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História Cego Demais para Amar. - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Olá😅

Bem...desculpa! Eu demorei pra borra pra postar esse capítulo novo. Mesmo falando que já estava quase pronto.

Mas vou explicar o que aconteceu nas "Notas Finais" pra quem quiser saber especificamente o porque da demora.

😖desculpa mais uma vez.
🙏olhe nas Notas Finais por favor(quando terminar de ler).

💜Boa leitura a todos.

Capítulo 4 - Ponto de Vista: Katsuki(2 parte).


3°capítulo.


Ele estava cego, nunca mais poderia ver. Minha mente quis apagar minha culpa das minhas lembranças, e como resultado o esqueci.

Depois do dia no hospital Inko junto de Izuko, desidiram sair do Japão e ir reconstruir a vida em outro lugar bem longe. Acho que essa escolha foi mais pelo esverdeado mesmo.

Eles foram para o Brasil em uns quatro meses depois da alta do menor, e ambas as mulheres da família, decidiram manter o contato em aberto, entre elas. Mas isso não foi a mesma coisa para os dois jovens.

De início foi solitário para os meninos, mas depois de algum tempo, a ferida da perda foi se cicatrizando. Mas a amizade entre o loiro e o sardento foi decipada, e cortaram o contato.

A mente de Katsuki decidiu que apagaria toda a culpa que sentia de suas lembranças, e como resultado apagou Izuko junto, se esquecendo do mesmo e seguindo a vida com esse buraco em sua mente. Não se lembrava de seu rosto, de seu sorriso. A única coisa na qual ligava o esverdeado a suas memórias era seu nome, "Izuko Midoriya" .

Em tempos atuais, Katsuki estava vivendo tudo normalmente. E isso incomodava Mitsuki, sua mãe, também conhecida como a mulher dragão. Apesar de sempre ser muito dura com Katsuki, ela se preocupava com ele. Aliás, não era normal alguém esquecer assim de alguem que no período infantil era tão importante. A loira martriaca tentou até mesmo leva‐lo a um médico, pois o mesmo andava sempre para baixo, a diretoria da escola chamava a mesma mais e mais vezes na escola por conta das brigas no menino. E de repente, um dia, uma semana, um mês, ninguém ligou, não tinha mas recebido nenhuma reclamação da escola. As brigas sem motivos pararam e só voltaram a acontecer quando alguém o provocava.

Depois de bastante tempo, Mitsuki resolveu tocar no assunto, mas acabou recebendo um "O que?" confuso do loiro. A preocupando mais ainda, assim veio as consultas médicas. E a única explicação válida dada pelos médicos, foi:

-Isso foi uma perda de memória.

-Mas como? Porque?

-É simples Sra.Bakugou. Katsuki teve essa pressão sobre si, assim se sentindo culpado, frustrado, e com raiva causando as brigas na escola, se agravando profundamente, e isso estava acabando com a saúde mental dele, então o cérebro dele resolveu que para resolver esse problema, ele teria que esquecer, então sua mente apagou a culpa de suas lembranças. Agora ele não e lembra mais do ocorrido e nem dos momentos com o amigo dele. - falou quase como se fosse óbvio.

Mitsuki estava frustada por não consegui ajudar seu filho, e isso fez as lágrimas derramarem descerem em seu rosto, e abraçar o loiro que estava assustado e confuso com o comportamento da mãe.

Após essa dolorosa fase de perda de memória de Katsuki, tudo estava diferente do normal. O loiro foi para outra escola, e tirava notas boas como sempre, e entrara no fundamental em uma boa escola estadual, onde se preparava ao máximo para seu futuro objetivo. A Yuuei.

Masaru apoiou e ajudou seu filho, até colocou‐o em cursos técnicos. O garoto Bakugou eta um orgulho, claro que nem tudo é perfeito, o mesmo ainda tem as brigas na escola, mas aparentemente isso não mudaria tão cedo.

Mitsuki incentivou o esquentadinho a um pouco de cultura, fazendo o mesmo ir a aulas de música instrumental, como resultado o loiro parecia ter pego gosto, agora sabia tocar vários instrumentos como: bateria, guitarra, okulele, violão, baixo, e o básico do teclado.

Em seu último ano no fundamental, Katsuki havia "parado" com as brigas, o que deixou os seus país aliviados. No último semestre, como esperado, o loiro saiu fechando todas as provas, e obviamente sua presença foi permitida na prova de teste da Yuuei, onde ele pasdou com 91,0 pontos, passando como segundo melhor nas provas, sendo aprovado.

Poucos semanas antes das aulas na Yuuei começarem, Katsuki estava na cozinha e ouvisse um nome que lhe parecia famíliar entre a conversa de sua mãe no celular com aparentemente outra mulher, o que deixou o explosivo curioso.

