História Cellbit - Meu Amado Psicopata - Capítulo 8


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente capa novinha feita pela ~BiancaFiore.

Capítulo 8 - Morta?


Fanfic / Fanfiction Cellbit - Meu Amado Psicopata - Capítulo 8 - Morta?

ESPÍRITO SANTO - MANSÃO LANGE - QUARTO DA FLÁVIA - 2017 - 09:23.

KATHERINE POV.

 Desde que Sayu dormiu, eu fico a olhando dormir, ela é perfeita, porém... agora, ela sabe meu segredo, nem posso imaginar o que aconteceria com ela, se ela fosse posta em perigo, só porque sabe meu segredo. Chega Katherine, para de pensar essas besteiras, se concentra agora no que você vai fazer com Lange, ele tem que pagar pelo que fez com a Sayu, mas... não posso deixa-lo muito machucado, porque temos o assalto ao banco, e ele não poderá participar se estiver com todos os ossos quebrados... o que fazer?... já sei.

 Me levanto devagar para não acordar Sayu, visto uma camiseta preta e saio do quarto, desço até a cozinha, abro a geladeira, pego uma lata de energético, quando eu pego a lata, vejo um pote azul escuro lacrado no canto da geladeira, na tampa tinha um papel, na parte de cima estava escrito, " PARA KATH." Pego o pote e retiro o papel, havia apenas o recado no cabeçalho e o resto da folha em branco, tinha mais coisa escrita lá, eu tinha certeza disso.

 Aproximo o papel de meu nariz e reconheço o cheiro, "Limão", vou até o fogão, ligo uma das bocas e passo o papel por cima, vejo que em alguns segundos começam a surgir letras do papel, quando passo toda a superfície do papel no fogo, eu desligo o fogão e leio o que estava escrito no papel.

 Quando leio o conteúdo da folha, um sorriso bobo invade meu rosto, lá estava escrito, "EU TE AMO ass SAYU."

 Abro o pote e vejo o que se parece com nada mais que um twix gigante.

 Sorrio incrédula com o que vejo.

 - E ai Kath beleza, dormiu hoje? - Rafael aparece na cozinha normalmente pegando um energético na geladeira.

 Assim que eu o ouço meu sorriso se desmancha e da lugar a uma cara séria e irritada.

 - Rafa, você falou com a Sayu ontem?

 - Não, porque?

 - É que ela estava brava comigo, ontem a noite.

 - Hum, que pena.

 - Tem certeza de que você não viu ela ontem a noite?

 - Não, absoluta.

 Perco minha paciência e parto para cima de Rafa socando seu rosto fazendo com que Rafa caia no chão, seguro ele pelo pescoço com as duas mãos e o ergo apoiando o mesmo na parede.

 - Você acha que eu sou idiota ou o que?

 - Eu não sei do que você tá falando.

 - Você acha que eu não ouvi você e a Sayu na floresta me observando ontem?

 - E-Eu posso explicar...

 - Eu não quero que você me explique nada Lange, eu só vim te avisar, se você encostar um dedo na Flávia EU ARRANCO A SUA CABEÇA. - Grito com meus olhos mudando de cor.

 - Do que você tá falando? Eu só levei ela pra floresta.

 - Não tente me enganar Lange, a Flávia estava com o pescoço completamente roxo, PORQUE VOCÊ ENFORCOU ELA. - Grito novamente.

 - Qualquer um na casa pode ter feito isso.

 - Você ainda nega? Só você bebe Whisky aqui Lange, e a garrafa estava na mesa, com alguns pingos no chão, VOCÊ ACHA QUE EU SOU BURRA DE NÃO REPARAR NISSO? - Grito.

 - O que tá acontecendo aqui? - Felps e Alan aparecem na cozinha.

 - Você sabe do que eu sou capaz Lange, então nunca mais machuque a Flávia de novo. - Meus olhos voltam a cor normal.

 Pego o pote com o doce junto com minha lata de energético e saio da cozinha.

