História Cause you could be mine - Capítulo 3


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Categorias Guns N' Roses, Skid Row
Personagens Axl Rose, Duff Mckagan, Izzy Stradlin, Sebastian Bach, Slash, Steven Adler
Tags Axl, Duff, Duzzy, Izzy, Sebastian Bach, Slash, Slaxl, Steven
Visualizações 162
Palavras 2.722
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sobre a imagem abaixo: Izzy...Axl... PAREM DE ME DAR IDEIAS

Capítulo 3 - Love Sucks, ya you know it sux


Fanfic / Fanfiction Cause you could be mine - Capítulo 3 - Love Sucks, ya you know it sux

Pov Izzy

Entrei no quarto de Duff, suspirando pesadamente; não fosse pela descoberta do potencial dessa banda, esse dia definitivamente estaria todo errado. Hum.... Nós ainda precisamos pensar em um nome para o grupo.

 Fiquei parado no meio do quarto até que um violento espirro me sacudiu, fazendo-me perceber as roupas ensopadas. Deus do céu, o cheiro que meu corpo exalava parecia o de um cachorro molhado. Na certa, minha aparência era ainda mais lamentável. Preciso de um banho e paz; está última, eu tenho sérias dúvidas de que teria.

Larguei minhas coisas em um canto que parecia mais limpo; peguei uma toalha, e saí do quarto em busca do banheiro (coisa que não foi difícil de encontrar, ficava logo ao lado). Agora que eu me lembro, Duff não me seguiu até o quarto. Estranho; desde que me viu ele tem sido tão indiscreto...impertinente... sinto que ele quer aprontar uma, só não sei ainda o que.

Enxuguei-me, vendo, por fim, que havia esquecido de pegar roupas secas.  Enrolei a toalha na cintura, revirei os olhos, deixando as molhadas num cesto de roupas sujas e me dirigindo ao quarto novamente.

Forcei a maçaneta de todos os jeitos, constatando molesto, que o idiota do Duff me trancara para fora. Eu posso mata-lo?

Considerei alegremen­te, a possibilidade de chutar a porta. Aliás, foi o que eu fiz.

Ele abriu, manejando a cabeça em minha direção, fitando meu corpo de cima a baixo. Eu o olhei bravo. Me sentia tão pequeno perto dele, o que só aumentava meu incômodo.

- O que é? Vai me deixar dormir aqui fora agora? – Perguntei irritado.

- Hum? Não. Apenas não me lembrava que teria que dividir o quarto – Ele abriu passagem, dando as costas para mim. Alcançou um cigarro sob uma cômoda e começou a fumar, como se eu nem estivesse ali.

Estranho, estranho, estranho.

Balancei a cabeça, afastando os meus pensamentos. Talvez Slash tenha conversado com ele, para que ele me deixasse tranquilo. É, deve ter sido isso. Julguei, ainda procurando o que vestir. Estava agachado no chão revirando a pequena mala de roupas quando senti a presença do outro atrás de mim.

- Você é bem magro, não é? – Me levantei bruscamente, virando de frente para ele. Ele me olhava desdenhoso; Oras, ele estava me esnobando, é isso?

- O que diabos você tem? – Era só o que me faltava!

- Eu? Nada – Ele sentou-se na cama, ainda de frente para mim. Eu coloquei uma mão na cintura, apontando a outra em sua direção.

- Escuta aqui; você não ouse colocar as mãos em mim, ta entendendo?

- Tá – Ele deu de ombros, em um total desinteresse. Grrr, aquilo aumentou ainda mais a minha fúria. Que ódio desse punk!!

Pov Duff

Ainda na sala, eu pensei sobre o que fazer para ter aquele moreno na minha cama o mais cedo possível. Bom, eu poderia esperar o humor dele melhorar (sério, não é possível que ele seja sempre esse pé no saco), ou eu poderia fazer ele mesmo desejar por mim. Ele quer dá uma de difícil? Pois eu quero deixar ele com uma pulga atrás da orelha; todo curioso, só para ver ele sonhar comigo, querer provar meu gosto, querer tocar meu corpo, pensar na hipótese de me sentir de carne e osso, como a realidade manda.

Tranquei a porta, apenas para irrita-lo. É isso que eu iria fazer; atiçar sua raiva por mim; porque paixão e ódio andam juntas, e eu garanto que ele vai amar esse meu lado malvado. Ser doce demais enjoa. Maldades deliciosas tem lá suas vantagens; é bom para quem faz; gostoso para quem recebe.