—Você e o Izuko estão voltando pra cá?! — berrou no celular com certa animação, dando pequenos pulos, parecendo uma criança — Ele entrou na Yuuei também, que legal. O Katsuki também entrou, com 90,0 pontos.

—Foram 91,0 pontos, não 90,0 — gritei da cozinha para a loira dragão, que o olhou mortal.

—Grande diferença em! — gritou de volta colocando a mão no microfone do aparelho, vendo seu filho na cozinha a olhando raivoso, revirou os olhos e lhe mostrou o dedo do meio, e se voltando para falar com a mulher na chamada — Oi. Era apenas Kat me enchendo o saco. — Tagarelou mais um tempo com a mulher na chamada e depois se despediu dizendo que presisava fazer o jantar.

Assim que Mitsuki quarda o celular, vai fazer o jantar, já que Masaru estava voltando pra casa, então pasdou por Katsuki na porta da cozinha, vendo que o loiro segurava uma garrafa de água com gás, e lhe mostrou a língua.

—Muleque irritante. — pronunciou a loira pasando pelo filho já em direção aos armários.

—Velha chata. — revidei vendo a espreção raivosa se formar, e então sai da cozinha antes da mesma gritos me surdarem.

—Não devia falar assim com sua mãe. — repreendeu o mais velho que "do nada" estava em minha frente, me fazendo dar um pulo.

—Por Odin. - disse em empuso vendo a expreção séria do pai se voltar a uma risada — Tá doido coroa. Quer me matar de susto? — coloquei a mão no peito respirando fundo, sentindo minha palpitação acelerada se acalmar — Quando você chegou?

—Cheguei agora. — passou a mão bagunçando os cabelos louros do explosivo — Você e sua mãe sempre brigando. Milagre será o dia em que tiverem jma corversa sem insultos.

—Tsi. — bufei tirando a mão intrusa que bagunçava meus cabelos — Velho.

—Eu não sou velho! — disse colocando a mão no peito em sinal de indignação, dm seguida fazendo um bico e inflando as bochechas — Sou apenas experiente.

—a mulher guargalha da cozinha, aparecendo na porta e se encostando ali com o ombro direito — Ah querido, você é adorável. — parou para se recuperar da risada escandalosa e o olhou nos olhos, dando um pequeno silêncio entre os dois adultos, e Mitsuki sorriu doce, como se fosse uma garotinha que tivesse acabado de se apaixonar pela primeira vez, dizendo manso — Eu me casaria com você denovo mais um milhão de vezes.

—E eu infinitas vezes — sorriu para a esposa, deixando um ar apaixonado, e os mesmo esqueceram da presença de seu filho, que via tudo com a sombranselha arqueada, e eles apenas ficaram trocando olhares, como se flertassem pela primeira vez.

—Que porra é essa? — perguntou Katsuki quebrando o clima.

—Vai se ferrar garoto. — disse a loira chegando perto de Katsuki e lhe dando um tapa na nuca.

—Mitsuki! — repreendeu Masaru olhando feio para mulher.

—Que foi? — falou indignada.

—Velha. — completamentou o loiro olhando raivoso para a loira martriaca.

—Chega. Vocês não conseguem ficar alguns minutos sem discutir? — falou Masaru com os olhos em lágrimas.

—Pai... — Katsuki pronunciou manso, aproximando‐se do mais alto preocupado.

—Masaru... — a mulher fizera o mesmo, e então abraça o marido vendo que o filho também o fazia.

Masaru fungou algumas vezes, e recuperou a calma. O mesmo era assim desde sempre, chorava quando estava nervoso, como naquele momento.

—Desculpa pai. — foi a única coisa que o filho disse antes de começar a chorar junto do mais velho, Mitsuki fazia o mesmo, já com lágrimas nos olhos.

Ambos, filho e esposa sempre foram sensíveis em relação a Masaru, e quando ele chora os dois por mais que não gostem de admitir choram junto.

Com esse momento o cheiro de queimado invadiu o ambiente, fazendo Mitsuki se lembrar que deixou o olho no fogo. O abraço foi desfeito primeiro por Katsuki e depois pela loira que correu na cozinha vendo o fogo alto, Katsuki que apareceu em segui, correu e umidesseu um pano, o jogando em cima do fogo da frigideira, apagando o fogo, e dissipando a fumaça.

—Droga! — proferiu o mais novo saindo da cozinha com a mão tapando a boca e o nariz.

Com esse "incêndio", Masaru resolveu pedir pizza tamanho família metade calabresa e metade patata‐palha. Mitsuki e Katsuki comeram belos quatro pedaços, e Masaru apenas dois.

Após a refeição, na qual a loira e seu filho competiram, para ver quem comia mais rápido, com a punição de quem perdesse, de lavar a louçã, o mais novo falha miserávelmente já que a mulher era ainda mais competitiva que si, e com certeza não perderia para o filho, assim como em tudo no qual competiam, eram como crianças de cinco anos discutindo de quem era o doce, e isso fazia Masaru sorrir.

