História Cellbit :: War inside me - Capítulo 1


Escrita por:

Visualizações 124
Palavras 3.415
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🆘🆘[Sim, tô postando de novo, a percussão da fic não tava mt boa tá gente?]🆘🆘




Prometo não parar 🙏

Ps: Não acreditem em meus juramentos


Aceito ideias aí nos comentários ein?
Falou, boa leitura 👋📖

Capítulo 1 - I - Organização


P.O.V Lange

 


Só mais um dia havia começado, peguei meu carro e já estava seguindo até meu trabalho. Pois bem, eu me chamo Rafael Lange, meus amigos me chamam de Cellbit - um apelido que tinham inventado pra mim por algum motivo -, tenho 22 anos e não tenho muito a dizer sobre minha pessoa. Qual o meu emprego, para o qual estou indo? Talvez seja inesperado o que irei falar, mas eu sou uma espécie de agente secreto, assassino, espião, o que quiserem chamar, trabalho em uma organização cujo o chefe se chama Pedro Rezende, um rapaz forte e de respeito com seus 27 anos, mas todos o tratam pelo seu sobrenome ou até mesmo Rezendeevil, e eu não seria uma exceção para não chamá-lo desse jeito. 

 

Aí vocês se perguntam... Porque você é isso, ainda mais sendo tão "novo" assim? Não é como se eu tivesse um motivo próprio para ser o que sou hoje em dia, apenas passei por momentos difíceis, e digamos que isso me tornou mais forte e seguro de si, por um lado até mais frio e insensível, mas não deixo de ser um ser humano com uma vida social normal como as outras. Para além disso eu não saio matando qualquer um que me apareça à frente, Rezende costuma ter quase todos os dias - menos finais de semana e quarta, que são as minhas folgas - algum alvo na sua lista para ser executado, às vezes são pessoas com quem Pedro se dá mal ou apenas por serem gente importante e conhecida, apenas pra criar bagunça e desgraça, entende?

 

Um dos meus parças de trabalho é o Alan Ferreira, de 24 anos, é aquele com quem tenho mais proximidade entre todos os outros basicamente, podemos dizer que ele é um amigo meu, costumamos conversar todos os dias sobre coisas aleatórias, ou sobre simplesmente nossas matanças, na hora de almoço e nos pequenos intervalos que de vez em quando temos em comum durante o trabalho. Aqui existem vários grupos digamos, o grupo dos matadores - no caso, o meu e do Alan  -, o grupo dos hackers, o grupo da química e o grupo das armas, cada um tem a sua função. 

 

Matadores: Matar a devida vítima indicada pelo chefe e se infiltrar.

Hackers: Localizar as pessoas, rastrear aparelhos eletrônicos, hackear quer seja computadores, celulares, programas, enfim.

Química: Criar experiências que possam servir como um tipo de veneno ou forma de matar alguém.

Armas: Cuidam das armas, tratam de mantê-las limpas e de equipá-las com as devidas peças adicionais quando pedido ou necessário (silenciador, etc), também se encarregam das escutas e equipamentos de espionagem.

 

E antes que resolvam abrir a boca, obviamente ninguém sabe do meu emprego, pelo menos não o verdadeiro, sempre que perguntam o que eu faço da vida digo que sou um assistente administrativo e todos acreditam sem nem ao menos desconfiar ou questionar algo a mais sobre o assunto - até porque a roupa que eu uso para o trabalho é formal, do estilo camisa, então não há diferença no devido vestuário-, é melhor assim, não gostaria da pressão de ter que dar detalhes, NINGUÉM MESMO tem noção do que eu sou realmente, nem mesmo meu namorado. Sim, eu sou comprometido, estou em uma relação séria com Tarik Pacagnan, de 20 anos, um lindo e fofo garoto de olhos e cabelos escuros, junto de uma pele pálida igual a minha, mas a sua era mais macia e frágil. 

 

À tempos que não me apaixonava por ninguém, mas desde o primeiro dia que o vi, quando esbarrei contra ele enquanto estava indo para o colégio, com meus 18 anos e 16 dele, senti algo diferente dentro de mim - bem clichê, mas fazer o quê -, passou tudo tão rápido, depois de um pouco de conversa trocámos nossos números de celular e daí adiante surgiu uma amizade que depois de 2 anos se transformou nesse namoro que estamos vivendo, não gostávamos do peso na consciência de que eu já era maior de idade e ele menor, então evitamos esses sentimentos a mais até que Pac - o apelido dele - fez seus 18 anos enquanto eu já tinha meus 20, completaremos 2 anos de namoro no seu  próximo aniversário desse ano, sim, eu pedi ele em namoro em seu niver. 

