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História Cellbit- Psicopatas? - Capítulo 29


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Notas do Autor


Boa leitura, desculpe-me pela demora...eu tive alguns bloqueios de criatovidade, mas finalmente consegui escrever....😅

Capítulo 29 - Só eu posso ter esse prazer...


Fanfic / Fanfiction Cellbit- Psicopatas? - Capítulo 29 - Só eu posso ter esse prazer...

Alan observou o loiro traficante de drogas desaparecer com Kath.

Durante um momento, ficou completamente imóvel, preso entre a decisão de gritar ou chorar.

Que desperdício. Que horrível desperdício.

Logo escutou que a porta se fechava atrás dele. E se deu conta de que estava rodeado de cinco dos bastardos mais perversos e enormes que jamais tinha visto.

Uma mão pesou em seu ombro.

— Você gostaria de ficar para o jantar?

Alan levantou a vista.

— Você gostaria de ser o jantar? — disse outro que parecia uma espécie de modelo.

A ira invadiu de novo o policial, apertando seus músculos, dilatando seus ossos.

Estes meninos querem brincar?, pensou,  Bem. Vamos brincar.

Para demonstrar que não tinha medo, olhou a cada um diretamente nos olhos. Primeiro aos dois que tinham falado, depois a um aparentemente normal parado atrás deles e a outro sujeito com uma espécie de cabelo pelo qual as mulheres pagariam centenas de dólares em qualquer salão de beleza.

E lá estava o último homem.

Alan observou atentamente seu rosto cheio de cicatrizes. Uns olhos negros lhe devolveram o olhar.

Com esse aí, pensou, terei que tomar cuidado.

Com um movimento brusco, livrou-se da mão no ombro.

— Me digam algo, meninos — pronunciou lentamente as palavras. — Usam todo esse couro para excitar? Quero dizer, todos vocês gostam de pênis?

Alan foi prensado contra a porta com tanta força que seus ossos estralaram.

O modelo aproximou seu rosto perfeito do policial.

— Se eu fosse você, eu tomaria cuidado com minha boca.

— Para que me incomodar se você já se preocupa por ela? Agora vai me beijar?

Um grunhido estranho saiu da garganta daquele sujeito.

— Está bem, está bem. — o que parecia mais normal avançou uns passos.

— Calma, Henrique. vamos relaxar um pouco. 

Passou um minuto antes que o soltasse. 

— Isso. Vamos nos tranquilizar. — murmurou o senhor Normal,  dando uns tapinhas nas costas de seu amigo antes de olhar Alan — Faça um favor a si mesmo e fecha a boca.

Alan deu de ombros.

— O senhor bonito, é muito sexy. Não posso evitá-lo.

Henrique se dirigiu a Alan de novo, enquanto o senhor normal revirava os olhos, deixando livre seu amigo para agir.

O murro que chegou à altura do queixo lançou a cabeça de Alan para um lado. Ao sentir a dor, o policial deixou sair sua própria ira. O temor pela kath, o ódio por aqueles malvados, a frustração por seu trabalho, tudo encontrou saída. Equilibrou-se sobre ao homem, maior que ele e o derrubou.

O sujeito se surpreendeu momentaneamente, como se não tivesse esperado a velocidade e força de Alan, e este aproveitou a situação. Atingiu o bonito na boca, e logo o segurou pelo pescoço.

Um segundo depois, Alan se viu deitado de costas com aquele homem sentado sobre seu peito. 

Ele agarrou o rosto de Alan entre suas mãos e apertou. Era quase impossível respirar, e Alan se debatia procurando ar.

— Talvez eu encontre a sua esposa — disse o garoto — e transe com ela uma par de vezes. O que acha?

— Não tenho esposa.

— Então vou transar com a sua noiva.

Alan tratou de puxar um pouco de ar. — Tampouco tenho noiva.

— se as fêmeas não querem saber nada de você, o que o faz pensar que eu sim?

— Queria que se zangasse.

Os enormes olhos azul escuros se entrecerraram.

Têm que ser lentes de contato — pensou Alan. — Ninguém tem os olhos dessa cor.

— E por que queria que me zangasse? — perguntou o Loirinho.

— Se eu atacasse primeiro — Alan tratou de colocar mais ar em seus pulmões. — seus amigos não nos teriam deixado brigar. Teriam me matado primeiro, antes de poder ter uma oportunidade com você.

Henrique afrouxou um pouco as mãos e riu enquanto tirava de Alan sua carteira, as chaves e o telefone.

— Sabem? Me agrada um pouco este homem— disse Henrique.

Alguém limpou a garganta.

O Loirinho ficou de pé, e Alan rodou sobre si mesmo, ofegando. Quando levantou a vista, pareceu que sofria alucinações.

De pé na sala havia um pequeno homem vestido de preto, segurando uma bandeja de prata.

— Desculpem, cavalheiros. O jantar estará pronto em uns quinze minutos.

— Ouça, são esses os macarrons coloridos que eu gosto tanto? — perguntou o Loirinho olhando para a bandeja.

— Sim, senhor.

— Uma delícia.

Outros homens se agruparam ao redor do mordomo, agarrando o que lhes oferecia, junto a uns guardanapos, como se não quisesse que caísse nada no chão.

— Posso lhes pedir um favor? — perguntou o mordomo. O senhor Normal assentiu vigorosamente.

— Traz outra bandeja destas delícias e mataremos a quem você queira.

Sim, imagino que esse tipo de realidade não era normal. Só parecia.

O mordomo sorriu como se estivesse comovido.

 — Se forem matar o humano, teriam a amabilidade de fazer isso no quital lá atrás?

— Não há problema. — O senhor Normal introduziu outro macarron na boca.

— Maldição, Henrique, tem razão... são deliciosos.



Rafael estava começando a se desesperar porque não conseguia que Kath voltasse a si.

E sua pele estava esfriando a cada instante. Sacudiu-a de novo.

— Kath! Kath! Me ouve?

Suas mãos se moveram nervosamente, mas teve o pressentimento de que os espasmos eram involuntários. Aproximou o ouvido da sua boca. Ainda respirava, mas com muita dificuldade e muito fracamente.

— Maldita seja! — descobriu seus punhos e estava a ponto de perfurar com suas próprias presas.

Tirou sua jaqueta, tirou uma adaga e tirou a camisa. Segurou seu próprio pescoço até que encontrou o jugular. Colocando a ponta da faca contra a pele, fez um corte. O sangue escorreu.

Umedeceu a ponta de um dedo com sangue e o levou aos lábios da mulher. Quando o introduziu na boca, sua língua não se mexeu.

— Kath — sussurrou — Volta para mim.

Colocou mais sangue.

— Maldição, não morra! — As velas apagaram no quarto.

—Eu...eu...maldição! Maldita seja, não se renda!

Sua pele estava começando a ficar azul; inclusive ele podia ver a mudança de cor.

Uma oração que acreditava ter esquecido fazia tempo saiu de seus lábios, pronunciada na antiga língua dos vampiros.

Kath permaneceu imóvel. Estava muito quieta.

Rafael gritou de fúria e segurou seu corpo, sacudindo-a até que seu cabelo se soltou.

— Kath! Não deixarei que morra...Não deixarei que a morte tenha o prazer de te matar...só eu posso ter esse prazer...

Enquanto abraçava o corpo de Kath, seus olhos ficaram fixos na parede negra que tinha frente a ele.



Contínua...


Notas Finais


Vou ter que deixar vocês curiosos, sorry kkk bjs e até logo😙
Prometo que não demoro.


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