Ao terminar o jantar, o Bakugou mais novo ficava olhando seus pais, que ficavam flertavam entre si em sua frente, nem tentavam esconder, o loiro suspira e revira os olhos, e bate a mão na mesa resolvendo que aquela "palhaçada" deveria parar.

—Ei velha. Quem era a pessoa com quem conversava mais cedo? — resolveu começar com a pergunta que por algum motivo havia se formado em sua cabeça.

—Velha o caralho, tenho só 32 anos. — protestou irritada, olhando raivosa o menor que parecia não se importar.

—Tá bom 32 anos. Responde logo. — respondeu neutro, implicando o humor da mulher dragão, e sortindo em seguida vendo que conseguiu, já que a mesma rosnava em sua direção com uma careta.

— "Esse muleque perdeu a noção do perigo." — pensou a loira fazendo uma careta mas logo voltando para Kat — Eu estava conversando com uma amiga que está vindo para o Japão.

—Vindo para o Japão? Ele não mora aqui? — levantou uma das sombranselhas olhando‐a confuso.

—É seu tapado. — viu a careta do filho se formar, mostrando que desgostava da palavra dita — Ela está vindo do Brasil, depois de muito tempo, então ela me ligou para me contar. Ela vai vir para a casa da quadra seguinte. — sorriu se lembrando da amiga esverdeada, e seu sorriso gentil e acolhedor que não via a quase onse anos depois de tudo.

—Ah, mais uma para encher o saco nas quintas. — revirei os olhos.

—Calado.

Masaru sorria. Horas mais tarde o loiro estava no quarto, fazendo os preparatórios da segunda-feira. Mas não lhe saia a inquietação sobre a amiga de sua mãe, era a primeira vez que a via tão animada, e por algum motivo se sentia estranho, como se estivesse esquecendo algo importante.

O barulho irritante ecoou o cômodo, sendo desligado rapidamente, e a cabeleora loira bagunçada balançava com o vento que passava pela janela. O mesmo de levanta em rumo ao banheiro, para que assim pudesse fazer sua higiene pessoal, como todos os outros dias.

Quando já tinha colocado seu uniforme, desceu em direção a cozinha, fazendo torradas e café para si mesmo, já que seus país dormiam no quarto. Olhou para o horário e viu que ainda faltava vinte minutos, estão resolveu ir para não se atrasar, com certeza chegaria mais cedo.

No caminhão andava tranquilo, aliás hoje não pretendia gastar muitas energias desnecessárias. Na chegada a escola, como previsto chegou mais cedo, então resolver ir para sala de aula e ficar por lá, no caminho esbarra em um garoto, que quase cai, mas por instinto o loiro o segura pelo praço e o erguer.

—Me desculpe. — folou se curvando.

—Tá. — murmurou e quando estava conversando a seguir caminho denovo, viu os olhos do garoto, que pareciam esmeraldas grandes e brilhantes, apesar de terem um brilho diferente.

Ao chegar na sala vê Kirishima e Ashido, seus amigos tolerantes que conheceu a dois meses atrás. Passou por eles encenou fingindo não ter ninguém, e logo entrou, se sentando em seu lugar. Mas ao olhar para trás vê uma escrivaninha e um bloco de papel A4.

—Que porra é essa? — viu os dois amigos virem em sua direção.

—É do garoto novo. Me disseram que ele é cego. — informou Ashido sorrindo animada para o loiro explosivo — Bom dia!

—Será como ele é? — pergunta Kirishima olhando distante.

—Deve ser um idiota como vocês e o restante da sala.

—Você também é dessa sala. — Ashido provocou vendo o olhar raivoso do loiro — Mas o novato deve que vai ser legal.

—Tem razão. — sorriu Enjiro, e logo em seguida a porta é aberta por um bicolar e um robô irritante.

Lida deu "bom dia" com seu estilo robô. E depois de uns quinze minutos todos os alunos já estavam na sala. A cara de lua chegou atrasada como sempre, mas parecia mais é que ela estava dormindo. A aula se passou e o tal aluno novo nem tinha dado sinal de vida, até Azaiwa entra pela porta com seu saco amarelo em um braço, e um garoto de cabelos verdes entra em seguida pela porta, com uma daqurlas varetas de cego, batucando o chão, parando no meio da sala, naquela altura todos já apresentavam atenção, menos Ochako que dormia na mesa.

—Alunos, hoje teremos um aluno novo. — fitou a todos e reparou a morena dorminhoca — Pode se apresentar.

—Eh, be‐bem, meu nome é Izuko Midoriya, é um prazer, espero que nos demos bem. — gaguejou com as bochechas vermelhas, e sorriu gentil.

