História Celestine Reed e o ladrão de raios - Capítulo 3


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Categorias Mitologia Grega, Percy Jackson & os Olimpianos, Teen Wolf
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Apollo, Ares, Artemis, Atena, Charles "Charlie" Beckendorf, Clarisse La Rue, Cronos, Dionísio, Grover Underwood, Hades, Hefesto, Hera (Juno), Hermes, Íris, Júniper, Luke Castellan, Nêmesis, Percy Jackson, Perséfone, Personagens Originais, Poseidon, Quíron, Sally Jackson, Silena Beauregard, Thalia Grace, Zeus
Tags Celestine Reed, Crystal Reed, Deuses Do Olimpo, Luke Castellan, Mitologia Grega, O Ladrão De Raios, Os Olimpianos, Percy Jackson, Zeus
Visualizações 98
Palavras 1.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Olá semideuses!
Aqui está mais um capítulo fresquinho para vocês!
Espero que gostem!

Capítulo 3 - Cap 2- Um colar, meu pai, pegadinha e mitomagia


Fanfic / Fanfiction Celestine Reed e o ladrão de raios - Capítulo 3 - Cap 2- Um colar, meu pai, pegadinha e mitomagia

Eu não fazia a menor idéia  de onde estava. A paisagem era pontilhada de construções - um pavilhão a céu aberto, um anfiteatro, uma arena circular - que lembrava a arquitetura grego antiga que eu havia visto em meus livros sobre a grécia e em museus, mas essas estavam novas em folha. Não muito longe dalí uma dúzia de crianças e adolescentes estavam jogando vôlei em uma quadra de areia. Canoas deslizavam por um pequeno lago. Crianças corriam uma atrás das outras em volta de um agrupamento de chalés no meio do bosque. Algumas praticavam arco e flecha em alvos. Outras montavam cavalos em uma trilha arborizada. Parecia um acampamento de verão, pensei comigo mesma. Pude perceber que todas as pessoas lá usavam camisetas laranjas com algo escrito na frente que eu não me preocupei em ler.

- É um lugar lindo não é? - disse alguém atrás de mim.

Assim que me virei dei de cara com uma garota, ao contrário dos outros ela não estava usando uma camiseta laranja. Ela estava usando uma jaqueta de couro preta, brincos de caveira, calça preta rasgada, uma blusa que mostrava uma cabeça de barbie decapitada e um coturno MARAVILHOSO! A garota tinha cabelo preto curto, sardas no nariz e, o que mais me chamou atenção, olhos surpreendentemente azuis - um azul elétrico - assim como os meus, ela me parecia familiar. Eu assenti respondendo a sua pergunta. Ela passou em minha frente e começou a andar em direção a varanda de uma grande casa que estava ao nosso lado, por alguma razão, eu sabia que tinha que seguí-la.

 Quando estávamos quase lá, senti alguém me balançando levemente e abri os olhos passando a ver apenas o rosto sorridente de minha mãe - havia sido só um sonho.

 - Finalmente! - exclamou minha mãe enquanto eu me sentava - feliz aniversário bela adormecida - disse ela me abrançando e logo depois colocando uma bandeja ( que até agora estava no chão ) sobre minhas pernas. Eu sorri.

Era uma tradição na nossa família fazer café da manhã e levar na cama para a aniversáriante do dia. 

 Nós ficamos conversando enquanto eu comia, assim que acabei Crystal pegou a bandeja e saiu do quarto dizendo para eu ficar pronta logo pois queria falar comigo antes que Teresa e sua irmã chegassem, já que seriam elas que me dariam carona para a escola hoje.

 Me levantei da cama sem muita dificuldade por conta do meu bom humor ( e o fato de não estar tão frio hoje também ajudou um pouco ) e fui logo fazer minhas higienes pessoais, me trocar e "arrumar" meus cabelos.

 Assim que eu desci encontrei minha mãe sentada no sofá, no qual eu me sentei também e fiquei esperando que ela dicesse alguma coisa.

 Ficamos nos olhando em meio a um silêncio confortável por alguns segundos até que ela se levantou e andou até o armário que fica ao lado da televisão e, do fundo da prateleira mais alta, tirou uma caixinha, logo depois se sentando ao meu lado novamente segurando a mesma.

 Ela parecia estremamente nervosa quando se virou para ficar mais ou menos de frente para mim e ainda não havia desviado os olhos da caixa quando começou a falar.

-Era do seu pai - começou - sei que eu não falo muito dele e que eu deveria ter te dado antes mas...

- Crystal? - perguntei assim que ela parou de falar.

- Seu pai pediu para te dar isso mas, ele e qualquer coisa ligada a ele era um assunto muito delicado para você quando era mais nova e eu estava só... esperando o momento certo.

