", "Son Of Hera" entre outras fanfictions que no momento estão hiatus: antes que perguntem, não, não abandonando as outras, apenas precisamos dar um tempo para arquitetar tudo pois, são ideias complexas que precisam ser idealizadas com muito esmero. Queremos criar algo bom e favorável para vocês. Espero sinceramente que entendam o que se passa e continuem nos oferecendo seus tempos e amores. Cativa ainda continua graças a vocês, então, por favor, não nos deixem.
Ainda não sei quando o próximo capítulo será postado, mas, vamos tentar nos esforçar para dar um bom conteúdo para cada um dos leitores. De qualquer forma, nos vemos em breve! Até o próximo capítulo de Cativa!


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