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História Cegonha a caminho - Capítulo 1


Escrita por: e filtears


Notas do Autor


eu estou muito feliz de ter entrado no infiTYKM e já começar nele com um tema muito amorzinho. essa é a minha primeira fanfic Taegi de muitas :)) eu espero que vocês gostem tão quanto eu gostei dela (ela é uma das minhas favoritas agora).

boa leitura!

Capítulo 1 - Um novo membro



Naquele instante senti meu coração parar. Meus olhos estavam fixos no teste em minhas mãos. Eu me perguntava: por que você está tão nervoso? Não é como se essa fosse a sua primeira vez.

E de fato, não era. Mas há algum tempo eu comecei a ter os mesmos sintomas que toda pessoa que passa pela gravidez tem. Eu tinha quase certeza de que seria impossível estar grávido novamente. Minhas pílulas sempre estiveram em dia, não tinha como aquela possibilidade ser real. Errado! Tinha sim. Não me lembro exatamente do dia, mas sei que em algum momento eu acabei deixando os remédios de lado.

Deixo o teste sobre o balcão e vou atender a porta do banheiro. Taehyung batia nela de forma baixinha, não podíamos acordar a nossa pequena no meio daquela madrugada. Abro a porta e me deparo com o Kim escorado na parede me encarando de forma preocupada.

— E aí? — Ele diz, a voz baixa mas suficiente para que eu o ouvisse.

— Positivo. — Respondo suando frio. Aquela palavra me assustava. Mas não tanto quanto a primeira vez.

Taehyung se aproxima devagar e me abraça carinhosamente. Eu entrelaço meus braços em sua cintura e deito minha cabeça em seu peito. Ouço seu longo suspiro bem perto do meu ouvido, ele se afasta um pouco de mim, segura nos meus ombros e me encara com um sorriso cheio de sentimentos diferentes no rosto.

— O que vamos fazer? — Eu questiono o de cabelos verdes.

— Cuidar, criar, dar de comer, levar na escola… Já somos experientes, amor. Vamos dar conta, confia em mim! — Ele diz calmamente. Por que eu tinha a impressão de que ele iria começar a gritar de felicidade?

— Você está feliz com isso? — Arqueio uma das sobrancelhas e observo o homem com seu sorriso retangular.

— Você não? — Na verdade, eu não sabia o que sentir além de preocupação naquele momento.

— Eu não sei — Mordo os lábios e desvio do nosso contato visual. — Como a Yeonji vai lidar com isso? Digo, ela pode se sentir trocada, eu não quero que a minha filha se sinta assim! Além de que, ela acabou de fazer cinco anos, entrou na escola e agora nós podemos ter um momento só 'pra nós dois. Nem tanto, porém, mais do que antes. — Paro de falar e volto para dentro do banheiro. Me sento no vaso que tinha sua tampa fechada e suspiro. Sinto as mãos de Taehyung massagearem as minhas costas e ombros cheios de tensão. Escondo meu rosto em minhas mãos e finalmente, começo a chorar.

— Yoon… — Taehyung se ajoelha ao meu lado, segura nas minhas mãos e retira ambas de meu rosto. Não quero olhá-lo, estou assustado e já me sinto totalmente acabado por conta do bebê. — Amor, vai ficar tudo bem. Eu estou aqui e nunca irei sair de perto de você, nem quando você gritar comigo impaciente pedindo para que eu faça massagem nos seus pés, compre sorvete e alugue um filme de romance para você. Nós vamos estar juntos assim como na primeira vez. Ok? — Sua voz por incrível que pareça me acalma quase que por completo. Eu quero chorar mais um pouco, e agora não é por causa do bebê, e sim porquê amo demais aquele homem. Concordo, eu finalmente concordo com ele. Tiro o teste de cima do balcão e encaro aqueles dois risquinhos mais uma vez.

— Eu sinto que é um menino — Fungo o nariz e ouço a risada gostosa de Tae bem ao meu lado.

