História Cellbit - Meu Amado Psicopata - Capítulo 12


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Gabs POV!


SPÍRITO SANTO – MANSÃO LANGE – QUARTO DA GABS - 2017 - 18:27 PM. 

GABS POV. 

 Depois que a Kath morreu, esse lugar ficou mais esquisito do que nunca, o Cellbit não para em casa, e quando está aqui, ele se tranca no quarto dele. Meu pai está mais frio do que antes, a Flávia não dá mais notícias, e a Moonkase voltou, eu acho que ela nunca notou a minha existência na vida, parece que a única pessoa que eu posso conversar é o Felps e a Kath, porém o Felps tem que fazer os serviços que o meu pai manda ele fazer, então ele passa muito tempo fora.

 A Maethe saiu a algumas horas, ela sai toda semana no mesmo dia da semana e no mesmo horário.

 Desço para a sala de estar, me sento no sofá e ligo a TV. 

 Da janela, vejo uma BMW Preta estacionando na frente da mansão.

 - Quem é? - Kath me pergunta.

 - Sei lá, parece muito com o seu carro. 

 - Como é que é? Quem tá dirigindo o meu carro? - Ela grita exaltada. 

 - Pode gritar a vontade, ninguém vai ouvir você.

 - Aliás, eu nunca perguntei por quê você está me vendo?

 - Simples, eu sinto sua falta, sinto falta de quando a gente conversava, então parece que a minha mente criou você como alucinação.

 - Ah eu sou tipo a sua amiga imaginária? 

 - Tipo isso. 

 - Ta mas quem está dirigindo o meu carro? 

 - Não é o seu carro, é um bem parecido.

 Moonkase aparece na sala. 

 - E ai Gabs beleza? - Ela diz deitando no sofá. 

 - Sim, onde você estava? 

 - Eu tava com a Flávia, acabei de sair de lá, ela queria ir ver o túmulo da tal Katherine.

 - SUA IDIOTA, SE AFASTA DA FLÁVIA, SE NÃO EU TE MATO.

 - Kath gritava ao lado de Moonkase. 

 - Ela está bem?

 - Na medida do possível. 

 - Como assim? 

 - Ela perdeu a namorada, ela não ficaria bem de uma hora pra outra. 

 - Sim, tem razão, ela não fala mais comigo nem com a Mae.

 - Quando ela estiver melhor eu falo pra ela que vocês querem falar com ela, mas o luto ainda é bem grande, vai demorar um pouco. 

 - Sim, bom, eu tenho que sair agora.

 - Tá, até mais tarde. 

 Eu me levanto e saio da mansão.

 - Onde nós vamos? – Kath me pergunta entrando em meu carro.

 - Pra longe daquela garota. 

 - Ué, parecia que vocês estavam se dando bem. 

 - Sim, parecia, mas ela não é nada do que parece. 

- Ok, vamos pra onde? 

 - Eu ainda não visitei seu túmulo desde o enterro. 

- Não quero ver meu túmulo, isso vai me dar calafrios.

 - Você é uma alucinação, não sente calafrios. 

 - Tem razão, então vamos me ver. 

 Dirijo até o cemitério, enquanto eu entrava, algumas pessoas me estranharam por estar falando sozinha, porém não me importei. 

 Vou até a localização do túmulo dela e paro encarando as seguintes palavras. 

 “AQUI JAZ KATHERINE TAYLOR ARAÚJO, A MAIOR DETETIVE QUE O MUNDO JÁ VIU”. 

 “AMADA AMIGA, NAMORADA, IRMÃ E FILHA”.

- Eu nunca acreditaria que você fosse capaz de morrer.

 - Você parecia ser indestrutível. 

 - Você era a melhor.

 - Eu considerava você, a irmã mais velha que eu nunca tive.

 - Você não sabe o quanto faz falta naquela mansão.

 - A ouvi o Alan e o Felps me dizerem que a Moonkase se parece um pouco com você, isso não é verdade, você é única, você é esperta, forte, corajosa e uma pessoa incrível, até mesmo com o seu apetite por carne crua que eu acho muito estranho, mas mesmo assim você é a melhor. 

 - Eu sinto sua falta, minha irmã. – Eu sussurro sentindo uma lágrima cair de meu olho. 

 Deixo Rosas brancas ao lado de flores roxas que se encontram em seu túmulo. 

 Eu acho que vou passar na Flávia, quero saber como ela está. 

 Volto para meu carro e dirijo em direção ao apartamento dela. 

 Chegando lá eu toco o interfone e o portão se abre, vou em direção ao elevador, e quando chego em seu andar eu bato na porta. 

 - Oi Gabs, quem é vivo sempre aparece.

 - Olha quem fala, nunca mais apareceu na mansão.

 - É que eu tenho mas lembranças da mansão, não quero voltar a pensar nisso.

 - Então, a gente não fala. Eu me sento no sofá e noto que a cama estava bagunçada.

 - Flávia, havia alguém aqui mais cedo? 

 - Sim, a Moonkase vem aqui várias vezes pra ver como eu estou.

 - Só isso?

 - Por quê?

 - Nada não, você gosta dela? 

 Ela fica muda. 

 - Tudo bem, e bom saber que você está superando, mas por favor Flávia não com a Moonkase. 

 - Ué, por quê não? 

 - Flávia, eu nunca mais ouvi falar nas ex-namoradas da Moonkase, eu fiquei amiga de uma delas, e quando elas terminaram, eu nunca mais ouvi falar dela, ela simplesmente desapareceu, por favor não faz isso com você.

 - Meu Deus, Gabs ela me disse que viria me ver amanhã. 

 - Tudo bem, eu durmo aqui e passo o dia amanhã aqui, ai você fala que ela não precisa vir.    

 - Ok, vou mandar uma mensagem pra ela. - Ela diz pegando seu celular. 

 - Vamos tomar um chopp, estava morrendo de vontade de tomar um. 

  - Tive uma ideia melhor, vamos em uma festa que está tendo aqui perto em uma casa noturna. 

 - Sim, grande ideia, aquela minha roupa da última festa ainda Ta aqui?

 - Sim, está, você deixou aqui e sempre esquecia de levar de volta. - Ela diz me entregando uma calça bem apertada e um pouco curta rasgada nos joelhos e nas coxas e uma blusa de alça. 

 - Eu só vou avisar o Felps aonde nos vamos. 

 - Sim, pode ir. - Ela diz tirando a roupa e colocando um vestido. 

Ligo para o Felps e digo que não vou dormir la hoje e  aqui vou sair pra ir em uma festa com a Flávia, ele responde muito amável, eu sei que o Felps me ama, porque ele não trata ninguém do mesmo jeito que ele me trata, comigo ele é todo amoroso e fofo, mas com outras pessoas ele é seco, bruto, frio e nervoso. 

Coloco minha roupa, ponho uma sandália e solto o cabelo, Flávia faz o mesmo e nós saímos em meu carro. 

 Entramos na casa noturna, e fomos direto para o bar. 

- Eu quero uma tequila. - Peço ao barman. 

- E eu quero uma vodca Com limão. - Flávia pede. 

- Flávia, eu preciso ir ao banheiro. 

- Tá, eu vou te esperar aqui. 

 Assim que saio do banheiro vejo Flávia conversando com nada mais nada menos que... 






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