—Esse nome me é familiar. — pensei.

—O Midoriya é cego como vocês devem ter reparado, então por favor, sejam gentis, ele precisará da ajuda de vocês. — seus olhos percorrersm a sala ecpararam na morena atrasada, que se encontrava dormindo na mesa — Ochako Uraraka? — falou Azaiwa chamando a atenção da morena, que parecia dormir pesadamente — Sra.Ochako Uraraka!


—Cara de lua! — berrei me levantado e indo em sua direção — Ei cara de bolacha desgraçada. — bati na mesa da mesma, fazendo ela acordar desesperada.


—Que merda granada, pra que tanta agressividade?! — esclamou a morena olhando com indignação para o loiro a sua frente.


—O Azaiwa tá falando com você sua put.. — foi interrompido pelo professor.


—Chega! Não e para usar esse tipo de liguajar aqui Katsuki. — falou com autoridade ao explosivo, logo diregindo o olhar a morena — E Ochaco, não quero que durma na minha aula, suas notas não são as melhores da sala, por isso durma em casa e trabalhe na escola. — disse com seriedade pra garota lua — E mais uma [...]


"A cara de bolacha nem tá aprestando atenção" - pensou o loiro com a expreção franzida.

—Cabeça de bolacha filha da pu.. — novamente Bakugou fora enterrompido pelo Azaiwa.

—Bakugou eu acabei de te falar sobre o linguajar! — disse irritado depois de novamente enterromper o loiro — E Uraraka, eu estou falando com você, da para aprestar a atenção, você se distraí com qualquer coisa... Como eu dizia quero que ajude Izuko a conhecer a escola e se adaptar, quero que ajude ele no que for preciso.

—Quem e Izuko? — pergunto um pouco confusa.

—Pelo amor, Ochako você realmente voa pra lua, não e atoa que as pessoas te chamam de Uravity. — esclamou colocando a sua mão direita no rosto e em seguida coçando os olhos — Izuko apresente‐se novamente por favor.

—S-sim senhor. B-bem me-meu nome e I-Izuko M-Midoriya, eu vim tranferido pra cá, a pouco t-tempo. — disse gaguejando mais ainda, apertando a própria mão.

Ele tinha cabelos esverdiados, usava o uniforme masculino da Yuuei, e tinha sardas em seu rosto, tinha uma mochila amarela e um par de tênis vermelho, e seus olhos eram verdes, só que um pouco desbotados, isso e tão estranho, nunca vi olhos como esses, mas ao mesmo tempo que eram estranhos tinham um brilho peculiar. Conheço esses olhos.

—Pode deixar comigo Azaiwa. — falou a morena.

—Muito bem então. — falou e se virou para o novato — Midoriya, sente‐se ali. — apontou para uma carteira livre, um pouco ao fundo. — Atrás de Katsuki.

O esverdeado parecia nervoso, então começou a apertar a mão, e a bater um dos pés no chão, abaixando a cabeça e ficando corado. Azaiwa vendo a reação do garoto logo

—Q-Quer dizer... Ochako, leve‐o até sua mesa por favor.

Sorri com a situação, e vi Ochako confusa com o olhar contorcido. A Uravity apenas se levantou indo na direção do novato a frente, e ele a segurou no braço dela, mas ela recuou, então ele sussurrou algo para a morena e ela pareceu assustada, não, impressionada ou algo assim.

Quando a aula começou, Azaiwa falava tudo que escrevia de forma vagarosa e calma, e atrás de mim vinha o barulho extremamente irritante das teclas sendo apertadas pelos dedos do novato. Ouvi um ridinho um pouco mais atrás, e olhei de lado  reparando a morena, que aparentemente ria da minha situação.

—"Desgraçada" — pesei e apertei o lapiz.

Assim se seguiu até o intervalo, sai logo quando bateu o sinal, eu tinha que sair de lá pra não explodir e quebrar os dedos do novato. Andei me segurando muito nas primeiras três horas de aula, pra não surtar com os batuques da maldita maquina de escrever.

Quando cheguei no refeitório e peguei meu almoço, me sentei em uma das mesas do meio que por sorte ainda estava vazia, então vi Ashido correndo e acenando com a mão desocupada, na direção da mesa onde eu estava, quando ela se sentou não demorou muito para que Kirishima aparecesse também.

Os dois idiotas conversavam animados, até que senti algo cair em sima de mim, o que me deixou muito irritado, então empurrei o responsável para longe, o venfo csir no chão, percebi que era o novato ceguinho, então por algum motivo isso me fez ter um deijavur.

—Qual a sua novato! — grita empurrando novamente o esverdeado, foi impulso.

—Me- Me desculpe. Foi sem querer. — rle tenta se desculpar, mas meu corpo se move, então segurei sua gola do uniforme e o ergui.

