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História Cats- Markhyuck - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Oiiii! Capítulo novo!

Perdão pela demora para postar o capítulo! Era para esse capítulo ter saído ontem, eu até postei de madrugada mas eu apaguei porque o capítulo não tinha ficado realmente como eu queria.
Peço desculpas pela demora, e para recompensar, vocês querem um capítulo amanhã? Se quiserem me avisem que eu posto!! Se não o próximo capítulo vai sair nos dias normais mesmo. (Segunda, quarta e sexta)

Espero que se divirtam com o capítulo! E mais uma vez desculpa pelo atraso para postar.

E essa história foi baseada em um dorama então a base da história e o dorama, vou usar algumas coisas do dorama mas mudando algo ali e aqui, não será 100% igual ao dorama.

Capa feita pela: @yeolmcfly

Capítulo 4 - "Um gatinho chamado Mark."


;Donghyuck Point Of view

—Meu pai ele...ele teve um infarto..—Falei olhan do Jeno, tenso e triste.

A recepcionista havia me ligado falando que um homem havia levado meu pai para o hospital e ele estava em estado grave.
Eu não podia perder o meu pai, eu já perdi minha mãe, não conseguiria perder o meu pai.

A culpa foi minha, por ter feito meu pai sentir culpa por querer vender a casa.
Se eu tivesse aceitado calado a decisão dele isso não teria acontecido.
Acho que Jeno estava certo, eu estava sendo egoísta demais nas decisões do meu pai.

Acho que Jeno estava certo, eu estava sendo egoísta em relação as decisões do meu pai.

—Vamos ao hospital agora! —Jeno falou saindo comigo daquele restaurante.
Ele já havia pagado a conta.

Eu só pensava no meu pai naquele momento, e quem foi o homem que levou meu pai ao hospital, eu agradeceria ele de joelhos por ter ajudado meu pai.

[...]

Chegamos correndo ao hospital e eu fui na recepção e perguntei sobre meu pai, a recepcionista me falou onde ele estava e eu saí correndo escutando gritos de Jeno falando "Espera"!
A última coisa que eu podia fazer naquele momento era esperar.

O hospital não era um dos melhores, os pacientes eram divididos por quartos mas em cada quarto tinham várias pessoas, as camas eram divididas por cortinas, que serviam para o paciente ter sua privacidade.

Ao chegar na frente da onde era a cama do meu pai, eu parei ficando um pouco sério e com a sobrancelha erguida quando vi uma mão no lençol e imaginei que fosse o homem que trouxe meu pai, mas ao a pessoa abrir eu vi que era a mulher que meu pai se casaria, a senhorita Seo.
Ela sorriu ao me olhar e eu fiquei um pouco surpresa ao vê-la, se foi um homem que trouxe meu pai, por que ela que estava com meu pai aqui?
Cocei a nuca confusa e Jeno parou ao meu lado cansado com as mãos nos joelhos respirando fundo.

—Sabe a quanto tempo estou sem treinar? Eu não aguento correr tanto assim! O que você é? O flash? –Jeno falou com a voz ofegante por ter corrido bastante recentemente e olhou a senhora Seo se curvando em respeito.

—Senhorito Donghyuck? —Senhora Seo falou sorrindo pegando em minha mão e acariciou.—É um prazer revê-lo, faz tanto tempo, não?–Sorriu me olhando e eu sorri fraco me curvando.

Senhorita Seo havia ido viajar por um tempo, mas sempre falava com meu pai.

—Faz...tempo. –Falei um pouco confuso ainda sorrindo e olhei meu pai, ele estava deitado na maca mas estava acordado e aparentemente estável.

—Estava fazendo meus exames de rotina e encontrei seu pai aqui por acaso, fiquei muito preocupada com ele. —Ela foi até meu pai e fez carinho em seu cabelo e eu e Jeno nos olhamos confusos.

—Mas...e o homem que trouxe o senhor? Onde ele está? Preciso falar com ele! —Falei escutando uma coçada de garganta atrás de mim que fez eu e Jeno nos assustarmos.