RAFAEL POV.

 - Cellbit, isso que ela falou é verdade? - Alan pergunta.

 - Cara você machucou a namorada da Katherine? - Felps pergunta incrédulo.

 - E se foi o que é que tem? - Eu digo recuperando a respiração.

 - Cara você quer morrer? - Alan diz.

 - É Cellbit, se a Katherine quase matou a maethe, só porque ela decepou o coelho dela, o que você acha que ela vai fazer se você machucar a namorada dela de novo?

 - Ah cara, vão pro inferno, vocês dois, não preciso de ninguém me dando sermão.

 Abro a geladeira pego uma garrafa de Whisky e saio da cozinha.

KATHERINE POV.

 Vou para meu quarto correndo furiosa, deixo o doce em cima da minha escrivaninha, viro a lata de energético bebendo todo o conteúdo da lata e a amasso com a mão.

 Aquele idiota, a gente era amigo, por que ele fez isso, a gente não tinha nada pra ele ter ciúmes e... droga... preciso falar com a Gabs.

 Corro até o quarto da Gabs e bato na porta, calmamente Gabs abre a porta apenas de toalha e toda molhada.

 - Kath, o que foi?

 - Desculpa, apareci em hora ruim?

 - Não, eu acabei de sair do banho, já estava indo me trocar pro café, o que foi? Pode falar.

 - O Rafa tá com ciúmes da Flávia.

 Ela me olha por uns segundos processando o que eu falei.

 - Entra! - Ela me puxa para dentro do quarto.

 - Eu vou me trocar, mais já fala o que aconteceu. - Ela diz indo para o closet.

 - Bom, eu e a Flávia estamos namorando, certo?

 - Sim.

 - E ontem a noite eu descobri que o Rafa teve um ataque de ciúmes, enforcou a Flávia e mandou ela ficar longe de mim senão ele matava ela.

 - Gente, e a Sayu tá bem?

 - Sim, mas o pescoço dela está muito roxo.

 - Meu Deus, bom, isso já é de se esperar do Cellbit. - Ela diz colocando seu sutiã perto da porta, quase que propositalmente para eu ver.

 - Como assim?

 - Bom Kath, o Cellbit é um dos piores daqui tirando você, nem sei como ele estava calmo essas ultimas semanas, mas os arquivos médicos dele apresentam, ataques de agressividade, então não pense que uma coisa do tipo não seja possível. - Ela diz se sentando ao meu lado.

 - Ótimo, quer dizer que sempre que o Rafa estiver em casa, eu vou ter que ficar grudada a Flávia, só para ele não fazer nada?

 - Também não é assim, você já pensou em conversar com ele?

 - Vai ser difícil da gente conversar, com a lembrança dele enforcando a Flávia, e ele com a lembrança de eu batendo nele.

 - Tenta, não é impossível.

 - Não sei Gabs.

 - Não estou pedindo pra você fazer as pazes com o Cellbit, só estou falando que é melhor vocês dois chegarem a um acordo, em vez de ficarem se estranhando por aí, imagina no que isso vai resultar no roubo que vocês vão fazer.

 - Tem razão Gabs, depois eu vou tentar falar com o Rafa.

 - Que bom, não quero ver ninguém matando e nem batendo em ninguém aqui.

 - Gabs... desculpa a pergunta, mas... por que você está aqui?

 - Como assim?

 - É que, a maioria dos integrantes dessa mansão são loucos ou algo do tipo, mas você é muito diferente, você é igual a Flávia.

 Ela cora um pouco com a ultima frase.

 - Eu sou a filha mais nova do Gregory, o Cellbit é meu irmão do meio.

 - Peraí, quantos filhos o Gregory tem?

 - 3, eu, o Cellbit e a Maria, a nossa irmã mais velha.

 - Maria?

 - Sim, ela também é Youtuber, a esse momento ela deve estar na Alemanha junto com o meu pai, talvez quando ele voltar ela volte com ele.

 - E qual é o nome do canal dela?

