História Catnip - Marichat - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug)
Tags Adrinette, Ladynoir, Marichat
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Palavras 2.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiê!

Então...eu perdi o juízo e agora escrevo de forma mais pecaminosa, peço para que não se assustem com as cenas ou termos expostos aqui.

Essa mini-fic é a "versão" hentai que eu imaginei quando estava escrevendo Mudanças. Aproveitem seus pervertidos!

Capítulo 1 - Primeira parte


Fanfic / Fanfiction Catnip - Marichat - Capítulo 1 - Primeira parte

 

Marinette estava na casa de Alya. A menina adorava quando era convidada a passar as tardes com a amiga, mesmo que isso significasse não poder ter uma conversa sobre o assunto Adrien graças aos ouvidos atentos das irmãzinhas da morena.

 

As gêmeas haviam ganhando um animal de estimação, um gato preto que ganhou o mesmo nome do herói de Paris. Marinette ria das piruetas que o pequeno felino dava tentando pegar a cordinha que ela balançava para ele.

 

- Hahahaha! Veja Alya! Olhe como ele pula alto! – uma das garotinhas ria a cada salto.

 

O relógio tocou anunciando o fim daquele dia frio. Marinette respirou fundo, estava na hora de ir para casa. Na noite anterior Chat deu a ideia de irem patrulhar Paris, o que era claro ser apenas uma desculpa para que ele pudesse ficar sozinho com ela e a garota não estava ansiosa para ter que lidar com o charme forçado dele. Se pelo menos o verdadeiro Chat Noir fosse tão adorável quanto aquele gatinho...

 

- Eu tenho que ir Alya. – a jovem se levantou pegando o seu casaco e as gêmeas fizeram um choramingo de insatisfação querendo que ficasse mais. – Meus pais precisam de mim na padaria hoje. – aquela mentira tinha se tornado cada vez mais comum.

 

- Tudo bem amiga. Vou te acompanhar até a metade do caminho, preciso buscar umas coisas para minha mãe.

 

Pelo percurso, Alya contava como foi que o pai havia dado o pequeno Chat as irmãs. – ...Ai ele o colocou em uma caixa e a deixou escondida, mas acabou que o bichano escapou e apareceu bem antes do parabéns.

 

Mari deu uma curta risada – Eu queria ter estado lá para poder ter visto isso. Pena que precisei ficar na padaria (outra mentira para encobrir Ladybug). Chat Noir é tão fofo e amável! Bem melhor do que o original!

 

- Como assim? Você conhece o verdadeiro Chat Noir?! – a menina ergueu uma sobrancelha e Marinette percebeu que acabou falando demais.

 

- O quê?! – fez um barulho com a boca e gesticulou com a mãos, sinalizando o nervosismo –  É claro que não! É que ele...o gato...das suas irmãs, obviamente, é pequeno e...bem, não fica pulando pelos telhados para salvar a cidade e dá pra fazer carinho...é isso. Haha– tropeçou nas palavras como sempre fazia quando se via em uma situação embaraçosa.

 

Alya analisou Marinette, sabia que ela escondia algo, mas relaxou e voltou a caminhar – Ele não era tão calmo e brincalhão assim. Quando chegou era bem arisco, levamos ao veterinário que recomendou darmos Catnip para que ele relaxasse. E deu muito certo!

 

- Catnip? O que é isso?

 

- Por favor Marinette, você nunca ouviu falar da erva-dos-gatos? Em que mundo você vive garota? Catnip é uma planta que os deixam maluquinhos! – a morena girou os dedos ao redor da cabeça o que fez a amiga dar uma risada.

 

- É bom saber, quando eu tiver meu próprio gato irei plantar para ele.

 

- Pensei que você quisesse ter um hamster.

 

- Talvez eu tenha os dois.

 

Alya chegou até o seu ponto e se despediu da colega. Marinette continuou seu trajeto em passos lentos, desanimada para aguentar o parceiro com suas piadinhas sem graça por pelo menos 2 horas a fio. Olhava para os raios do pôr do sol que refletiam no lago abaixo da ponte e uma loja de artigos veterinários do outro lado da rua a chamou a atenção. A menina passava pela porta quando teve uma ideia que a fez entrar no estabelecimento. Saiu de lá alguns minutos depois com um sorriso travesso no rosto. Chat amava fazer trocadilhos e pegadinhas, mas naquela noite ela que faria.

