História Cat's love - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Baekhyun, Bts, Chanyeol, Exo, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga
Visualizações 200
Palavras 3.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


I'm here again e com mais um cap! Sorry pela demora TuT

Capítulo 2 - Melhor amigo


Fanfic / Fanfiction Cat's love - Capítulo 2 - Melhor amigo

Kathy Pov On~

 

Híbridos de rua não são incomuns.

Talvez eles sejam híbridos, talvez sejam apenas gatos puros. De qualquer forma, eles provavelmente deveriam ir a um abrigo onde possam se alimentar e se abrigar enquanto esperam que alguém os adote, mas, no caso dos híbridos, esses espaços estão sempre tão lotados que até mesmo os proprietários dos abrigos se fingem cegos quando vêem um híbrido que vive nas ruas porque não podem dar-se ao luxo de levá-los. O governo simplesmente não dá dinheiro suficiente para esta causa. E um híbrido sem um proprietário legal não pode sequer aparecer no escritório de registro, o que significa que eles não são pessoas se não têm o nome de um humano ao lado do deles na folha de papel. E nenhuma lei é feita para pessoas que tecnicamente não existem.

Ainda cheguei a olhar para trás antes de me afastar dos gatos. Eu tenho que me esforçar a continuar andando e eu repito a mim mesma que está tudo bem, eles comerão e beberão assim que tiverem certeza de que não há ameaças. Mas não é o suficiente, sinto como se eu precisasse fazer mais, eu precisa ajudar os pobres híbridos, ou animais. Tudo o que faço, porém, é pegar meu celular novamente e digitar um número, sem sequer precisar procurá-lo em minha lista de contatos.

—Ei, Kathy! O que há de novo? –Jin responde imediatamente.

Jin era um ótimo aluno do curso de medicina especializada em híbridos. Um amigo de infância e um dos meus poucos amigos da faculdade, sem dúvidas.

—Hey, Jin. Ouça, lembra que você disse alguma coisa na semana passada sobre...

—Você se lembra de algo que eu disse? Você admitiu que você me ouviu? Kathy, isso é a primeira vez que acontece. Estou honrado. –Ouço sua voz pelo celular

—Tanto faz. Como eu estava dizendo, você disse que a clínica onde você está fazendo estágio está se associando a um novo abrigo que ainda tem espaço para híbridos e animais, certo? –Falo ignorando sua fala sarcástica e paro na esquina para atravessar a rua

—Sim? -Posso sentir que SeokJin de repente presta mais atenção ao que digo. Eu posso vê-lo claramente mesmo apenas escutando sua voz pelo celular, imagino a maneira como ele de repente atua com sua aura profissional

—Bem, eu acabei de descobrir dois prováveis híbridos de rua e eles são... –Suspiro –...miseráveis. Você poderia mandar alguém aqui para pegá-los? Deixei comida e um casaco, mas eles não parecem que vão comer ou se aproximar das coisas que deixei.

O sinal fecha para os carros e sigo o caminho, atravessando a rua sem muita pressa enquanto falo ao celular, obviamente me mantendo atenta no caminho que faço.

—Eu vou ligar para o abrigo e ver o que eles podem fazer. Se eles não atenderem agora vou enviar um e-mail, eu tenho um compromisso em dez minutos. Eles estão feridos? –Jin fala

—Apenas com frio e fome. Eu acho. Não consegui me aproximar muito deles.

Há um minuto de silêncio no outro lado da ligação, provavelmente SeokJin tomava notas em um post-it que ele vai colar em algum lugar naquele inferno que é sua mesa, e eu não posso deixar de me sentir aliviado de que algo bom possa acontecer em breve. Talvez, os prováveis híbridos receberão comida e abrigo, e um médico cuidará deles e nunca mais sentirão frio novamente.