— Vem, vamos dormir. Amanhã conversamos mais sobre isso. — O mais alto estende a mão para mim, seguro firme nela e me levanto. Saímos juntos do banheiro e fomos direto para a cama. Guardo o teste na minha gaveta de remédios e suspiro. Observo Taehyung se embrulhar com o lençol e faço o mesmo.

— Quero dormir agarrado com você — Digo, me sentindo estranho. Meu estômago estava embrulhado mais uma vez, era outro calafrio.

O Kim sorri e abre os braços para mim. Seu rosto ainda estava inchado, pois, eu tinha lhe acordado no meio da madrugada com meus enjoos. Me aproximo de meu marido e me deito ao seu lado, ponho minha cabeça em seu ombro e abraço sua cintura. Sinto seu cheiro perfumado com algum de seus vários perfumes, nunca saberia diferenciar qual era qual, apenas que Taehyung ficava extremamente agradável com aqueles líquidos aromáticos. Me faziam delirar.

Impossível de continuar lutando contra o sono, observo pela última vez o Kim que já dormia serenamente. Estreito meus olhos para ele e penso no quanto sou privilegiado por ter um homem assim na minha vida. Acariciei suas bochechas de textura lisa e levei meus dedos até seus lábios finos e bem desenhados.

— Boa noite, meu amor — Disse para ele, e mesmo que não estivesse mais acordado, eu aguardei por sua resposta. Sorri com as minhas bobices e me virei, deixando-o descansar sossegadamente. De lado, observei a minha barriga despida, já podia ver um pequeno volume nela. — Meu bebê — Um sorriso brincou nos meus lábios, até que sinto os braços do Kim se envolverem em volta de mim.

— Nosso bebê — Ele diz, a voz estava sonolenta. Tudo o que faço é rir baixinho dele. E por fim, prego os olhos, morto de sono.


[...]


Hoje é sábado. A continuação do dia em que descobri estar grávido pela segunda vez. No geral, eu adoro sábados. Durmo até mais tarde, já que esses dias são as minhas "folgas" de cuidar da Yeonji. Mas hoje eu não consegui continuar deitado no quarto sozinho enquanto ouvia a minha filha conversar com o pai despreocupadamente na cozinha. Eu sentia que precisava contar para ela agora, nesse exato momento, sobre a minha gravidez.

Mas, apesar disso ser algo bom — acredito —, eu não estava empolgado. Ela com certeza não iria se sentir feliz. E eu odiava vê-la triste.

Diferente das outras crianças, Yeonji nunca me pediu por outro irmãozinho. Sempre gostou de ser só nós três. E isso me deixava preocupado e crente de que sua reação não iria ser uma das melhores.

Deixo os meus pensamentos frustrados de lado e decido levantar da cama. Vou até a minha gaveta e retiro de lá o teste de gravidez. Guardo o objeto no meu bolso e vou em direção a porta. Saio do quarto e, quando chego no final do corredor, outra ânsia de vômito. Corro de volta para o quarto e entro no banheiro como um furacão. Puxo a tampa do vaso para cima e me jogo no chão. Minhas pernas estão fracas e o meu estômago dói.

— Yoongi?

— Agora não, Tae — Fecho a porta na cara do Kim e me amaldiçoou por dentro por ter tido essa atitude. Sei que iria me arrepender disso mais tarde.  

Quando termino de vomitar, espero mais alguns segundos antes de ir me limpar. Eu estou agachado no chão usando meu pijama bege. Não tinha mais nada para pôr 'pra fora, somente meus órgãos. Você queria isso, enjoo matinal? Me matar?

Me levanto um pouco tonto do chão, vou até à pia e faço as minhas devidas higienes. Quando termino, me encaro no espelho; eu estava completamente abatido, meus olhos estavam cansados e a boca na cor cinza. Eu tinha me tornado um próprio zumbi.