—Eu vou te matar desgraçado! — ergui a mão cerrando o punho e o acerta no rosto do esverdeado que caiu no chão.

Agi altomáticamente, eu não queria ter feito aquilo, ele é cego, deve ter tropeçado em algo e caiu em cima de mim, então com desleixo  me ergui para frente, na intenção de ajuda‐lo a levantar,e me desculpar, mas de repente sinto algo segurar meu punho que ainda estava fechado e me erguendo com agilidade, e senti minhas costas baterem no chão junto com todo meu peso, senti minha respiração falhar, mas não deu tempo para processar e já senti uma força incrível me virar de barriga para o chão e segurar firmemente meu braço, forçando para um lado extremamente desconfortável, e a outra mão pressionou minha cabeça no chão, e as pernas do indivíduo me imobilizando. Fiquei imóvel.

Quando percebi, era a Uraraka que estava em cima de mim, me prendendo no chão sujo da cantina. Ela parecia assustada, igual a todos os outros do refeitório.

—Puta. Ela vai morrer. — pensei, vendo que meu corpo já se debatia, e eu já profanava palavras de baixo calão.


Então Tsuyu aparece junto de Azaiwa, que tira a aquela doida de cima de mim, tentei acerta‐la com raiva usando o pé, mas Azaiwa me impediu. Vi o novato assustado e sem direção. Jáli em algum lugar que pessoas cegas tem melhor audição. E parece que tinha tantas vozes falando todas ao mesmo tempo que estava desorientando o esverdeado.


—Uraraka, leve Midoriya para a enfermaria, depois quero você e ele na diretoria comigo. — falou segurando me segurando pela camisa, depois olhando para Shoto e Tenya que estavam do lado do esverdeado o segurando — Vocês dois também.


—Mas Azai-. — Azaiwa olha mortal para a morena para que a mesma não protestasse, assim saindo me puchando pelo braço.

Azaiwa me puchava até a diretoria, ele parecia ainda mais irritado do que normalmente ficaria, ele não olhou para mim em nenhum minuto no caminho a sala do diretor. Mas ao chegarmos na porta ele me solta e da duas batidas na porta, e recebe uma confirmação vinda de dentro do cômodo, assim fizemos.

—Olá professor Azaiwa, no que posso ajudar. — sorriu gentil, e me olhou, e fez o famodo olhar de "denovo", mas continuou sorrindo.

—Bakugou bateu no garoto novo. — foi direto ao assunto com uma voz de desgosto.


—O que! — seu sorriso fugiu e a cara feia de repreensão veio em seguida.


—Não foi isso que aconteceu! — tentei protestar.

—Bakugou. Eu sei que você briga bastante, já conversamos sobre isso. Mas bater em um aluno que não pode se defender já é demais. — Nezu o diretor repreendeu o mesmo franzindo o senho — Se continuar assim teremos que lhe arrumar uma expulsão — os olhos do loiro quase sairam da cabeça — Mas não farei isso até me dizer o seu lado da história. E espero que não seja o que parece viu garoto.

—Não é o que parece senhor. — suspirou — Olha eu estava no refeitório nas mesas do meio com Ashido e Kirishima mas então, ele caiu em cima de mim e foi meio que extinto entende? — viu Nezu o olhar fixamente,  então continuou — Eu na hora não vi quem era, eu só agi mesmo, então eu empurrei ele no chão. — desviei o olhar para o lado contrário, sentiu una tala na garganta — E quando vi, o almoço dele caiu e ele também tava no chão. E- e eu dei um soco na cara dele. — voltei o olhar para o diretor e o professor  que ainda me fitavam com seus olhos que pareciam me condenar — Eu agi sem pensar, desculpa.

—Sério? Bakugou a Asui me disse que você tentava bater nele, se não fosse pela Uraraka você téria continuado. — fala Azaiwa.

—e claro que ela disse. — pesei — Professor Azaiwa, ela não entendeu, de fato eu bati nele, mas quando tentei levanta‐lo, mas acho que a Uraraka pensou que eu bateria nele denovo. — deu uma pausa e fechou o senho — E fez aquele golpe em mim.

—Ela é forte né? — Nezu diz sorrindo animado, e confirmei com a cabeça envergonhado — Tudo bem Katsuki, você parece ter sido sincero comigo, então vou adiar sua expulsão.

—Bakugou, você tem se controlar mais, não vou mais admitir esse tipo de comportamento na escola. — viu o loiro confirmar — Já estamos sendo muito tolerantes com você, mas isso é por que apesar de ser um encrenqueiro você tira ótimas notas. Mas não pense que isso va te salvar por muito tempo. — franzil o senho e olhou sério para o rapaz e depois para o diretor.

—É como o Azaiwa disse. Então se esforce para se manter aqui na escola.