Talvez eu possa visitá-los. Esse foi um desejo súbito e inesperado, porque eu literalmente os vi por menos de cinco minutos e eu nem os conheço. Por que eu gostaria de vê-los novamente? De qualquer forma, aquele  felino que (quase) me atacou pareceu muito assustado e doente e isso deve ter tido um efeito em mim. Ligar ao Jin foi a melhor decisão que eu poderia ter.

—Está bem. Se eles tiverem espaço, eles estarão lá esta noite ou amanhã no início da manhã. Obrigado por me avisar, Kathy. Onde está você? –Ouço a voz de SeokJin novamente

—Ah...esta é...esta é uma boa pergunta. –Falo parando de andar quando chego a mais uma esquina e não reconheço muita coisa em volta

 —Perdida de novo?

—Eu ainda preciso me acostumar com essa cidade. –Falo desapontada com meu infortúnio –A Hye vai me matar...e o KyungSoo também.

—Melhor se apressar, se não me engano...você tem vinte minutos para chegar a tempo da aula.

—Obrigada por aumentar meu desespero, SeokJin. –Falo olhando para os prédios a minha frente tentando reconhecê-los de algum lugar

—Preciso desligar agora, ok?! Boa sorte, Kathy! –O ouço falar num tom divertido

—Obrigada. –Falo desanimada

Logo a ligação é encerrada e assim que isso ocorre, recebo a ligação de uma outra pessoa e suspiro pesadamente, já sabendo do que se tratava a conversa com ela. Atendo a ligação e volto a aproximar o celular do ouvido.

—Onde você está, Kathy?!

—Pela vigésima vez, Hye, eu disse que estou a caminho. –Falo dando a meia volta e volto a caminhar

Eu mentalmente amaldiçoou o frio, pois, eu havia deixado meu casaco com os felinos de rua e agora passo frio. E eu apresso meus passos porque uma Hye irritada é uma Hye que joga sapatos e isso é muito perigoso. Eu não estou com vontade de receber uma bota na cara, muito obrigada.

—Em primeiro lugar, não fale assim comigo. Em segundo lugar, nós temos que apresentar um projeto hoje em sala de aula e onde está você? Em terceiro, você anda muito irresponsável ultimamente.

—Hey! Eu acabei de fazer uma avaliação importante! Pare de me ofender...

—Você sempre tem avaliações importantes. Isso é o que acontece quando você está confusa e decide fazer todos os cursos em vez de apenas um, e dessa forma ganha tantos créditos extra que, se fossem dinheiro, você poderia comprar um campus para si mesma, eu me pergunto como...

—Você terminou de criticar minhas escolhas de vida? Posso começar a insultar você ou é uma conversa unidirecional? –Falo ao celular enquanto sigo em qualquer direção na esperança de encontrar o prédio familiar da universidade pelo caminho

—Definitivamente isto é uma conversa unilateral. –A ouço

—Por que você ligou novamente? Eu disse que estou a caminho. Você já me ligou umas quatro vezes. Estou em frente ao famoso bar dos encontros universitários das sextas e nos veremos literalmente em cinco minutos. –Argumento, mas é uma mentira; não há bar algum à vista. Na verdade, não tenho ideia de onde estou.

Eu havia me mudado para Seul há três meses e eu incrivelmente ainda conseguo me perder. Ou eu acabo pegando o ônibus errado, ou eu desço no ponto errado ou eu simplesmente durmo e esqueço de descer do ônibus enquanto penso na minha vida incrível.

—Mova-se sua criatura adorável! KyungSoo já está de mal humor e esse já é o natural dele, imagina a cara dele agora. –Hye argumenta

—Como se fosse novidade algum tratamento áspero vindo dele. –Comento

—Kathy eu vou te chutar nas canelas assim que eu ver seu rosto feio! –Ouço a voz de Kyungsoo, que claramente está ouvindo a ligação no viva-voz

Suspiro enquanto olho ao redor. Eu não sei como eu cheguei aqui e como eu poderia chegar no campus. Eu quero que essa ligação já termine para que eu possa apenas abrir o Google Maps; e eu não posso deixar de me sentir um pouco derrotada pelo fato de eu ter dezenove anos e ainda precisar da combinação mágica de telefones e satélites para ser salva.