Dou descarga no vaso, saio de dentro do banheiro e a primeira coisa que encontro quando abro a porta é o Kim. Ele me olhava triste, aquilo me doeu de uma forma inexplicável. Me aproximo dele e sento ao seu lado na cama.

— Pode me xingar se quiser. Eu sei que sou chato e impulsivo — Digo soltando uma risada áspera.

— Não vou fazer isso — Ele me responde, diferente de mim, não tinha sarcasmo no seu tom de voz. Isso me machuca mais uma vez.

— Desculpa por ter fechado a porta na sua cara. Não queria que você me visse daquele jeito — Eu digo, me sentindo culpado. Mas respiro aliviado quando sinto um beijo ser selado na minha bochecha direita.

— Está tudo bem, amor. Eu disse que vou ‘tá com você mesmo quando você estiver impaciente comigo, lembra? Não vou voltar atrás com isso, é uma promessa a partir de agora. Ok? — Sinto meus olhos ficarem marejados. Observo o homem a centímetros de mim. Não podia mais ficar olhando para ele por mais tempo e não sentir vontade de querer beijá-lo.

Seguro em seu rosto delicadamente, deposito alguns selinhos no seu maxilar e subo até seus lábios finos. Inspiro seu hálito quente. Abro meus olhos e ele também. Sorrimos um para o outro. Ele me deita na cama com cuidado, posso senti-lo abrindo espaço para que eu deitasse. Puxo ele para cima de mim e beijo seus lábios mais uma vez, porém, desta vez, com mais selvageria e vontade de sentir nossas bocas em contato. Ele me olha surpreso por um segundo, mas logo sorri e continuamos o ósculo. Domino sua língua e sinto que a intensidade do beijo só aumentava, estava ficando calor e a tensão só ficava maior ali no meio daquelas quatro paredes. Me afasto do esverdeado para respirar, e acabo dando tempo demais para que ele percebesse o que estávamos fazendo. Ele se afasta e deita ao meu lado. Seus lábios estavam inchados e molhados.

— Yeonji está em casa — Ele diz e eu solto um longo suspiro.

— Mas nós já fizemos certas coisas enquanto ela estava em casa, Tae — Digo manhoso, segurando firme na gola de sua camisa. Ele ri descaradamente ao ouvir o que eu disse.

— Enquanto ela estava dormindo, amor — Ele deposita um beijo na minha testa e se afasta novamente. — Não podemos agora. — Diz por fim e eu me sinto derrotado.

— Tudo bem. Aliás, você comentou com ela sobre alguma coisa? — Questiono e ele nega com a cabeça.

— Não. Nós só estávamos conversando e montando as pecinhas do Lego que você comprou. Por que? Quer falar para ela agora?

— Não. Nem agora e, nem nunca. Eu posso só dizer que engoli uma melancia, ela vai acreditar, tenho certeza — Encaro o teto branco e vazio.

— A nossa filha não é boba, Yoongi — Ele diz, e eu infelizmente não posso discordar dele. — Vamos contar para ela agora, que tal?

— Você não está preocupado com a reação dela?

— Hm, estou sim, porém, melhor ela ficar sabendo agora vindo de você, do que de outra pessoa — Ele sorri — não acha? — Ele tem razão. Me levanto da cama e tiro o teste do bolso.

— Acho que posso só entregar isso pra ela, não acha? Ela dá um jeito de entender o que estou querendo dizer com isso — O Kim ri com toda a minha hesitação. — Certo, vamos antes que eu mude de ideia.

O de cabelos tingidos por um verde desbotado segura na minha mão e me guia como se eu não soubesse onde ficava o quarto da minha própria filha. Batemos na porta e logo a pequena nos recebe na porta.

— Oi, papai, você está melhor? — Ela pergunta, deixando seu tablet sozinho em cima da mesa. Eu dou de ombros e me aproximo dela. Seguro a garotinha em meu colo e me sento na cama com ela. Taehyung vinha logo atrás de nós.