—Sim senhor. Sei que não estou em condições de lhe pedir nada, mas pode me fazer um favor? Juro que não é algo muito grande. — falei desconsertado e vi Nezu concordar — Bem podemos fingir que essa conversa não aconteceu. Quando eles chegarem com o novato, eu não quero que saibam disso, até porque com certeza a cara de bolacha vai fazer o impossível para me desmentir, apesar de ser minha culpa, não quero ouvir ela tagarelar. O senhor pode me repreender como faria normalmente. — virei corado devido a vergonha, meu orgulho me matava, agir de forma mansa como agora não é do meu feitio.

—Está bem Bakugou, pode deixar comigo. Sou um ótimo ator, e tenho certeza que Azaiwa também. — deu uma piscadela e sorriu animado.

Olhei para o lado e vi Azaiwa sorri de canto, minimamente, mas sorriu, isso me deu alívio.

—Então também terei que atuar, mas não sei se conseguiram me acompanhar, sou ótimo nisso. — sorri e vi a gargalhada de Nezu ecoar pelo comodo.

—Tenho certeza que sim. Mas vamos ficar em silêncio, eles já devem estar voltando. Foi bom ver esse seu lado jovem. — sorriu gentilmente.

Duas batidas em seguida foram ouvidas e o barulho enfertujado da porta sendo aberta, e Todoroki entrou junto de Lida, Asui, e Jirou, perai a Jirou? Que porra as fones de ouvido tá fazendo aqui?

—Com licença diretor Nezu. — disse Lida, e o diretor confirmou.

—A Uraraka chegará daqui a pouco, ela e Midoriya ainda estão na enfermaria. — disse Asui informando enquanto entrava.

—Bom dia diretor. — Todorokise pronunciou adentrando a sala e indo em direção a uma das cadeiras do cômodo — Apesar da situação. — completou e se sentou.

—Bom dia Todoroki e obrigado Asui. — disse o diretor sorrindo para os jovens, e olhou para Jirou confuso em seguida — Senhorita Jirou?

—Olá Diretor Nezu. — seguiu sem dizer mais nada e se sentou, asdim como os outros.

Em um silêncio constrangedor que pairava por todo o cômodo, se ouviu denovo o som da porta enferrujada, e Uraraka junto de Midoriya entraram com pouca relutância, mas acenaram com a cabeça e se juntaram ao restante, e a morena ajuda Midoriya a identificar onde deveria se sentar.

Agora com todos os presentes e uma intrusa — olha para Jirou que revira os olhos — Podemos começar. Primeiro vamos escutar o nosso aluno novo, que inacreditávelmente se meteu em uma briga no seu primeiro dia. — forçou a voz no "primeiro dia", fazendo o esverdeado se encolher um pouco.


—Diretor Nezu, me desculpe por isso, a culpa foi toda minh-. — foi interrompido.


—Cala‐boca! A culpa não é dele. Isso é cul-. — a morena o interrompeu fazendo Izuko se assustar, mas seu rosto emburrado apareceu em seguida quando interrompida pelo loiro explosivo.

—A culpa é dele sim Cara‐de‐Bolacha! — protestou, bem ali os dois trocaram dedos.

—Chega! Esse comportamento é inaceitável.— Azaiwa interrompeu com um olhar mortal fazendo os dois tremerem.

—Obrigado Azaiwa. — Nezu agredeceu, e olhou calmo para os a sua frente — Vamos nos acalmar, eu pedi para que Izuko falasse, e não quero que mais ninguém interrompa, se não... — olhou mortal fazendo os alunos se assustarem — ...se não eu teria de puni‐los gravemente por esse ato ocorrido, sem saber da história. — sorriu fofo, e olhou para Midoriya que prosseguiu.

—A culpa foi minha, a Uraraka está me levando até a mesa do refeitório depois de ter feito um pequeno tur pela escola, e acabei escorregando e caindo em cima do ... — pensou procurando na cabeça o nome de quem lhe agrediu.

—Meu nome é Katsuki, Katsuki Bakugou. — falei virando a cabeça para o lado, e sussurrei — É bom não se esquecer.

—Pode deixar comigo, não irei esquecer de novo. — voltou‐se para o diretor — Como eu dizia, a culpa é minha, eu escorreguei e cai em cima do Bakugou.

—Mas foi só isso que fez com que Katsuki atacasse você daquele geito? — vi Uraraka levantar o cenho, relaxando na cadeira e acenando com a cabeça para mim, mostrando que eu era o culpado, o diretor suspirou — Olha Bakugou, se esse foi o motivo real, então não havia motivo para que avançasse em Izuko daquela forma.

—Não é assim que funciona, eu estava de quarda levantada. — protestei, mas a a voz da Jirou ecoou pela primeira vez no cômodo.

—Mentira Bakugou! Você viu que foi um acidente e mesmo assim avançou. — complementou Jirou irritada.