 - Eu não me lembro muito bem, acho que é... Moon alguma coisa.

 - M-Moonkase?

 - Isso, você conhece ela?

 Droga, não pode ser.

 - Não, só ouvi falar do canal dela.

 - Bom saber que a minha irmã está conhecida.

 Nós duas nos levantamos e andamos até a porta, quando eu abro eu a abraço.

 - Valeu pela ajuda Gabs.

 - De nada Kath, sempre que precisar eu estou aqui.

 - Katherine? O que você tá fazendo aqui? - A voz doce e fina de Flávia exala pelo corredor.

 - Droga. - Sussurro.

 - Oi amor, eu estava conversando com a Gabs sobre umas coisas.

 - Que coisas? - Ela pergunta séria.

 - Sobre os detalhes da festa de Halloween. - Gabs me salva.

 - Ah, sim, bom, eu acordei e você não tava lá no quarto, o que aconteceu?

 - Ah, eu fui buscar um energético pra beber, e na volta eu encontrei a Gabs no corredor e a gente começou a conversar.

 - Ok, bom, vamos voltar pro quarto eu preciso conversar com você.

 - Tá, tchau Gabs, até o café.

 - Até.

 Eu acompanho Flávia até o quarto dela, quando entramos ela fecha a porta.

 - Por que você tava abraçando a Gabs?

 - Ué, porque a gente é amiga.

 - Tá, eu preciso que você me responda algumas coisas. - Ela pula na cama e se senta do meu lado.

 - Pode perguntar.

 - É sobre as Kitsunes.

 - Ok.

 - Como você é?

 - Como assim?

 - Qual é a sua aparência? Como a sua raposa é?

 - Ah, eu sou branca azulada, e algumas partes das minhas caudas são vermelhas.

 - Você é muito grande?

 - Eu tenho 90 centímetros de altura.

 - Você pode gerar outras Kitsunes?

 - Não.

 - Por quê?

 - Eu fui esterilizada quando eu estudava na MSA, era bem lógico na cabeça deles, sem nada pra se preocupar a não ser um caso, e isso influenciou no meu organismo como Kitsune, então não posso "acasalar" com um Kitsune macho para fazer uma nova geração.

 - Os defeitos são mesmo tudo o que te deixa louca?

 - Sim, tudo o que me diagnostica como, louca, é resultado dos defeitos da minha raposa.

 - A morte dos seus pais tem ralação a isso?

 - Sim, eles não me deixavam me alimentar frequentemente como humana, então eu me descontrolei, comecei a socar a minha mãe incontrolavelmente, meu pai me golpeou com uma faca, então eu peguei a faca da mão dele e o soquei também, com a faca, eu comecei a esfaquear a minha mãe na barriga, meu pai tinha se levantado e quebrou uma cadeira nas minhas costas, eu retirei a faca da barriga da minha mãe e enfiei no crânio dele, uma hora depois eu voltei a mim e vi o estrago que eu fiz, fiquei vendo o corpo deles por dois dias, até que um homem chamado Thomas Ryuzaki me encontrou antes da polícia.

 - Sinto muito.

 - Não sinta, meus pais eram verdadeiros demônios, de vez em quando, eu me transformava em Kitsune, minha mãe ficava brava comigo e raspava meu pelo inteiro.

 - Ué, mas qual o problema.

 - A força de uma Kitsune está nas caudas, mas os pelos são as "pilhas" para faze-las funcionar, meus pais também eram Kitsunes, mas por algum motivo, eles me odiavam como se eu fosse inimiga deles, eles nunca demonstraram... amor.

 Flávia se aproxima de mim e me abraça.

 - Me desculpa amor por ter feito você lembrar deles.

 - Tudo bem amor, eu descobri o que é amor depois deles morrerem, amor de pai eu aprendi com o Ryuzaki, amor de amigo eu aprendi com Noah, Letty e Charlie, e amor de namorada, eu aprendi com você.

 - Eu amo você minha psicopata.