—Sou o Médico Kim muito prazer, não vimos o homem mais, ele deixou seu pai conosco e sumiu assim como um gato que desaparece sem ao menos percebermos, foi estranho mas ele conseguiu chegar antes do caso do seu pai se agravar. —O médico falou colocando o estetoscópio em volta do pescoço.

—Que pena...queria agradecê-lo por ter ajudado meu pai. –Suspirei e olhei meu pai, ele me olhava um pouco cabisbaixo e eu o abracei leve. —Não me assuste desse jeito novamente, eu fiquei muito preocupado com o senhor. –Beijei a testa de meu pai e ele sorriu alisando minhas costas.—Me desculpa por ter feito o senhor ter um infarto...se eu tivesse aceitado sua decisão sem te discutido com o senhor, isso não teria acontecido.

—Tudo bem meu filho...eu devia ter te avisado antes de tomar a decisão, não se preocupe. –Ele falou sorrindo para me confortar e eu me sentei na maca pegando sua mão e a beijando, passando aquele tempo com ele.

[...]

Horas haviam se passado, eu fiquei sentado em um dos bancos do hospital por horas até anoitecer, podia sentir como se minha bunda estivesse no mesmo formato do banco de tanto tempo que fiquei sentado ali.
Estava sem cabeça para ir pra casa, mesmo que a senhora Seo estivesse com meu pai eu queria ficar com ele, ele dizia que q culpa não era minha mas eu ainda me sentia culpado por aquilo.
Eu sofri muito com a perda da minha mãe, não aguentaria perder meu pai.

Cocei meus olhos bocejando e passei minhas mãos em meus cabelos em tom castanho.
Jeno já havia ido para casa, mas me mandou avisar a ele e que qualquer coisa ele viria correndo aqui e a qualquer hora, mas eu sabia que ele não viria, se eu ligar agora para ele, ele não vai atender porque deve estar largado na cama dormindo de cueca enquanto tem sonhos pervertidos com atores pornôs, eu conheço mais o Jeno do que ele mesmo.

Me levantei, esticando minhas costas sentindo minha bunda doer e a alisei.

—Acho que eu não deveria ter ficado tanto tempo sentado sem esticar as pernas. –Murmurei sozinho para mim mesmo indo até meu pai, me encostando no batente da porta olhando meu pai conversando com a futura esposa dele, Senhora Seo.

—Eu ainda não sei quem me salvou. —Meu pai falou e eu cruzei meus braços prestando atenção na conversa dos dois.—Eu estava sozinho em casa...quer dizer, estava com o gato.

—Isso não importa agora querido, o que importa é que está seguro e vai melhorar. —Senhora Seo falou pegando na mão do meu pai sorrindo, alisando com seu polegar e ajeitou o cabelo do meu pai.

—Mas e se for um ladrão que tentou invadir minha casa e viu que eu estava caído no chão? Não posso deixar Donghyuck ir sozinho para casa! –Meu pai falou tentando se levantar sentindo um pouco de dor mas senhora Seo o deitou novamente devagar.

—Deixe de ser teimoso! Você acha que um ladrão iria deixar de roubar e te ajudar? O ladrão iria roubar a casa inteira! Donghyuck irá conseguir ir para casa, você precisa se acalmar, não lembra que o médico disse que você precisa evitar estresse e preocupações? Não queira tentar ser mais esperto que o médico. —Falou Senhora Seo cobrindo meu pai e eu sorri suspirando, desencostando do batente da porta, andando para fora do hospital passando pelos corredores com as luzes mais baixas e não tão fortes pelos pacientes estarem dormindo.

Meu pai estava em boas mãos, sabia que senhora Seo cuidaria bem dele pela noite inteira.
Meu pai está feliz com ela, eu não podia dizer para ele não ir morar com ela principalmente no interior que é tão calmo e ótimo, meu pai terá uma vida ainda melhor lá.
Eu como filho dele precisava apoiá-lo, ele sempre quis minha felicidade e meu bem estar, eu iria retribuir tudo que ele fez por mim até nos mínimos detalhes.
Morar sozinho seria difícil, eu nunca havia morado sozinho antes mas...meu pai estaria mais feliz com ela.

