História Cavaleiro vampiro - Capítulo 22


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Naruto, Romance, Sasusaku, Sobrenatural, Tragedia
Visualizações 927
Palavras 1.085
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu voltei... E vai ter atualização dupla sim.
Porque? Porque a autora é uma doçurinha e porque vocês merecem.
Boa leitura!

Capítulo 22 - Herdeiro legítimo


-Acompanhe-me, lorde Uchiha. Fora o que dissera antes de dar as costas e caminhar em direção a uma elegante estalagem. Eu sabia que havia sido uma ordem, que me via tentado a desacatar, mas caso o fizesse, teria que lutar contra os seus guardas. Que provavelmente terminariam mortos, e isso soaria a rainha como uma declaração de guerra.

Caminhei até a entrada do local escoltado por dois guardas, que pararam na porta quando o adentrei. Revirei os olhos para a situação ridícula. Sabendo que se eu tivesse intenção de atentar contra a vida da rainha já o teria feito, e aqueles soldados não me parariam. Creio que a rainha também o sabia, já que no recinto além da própria, estavam apenas seu tio, uma dama de companhia e o que parecia ser o dono da estalagem.

-Curve-se! Disse-me uma mulher de cabelo curto postando-se a frente da rainha.

-Se presa a vida de sua criada, eu sugiro que a contenha majestade. Eu disse calmamente, porém sem desviar os olhos da mulher para que entendesse que não estava diante de qualquer um.

-Não é necessário exigir tanta formalidade, Shizune. Falou a rainha.

-Ele é um vampiro!

-É um nobre, minha cara. Tornou a rainha. -Merece ser tratado com o respeito que seu título impõe.

-Que assunto a faz querer-me aqui? Indaguei.

-Sente-se, por favor.

-Estou bem.

-Que seja! Deu de ombros e em seguida sorveu um generoso gole de sua bebida. -Soube que alguém como você andou causando uma sequência considerável de assassinatos na vila próxima.

-Como sabe que não fui eu o protagonista disso?

-Porque foi Madara Uchiha. Tobirama foi quem respondeu. -Madara forjou a própria morte, para anos depois tomar o trono de Suna para si, visto que o reino está enfraquecido.

-Há trinta anos atrás, você estava lá e viu quando meu irmão arrancou a cabeça de nosso tio. Disse-lhe. -O homem que atacou a vila não era Madara. Eu sei disso, pois lutei com ele recentemente.

-Como pode ter tanta convicção? Questionou-me.

-Se fosse, eu estaria morto e não aqui perdendo o meu tempo.

-Como saberemos que fala a verdade? Indagou irritado. -Que garantia temos de que não são aliados para conquistar o trono de seu país e acabar com o nosso?

-Eu não costumo carregar um fardo maior do que posso suportar, senhor. E certamente, não estou interessado em lutar contra vocês ou o teria feito no momento em que cheguei.

-Com isso penso que, ou o assunto lhe foge ao conhecimento ou está dissimulando muito bem. A rainha se pronunciou. -Há anos atrás, Madara tentou uma aliança com meu pai. Pedindo que o mesmo o ajudasse a conquistar o trono de Suna que era seu por direito, em troca deixaria os seus soldados no mesmo nível de poder que os cavaleiros de sangue.

-Isso era o que Madara queria que acreditassem, já que seu objetivo era o golpe de estado que planejou e concluiu contra o nosso rei na época, mesmo sem o seu auxilio.

-Você viveu bastante, mas percebo que não sabe nada sobre suas origens garoto. Tobirama falou. Tratava-me por garoto por minha aparência jovial, numa clara provocação, pois sabia que provavelmente tínhamos a mesma idade. -Indra lutou contra meu avô, e saiu vencedor. Retornando para casa como um herói, o povo o ofereceu a coroa. O homem, sabendo o monstro que carregava em si, não se achava digno de reger o país e renunciou ao título. E quando Madara descobriu, não hesitou em reclamar o título que pertencia a sua família por direito. Tobirama Senju aparentemente sabia bastante, mas eu não cairia em sua tentativa de manipular-me. Sua intenção era saber a identidade do assassino, e queria que eu confessasse ser cumplice do mesmo. Eu podia ver a real intenção em seus olhos, ainda que houvesse a possibilidade do que dizia ser verdade. -Então se o trono pertence a sua família por direito, mesmo que o outro vampiro não seja Madara, a coroa é sua sendo você o último Uchiha vivo.

-Não teria tal ambição, ainda que o que me diz seja a verdade.

-O marquês de Konoha marido de minha tia, deseja que eu me alie a sua causa para juntos destronarmos o bastardo maldito que se senta ao trono de seu país. Disse a rainha. -E está aqui porque serve a ele. Como saberei que assim como fez Madara, não desejam apenas que uma guerra se inicie entre as nações para enfraquecer a ambas e dominá-las?

-É verdade que sirvo a Minato Namikaze, por ter poupado a minha vida e a de meu irmão anos atrás, dando-nos a oportunidade de limpar o nome de nossa família.

-O que soa contraditório considerando que ainda sim, seu irmão fora morto anos depois. Debochou Tobirama. Meu sangue ferveu a menção a morte de Itachi, mas eu não cairia em tal provocação.

-Mas se há algo que é maior que minha lealdade ao marquês e a sede por sangue. Vi a criada da rainha estremecer e encolher-se atrás do general quando voltei a me pronunciar. -Isso, é o meu desejo de vingar a morte de meu irmão.

-E com isso admite que quer a cabeça do rei?

-É verdade que o quero morto, mas não almejo tomar seu lugar.

-E saber que é o herdeiro legítimo da coroa, não o faz mudar de ideia?

-Não.

Então, descobri que o ódio da rainha Tsunade Senju pelo rei de Suna, ia além de um amor perdido. Surpreendi-me ao saber que sua amiga de infância junto ao marido e a filha, morreram pelas mãos do rei. No entanto, apenas dois corpos foram encontrados no casarão da família. Dos nobres do Leste de Suna, o barão e a baronesa Haruno. A rainha confessou ter esperanças sobre o fato, e procurava por sua afilhada, a filha do casal. E preferi omitir que a garota estava viva e sob minha tutela, pois senti que se dissesse, seria acusado de traição logo após ter conseguido extrair informações da monarca.

A rainha aceitara o convite para o casamento que soube ter sido enviado a ela pelo marquês para firmar a aliança. Quanto a mim, pude finalmente dar aquela missão por encerrada. Ao mesmo tempo em que pensava na possibilidade de ser verídica a história contada por Tobirama Senju, e o quanto o homem mascarado estava envolvido nela.

Eu, herdeiro legítimo da coroa. Pensei, enquanto deixava a fronteira para trás. Parece que ainda haviam coisas que nos foram omitidas, e essas, suponho que nem mesmo Itachi tivera conhecimento.


Notas Finais


Uma informação dessas... E então, o que acharam pessoal? De conde a rei? Será?
Sei que provavelmente querem me jogar na masmorra por ficar adiando o que querem ver na história kkkk, mas acreditem, certas situações se fazem necessárias para o desenvolvimento da mesma. Portanto, não sairei com o carro com o freio de mão puxado kkkkk. Sou péssima com metáforas, relevem sim.
Até a próxima vez!


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