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História Cellbit- Psicopatas? - Capítulo 30


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Notas do Autor


Boa leitura, e se protejam do corana vírus😷🙂

Capítulo 30 - Arthur...


Fanfic / Fanfiction Cellbit- Psicopatas? - Capítulo 30 - Arthur...

— Obrigado por me encontrat, sensei.

— Arthur, como está? — O senhor X colocou de lado o cardápio que estava olhando distraidamente. — Sua chamada me preocupou. E além disso não foi ao galpão.

Quando Arthur se sentou, não parecia tão bem. Seus olhos ainda eram negros e azuis, e o esgotamento se refletia em seu rosto.

— Alguém está me perseguindo, sensei. — Arthur cruzou os braços sobre o peito.

Fez uma pausa como se não estivesse seguro de se devia contar toda sua história.

— Isto tem algo a ver com seu passado?

— Talvez. Não sei.

— Bem. Alegra-me que tenha me procurado, filho. — Outra pausa. — Pode confiar em mim, Arthur.

Ele respirou profundamente, como se estivesse a ponto de mergulhar em uma piscina.

— Meu pai está na capital, como sempre. Assim ontem à noite convidei uns amigos para fumar um pouco de erva...

— Não deveria fazer isso. As drogas ilegais não trazem nada de bom.

Arthur se moveu incômodo, brincando com a corrente de platina ao redor de seu pescoço.

— Sei. — Continua.

— Meus amigos e eu estávamos na piscina, e um deles quis ter privacidade com sua noiva. Disse que eles podiam usar a cabana, mas quando foram lá a porta estava fechada. Fui na casa procurar a chave, e ao voltar um cara parou frente a mim, como se tivesse saído de um nada. Era um filho de ..., né ..., era enorme. Cabelo negro longo, traje de couro...

Nesse momento chegou a garçonete.

— O que vão pedir?

— Mais tarde. — disse o senhor X com brutalidade.

Quando a moça saiu dando um bufo, ele inclinou a cabeça em direção a Arthur, que agarrou o copo de água do senhor X e bebeu.

— Bem, me deu um susto de morte. Me olhava como se quisesse me comer. Mas então ouvi meu amigo me chamar impaciente porque eu não aparecia com a chave. O homem pronunciou meu nome e logo desapareceu, justo quando meu amigo chegava ao jardim. — Arthur moveu a cabeça. — O caso é que não sei como ele conseguiu entrar. Meu pai construiu um muro enorme ao redor da casa o ano passado porque tinha recebido ameaças terroristas ou algo assim. Tem quase quatro metros de altura. E a parte dianteira da casa está totalmente protegida com o sistema de segurança. — O senhor X baixou a vista às mãos de Arthur. Tinha-as a uma apertadas uma contra a outra. — Eu... estes, estou assustado, sensei.

— Deveria estar. Assim, Arthur, quero saber algo. Matou alguma vez? 

Arthur franziu o cenho.

— Do que está falando?

— Já sabe. Um pássaro. Um esquilo. Talvez um cão ou um gato.

— Não, sensei.

— Não?— O senhor X olhou Arthur nos olhos .

— Não.

—Eu não tenho tempo para mentiras.

— Sim. Talvez.

 — O que sentiu quando fez isso?

— Nada. Não sinti nada.

— Vamos, Arthur. Tem que confiar em mim. 

Os olhos de Arthur brilharam.

— Está bem. Talvez eu gostei.

— Gostou?

— Sim.

— Bem. — O senhor X levantou a mão para chamar a atenção da garçonete, que demorou alguns minutos. — Falaremos sobre esse homem mais tarde. Primeiro, quero que me fale de seu pai.

— Meu pai?

— Já estão prontos para pedir? — perguntou a garçonete em tom mal-humorado.

— O que quer, Arthur? Eu pago. 

 Arthur encarou a metade do cardápio.

Quando a garçonete partiu, o senhor X o apressou:

— Seu pai.

Arthur se encolheu de ombros.

— Não o vejo muito. Mas ele é...vai saber... o que seja. Um pai...quer dizer, quem se importa né?

— Escuta, Arthur. — O senhor X se inclinou para diante. — Sei que depois que sua mãe Hannah morreu as coisas mudaram. Sua irmã foi sequestrada na sua escola e assasinada. Você fugiu de sua casa três vezes antes de completar doze anos. Sei que seu pai te colocou num colégio particular, logo depois de enterraram a sua mãe. E também sei que quando o expulsaram da escola, foi para o Groton, e quando o expulsaram dali, ele colocou você em uma academia militar. Se quiser que  eu seja sincero, dá a impressão de que Rafael esteve tratando de se desfazer de você durante a última década.

— É um homem ocupado.

— E você foi um pouco difícil de controlar, não é?

— Talvez.

— Então seria correto supor que você e seu queridíssimo pai não se entendem, e não se dão bem? — O senhor X esperou. — Me diga a verdade.

— O odeio — deixou escapar.

— Por que? — Arthur cruzou os braços sobre o peito de novo. Seus olhos eram frios.— Por que o odeia, filho?

— Porque ele respira.


  Contínua...

    Leiam as notas finais...


Notas Finais


Só pra explicar gente, o Arthur é filho do Rafael...pra quem leu a minha outra história *Cellbit-Eyes of death* vai saber...mas eu vou dar uma explicadinha rápida...
Na outra história o Rafael tinha dois filhos, Katherine e Arthur...depois que a Hannah, mãe deles, morreu, Rafael meio que pegou um trauma...ele começou a ir pra bares e tals, e num dia desses ele arranjou briga com o Darius, pai da Kath, e ele mostrou para Rafael que era um vampiro, ai Darius descobriu que Rafael também se tornaria um vampiro em breve e acabou ajudando ele...A Katherine, filha de Rafael ,morreu, por que foi sequestrada e uns tals de *exoterroristas* mataram ela...
O Arthur também é vampiro, e agora ele já é adulto...já se passaram 256 anos, depois da morte de Hannah e Katherine...e como sabemos os vampiros vivem bastante tempo...
Então, sim...está história é quase que uma continuação de Eyes of death...mas pra quem não leu, nem precisa ler...


É isso...beijos e até o próximo capítulo😙


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