—Você não está me encorajando a ir mais rápido com uma promessa como essa. –Murmuro

—Pare de falar e caminhe mais rápido, idiota. –KyungSoo fala novamente

—Foram vocês que me ligaram, seus idiotas. –Os lembro

A chamada é interrompida logo em seguida. Finalmente.

Paro me aproximando do muro de um prédio e abro o aplicativo de mapas para controlar a situação. Não que eu não gostasse de ouvir a voz de meus colegas de faculdade, mas neste momento, eu agradecia aos Céus por eles terem desligado. 

Suspiro quando percebo que meu celular não está cooperando e o sinal do GPs é muito fraco para dizer onde estou. Olho em volta, mas não vejo nenhuma pessoa na rua, nem uma loja, apenas fileiras de casas e prédios. As placas apenas me dizem o nome das ruas, mas nenhuma delas me é familiar.

—Ok. Admito minha derrota.

 

 

[...]

 

Percebo que não parei de pensar nos híbridos até me encontrar na mesma vizinhança do dia anterior. A diferença é que não estou irritada com a Hye me apressando para chegar no campus e que eu agora sei como sair do labirinto de ruas de sentido único que é a área residencial. (Ontem KyungSoo quase me matou quando cheguei no final da aula.)

De qualquer forma, eu fiz algumas pesquisas; meu subconsciente sabia que eu voltaria a verificar os prováveis híbridos, mesmo antes de SeokJin me ligar esta manhã durante uma pausa entre as aulas. Infelizmente, ele não teve boas notícias. O abrigo o contatou novamente para lhe dizer que, no momento, os abrigos estavam cheios, eles pegariam os prováveis dois híbridos assim que conseguissem um espaço livre. O que basicamente significava, nunca.

Eu passei metade do dia visitando sites de abrigos registrados em Seul. Todos estavam cheios. Então, nos meus intervalos de aulas, olhei em sites e blogs e comunidades de pessoas que desejavam híbridos, mas ninguém queria gatos vadios, evidentemente, e as pessoas que estavam dispostas a levá-las costumavam fazer isso por remuneração. Eu nem sequer verifiquei minha conta bancária, pois tudo o que eu tinha não era suficiente para cobrir as despesas de dois gatos. E então eu agradeci mais uma vez o Google Maps porque eu poderia localizar os dois vagabundos e encontrar uma maneira fácil de chegar lá quando a aula acabasse. Era a coisa mais lógica a fazer. Eu preferiria cuidar deles sozinha do que enviá-los para uma nova realidade.

Eu desisti do almoço no campus e parei em um supermercado para comprar alguns mantimentos, e lá estou eu, olhando para dentro do beco.

Desta vez, a primeira coisa que eu vejo, assim que minha visão se ajusta às sombras, é que o gato mais alto está acordado e sentado de costas para a parede de tijolos. Pelo menos eu suponho que é o mesmo felino que estava na caixa no dia anterior. Poderia ser, a julgar pela sua pelagem cinza escura mistura a um tom da mesma cor mais claro. Logo percebi de que, apesar de ter visto apenas os dois gatos, poderia haver três deles, ou ainda mais escondidos no beco. Mas o pensamento é rapidamente substituído por uma espécie de alívio porque, pelo menos, eles não congelaram até a morte na noite passada.

O menor, que eu tinha certeza de que eu o reconheço como aquele com o qual eu...ah... "interagi" no dia anterior, está deitado no chão de forma preguiçosa. Eles estão sozinhos. O meu coração chega a doer um pouco quando percebo o quão frágeis ambos me parecem; não costumo ser alguém sensível, pelo contrário, mas agora me encontro desta forma. Aquele que eu não havia visto muito bem no dia anterior levanta sua cabeça ao ouvir meus passos. Ele é um belo gato, como o outro, mas ele é muito diferente. Ele é grande e sua pelagem é escura e mais longa que a pelagem do outro deitado, que tinha pelagem laranja e havia um pequeno defeito em uma das orelhas.  