Mostrei total desinteresse por seu corpo; fiquei até cansado de tentar me controlar, para não passar a mão por aquele corpo alvo. Ele estava ali, parado na minha frente com a mão na cintura, completamente possesso. E não demorou muito até que ele quisesse descontar seu estresse do dia em mim; seja lá o que tenha acontecido com ele hoje.

Izzy me empurrou deitado na cama, colocando um joelho entre as minhas pernas, ainda que sem me tocar, e se sustentando sobre um braço, enquanto ainda apontava o dedo na minha cara.

- Para de agir desse jeito, está me irritando!

-Como você espera que eu aja? – Perguntei ainda tentando passar desinteresse. Dei uma tragada no meu cigarro, soltando a fumaça em seu rosto. Ele tossiu, levantando um pouco, ficando sentado sobre o meu colo. Eu igualmente me sentei, apenas para ficar mais perto dele. Joguei o cigarro no chão e segurei sua cintura com as duas mãos, chamando sua atenção para mim.

- O-o que pensa que está fazendo? – Ele se desconcertou, e tentou se livrar de minhas mãos. Céus, estava tentando me controlar para não ficar duro.

- Sei lá, você que se sentou no meu colo – Dessa vez, me permiti abrir um sorriso safado. Juro que um tomate não é tão vermelho, quanto Izzy estava agora.

- E-eu não quis fazer isso, f-foi um acidente!! – Ele tentou novamente se desvencilhar de minhas mãos, mas eu as apertei fortemente. Ele soltou um grunhido. 

- Relaxa meu bem, se você não souber o que fazer, deixa que eu faço acontecer – escondi meu nariz no vão de seu pescoço, sentindo-o estremecer. Aspirei o agradável aroma que ele tinha. Não era cheiro de banho tomado; era algo dele, só dele.

- P-para com isso!! – Ele guiou suas mãos aos meus ombros, apertando e forçando meu corpo para trás. Eu segurei um de seus pulsos e com a outra mão eu puxei seu queixo para cima. Olhei em seus olhos; tão escuros, tão tranquilos e tão rebeldes...

- Descomplica vai...para de dar uma de difícil e me dá você todinho para mim...

- Nem depois de morto! – Ele virou o rosto, apertando os olhos, forçando novamente meus ombros para trás.

- Olha lá hein, nunca diga que dessa água não beberei, porque na falta dela, você deseja até a caneca.

- Você estava jogando comigo esse tempo todo, não é? Estava me irritando apenas para me ter aqui. Pois saiba que eu não sou nenhum idiota! Você não vai me comer hoje, Duff!

- Amanhã, então? – Abri mais meu sorriso

- Nunca!

Soltei seu queixo, levando minha mão para suas costas o arranhando, marcando aquela linda pele macia. Izzy se contorceu, jogou a cabeça para trás e prendeu um gemido.

- Infelizmente para você, senhor Stradlin, meu quarto tem pedágio. E já que eu não to valendo nada e a minha carne é fraca, vamos juntos cometer uns pecados, para ter do que se arrepender depois.

- Que inferno Duff...- O moreno voltou a me olhar de frente; mas agora já era, ele já estava duro e eu também. Se ele quiser resistir, pode até tentar, só que nesse momento, sua resistência só me dará mais prazer.

Aproximei meus lábios de sua orelha. Mordi e puxei a pele.

— Você está se aproveitando de mim – Ele gemeu...

— Certamente estou —Aproximei minha boca da dele — Você quer que eu pare? Agora? Ou quer — sussurrei em seu ouvido — mais?

— Tudo ou nada – me olhou seriamente.

— Tudo, então —fechei a boca sobre a dele, num beijo intenso, com sabor e profundidade. Com gosto de cigarro e de bebida; com gosto de Izzy.

Pov Izzy

Tive a clara sensação de que Duff havia lido meu manual de instrução antes de me beijar. De primeira, me senti tão mole. Já havia perdido a noção de onde estava. Ah, foda-se. Eu definitivamente quero transar; pelo menos me acalmo.

Seu braço envolveu minha cintura enquanto percorria toda a extensão de meu pescoço com beijos e mordidas que deixarão marcas amanhã. Mudou de posição, me colocando deitado na cama e ficando sobre mim.

Suspiros, gemidos, prazer...

Ele tirou a camisa enquanto me beijava, eu já estava todo suado e vermelho. Começou a chupar meu peito com firmeza; deu leves mordidas e foi descendo.

Foi naquele momento que meu mundo parou. Nada mais existia. Ele me chupava de uma forma que ninguém nunca tinha feito. Devagar e forte. Tinha pressão. Eu apertava a cabeça dele contra mim e ele foi aumentando a velocidade até que eu gozei.

