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História Cellbit- Psicopatas? - Capítulo 31


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Notas do Autor


Boa leitura...

Capítulo 31 - Aceita?...


Fanfic / Fanfiction Cellbit- Psicopatas? - Capítulo 31 - Aceita?...

Kath olhou através da espessa neblina que a rodeava.

Uma silhueta solitária, iluminada por trás, aproximou-se em meio daquela neblida. Sabia que era um homem, e fosse quem fosse, não sentiu medo algum. Tinha a sensação de que o conhecia.

— Pai? — sussurrou, não muito segura de se se referia ao dela ou ao próprio Deus.

O homem estava imóvel a distância, mas levantou a mão em sinal de saudação, como se a tivesse ouvido.

Ela deu um passo para frente, mas de repente sentiu um sabor na boca totalmente desconhecido. Levou as pontas dos dedos aos lábios. Quando olhou seus dedos, o líquido era de cor vermelha.

O homem abaixou a mão. Como se soubesse o que significava aquela mancha.

Kath retornou de repente a seu corpo. Parecia que tinha sido atropelada por um caminhão. Doía-lhe tudo. Gritou. Quando abriu a boca, voltou a sentir aquele sabor. Engoliu saliva com dificuldade.

E então, algo milagroso aconteceu. Seus sentidos despertaram.

Rafael sentiu que Kath se sacudia como se a tivessem eletrocutado. E logo começou a beber de seu pescoço com uma rapidez. Os braços dela se apertaram ao redor de seus ombros, as unhas se cravaram em sua carne.

Ele mordeu o lábio inferior,  enquanto a colocava sobre a cama, deitada para que o sangue fluísse melhor. Manteve a cabeça para um lado, deixando o pescoço exposto para ela.

O som dela bebendo seu sangue e saber que estava lhe dando vida provocaram uma monstruosa excitação.

Abraçou-a , lhe acariciando os braços. Animando-a a beber mais dele. A tomar tudo o que necessitasse.

Um pouco mais tarde, Kath elevou a cabeça. lambeu os lábios e abriu os olhos.

Rafael a estava olhando fixamente. Tinha uma ferida enorme no pescoço.

— Oh, Deus... O que eu fiz? — Estendeu as mãos para estancar o sangue.

Ele tirou as mãos dela dali.

— Aceita-me como seu hellren?

— O que? — Sua mente tinha dificuldades para compreender. 

— Kath...se case comigo.

— Eu..., eu...

Ela olhou o buraco em sua garganta e sentiu o estômago revirar.

A dor chegou rápido e forte. 

Se encolheu, e rodou sobre o colchão.

— Estou morrendo? — gemeu.

—Não. Claro que não. Isto vai passar — sussurrou ele. — Mas não será divertido.

Quase não podia ver o rosto de Rafael devido à dor, mas pôde ver em seus olhos uma grande preocupação.

Agarrou-a pela mão e ela deu um forte apertão quando a seguinte explosão torturante a dominou.

Sua visão se escureceu, voltou e se escureceu de novo.

O suor gotejava por seu corpo. Apertou os dentes e se arqueou. Girou para um lado e logo ao outro, tentando escapar.

Não sabia quanto tinha durado. Horas. Dias. Rafael permaneceu com ela todo o tempo.

Rafael respirou aliviado pouco depois das três da madrugada. Finalmente, ficou quieta, e não estava morta, a não ser tranquila.

 Tinha suportado a dor sem chorar. Entretanto, ele tinha passado todo o tempo pedindo que sua transição terminasse quanto antes.

Ela emitiu um som rouco.

— O que foi, minha leelan? — Baixou a cabeça à altura de sua boca.

— preciso de um banho.

— Bem.

Levantou-se da cama, abriu o chuveiro e voltou para buscá-la, carreganso ela em seus braços. Sentou-a no suporte de mármore, tirou-lhe a roupa com delicadeza, e logo a ergueu de novo.

A fez entrar lentamente na água, atento a qualquer mudança em sua expressão pela  temperatura. Ao não reclamar, foi colocando seu corpo lentamente, colocando primeiro seus pés na água.

Ele viu suas presas, eram tão lindas.

Brancas, brilhantes, pontiagudas. Recordou a sensação quando ela tinha bebido dele.

Rafael a apertou contra si durante um instante, abraçando-a. Logo deixou que seus pés tocassem o chão e sustentou seu corpo com um braço. Com a mão livre, pegou um pote de xampu e jogou um pouco sobre sua cabeça. Esfregou seu cabelo até formar espuma e logo o enxaguou. Com um sabonete, deu uma suave massagem na sua pele.

Segurando ela novamente entre os braços, fechou o chuveiro, saiu e pegou uma toalha. E a colocou outra vez sobre o suporte. Cuidadosamente, secou-lhe a água do cabelo, o rosto, o pescoço, os braços. Logo os pés e as pernas.

Sua pele ficaria sensível durante algum tempo, igual à vista e o ouvido.

Procurou sinais de que seu corpo estivesse mudando e não viu nada.

Tinha a mesma estatura que antes. Perguntou-se se poderia sair durante o dia.

— Obrigado — murmurou ela.

Ele a beijou e a levou até a poltrona. Logo tirou da cama os lençóis úmidos e a capa do colchão. Teve dificuldades para encontrar outro jogo de lençóis e colocá-los corretamente.

 Quando terminou, colocou-a em cima da cama, com lençóis de cetim.

Rafa se ajoelhou do lado da cama, consciente de que suas calças de couro e seus sapatos estavam encharcados.

— Sim — sussurrou ela. Ele a beijou.

— Sim o que?

— Casarei com você.


Continua...


Notas Finais


Oh my god...😷


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