O gato menor se esforça em se levantar, o que faz com uma certa dificuldade e sinto o olhar familiar sobre mim assim que o felino me olha enquanto se situa na frente do outro de uma maneira muito protetora. Eu tenho certeza de que ambos sabem com quem estão lidando já que provavelmente me reconheceram e o meu cheiro é o mesmo que está no casaco que deixei com eles, mas isso não justifica a agressividade no comportamento do gato; Tudo o que fiz foi deixar comida e roupas para eles. Eu definitivamente não os ameacei de nenhuma maneira. Pelo menos é o que penso.

—Oi. –Digo num tom de voz baixo e esboço o sorriso mais gentil possível no rosto

Me sinto realmente estúpida de repente. Eu me pergunto o que eu estou fazendo aqui, pois eu obviamente não sou bem-vinda, então eu me agacho ao chão e tiro o pacote de pão de forma da mochila e abro a embalagem, a colocando no chão antes de voltar a me levantar e dar um passo para trás.

Os felinos olham para a comida como se fosse uma bomba prestes a explodir. Ou algum tipo de presa.

O mais alto é o primeiro a fazer um movimento, tentando se aproximar da embalagem de comida apenas para olhar de perto ou cheirar, mas ele é prontamente retido pelo outro.

 —Ei, é apenas um pouco de comida. Você pode comer, eu comprei para vocês. –Falo como se eles fossem me entender

Bem se forem híbridos eles sem dúvidas entenderiam. Mas se fossem apenas gatos puros...

Os felinos me olham novamente. Mas após um minutos de puro silêncio, o felino menor parece desistir, ou sentir algo, e se senta, não demorando a se deitar no chão novamente como se estivesse cansado. A sua posição chama a minha atenção e fixo meu olhar no menor e todo alaranjado, ele não parecia bem e seus olhos grandes; Um olhar dolorido.

—Hey, você está bem? –Pergunto voltando a me agachar ao chão e o observo preocupada

O gato me olha triste. Ele parece fraco. Há claramente algo errado.

—Você está sentindo algo, não é?! –Falo preocupada agora –Deve estar doente...

O gato menor fecha os olhos e parece respirar com dificuldade. O estudo por um minuto, depois olho para o outro sentado ao seu lado. Este não parecia preocupado, mas ver a preocupação em um gato não é algo fácil. De qualquer forma, convivendo com SeokJin que é quase um médico, eu fui informada várias vezes sobre um grande número de doenças que começam com alguns sinfícios insignificantes e degeneram rapidamente. Especialmente em híbridos e animais subnutridos.

Sem pensar muito, estico uma das mãos na direção do gato deitado e este instantaneamente se afasta de mim, me parecendo não apenas irritado, defensivo e zangado, mas com medo. Quase como se minha proximidade fizesse com que ele se doesse por toda parte e se encolhe. Ele se levanta e se afasta mancando até uma caixa de papelão abandonada ali, algum tipo de abrigo a eles.

O felino maior, finalmente percebendo que ele foi deixado sozinho comigo, se aproxima da embalagem de pão, de forma cautelosa mas curiosa, cheira a embalagem de plástico e em um minuto, ele está se afastando para se juntar ao outro na caixa.

—Espera! –Falo, lamentando instantaneamente quando o gato menor olha para mim e o maior para. Parece que  minha voz causa mais danos do que qualquer outra coisa. E...eles compreendem?!

O gato se senta e volta a olhar para mim. Eles me entenderam ou o quê?!

—Ah...meu nome é Kathy. Por favor, comam tudo. É tudo para vocês...por favor. –Falo preocupada

Definitivamente não estou no meu estado normal. Eu nunca, em todos esses dezenove anos de vida, me preocupei tanto com algum ser vivo quanto agora.

