História Cavaleiro dos sonhos - Capítulo 6


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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Anna Heartfilia, Aquarius, Cana Alberona, Câncer, Capricórnio, Carla (Charle), Elfman Strauss, Erza Scarlet, Evergreen, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jenny Realight, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Leon, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Meredy, Metallicana, Millianna, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Nashi Dragneel, Natsu Dragneel, Romeo Conbolt, Silver Fullbuster, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich, Ur, Virgo, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Fairy Tail, Nalu, Nashi
Visualizações 130
Palavras 1.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Capítulo - 6


        Como se o universo soubesse oque estava por vir o gramofone parou de tocar fazendo apenas um ruído estridente sair ao arranhar o disco, Lucy rapidamente correu para parar aquele ruído, enquanto meu pai so ficou a nós observar, até o momento e que ele limpou a garganta e se retirou, vivi tempo de mais com ele para saber que aquilo era um sinal para eu segui-lo. Tomando coragem para encarar oque eu está prestes a escutar, respirei fundo e o segui.

 

Como caminho decorado ele foi para meu pequeno escritório, ele entrou a logo em seguida fiz o mesmo, assim que fechei a porta parei em sua frente esperando que ele começasse com seu sermão ou seja la oque ele queria me dizer. Seus olhos me avaliaram por alguns segundos antes de se pronunciar:

- belíssimo o momento que eu atrapalhei. - que bom que ele percebeu que sua ilustres visita estragou meu momento de descontrair.

- fale logo oque você veio dizer, sei que não foi para fazer uma visita rotineira para me ver ou ver sua neta. - conheço ele mais que ninguém e se fosse para uma conversa normal ou apenas uma visita ele teria trazido minha mãe junto e não estaria agindo dessa forma.

- de fato. É que essa manhã a senhorita Yukino veio até minha casa para dizer que meu adorado filho decidiu dar abrigo a uma completa estranha, e pelo que vi agora pouco não é mentira.

Yukino não sabe oque essa informação pode causar, ele já quer a guarda da minha filha e com essa informação, para o juiz que já está a favor do meu pai pode ser um prato cheio.

- ela não é uma completa estranha, é uma amiga que conheci na minha última viajem, ela é de uma ótima família e muito inteligente, tendo consciência disso, ela ficar aqui é ótimo para Nashi que felizmente está tendo muita afinidade com ela. E se era isso que te preocupava, se tranquilize, sua neta está fora de perigo. E se é só isso, eu te desejo uma boa noite. - queria sair daquele lugar antes que ele perguntasse algo sobre Lucy, algo que eu não saberia explicar, pois meu conhecimento sobre ela são quase irrelevantes.

- espere um momento. Me dia de que família ela é? Talvez eu conheça e poderei julgar se ela é digna ou não é ficar aqui. - seu vasto conhecimentos sobre as famílias influentes dos continente é excessivamente grande.

- isso não é da conta do senhor meu pai, ela ficará em minha casa, então o direito de julgar se ela é o não digna de ficar minha casa é exclusivamente minha; e por favor não se entrosada na minha vida, foi-se o tempo de tomar as decisões por mim. - e com isso dito eu me retirei antes que ele voltasse a falar.

Natsu off.

Lucy on.

Eu não sei oque está acontecendo, ou quem era aquele homem, mas sei que algo estava acontecendo. Nashi se fechou sentando em sua cama, sua cabeça baixa e brincando com a barra do seu vestido, sinal claro de que sua alegria de poucos minutos antes havia desaparecido.

- quem era?- me atrevi a perguntar me sentando ao seu lado.

- vovô. Ele e o papai estão sempre discutindo, eu não gosto disso. Papai sempre fica de mau humor quando ele nos visita. - é difícil pensar nele mau humorado, cara fechada ou ignorante, eu até agora só o vi sendo educado e calmo qualquer circunstancia, mas bem que só o conheço a quase três dias.

- não se preocupe seu pai logo vai voltar e vai estar tudo normal, e se ele inventar de fechar a cara nós fazemos cosquinhas nele. Que tal? - sugeri, eu queria que ela se animasse, e acho que adiantou pois pela primeira vez dês que seu avô aparecer ela olhou em meus olhos.

- papai odeia cosquinhas. - avisou.

- então torça para ele está de bom, não, ótimo humor. - talvez eu está na forçando a intimidade entre nós, mas era por um bom motivo.

- você é estranha. Sabia? - comentou Nashi inocentemente. Oque me surpreendeu um pouco, nunca fui chamada de estranha antes e se bem dizer eu não tinha quem falasse isso para mim, todos tem medo de meu pai e sua influências, mas tudo isso mudaria se descobrissem o quanto ele está a ponto de falir.

- por que você acha isso?

- seu jeito de agir, ele é diferente do da senhorita Yukino.

- E isso é bom? - no meu ponto de vista eu acho que sim.

- não sei... a senhorita Yukino é legal ela me leva para passear e me visita sempre, mas por que ela gosta do meu pai e futura mente eles vão se casar, bom foi isso que ela me disse, mas você não tem motivo para ser legal comigo e papai diz que sempre devemos desconfiar se uma pessoa é boazinha de mais, pois ou ela louca, interesseira ou já sofreu de mais. - engraçado ele dizer isso, pois sua bondade o classifica em louco.

- é oque você acha que eu sou?

- hum... louquinha da Silva....mas tem algo em seus olhos, algo que me eu vi uma vez nos olhos do meu papai quando minha mãe morreu, esse brilho de esperança. Você já chorou muito?

A tempos eu ouvi dizer que as crianças são mais sensíveis e observadoras, e eu começo a acreditar.

- sim, quando eu era pequena, mas eu não choro mais. - aprendi que devia ser forte nem todos merecem que eu derrame minhas lágrimas.

- eu chorava bastante sabia, mas eu parei quando minha mamãe foi para o céu, pois eu via o quanto o papai ficava triste por me ver chorar. - mesmo sendo tão pequena ela já tem consciência das coisas.

- Nashi se tiver que chorar, chore, seu pai vai se preocupar de qualquer forma, então demostre oque sente.

Lucy off.

Natsu on.

Depois de deixar meu pai no andar de baixo eu voltei para o quarto de Nashi, mas não me atrevi a entrar, Lucy e ela estavam conversando, conversando abre algo que eu não sabia e não tinha percebido até agora, e pela primeira vez eu vi minha filha desabafar com alguém.

- mas se eu fizer isso papai vai ficar triste. - resmungou se ajeitando na cama, obviamente incomodada por Lucy está contradizendo sua decisão.

- está errada, ele ficará mais triste se não souber oque acontece como você. Me prometa que conversara com ele.

- você é chata.

- achei que fosse legal. Mas não me importo, so quero que me prometa que vai falar com ele.

Ela não ousou me responder apenas mostrou a língua de forma petulante.

- ei ! Que coisa feia. Vem cá vou cortar essa sua língua. - disse Lucy rindo ao começar a fazer cosquinhas em Nashi que começou a gargalhava.

- para!...pa-para! - pedia Nashi com dificuldade. - ma-mãe para. - Lucy ao escutar do que tinha sido chamada parou pela surpresa, era lógico que havia sido sem querer mas surpreendeu tanto eu quando Lucy. -cosquinhas não tem graça.

- é... eu vou para meu quarto acho que seu pai não vai volta. Boa noite. - Lucy se despediu rapidamente, para ela não me ver eu me escondi na entrada do outro corredor.



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