Eu assenti, entendia perfeitamente o motivo de ela estar me dando isso só agora, afinal, há alguns anos era só falar do meu pai que eu desmoronava, não fazia a menor idéia do porque ele tinha nos deixado, mas agora era claro para mim o que tinha acontecido, ele queria se divertir e a graça acabou quando minha mãe engravidou de mim e ele nos abandonou, minha mãe disse que ele teve um motivo mas eu não me importo, ele nos abandonou e me deixou crescer sem um pai. Eu tive a sorte que muitas crianças não tem, eu tive o Tyler como uma figura paterna e graças a ele eu percebi que eu era feliz, que não me faltava nada, eu tinha ele, a minha mãe, meus padrinhos, a Sarah e várias outras pessoas que se importavam comigo e me amavam, não precisava de mais nada.

 Eu fiquei presa nos meus pensamentos até que a minhã mãe se endireitou no sofá e me entregou a caixa passando a olhar para mim.

 Pequei-a delicadamente, a apoiei em minha perna, desfiz o laço dela e abri a mesma me deparando com um belo e simples colar em formato de raio.

Eu acariciei o pingente delicadamente e senti uma onda de energia me conssumir, assim que virei o colar pude ver que havia algo gravado nele mas não pude ler, já que a gravura era muito pequena.

- É lindo - disse eu abraçando a mulher sentada em meu lado e tirando o colar da caixa com a intenção de colocá-lo - obrigada!

- De nada - ela respondeu me ajudando a colocar o colar - mas não era só isso, precisamos conversar sobre o seu pai.

E então ela me disse que meu pai era um dos deuses olimpianos e que, por isso, eu era uma semideusa, como os dos meus livros de mitologia grega e por esse motivo eu via monstros mitológicos, tinha TDAH ( segundo ela eu não conseguia ficar parada por conta dos meus instintos de batalha ) e que pelo mesmo motivo eu tive tanta facilidade para aprender grego antigo quando eu era mais nova, já que o meu cérebro estava ligado a essa lingua.

Assim que ela terminou de falar a minha única reação foi ter um escandaloso ataque de riso.

- Do que você está rindo?- ela perguntou.

- Mãe você é uma ótima atriz, mas eu não tenho mais 9 anos, eu sei quando você está me pregando uma peça, o Tyler tem até hoje o vídeo da pegadinha que vocês fizeram comigo no meu aniversário de 8 anos - eu disse rindo ainda mais ao me lembrar do quão boba eu havia sido.

- Mas é verdade- ela inssistiu.

- É claro que é! - eu disse sarcasticamente e segurando o riso.

Logo depois eu ouvi uma busina do lado de fora da casa, Teresa e Bianca haviam chegado. Eu já estava abrindo a porta quando minha mãe perguntou:

- Onde você vai?

- Pra escola!- eu disse como se fosse óbvio, porque era óbvio!

- Mas nós não terminamos de conversar!

- Podemos continuar a conversa quando eu voltar, minha primeira aula é de matemática e você sabe como a Srt. Bragansia é brava - disse já fora de casa - nos vemos mais tarde, te amo - então eu fechei a porta antes que ela continuasse com essa história de deuses olimpianos.

Assim que eu entrei no carro fui recebida com muito, tipo, muito mesmo, entusiasmo por parte de Teresa e sua irmã mais velha Bianca.

- BOM DIAAAAAAAA!!!!! FELIZ ANIVERSÁRIO! - disseram elas enquanto Teresa me estendia uma pequena caixa a qual eu peguei e coloquei no meu colo antes de dizer.

- E lá se vão os meus tímpanos.

- Cala a boca e abre! - disseram elas extremamente animadas, então eu o fiz e não pude acreditar no que eu ví.

- Isso é... - eu comecei.

 - A última estátua que faltava para você completar o seu jogo de mitomagia? Sim, é sim! - completou minha amiga antes de ser esmagada por um abraço meu.

- Ai meu Deus! Você é a melhor amiga do mundo!

- Eu sei, eu sei, eu sou de mais - ela disse jogando seus cabelos para trás me fazendo rir antes de continuar - paguei 50 dólares para o meu tio que tinha conseguido o bonequinho, o que é extremamente injusto já que ele pagou muito menos na epoca em que comprou! Não sei por que você gosta desses jogos antigos.

- Isso é inacreditável, quase tão inacretitável quanto a pegadinha que a minha mãe tentou fazer comigo hoje!- disse eu

- Como assim? - perguntou Bianca .

Durante o caminho para a escola eu contei sobre o colar do meu pai que minha mãe tinha me dado e sobre todo o lance de semideusa que a minha mãe achou que eu acreditaria fazendo com que a Teresa e a Bianca ( que estava dirigindo)  tivessem um ataque de riso quase tão escandaloso quanto o meu. O que eu não sabia era que, dentro de algumas horas, passaria a acreditar nesse "lance de semideusa" que para mim era extremamente improvável.


Notas Finais


E aqui está!
Já sabem quem é o pai dela? ( sim, eu vou perguntar isso no final de todos os capítulos até que a identidade dele seja oficialmente revelada, por mais que seja óbvio quem é ).
Comentem o que vocês acharam

Até o próximo!

Bye
<3


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