Sorri vestindo meu sobretudo, saindo do hospital enfiando as mãos nos bolsos do sobretudo, caminhão pela rua não tão deserta de Seul, as luzes ainda estavam acesas e haviam várias lojas 24 horas abertas.
Entrei em uma loja de conveniência, comprando algumas besteiras para comer e sai da loja, caminhão pela calçada pensativo.

Eu estava muito preocupado com meu pai e triste, mas feliz por ele ter a Senhora Seo.
Ver que ela está fazendo pelo meu pai o mesmo que minha mãe faria se estivesse viva é tão bom.
Tinha medo do meu pai nunca amar novamente, ele ficou tão quieto desde a morte da minha mãe.
Mesmo comigo tentando ajudá-lo ele continuava calado.

O amor as vezes pode ser traiçoeiro mas também as vezes pode ser a solução dos nossos problemas.
O amor as vezes pode trazer a felicidade de volta a tona que estava enterrada em nossos corações.
O amor é como uma caixa de presentes que recebemos em jogos, nunca sabemos se vamos receber itens bons ou não.

O meu pai encontrou a parte boa do amor, e eu fico aliviado por isso.

Suspirei sorrindo, me sentando no banco da praça sem ninguém que havia ali, ficar sozinho ás vezes era bom, pensar um pouco e refletir.
Mas minha paz foi cortada quando escutei meu celular tocar, mas ao ver quem era eu sorri e atendi.

—Jaehyun Hyung? Oi! Boa noite, o que faz acordado? –Perguntei, apoiando a mão no banco.

—Fiquei sabendo o que aconteceu com seu pai e vim falar sinto muito e que espero que ele melhore, ele está bem? –Jaehyun perguntou, estava com uma voz de sono.

Ele se preocupou em me ligar mesmo com sono para saber do meu pai? Isso foi tão fofo! Jaehyun é incrível.

—Está melhorando...aos poucos. –Falei sorrindo.

—Ok mas...e o Mark? Como ele está? –Ele perguntou e eu apoiei a mão no banco mas senti algo fofo e franzi a testa olhando para o lado e vendo Mark, o gatinho branco miando deitado no banco ao meu lado e levei um susto.

—Ele...ele está aqui. –Falei assustado e confuso coçando a nuca. –O que...o que ele faz aqui? —Falei comigo mesmo olhando o gato que bocejava me olhando.

—Ele está aí? Acho que não vai dar certo eu deixar o gato com você... –Jaehyun falou um pouco bravo e eu franzi a testa.

—O que? Está mais preocupado com o gato do que comigo? –Perguntei e ele suspirou profundamente.

—Se você deixar a porta aberta, mesmo que por pouco tempo ele vai sair e pode sumir para sempre, eu deveria ter achado outra pessoa para cuidar dele. –Ele falou impaciente.

–Se for assim então arrume alguém para adotá-lo.  –Falei irritado pegando gato no colo o segurando.

—Estou procurando. Mas até eu o encontrar, não o deixe fugir. –Ele falou e desligou.

—Aigoo! Falando assim até parece que eu deixei você fugir de propósito, e como você saiu? Seguiu a pessoa que levou meu pai ao hospital hm? —Perguntei o olhando e ele ficou quieto me olhando, não soltou ao menos um miado se quer. —Por que você nunca me responde?–Perguntei fazendo carinho em suas bochechas peludas com meus polegares e me levantei para ir pra casa.—Eu estou conversando com um gato. –Ri negando e voltei a andar para a minha casa.

[...]

;Mark Point Of View

Ao chegar no hospital com seu pai, passei pela recepção e coloquei seu pai sobre uma cadeira, vi um médico vir na direção mas antes parou para chamar uma enfermeira e eu me transformei em gato novamente, saindo correndo do Hospital me afastando e parei do lado de uma lixeira na rua.
Tentei me transformar em humano novamente mas conseguia.