—Cala boca sua Emo esquisita. — xiguri Jirou — Eu não consigo manter minha quarda baixa. A culpa é dele cair em cima de mim.

—Bakugou, você socou Izuko porquê ele escorregou no chão e caiu em você. De toda forma você está errado, exagerou em soca‐lo. Aceita e para de protestar. — Todoroki se pronunciou com o ar sério, olhando neutro pra o raivoso.

—Olha aqui s–

—Ele tem toda razão Bakugou. Você machucou o seu colega por um motivo vil. Terá de sofrer as consequências por isso. — Nezu diz interrompendo Katsuki, antes que ele terminasse seu insulto ao colega.

—Não! — todos olham para a direção da voz — A culpa foi minha de tudo ter acontecido, puna a mim. — Izuko fala envergonhado devido aos olhares que ele sentia sobre si.

—"Conheço ele, sei que conheço" — pensei o olhando fixamente.

—Midoriya, o Bakugou merece, você não tem que ser punido. — Asui diz para o menino.

—Não, a culpa é toda minha, se eu tivesse tomado mais cuidado, eu não teria escorregado, e sim tomado equilíbrio novamente. Então por favor. — levantou-se da cadeira e se curvou para o diretor — Puna a mim.

Tenho certeza que qualquer um naquelecolégio ficaria satisfeito com minha punição. Mas por que aquele garoto mesmo ganhando um soco na cara parecia tão determinado em não deixar isso acontecer?

Eu o conheço, conheço essas atitudes protetoras, quero me lembrar, mas não consigo. Porra.

O silêncio se baixou a pro da sala, todos pareciam estar relutantes a uma ação que pareciam estar prestes a fazer. Mas mesmo assim, não posso perder a minha postura.

Droga, eu fui imprudente, e precipitado batendo em Izuko eu devia ter me controlado. O novato era completamente inocente, ele era cego, claro que essa situação poderia acontecer.

E aparentemente isso incomodava todos na sala, mas irritava principalmente Jirou, que mantinha uma cara feia, e um olhar de desprezo sobre Katsuki.

Ochako e Lida se levanta e se curva juntos, em seguida Asui e Todoroki fazem o mesmo.

—Me desculpe, a culpa é minha. Azaiwa confiou em mim para giar Izuko pela escola e cuidar dele, e falhei. — a morena se levanta e se curva para o diretor e o professor Azaiwa que estava ao seu lado.

—A culpa também é minha, eu devia ter segurado Bakugou antes que ele batesse em Midoriya e evitado o soco. — o bicolar se levanta e faz o mesmo movimento que Uraraka.

—Eu sou o representante de clase da 1‐A, e fui responsável por deixar isso acontecer, me perdoe, também cometi esse erro. — então diz balançando os braços em forma robótica e se curva.

—a esverdeada se levanta afasta a sua cadeira se curvando — Me perdoem, eu devia ter indicado um lugar menos lotado para que pudéssemos almoçar, assim teria evitado tudo, desculpe.

Nezu e Azaiwa estavam empresinados, e obviamente eu também não estava diferente, então vi em um só movimento me levantei colocando as mãos no bolso da calsa.

—Foi mal. — murmurei e revirei os olhos — Eu não devia ter feito aquilo. Me-me desculpe. — gaguejou virando o rosto para o lado, mas viu a expreção impressionada de todos ali. E então completei com uma cara emburrada — Não vou me curva.


—Ok, ok, vamos nos erguer de novo, não terá punições hoje, vocês parecem ter entendido tudo. — olhou para mim, ele parecia desacreditado — Então estão dispensados, o sinal está quase batendo, vão para sala.


Antes de sair da sala olhei desconsertado para Midoriya, que segurava o braço de Uraraka. No caminho para sala Azaiwa andava atrás mas parou na sala dos professores, e os idiotas ficaram conversando o caminho inteiro.


Quando entramos na sala o restante dos alunos ficaram nos olhando curioso, e sem ligar muito me sentei sem me importar com os cochichos. E no fim ninguém perguntou nada, nem mesmo Kirishima e Ashido, achei isso estranho, os dois sempre metiam o nariz em tudo, mas fiquei aliviado que os mesmo não perguntaram.


A


pós longas horas de aula, já estavamos no final da última aula, e meus olhos continuaram a procurar discretamente o esverdeado. Em todas as direções que eu olhava lá estava ele, o garoto de cabelos verdes cacheados que combinavam perfeitamente com seus olhos brilhantes que lembravam perfeitamente um par de esmeraldas.


—"Droga! Muitos detalhes a se pensar." — pensei e balancei a cabeça, na tentativa de afastar tais pensamentos.