 

Voltando ao momento de agora, assim que cheguei no meu destino estacionei meu automóvel um pouco distante para não desconfiar, segui a pé até a uma velha e enferrujada porta que ficava num canto de um beco abandonado, coloquei minha mão no scaner que logo reconheceu minhas digitais, a porta se abriu para o lado lentamente e eu entrei, a fechando discretamente e em silêncio de seguida. Automaticamente me encontrava dentro de um elevador, pressionei o botão do penultimo andar mais baixo - todos os andares eram no subsolo - e fiquei esperando até as portas de metal se afastarem, revelando uma sala que logo tratei de adentrar, ohei em volta e não vi Rezende, mas minutinhos depois senti uma presença atrás de mim. 

 

— Chegando primeiro que eu Rafael? – a voz reconhecida por mim comenta rindo e eu me viro na sua direção. — Tá animado pra trabalhar hoje é? – chefe sorri ladino e arqueia a sobrancelha, faço uma reverência de cabeça baixa e logo a levanto o encarando com um sorriso matreiro, realmente me identifico muito com uma raposa. 

 

— Claramente, animado como todos os outros dias. – fico de postura ereta novamente e os dois soltamos risadas baixas.

 

— Nem vem com essa, há dias em que você está mais mal-humorado que o Gru. – ri mais e eu reviro os olhos.

 

— Tá legal. Olha a criança falando de filme de animação. – cruzo os braços e debocho.

 

— Cadê o respeito pelo seu chefe? – pergunta sorrindo e chegando mais perto de mim até faltarem dois meros passos de distância, o moreno era mais alto que eu então eu ficava olhando ligeiramente pra cima.

 

— A verdade é que também assisto chefe. Por isso que eu tô zoando. – dou uma gargalhada nasal e ele me olha pensativo por um momento, vejo sua mão pegar uma pequena prancheta sobre a grande mesa da sala, olha ela por alguns segundos e desvia seu olhar de volta pra mim. 

 

— Sua vítima de hoje se trata do maior empresário do país. – afirma mudando o tom para algo mais sério e autoritário, penso por algum tempo. 

 

— O grande Mikhael Linnyker? O seu chefe? É isso mesmo? – questiono meramente surpreso admito, nunca imaginei que ele fosse me indicá-lo algum dia.

 

— Exatamente, como você sabe eu não trabalho apenas como líder desta organização como também sou o secretário de Linnyker, é como se eu fosse um sub-chefe da sua empresa de tecnologias, o responsável abaixo dele, sabe? – suspira meio frustrado, deixa a prancheta na mesa mais uma vez e pega uma xícara de café preto já pronta, antes não vista por mim, eu faria de tudo pra ter um café agora também. — Você quer um também não é? – saio do transe com sua pergunta, aparentemente eu não parava de encarar o objeto e líquido em suas mãos.

 

— Ah, sim. Por favor. – dou um sorriso nervoso e atrapalhado, mas logo volto à face de antes, Rezende vai até a cafeteira e enquanto prepara outro café pra mim volta a falar.

 

— Você também sabe que eu sempre quis o cargo dele, sempre gostei de ser líder, ainda mais liderar algo tão grande como a sua empresa, me tornaria milionário, quem sabe até mesmo bilionário, tenho capacidades pra cuidar de algo como aquilo... – o líquido quente já estava pronto e ele me entrega a xícara, sopro a pequena fumaça que insistia em sair e tomo um gole, o moreno em seguida faz o mesmo com o seu, tomando um outro gole junto. — É esse simples motivo pelo qual o quero morto, não aguento mais esperar, nada lhe acontece, tenho que optar pela sua morte planejada mesmo, e ninguém melhor pra tratar dele do que o melhor dessa organização. – sorri e sinto a mão dele sobre meu ombro, devolvo o sorriso e solto um suspiro. 

 

— Tratarei do caso. – falo firme e me retiro, voltando para o elevador, podendo ver Pedro de longe me observando antes das portas fecharem. 

 

Segui para o andar dos hackers e assim que cheguei fui em direção do melhor deles, Matheus Neves, mais conhecido como Pk, 18 anos, apesar de novo ainda me espanto com sua capacidade e habilidade para essa unidade com a qual ele trabalha, hackear e tudo mais não é pera doce, ah esqueci de falar, o garoto era meu parceiro de missões, ele estava com fones de ouvido enquanto fazia algo em um dos vários computadores do cômodo gigante, toquei seu ombro e o mesmo me encarou com um sorriso, retirando o objeto de suas orelhas.

 

— Eai Rafa? Beleza? – sorriu ladino, sempre com conversa fiada ele.

 

— Beleza. Bom, já tenho meu alvo, tá pronto pra começarmos mais uma jornada juntos? – falo zoando com uma voz e ações daquelas dos desenhos pra crianças, o punk dá risada. 

 

— Pronto capitão. – diz entrando na brincadeira e essa foi a minha vez de rir. — Falando sério agora... – se levanta da sua cadeira e vai até a porta que daria passagem à zona dos equipamentos de espionagem e tal. — Vamo começar? – sorri maldoso e eu devolvo. 