— Ainda quero vomitar — Faço bico e ela sente pena de mim, sua expressão preocupada não me faz achar outra coisa. — Mas eu tenho uma novidade para contar 'pra você. Na verdade, eu e seu pai temos. Você está preparada? — Observo ela piscar três vezes, seus olhos eram muito parecidos com os meus. — Porque eu não estou — Continuo e Taehyung dá um tapinha no meu ombro.

— Estou — Ela diz, empolgada, porém, desconfiada de mim.

— Eu e o seu pai — Taehyung começa, falando baixinho. — acabamos de ficar sabendo que você vai ter uma nova companhia — Yeonji franziu o cenho.

— Meus primos irão vir 'pra cá?

— NÃO! — Eu grito, rindo nervoso. — Aqueles pestinhas nunca mais irão vir 'pra cá novamente, meu bem.

— YOONGI! — Taehyung me corrige, e eu peço desculpas bem baixinho.

— Se não são eles, quem vai vir me fazer companhia? — Encaro Taehyung, seu olhar me dizia mais ou menos um: “Vá em frente!”. E impulsivo do jeito que acostumei ser, eu vou.

— Filha — Eu digo. — O papai estava bem dodói esses dias, não é? — Ela concorda. — E eu e o seu pai acabamos descobrindo o real motivo para eu estar desse jeito.

— Mas antes da gente te contar, queremos que você saiba que sempre será a nossa garotinha, e nada e nem ninguém vai poder te substituir. Ok? — Yeonji concorda, seu olhar era curioso, eu conhecia bem ele. Sempre que estava ansiosa e curiosa para saber de algo, seus olhinhos ficavam arregalados, os cílios ficavam um pouco trêmulos e as mãozinhas inquietas.

—  Você vai ter um irmãozinho — Eu digo de uma vez, antes que a coragem resolvesse me abandonar. Assim que termino de dizer essa frase, Yeonji arregala os olhos e saí de cima do meu colo. Ela vai até o Tae e se esconde atrás das pernas dele.

— Eu não quero um irmãozinho! — Ela grita, meu coração aperta, Taehyung me olha triste e de novo outro enjOo. Aperto a minha barriga devagar e levanto a cabeça. Não podia sair no meio dessa conversa agora.

— Filha… — Taehyung tenta acalmar a nossa pequena ferinha.

— Eu não quero, papai. Eu simplesmente não quero dividir os meus pais com outra criança. — Yeonji estava fazendo um escândalo, logo começou a chorar. Suas lágrimas já escorriam pelas maçãs do rosto. Tentei me aproximar da garotinha, mas ela se afastou. Taehyung me olhou e negou sutilmente com a cabeça.

— Certo. Depois nós conversamos então. Não estou me sentindo muito bem, irei deitar. Tchau, filha — Digo cabisbaixo, saindo do quarto.

Andei devagar no corredor da casa, esperava que a garotinha viesse até mim, me abraçasse e aceitasse ter um irmãozinho.

Mas isso não aconteceu. Me assustei quando ouvi a porta do quarto dela bater fortemente. Taehyung disse um "Não faça isso!", e eu me surpreendi pois, ele nunca gritou com ela antes. Na verdade, estávamos com muita coisa na cabeça. Yeonji zangada com isso só fazia nossas frustrações aumentarem.

Entrei no meu quarto e me joguei na cama. Queria dormir o resto do dia, acordar somente quando tudo estivesse resolvido.

Mas isso infelizmente estava longe de acontecer.


[...]


Me espreguicei na cama sentindo um peso nas minhas costas, olhei para trás e eram os ursinhos de pelúcias da Yeonji. Todos os ursinhos que comprei para ela. Encarei confuso aquilo, o que ela estava aprontando?

Meio cambaleante, me levanto da cama e vou até àcozinha. Estava perdido, não sabia que horas eram. Olho para fora da janela e vejo o céu escurecido. Por Deus, já era de noite? Por quantos anos eu dormi? Ouço um estrondo de panela caindo no chão, me aproximo da bancada que separava a cozinha da sala, e observo o Tae.