Duff retirou uns fios de cabelos colados na testa graças ao suor. Eu me sentia anestesiado.

- Sua vez – Ele sorriu apertando seu pau ainda na calça. Eu fiquei encarando fixamente. Sob a cueca, o pau dele ia inflando tal qual seu ego, pensei. O loiro pegou minha mão e colocou sobre ele, me fazendo sentir o quanto estava quente e duro.

Engoli em seco. Do primeiro toque, nasceu uma vontade louca de ficar de joelhos e chupar ele até sentir sua porra jorrando na minha boca. E foi isso que fiz. Me coloquei de joelhos no chão gelado e puxei sua calça e cueca para baixo. Enfiei inteiro na boca o sentindo latejar.

Eu pensava em não deixa-lo gozar; uma espécie de vingança por ter me ganhado tão fácil. Mas era impossível, quanto mais eu chupava, mais queria chupar. Chupei, lambi, apertei, soltei. Fui brincando até sentir que não tinha mais volta, ele ia gozar.

Mas para minha surpresa, ele puxou-me pelos cabelos e me arrastou até a parede, me colocando de costas para ele. Encaixou muito bem em mim e meteu com muita força. Contive um gemido e senti meu corpo tremer.

Ele gozou dentro de mim depois de algumas estocadas, e eu gozei mais uma vez. Perdi o equilíbrio das pernas e cai ajoelhado no chão.

O que diabos foi isso?

Pov Duff

Izzy trombou no chão logo após gozar mais uma vez.

Um gato lambendo a última gota de leite de seu bigode não pareceria mais satisfeito do que eu estou agora.

Segurei-o por debaixo dos braços o pondo de pé, o contornando num abraço apertado. Caminhei com ele de costas até a cama, e me sentei com ele sobre meu colo.

O cheiro de Izzy era uma mistura de bebida, cigarro e lavanda. Delicado e áspero. Aquele cheiro ficou deliciosamente impregnado em mim. Eu estou cheirando a Izzy até a minha alma.

Deitamos juntos na cama e ele virou para mim, me olhando nos olhos com o cenho levemente franzido.

Pov Izzy

— Você está tentando ficar irritado pelo que aconteceu. Não vai adiantar.

Mais tarde, eu decidiria se o fato de Duff parecer ler tão bem meus pensamentos e ações era divertido ou desconfor­tável.

— Por que não? Sou bom em ficar irritado.

— Sim, você deveria ganhar um prêmio. Mas vai me querer de novo assim que estiver com um humor melhor, portanto, não será capaz de se irritar com isso. Caso contrário, vai fracas­sar em seu objetivo.

— Você é terrivelmente seguro de si, não é?

— Em relação a algumas coisas. — Ele inclinou-se e me beijou — Em relação a isso.

- Nós nos conhemos hoje Duff...

-  E eu já te amo – Ele sorriu e eu abri a boca chocado.

- Você está me amolando, eu sei. Se você ficar usando a palavra "amor" para qualquer um, você a gastará mais cedo ou mais tarde!

- Não se preocupe, não há limites para amar. E eu continuarei a te amar cada vez mais. Para sempre – Sorriu mostrando os dentes como uma criança que descobre o porquê de o céu ser azul.

Eu queria dizer-lhe para deixar de me dizer coisas desnecessárias. Se ele continuasse derramando coisas doces e estúpidas em minha direção... Acabaria sorrindo.

- Cala boca Duff – empurrei seu rosto e virei-me de costas. Meu rosto ficou rubro. A irritação passou e ao menos por uma noite, eu desejei  que as mãos que tocaram meu corpo aprendessem a decifrar os caminhos do meu coração.

Pov Axl

A manhã chegou e o silêncio preenchia a velha casa. Tinha certeza de que era o único que acordou cedo.

Ainda me lembro de todos os preconceitos que tinha em relação a ficar com um homem. Mas aí, um belo dia depois de refletir no assunto enquanto me entupia de vodca barata, eu pensei... “ e se talvez...Foda-se? ” E cá estou eu, olhando para o lado, rindo da cena mais ridícula que eu já vi: uma sombra cabeluda babando no travesseiro.

Levantei sentindo uma fisgada no quadril. Porra Slash.

Peguei um cigarro que achei em qualquer lugar e saí para tomar banho. Me sentia energizado; queria escrever; queria cantar; eu queria...queria comer. Puta merda; meu estômago roncou enquanto eu tentava lavar meu cabelo com o resto do resto do shampoo.