 

Mais tarde em casa, Marinette colocava em um dos copos térmicos os dois pacotes de Catnip que havia comprado. Deu boa noite para seus pais (escondendo os copos atrás das costas) e deu a desculpa que iria dormir cedo para não se atrasar para o colégio, já que estava sempre chegando tarde nas aulas naquele mês. Ao entrar no quarto trancou a porta e arrumou a bolsa que levaria consigo o café para ambos.

 

- Só quero ver como Chat vai ficar depois de beber isso. – falava divertida com sua Kwami Tikki.

 

- Eu não sei se isso é uma boa ideia, Marinette. E se um akuma aparecer? Como Chat Noir irá lutar?

 

- Está de noite Tikki, as pessoas estão em suas casas vendo televisão ou simplesmente relaxando em seus sofás. É muito improvável que Hawk Moth consiga encontrar alguém com sentimentos tão ruins a ponto de ser akumatizado. Ele prefere fazer isso a luz do dia para incitar o pânico na população e assim ter uma vasta gama de pessoas prontas para suas borboletas negras. E se por acaso acontecer, eu darei um jeito sozinha. Isso vai dar uma lição naquele gatinho ousado.

 

- Eu ainda acho que você não deveria fazer isso, depois não reclame das consequências.

 

**********************************

 

- Oi.. – Ladybug cumprimentou o amigo que já estava no posto de costume esfregando as mãos devido à noite fria.

 

- Olá My lady! Chegou atrasada. Aconteceu algo ou veio pensando tanto em mim que acabou errando o caminho?

 

Ladybug apenas revirou os olhos, mas um sorriso apareceu nos lábios. “Você não perde por esperar, Gatinho”. Abriu sua bolsa e tirou as garrafas dando a que havia “batizado” para Chat Noir.

 

- Café? Você está pretendendo me manter acordado a noite toda?

 

Marinette corou. Chat podia fazer gracejos, mas nunca com intuito sexual. Apesar de ser um gatuno de 17 anos um pouco convencido, ele também era sempre respeitoso, o que a fez pensar que quem levou a frase para o outro sentido foi apenas ela.

 

Observou o gato tomar o conteúdo em pequenos goles e segurou uma gargalhada. Estava louca para ver o resultado daquilo, pena que não poderia filmar para a posterioridade. Resolveu puxar conversa enquanto esperava o Catnip fazer efeito.

 

- Então... –começou– como foi seu dia?

 

Chat suspirou triste. Fazia 2 anos que se conheciam e mesmo que ainda não soubessem quase que absolutamente nada um do outro fora daqueles trajes, Ladybug sabia que, ao contrário dela, Chat passava por algumas dificuldades em casa, principalmente com o seu pai. Ele jamais citara a mãe ou qualquer outro membro da família, o que fez Marinette supor ser apenas uma relação pai e filho.

 

- Nada fácil. Meu pai ainda insiste que eu devo seguir na carreira que ele escolheu para mim. Eu não sei se quero continuar com isso, mas não consigo dizer não a ele. Em parte, por não querer o desapontar e a outra é porque eu quase nunca o vejo tempo o suficiente para trocarmos duas palavras. – deu mais um gole no café.

 

- E o que você gostaria de fazer?

 

Chat Noir deu um sorriso – Sabe que não sei? Nunca me fizeram essa pergunta antes. – virou a cabeça para a olhar nos olhos dela– E você Bugaboo? O que pretende fazer além de ser uma super-heroína e minha namorada? – não podia deixar a oportunidade de flertar passar.

 

- Não sou sua namorada– falou firme. Droga! Não esperava que o Catnip fosse demorar a fazer efeito. Talvez não funcionasse com ele, afinal, ele era um humano em um traje mágico. Bufou, sua ideia de trote havia falhado.

 

- Correção: Você AINDA não é minha namorada, mas sei que vai ser Bugaboo. O próprio Mestre Fu nos disse que estávamos destinados.

 

- Sim, destinados a ter os miraculous e não um ao outro.