Miei confuso, tentando a todo custo virar humano e eu não conseguia virar.

Continuei andando pela calçada entre as pessoas como gato, atraindo olhares e elogios como: ele é tão fofo!

Continuei andando, parando próximo a uma praça e fiquei sentado ali.

Por que não conseguia me tornar humano? Quando eu estava com o pai de Donghyuck eu consegui me tornar humano! Por que agora eu não consigo?
Eu ainda estava tão confuso sobre minhas transformações para humano, eu não conseguia entender, por que não conseguia virar humano quando eu quisesse?
Quanto tempo eu demorarei para descobrir?

[...]

Horas haviam se passado, eu fiquei no mesmo lugar desde cedo, já estava de noite.
Não sei ao certo porque não voltei para casa, apenas senti que deveria ficar ali.

Não tinha muitas pessoas na rua, mas vi um alguém que eu com certeza conhecia, era Donghyuck, ele estava voltando do hospital!

Ele não me viu, então o segui e me tornei humano novamente, andando atrás dele sem fazer barulho.
Eu consegui me tornar humano agora? O que estava acontecendo comigo? Por que mais cedo eu não consegui?

Neguei afastando pensamentos e o vi se sentar no banco da praça e fiquei afastado dele, o olhando.
Ele parecia pensativo, ele parecia feliz mas mas preocupado.

Me sentei no mesmo banco que ele, atrás dele e ele não me viu, estava tão distraído que ao menos percebeu minha presença ali.
Escutei seu celular tocar o que fez ele se agitar um pouco e eu me tornei gato novamente.
Ele falou com alguém e parecia confuso do porque eu estava ali e não em casa mas fiquei quieto e não expressei nada, mas seu carinho em minhas bochechas me assustou um pouco, era a primeira vez que ele fazia carinho em mim ao invés de me afastar.

[...]

Eu estava sentado no chão em forma de gato enquanto ele estava no banheiro tomando banho.

Subi em sua cama e depois em sua janela e comecei a olhar para a lua que estava bem grande e acesa no céu.

—Assim parece que você é um lobisomem ao invés de um gato, olhando a lua tão concentrado —Donghyuck falou me olhando rindo enquanto secava seus cabelos e me tirou da janela me colocando no chão e se sentou no chão ao meu lado, abraçando suas próprias pernas e eu me deitei ao seu lado. —Eu vou mesmo ter que me mudar, vou fazer isso pelo meu pai, de certa forma acho que a culpa foi minha pelo que aconteceu. –Ele murmurou apoiando a cabeça sobre os joelhos.–Pelo menos com você morando comigo, eu não vou me sentir tão sozinho assim. –Sorriu me olhando fazendo carinho em minha cabeça e se levantou, saindo do quarto e eu me transformei em humano me sentando na cama.

Por que meu coração está acelerado? Vou ter o mesmo que seu pai teve?
Me deitei na cama, pensativo.

De fato, eu já estou entendendo como consigo me tornar humano.

Suspirei e ouvi seus passos se aproximando do quarto e me transformei em gato novamente vendo ele se sentar bebendo água e colocou a caneca sobre a mesa ao lado da cama.

—Sai da minha cama. –Falou me tirando da cama e eu subi novamente.—Aigooo! Quando você vai começar a me ouvir? –Falou se enrolando me olhando mas ele parecia sonolento, tanto que dormiu minutos depois.

Me transformei em humano novamente, ficando deitado ao seu lado o olhando e pisquei lento admirando sua pele brilhosa e um pouco morena, seus cabelos castanhos e seus olhos bonitos até mesmo fechados.
Ele era muito bonito.

Me encolhi na cama o olhando e suspirei.
Era ele, era ele que fazia eu me tornar um humano. Era Donghyuck o causador da minha transformação.
Era por isso que eu só conseguia me tornar humano perto dele ou com coisas que sejam relacionadas a ele.

O pai de Donghyuck tem haver com Donghyuck porque é pai dele, por isso eu consegui virar humano quando estava perto dele, mas quando fiquei longe dele eu não conseguia me tornar humano.
Mas como...como isso aconteceu?
Por que eu só consigo me tornar humano perto dele? Por que ele faz eu me tornar humano?
Parece que quanto mais eu descubro, mais coisas aparecem para eu descobrir.