 - Eu te amo minha ruivinha.

 Selamos nossos lábios em um selinho demorado, era incrível como Flávia me faz bem, eu me sinto em paz quando estou com ela, quando eu a abraço, quando eu a beijo, quando eu a toco, tudo fica suave e maravilhoso, ela é um anjo.

 - Você quer ver como eu sou? - Digo separando o beijo.

 Ela sorri e assente.

 - Vem, eu te mostro.

FLÁVIA POV.

 Kath me leva para o meio da floresta e quando ela para, eu vejo o mesmo local onde ela estava com a outra garota.

 - Você quer mesmo ver? - Ela pergunta.

 - Claro que sim. Me mostra. - Eu digo.

 - Tá.

 Fico um pouco vermelha quando Kath começa a tirar a roupa.

 - Pra que isso?

 - Eu não quero que minha roupa rasgue.

 Assim que ela fica completamente nua, seus olhos esmeraldas mudam de cor, dando lugar a um roxo cristalizado, logo seu corpo esquenta e seus ossos das costas começam a se mover, me assusto com essa ultima cena, Kath começa a gemer de dor enquanto seus ossos se movimentam, logo Kath fica de quatro no chão e sua pele começa a dar lugar a um pelo branco, suas unhas crescem e os músculos de suas coxas e bíceps aumentam pouco a pouco dando lugar a uma pele escura. 

 Suas caudas aparecem uma de cada vez, enquanto o pelo de Kath cresce, consigo ver a cor mudando de branco para azul, seus dentes começam a afiar e crescer, logo consigo ver ela inteira, ela é linda, as mechas vermelhas de suas caudas se movimentam conforme o vento.

 - Você é linda.

 Ela se aproxima de mim e esfrega sua cabeça em minha perna como um cachorrinho pedindo carinho, me sento ao seu lado e a mesma pousa seu pescoço em meu colo, começo a fazer carinho em sua cabeça e as orelhas da mesma se abaixam lentamente.

 Depois de uns minutos, as orelhas de Kath se levantam meio que de imediato, como se ouvisse algo, logo, eu também ouço um barulho no meio do mato, Kath se levanta rapidamente e rosna para a posição do barulho, seus olhos roxos olham os meus e depois olham a mansão, como se me mandasse ir pra lá, eu corro pra mansão enquanto Kath vai para o meio da mata.

 ESPÍRITO SANTO - MANSÃO LANGE - SALA DE ESTAR - 2017 - 16:46.

 Eu estou começando a ficar preocupada com a Kath, faz horas que eu não a vejo.

 - Tá pensando em que Flávia? - Guaxinim fala se sentando ao meu lado no sofá.

 - Só estou preocupada com a Kath.

 Na sala estão Mike, Pac, Felps, Gabs, Alan, Maethe, Guaxinim e Rafael.

 - Ela sabe se virar, ela tá bem. - Alan fala.

 A chuva começa a engrossar, quando o primeiro relâmpago soa, a porta se abre, todos nós olhamos para a porta, Kath aparece apenas de Short, ela estava coberta de sangue e andava bem devagar, mas dessa vez, o sangue é dela.

 - Amor onde você tava? - Eu pergunto da sala.

 Ela se vira e nós enxergamos 9 buracos de balas no corpo dela sangrando, calmamente seu rosto abre um sorriso fraco mostrando os dentes sem falar nada.

 - E-Eu e-enc-cont-trei c-caçad-dores. - Ela diz gaguejando e com a voz fraca.

 Seu sorriso abre e a mesma cai no chão.

Todos nós corremos até seu corpo, Gabs põe dois dedos em uma parte de seu pescoço para verificar seus batimentos.

 - Gabs que cara é essa? - Eu pergunto assustada e já aos prantos.

 - E-Ela está...

 - O que Gabs, ela está o que? - Rafael pergunta desesperado

 - Ela está morta.

 

 


Notas Finais


NÃO ME MATEMMMMMMMMM


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