 

- Não foi dessa forma que eu interpretei.

 

Ladybug não o respondeu. Minutos se tornaram horas e o tempo cada vez mais frio, ao notar que nada aconteceria com o Gato, a joaninha admitiu a derrota e se convenceu de que já era hora de voltar para casa.

 

- Bem...eu já vou.

 

- Mas ainda está cedo My Lady.

 

- Não para a verdadeira identidade da Ladybug. Ela tem aula e uma prova amanhã.

 

- Que coincidência, eu também tenho.

 

- Então trate de ir estudar, gatinho.

 

- Seu pedido é uma ordem. –ele fez uma reverência.

 

A senhorita de vermelho rodou seu ioiô até o lançar agarrando em um ponto firme. Antes de saltar, Chat Noir a segurou pelo braço.

 

- Eu não posso nem saber em qual escola você estuda?

 

Ela suspirou – Não. Pois pode ocorrer de sermos alunos do mesmo colégio ou até mesmo colegas de classe.

 

Chat Noir se aproximou mais perto do rosto dela – Impossível. Eu saberia.

 

Uma onda eletrizante de excitação passou pela espinha da garota e a jovem empurrou o rapaz a sua frente pelos ombros – Perto demais!

 

Chat apenas riu sensualmente e passou a mão pelos cabelos dourados. – Até breve, My Lady.

 

Ladybug deu as costas e saltou para longe. Chat a observava quando começou a sentir uma certa onda de calor. Se sentia bobo quase que bêbado, mas acabou ignorando e voltou a admirar a linda torre de Paris.

 

*************************

 

- Parece que seu plano deu errado, Marinette. – Tikki sentada na mesa da dona a examinava vestir o pijama.

 

- É. Talvez como ele é um gato maior eu deveria ter comprado três pacotes ao invés de dois.

 

- Fico feliz que nada tenha acontecido a Chat Noir.

 

- Vamos dormir Tikki. Amanhã teremos um longo dia de provas. – Marinette puxou as cobertas da cama e se deitou enquanto a Kwami apagava a luz e veio se aconchegar em seu travesseiro. – Ainda bem que deu tempo e pude revisar a matéria.

 

**********************

 

 Marinette acordou sobressaltada. Tinha certeza que ouvira batidas na claraboia que servia de passagem para o terraço. Novamente ouviu o barulho, só que dessa vez estava mais insistente. Saiu da cama levemente e com calma foi até a pequena janela, uma sombra preta estava lá.

 

- Marinette? – ouviu a voz pesada da sombra – Preciso de sua ajuda. Tem alguma coisa errada comigo.

 

- Chat?

 

- Exatamente. Eu te imploro, me ajude Marinette– por um momento a menina pensou que era apenas um sonho, afinal Chat Noir já deveria estar em sua casa dormindo profundamente àquela hora da madrugada. A jovem olhou para Tikki que havia acordado e a Kwami a encorajou abrir a claraboia antes de se esconder. Marinette virou a tranca e Chat Noir desceu rápido, aterrissando sem fazer qualquer ruído. O quarto estava quase que completamente escuro, mas graças a sua visão felina dada pelo traje, ele conseguia enxergar muito bem a jovem de cabelos soltos a sua frente.

 

- Como posso te ajudar? – a garota questionou o gato que a analisou por tempo demais.

 

- Eu não me sinto bem. Por favor, não ligue as luzes! Minha visão está sensível a luminosidade.

 

Marinette apenas acenou com a cabeça e voltou a fita-lo. – O que está sentindo?

 

- Sinceramente? Muito calor, e uma espécie de queimação que dói. Me sinto zonzo e não consigo raciocinar bem. É como se eu estivesse sido drogado, o que é impossível já que eu não uso essas coisas.

 

A jovem apontou para a cama insinuando que era para o gato se sentar o que ele fez sem questionar. Colocou uma das mãos na testa suada de Chat Noir e constatou que ele realmente estava com febre. O toque gentil da mão dela contra a sua pele fez o herói se sentir um pouco melhor a ponto de fechar os olhos.

 

- Eu preciso descer e pegar panos para fazer uma compressa fria para abaixar sua temperatura, mas acredito que talvez seja devido ao seu traje de couro que está o superaquecendo. Porque não o tira? Tenho algumas roupas unissex que eu mesma confeccionei por aqui.