Após o sinal tocar, mostrando que era hora de ir para casa. No caminho até o portão, tentava organizar meus pensamentos e tentar achar uma pista sobre o garoto cego. Mas esse tempo de organização não durou já que distante ouvi a voz de Kirishima, quando olhei para trás vi que ele corria trazendo Ashido com sigo.

—Hey Brou. — se aproximou e se apoiou em meu ombro sorrindo animadamente.

—Oi. — respondi.

—Cara que merda foi aquela no refeitório? — Ashido fala dando um soco no ombro do loiro.

—Ele é cego Brou. — complementou o ruivo.

—Tava demorando. — sussurrei — Foi sem querer, agi sem pensar.

—Ta de boa. Pelo menos você não quebrou o nariz dele. — riu a rosada.

—Calada Alien Queen. — disse zombando.

—Brou? — olhei e ele continuou — Porque não parava de olhar o novato na sala de aula? — perguntou e fiz cara feia, enquanto a rosada que ria se aquietou e observou curiosa.

—Eu conheço ele. — respondi, e Ashido arregalou os olhos e tociu.

—Você conhece ele? — perguntou Kiri.

—Eh, eu tenho a sensação de que nos nós conhecemos mas não consigo me lembrar.  — falei com os olhos distantes.

—Caraca Kat. — falou Ashido passando na frente e depois dando duas voltar.

—Que isso? — ouviu um "nada" como resposta e voltou a falar — Sinto que nos conhecemos, e quando tento me lembrar, fica tudo vago, como tivesse um buraco na minha cabeça e uma grande muralha estivesse o tampando, e me impedisse de acessar as minhas memórias perdidas. — falei e os dois pararam de andar e ficaram me encarando, parei e os olhei com a cara confusa.

—Que profundo Brou. — Kirishima falou olhando para o loiro confuso, que franziu o senho.

—Nem parecia você falando. Parecia um poeta ou um filósofo, algo assim. — fechei a cara com raiva, e rosnei para os dois


—Não falo mais porra nenhuma com vocês. — sai andando, e vi os dois correrem minha direção.


—Calma Kat, agente só tava te zuando. — falou a rosada animada.

—Vão a merda. — falei pisando pesado.

—Tá bom. Mas falando sério agora. Se você não se lembra, porque não pergunta para sua mãe, ela deve saber de alguma coisa. — sugeriu Kirishima.

—Eh mesmo Kat. Pergunte a ela. Ela sempre sabe de tudo. — deu uma piscadela, e em seguida se arrepiou vendo um ônibus passar pela mesma — Qual era o número do ônibus?

—Era 147. — fslei e sorri, vendo a mesma ficar pálida.

—Meu ônibus! — gritou.

—Se você correr da tempo de pegar o próximo... — falou Kiri sortindo — ...Que vai passar daqui a sete minutos. — disse animado vendo o desespero da amiga.

Ela imediatamente começou a correr, e da um aceno acompanhado de um grito de despedida. Eu e Kirishima rimos e seguimos caminho até a estação, onde nos despedimos, e ele entrou no treem dando tchauzinho. Com isso segui meu caminho até em casa, e a única coisa que passava na minha cabeça era:

—"Quem é Izuko Midoriya?"— pensei, e depois sussurrei em seguida — Quando chegar em casa vou perguntar para a velha.


Notas Finais


😅Explicaçãoda demora:

Bom, gente acho que já comentei, mas eu tô estudando integral, aí eu meio que saia da escola umas 17:00 e chegava as 17:45 por aí, e ia dormia, e de vez ou outra quando eu esperava a janta eu ia escrevendo.

Então as 1.000 palavras foi bem aos poucos, no fim de semana eu escrevia +ou-, eu também ia a igreja de vez em quando. Resumindo nada muito ocuposo, mas eu ando tendo muita dificuldade nas matérias, principalmente matemática e ciências naturais. Parecia que minha cabeça ia estorar de tanta coisa, e tinha as provas de bloco, e as atividades avaliativas de matemática que a prof tava passando quase todo dia😖.

Tudo isso enchia minha cabeça de coisas do colégio, aí eu meio tava ficando sem ideias pro capítulo. E com essa quarentena de agora eu consegui me acalmar um pouco e deixar as coisas da escola esfriarem um pouco😊. Então as ideias voltaram e eu peguei um dia pra arrumar meu quarto e as coisas de casa, depois eu deitei fiz um lanche e escrevi pra valer. Nesse dia eu escrevi 2.000 palavras, depois eu fui escrevendo algumas outras coisas nos outros dias, que eu achava que iriam ficar legal, e arrumei alguns erros de gramática que eu achei e hoje eu terminei os detalhes que precisava.

Bem é isso, desculpa mesmo a demora. Mesmo com essa demora e essa explicação "resumida", eu não prometo que os capítulos seram semanais.

Obrigado por lerem o capítulo e por lerem as Notas Finais.

Desculpe os erros de gramática.


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