— Fazendo o jantar? — Questiono o mais novo.

— Oh, você acordou? — Ele diz surpreso, perguntando o óbvio.

— Sim. Por que a Yeonji levou todos os ursos dela para a minha cama? — Coço os meus olhos irritados e vou até à geladeira, procurar algo para beber.

— Ah, isso!? Ela disse que não queria mais nada seu — Taehyung para o que estava fazendo e me observa. Encaro ele surpreso. Nossa! A minha filha ainda não tinha nem passado pela puberdade e já me odiava. Solto uma risada irônica. — Os ursos são pro bebê, ela disse que vai dar tudo para ele.

— Uau — Não tinha muito o que falar. Estava triste, somente.

— Amor…

— Não, Tae, tudo bem — Minto, forçando um sorriso. — Você conseguiu conversar com ela? — Pergunto me sentando na bancada e bebendo um pouco d'água.

— Sim. Ela está mais calma, mas ainda não quer ter um irmãozinho.

— Ela não vai mudar de idEia de um dia ‘pro outro. Antes de dormir vou ir conversar com ela — Apoio meu queixo nas minhas mãos e encaro o Taehyung preparar a janta.

— E você, como está? — Ele deixa a panela de lado e vem até mim.

— Um pouco tonto, acho que essa gestação vai ser pior que a da Yeonji.

— Será que vai ser um menino? — Seus olhos ganham um brilho maravilhoso.

— Tenho a sensação de que sim. Não vamos pensar num nome agora. Quero esperar mais um pouco.

— Mas eu não disse nada.

— Eu sei que você ia dizer, Tae.

Ele faz uma careta engraçada e volta para perto do fogão. Logo ouço atrás de mim o som da televisão. Yeonji procura por sua série favorita de animação, ela está de bico e não me olha por um segundo sequer. Minha própria filha está me evitando.

— A personalidade dela é igual à sua. — Taehyung diz, e eu instantaneamente faço um bico para ele.

Me levanto e vou até o sofá, me sento ao lado da garotinha e ponho um travesseiro no meu colo, observo seus olhos vidrados na TV e entro na onda de saber sobre o que ela estava assistindo, apesar de já saber qual era o seriado.

— O que você está vendo? — Questiono e ela me olha emburrada.

— Pororo — Diz ela, sem mais e sem menos.

— Posso assistir com você? — Minha insistência não para por aí, me aproximo da garotinha e brinco com seu cabelo, ela me olha brava, mas não me pede para parar.

— Pode.

— Abraçado com você? — Continuo.

— Pode.

Me aproximo dela com um sorriso gigante no rosto, e quando vejo um sorriso no rosto dela, a pequena logo retira ele e volta para sua expressão raivosa de antes. Olho para trás e vejo o Tae arrumar a mesa para jantarmos.

— Yeonji? — Chamo por ela, e recebo um "Hm" como resposta. — Eu te amo.

A garota não diz nada, somente pega minha mão e brinca com os meus dedos. Eu estava conseguindo amolecer aquele coração tão parecido com o meu aos poucos. Me senti feliz por isso.

— Ei, pessoal. O jantar está na mesa! — Taehyung diz, me tirando do meu momento pai e filha. Yeonji sai de cima do meu colo e vai até à mesa de jantar. Fuzilo o Tae com os olhos, mas perdoo ele assim que vejo a mesa arrumada. Sento ao lado do Mais novo e deixo que ele servisse a garotinha e eu.


Notas Finais


antes de tudo, eu gostaria de agradecer a equipe do InfiniTYKM, sério, se não fosse por vocês a fanfic não teria sido postada com uma cara tão boa. obrigado pelo trabalho, paciência e tempo que vocês tiraram para "Cegonha a caminho".

avaliação: @sealguk
beta: @MYGSYL
designer: @SILVRMOON


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