Assim que terminei eu fui até a cozinha, vasculhando cada canto, centímetro, prateleira, debaixo da mesa... nem sinal de comida. Bufei frustrado, segurando um pedaço de queijo mofado que encontrei no chão. Credo.

Resolvi sair e ir até um mercado gastar o que tinha sobrado de dinheiro da noite anterior (quando tinha cantado no Rainbow com a Hollywood Rose) com alguma coisa comestível.

Na volta para casa, eu vi um loiro jogado, aparentemente chapado, na porta do apartamento que agora eu vivia.

“Fala sério, quem é que largou esse lixo na nossa porta? ” – Pensei chutando o braço do rapaz que tentava agarrar meu tornozelo.

Dei de ombros e abri a porta do apartamento (que pode ser muito bem apelidado de Hell house) e me apressei em preparar algo para comer.

Olhos brilharam no fim do corredor e não percebi direito quando alguma coisa pulou em mim, puxando o pão que eu segurava.

- COMIDA!! É COMIDA CARALHO!! – Duff berrava no meu ouvido, como se tivesse descoberto a América – SLASH CARALHO, ACORDA, TEM COMIDA PORRA!!

Antes que eu fosse capaz de levantar do chão, um Slash cambaleante apareceu na cozinha brigando com Duff sobre quem ia comer a porra do pão.

Fiquei chocado com a cena; onde eu estava? Na Selva?

Na selva...Hum, interessante.

Izzy levantou também, e pela grande marca roxa que tinha no pescoço, descobri que não fui o único a ter uma noite divertida.

Pov Duff

Eu acordei já deviam ser umas 10 h. Porra; eu nunca acordo cedo, por que hoje?

Ao me movimentar e sentir um peso sobre meu ombro esquerdo eu entendi:

Izzy dormia respirando profundamente. Seus traços são finos e belos, seus cabelos negros em contraste com sua pele branca, me dá vontade de olhá-lo.

Sorri abertamente. Eu consegui caralho; e alguma coisa em meu interior denunciava que aquilo tinha sido mais do que uma foda.

Sentei na cama e um aroma de café invadiu minhas narinas.

Café; pão; podia chutar até que tinha mais alguma coisa sendo preparada.

Sem me dar contar, já estava pulando em cima de Axl. PORRA, ERA COMIDA!!

Izzy logo apareceu na sala vestido de uma calça moletom. Tinha a sensação de que ele não tinha se visto no espelho ainda. Que puta massagem no ego aquela marca roxa em seu pescoço.

- A noite foi boa hein? – Slash sorriu malicioso para ele. Eu segurei um riso.

- O que? – Izzy nos olhou confuso.

- Izzy...seu pescoço... – Axl também ria da ingenuidade do amigo. Sério, alguém me belisca, que eu acho que ganhei na loteria com esse albino fofo.

- Izzy correu até o banheiro e ouvimos um grito alto de raiva.

Ele veio até mim, dando-me chutes nos pés e socos nos braços.

- Porra Duff.

Sem dúvida, aquela era uma manhã estranhamente divertida.

Pov Slash

Quando acordei no quarto; tive vontade de mata-lo. Era uma afronta ser largado sozinho depois de ontem. Mas quando nós comemos a comida que Axl trouxe, eu decidi que ele é Deus. Quase me prostrei em adoração: “ Nossa senhora Axl Rose dos famintos”

Tínhamos ensaio mais tarde; e algum brilho novo nos olhos de Axl dizia-me que ele estava inspirado.

Se esses dias continuarem assim; eu posso até acreditar que vamos dominar o mundo com a nossa música.

- A propósito... – Axl acertou um pão em Duff, que levou a mão a cabeça voltando sua atenção para ele. – Tem um pedaço de lixo na nossa porta.

- Como é? – Duff indagou curioso

- É. Um lixo loiro chapado na porta. Não sei quem deixou lá – Axl passou a cutucar as próprias unhas, como se não estivesse falando de uma pessoa.

- Lixo loiro? – Pensei um pouco na possibilidade – STEVEN!! – Constatei indo abrir a porta e me deparando com mesmo sentado no chão, agarrado com uma garrafa de cerveja.

- Oi Slash – Ele abriu um sorriso idiota

-Puta merda Steven...

Continua.


Notas Finais


Então gente; cá estou eu.
Próximo capítulo eu pretendo dar um pouco mais de enfoque na banda em si, do que nas relações (deixando claro desde já que não to seguindo a ordem em que as coisas aconteceram).
O que acharam? Comentários?
Senhora Axl rose dos famintos é bondosa né não? huahuahuhah
Mas gente; esse queijo mofado vai ter seu lugar nessa fic.


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