Os dois híbridos permanecem petrificados em seus pontos. Olho para a embalagem de pão de forma, lamentando não ter trazido água e talvez mais comida. Suspiro e me levanto, decidindo deixar os gatos sozinhos. Quando o gato menor se levantou na caixa, notei o casaco que eu deixei ontem sendo usado como cama e eu me senti um pouco melhor.

Acabo esboçando um sorriso satisfeito e me viro para seguir meu caminho, deixando os felinos com a comida. Mas assim que saio do beco e começo a me afastar do mesmo, pego meu celular abandonado dentro da mochila e ligo para Jin, não demorando muito para eu ser atendida.

—Jin, o que significa quando um gato está respirando com dificuldade e aparentemente muito fraco?! –Pergunto assim que sou atendida, não dando tempo para o outro falar  

Eu ainda olho para trás, apenas para ter a certeza de que nenhum dos gatos estavam a vista; É como se o gato menor ainda me observasse. Devo estar ficando louca.

—Oi pra você também. Vejo que você os visitou novamente. –Ouço a voz de Jin

—Eu visitei. Agora responda, estou preocupada.

—Pode significar muitas coisas, não espere que eu diagnostique corretamente com tão pouca informação. Ele estava acordado? São híbridos mesmo ou apenas gatos?

—Eu não sei se são híbridos, mas...bem, ele andou. Na verdade ele andou após se esforçar muito em se levantar e ele estava mancando. –Explico

—Ele provavelmente está tendo uma dor de estômago ou algo parecido, normal... você disse que eles estão mal nutridos, não é?

—Muito.

—Ele pode estar reagindo erroneamente à comida que você deixou. Se foi o primeiro alimento sólido depois de um tempo, seu corpo não conseguiu processá-lo adequadamente. Nada ruim ou incomum. Ele estará bem por conta própria. Isso pode acontecer novamente, mas então desaparecerá se ele comer regularmente. –O ouço

Comer regularmente. Eles precisam comer regularmente. Tomo uma nota mental e prometo a mim mesma que farei com que os felinos comam regularmente.

—Mas...e se eles acharem que estou envenenando a comida e não comam o que eu trouxe hoje? –Questiono

—Se forem gatos famintos vão comer de qualquer forma, não vão pensar se está envenenado ou não. Se forem híbridos, bem, eles podem pensar isso. Porém há dois deles, certo? O outro estava doente? –Jin retruca

—Não. Ele realmente parecia muito feliz ao ver comida.

—Então seria estranho se um deles fosse envenenado e o outro não fosse sendo que comeram da mesma comida, não seria? Não se preocupe. Eles irão comer. Agora me diga... quanto tempo você vai continuar alimentando eles? –Ouço a voz do coreano num tom mais divertido

—É apenas a segunda vez que faço isso, Jin... –Resmungo parando para esperar o sinal fechar aos carros e então eu poder atravessar a rua

—Fofa. Você está até contando os dias.  

—O que quer dizer?

—Nada. Continue com o que está fazendo, Kathy. Eles são sortudos. Estou orgulhoso de você.

—Não é como se eu os tirasse de um prédio em chamas. E não fale como se você não tivesse feito o mesmo por um cão de rua por seis anos quando éramos pequenos. E você ainda estuda para curar todo e qualquer híbrido, de graça. –Argumento sorrindo

—Alguém tem de fazer isso. Só não esquece do seu melhor e único amigo, ok?! Não me troque por gatos de rua, eu já até sinto saudades suas! –O ouço argumentar

—Não seja tolo, SeokJin... –Resmungo sorrindo

 

Kathy Pov Of~

 


Notas Finais


Digam se estão gostando, se não estão, falem dos comebacks da vida, do vizinho, da escola, whatever, just...PLEASE! DON'T LEAVE ME ALONE HERE! I MISS YOU ALL! Sem comments nós (Ficwriters) acabamos nos desanimando, ou pelo menos eu, aí some aquela vontade de atualizar a fic...Até o próx cap e esperam que gostem!
Xoxo! <3


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