 

-  Eu tentei, mas ele não sai. É como se tivesse se fundido a mim. Eu não confio em ninguém além de você para me ajudar, Princesa. Por isso vim aqui. Me desculpe.

 

- Está tudo bem, vamos dar um jeito nisso. Primeiro precisamos fazer com que sua febre passe, fique aqui em silencio enquanto vou lá em baixo pegar tudo o que preciso. Pode se deitar na cama se você se sentir mais confortável.

 

- Muito obrigado Marinette. Sabia que poderia contar com você.

 

Dupain-Cheng desceu as escadas o mais silenciosa que pôde. Por sorte àquela hora seus pais já estariam no quinto sono.

 

- Eu disse para você não fazer isso! – Tikki que veio atrás dela passando pelas paredes, brigava baixo.

 

- Eu sei, mas não estava esperando que ficasse mal a ponto de não conseguir se livrar do traje. – respondeu no mesmo tom. Ela pegou uma bacia de cozinha e a encheu com água. Juntou alguns panos e se pôs a subir as escadas. – Tikki, preciso que você durma na caixa dos miraculos hoje, não podemos correr o risco de ele te ver. Eu lidarei com isso sozinha.

 

- Tem certeza Marinette?

 

- Sim. Chat é minha responsabilidade. Te vejo amanhã.

 

A Kwami assentiu e foi para o lugar da casa onde Marinette havia escondido a caixa. A garota respirou fundo e continuou a subir. Chegando no quarto a jovem não via sinal do bichano.

 

- Chat?! – chamou, mas não obteve resposta. Colocou a bacia e os panos em cima da mesa e forçou a visão tentando enxergar melhor na escuridão parcial quando sentiu braços fortes a segurando por trás pela cintura. Marinette congelou, Chat Noir passava a cabeça em meio aos seus cabelos, ronronando alto. – Ch-chat, o que está fazendo? – ele não a respondeu, desceu o rosto até a curva do seu pescoço e a apertou mais forte contra si. A jovem sentiu uma protuberância dura. “Ótimo! O Catnip tinha feito efeito...mas de forma errada!

 

- Purr-cess. – ronronou o gato na orelha dela, mordendo o nódulo sem se preocupar com brincos que usava.

 

- Cha-Chat, você precisa parar. – Marinette reuniu forças para falar.

 

- Seja minha. – O juízo havia o abandonado e seus instintos tomaram o controle do seu corpo. Chat tirou uma das mãos e colocou no seio da garota. – Minha. – o felino sentiu o corpo dela tremer quando ele começou a se movimentar atrás, esfregando seu membro contra a bunda empinada enquanto massageava o seio, mas aquilo não era o suficiente para o Gato. Em um movimento rápido e bruto, Chat subiu com Marinette para a cama, a prensando contra o colchão macio. Passou as mãos pelos braços da jovem até as suas mãos que ele logo soltou e a segurou apertando moderadamente seus pulsos. Noir pôde ver os olhos azuis arregalados, espantados pelo o que estava ocorrendo. Deuses! Ele queria parar, mas seu lado selvagem gritava para fazer aquilo. O cheiro que vinha dela indicando que a mesma estava em período fértil a tornava ainda mais irresistível para o animal dentro de si. Ele levou o rosto até a clavícula da colega de classe e respirou fundo absorvendo cada fração daquele perfume feminino que apenas ele conseguia sentir, o cheiro dos feromônios eram uma fragrância tão cativante que tornou seu pênis mais duro e sua roupa de couro cada vez mais apertada, insuportável! Queria o liberar e fode-la ali mesmo, com sorte conseguiria a engravidar de um ou dois filhotes, mas a parte humana, um pequeno rastro que sobrara de Adrien, o lembrava de ter o consentimento dela primeiro. Teve então um pensamento: No dia em que ele e Ladybug precisaram de ajuda, a joaninha deu o miraculou do rato a Marinette. “Gatos brincam com ratos” e ele brincaria com aquela ratinha assustada, mas para isso precisava a manter disposta a entrar no jogo sem o expulsar para longe.

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