[...]

;Donghyuck Point Of View

Estava andando em direção ao meu setor com alguns papéis em mãos que precisava entregar para meu chefe quando vi Taeyong vir até mim.

—Donghyuck? Está muito ocupado ou tem uns minutinhos? –Taeyong perguntou me olhando e eu concordei com a cabeça sobre ter uns minutinhos.—Ótimo! Então, o Jaehyun vai se mudar e eu o convenci a fazer uma festa para estrear a casa nova e ele mandou eu te convidar, será daqui a uma semana. –Ele me entregou o convite e eu olhei.

Jaehyun não gostava de festas, por que aceitou?
Li todo o convite, e o "tema" de festa era Neon.
Eu sempre quis ir em uma festa Neon, sempre falei para Jaehyun, será que...ele escolheu por minha causa?
Não claro que não, isso nunca seria possível.

—Eu vou ver se posso ir, eu também vou me mudar e estou atolado de coisas para fazer. –Ri sem graça o olhando e Taeyong concordou com a cabeça.

—Bom, se não puder ir avise, eu imaginei que você não fosse porque bem você não vai em muitas festas, mas Jaehyun insistiu em te convidar e ainda quis fazer Neon, ele sabe que eu odeio esse tema, mas enfim né o que posso fazer? –Comentou e cruzou os braços, mas logo se despediu de mim e foi indo para seu setor.

Franzi a testa confuso mas concordei, indo em direção a minha sala e entrei me sentando ao lado de Jeno que digitava algumas coisas em seu computador.

—Você foi convidado para a festa do Jaehyun na casa nova dele? –Perguntei para Jeno que concordou e girou a cadeira, virando para mim.

—Claro que sim, eu sou muito popular quem não me convidaria? –Falou convencido juntando as mãos e Jaemin riu negando.

Você não é popular, você paga cervejas caras e boas para se mostrar pra todo, é por isso que te convidam, porque sabem que você vai levar cervejas ótimas e caras. –Jaemin falou sarcástico olhando Jeno.

–Gato isso é o preço do sucesso tá? Todos me adoram, seja por causa da cerveja ou não. –Jeno falou sorrindo para Jaemin que negou rindo rindo.

Jeno definitivamente parecia um cachorro quando queria ter atenção, cachorros quando querem atenção as vezes mordem os donos ou ficam mordendo a bolinha para atrair alguma atenção de seus donos, já o Jeno paga cervejas para ter atenção.
Isso era engraçado.

[...]

–Mark? –Gritei vendo ele sair correndo da sala para o quarto e franzi a testa tirando meus tênis, ficando apenas de meia e fui para a sala vendo tudo que já estava nas caixas para a mudança no chão, Mark havia tirado tudo do lugar. —MARK! –Gritei bravo o procurando vendo ele debaixo da cadeira do meu quarto e cruzei os braços. –Por que tirou tudo do lugar? E como tirou tudo do lugar? As vezes eu me impressiono com a sua esperteza e inteligência, agora eu vou ter que arrumar tudo de novo e vai levar horas! –Resmunguei cruzando os braços e sai do quarto o deixando ali e fui para a sala começando a guardar as coisas e vi Mark vir até mim, se jogando deitado na minha frente com a barriga para cima me olhando.

—Tá...até que você é fofo vai. –Falei sorrindo fazendo carinho em sua barriga.

Com meu pai ainda no hospital, Mark me distraía demais, ele era um gatinho legal até, eu não me sentia tão solitário com ele comigo.
Talvez eu estivesse me acostumando com a presença dele.

Talvez eu realmente estivesse precisando de um animalzinho de estimação só que nunca reparei. Eu só nunca imaginei que esse animalzinho seria um gato, um gatinho chamado Mark.


Notas Finais


Boa leitura❤️
Leiam a nota do autor, por favor!

Capa feita pela: @yeolmcfly


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