 

•∞∆&¶&∆∞•

 

Depois de me infiltrar como homem das limpezas, de Pk desativar todos os alarmes e câmeras, de eu conseguir escapar de seguranças com os quais não consegui esconder direito meu rosto, de apagar-lhes a memória e depois de agora me encontrar do lado de fora do prédio, amarrado ao terraço do mesmo por uma corda, me apoiando com os pés contra a janela do escritório do empresário esperando a minha deixa, - eu estava a cerca de 90 metros de queda livre, pois o edifício era gigante e o andar do chefe concerteza seria um dos mais altos - finalmente Pk comunicou comigo. 

 

— Pode avançar, silenciosamente não se esqueça. – fala através da escuta em minha gravata - eu tinha meu fato por baixo do uniforme de homem da limpeza e então retirei-o -, a gravata também tinha uma pequena câmera infiltrada pra ele puder ver o que eu vejo caso algo corresse mal, o que concerteza não vai acontecer. 

 

— Jurava que era pra entrar sambando Pk. – dito irônico girando os olhos e logo depois escuto baixinho Matheus resmungando algo.

 

Pego meu laser disfarçado de isqueiro - nada de batom não - e corto, lentamente e com cuidado, um círculo no vidro à minha frente, assim que termino empurro a janela pra dentro do cômodo sem fazer quaisquer barulhos, guardo do objeto de volta no bolso da minha calça e balanço minimamente, entrando dentro do tão falado escritório, me solto da corda, coloco minha Glock em mãos, equipada com silenciador, supostamemte é a melhor pistola do mundo, vinda da Áustria, olho em volta e avisto a minha vítima sentada em sua cadeira de couro giratória da secretária, chego cuidadosamente por trás e toco o "cano" da arma em sua nuca.

 

— Seria engraçado demais eu falar que já esperava que esse dia iria chegar? – Linnyker questiona retóricamente com sua típica voz rouca e dominante, ouvi ele suspirar e pude senti-lo soltar um sorriso um tanto quanto... sarcástico talvez? O virei de frente pra mim, girando o apoio da cadeira e nossos olhares se cruzaram, soltei um sorriso maníaco e coloquei meu pé sobre um espacinho do assento da cadeira onde ele se encontrava, mais dizendo consequentemente "entre suas pernas".

 

— E porque esperava tal traste? – perguntei sínico e calmo, peguei uma faca e passei vagarosamente pelo seu braço, apenas causando um mínimo medo - sim, tenho montes de armas em meu fato -. 

 

— Era previsível, depois de tantas notícias de mortes de gente importante e de alta sociedade, eu ainda ficava me perguntando o porquê de ainda não ter sido executado. – dá de ombros indiferente, mas dava pra perceber uns certos nervos através de seu dedo que não parava quieto. 

 

— Pelo menos você sabe usar a cabeça e aceita seu destino... – seguro seu queixo o forçando a me olhar bem fundo nos olhos, guardo o objeto cortante e volto a dar atenção à arma, trocando olhares entre ela e o ser de óculos. — ... Certo? – preciono a pistola contra seu peito e percebo sua respiração ficar um pouco mais acelerada.

 

— Certo, mas não pense que tudo ficará assim, o mundo dá voltas Rafael Lange Severino. – afirma e fecha seus olhos, esperando a morte acredito, mas como que caralhos ele sabia meu nome? 

 

— Gostaria de saber como a minha vítima sabe quem eu sou. – mordo o lábio e em seguida faço uma feição maldosa, franzindo a testa e travando o maxilar, vejo suas pupilas se tornarem visíveis pra minha pessoa novamente, Mikhael dá um riso nasal. 

 

— Claramente eu tenho meus jeitos e informações loiro. Você não perde por esperar. – ele tava zombando da minha cara? É isso mesmo? Meu sangue ferveu e tratei de destravar o gatilho, soltando um tiro silencioso seguidamente, jorrou um mínimo sangue pra meu fato, mas nada demais comparando a outras vezes, coloquei o objeto de volta em meu vestuário e caminhei até o buraco que havia feito na janela minutos atrás, olho por cima do ombro e o moreno ainda se encontrava respirando.

 

— Bons pesadelos. – mando um sorriso psicopata e em um movimento ágil e rápido lhe acerto com outra bala em sua testa, o escritório ficou empestado do líquido vermelho e de cheiro a morte, me prendo na corda novamente e encaro a cena uma última vez. — Ainda não entendo porque gosto de fazer isso. – sussurro meio frio e confuso, baixo o suficiente de maneira a que não se escutasse do outro lado da escuta. — Missão concluída. – falo para Pk e ele fala um "Vítima aniquilada com sucesso como sempre Rafa. Parabéns!" comemorando.

 

•∞∆&¶&∆∞•

 

Assim que voltei na organização alguns me parabenizaram pela missão bem sucedida como de costume, sobretudo Pk, Alan e Rezende, e falando em Rezende, ele falou que os alvos de sua lista já haviam sido todos mortos apenas hoje de manhã, sendo assim o moreno deu tarde livre pra todos nós após nos pagar o devido custo, eu optei por almoçar no trabalho como o normal mesmo, junto da companhia de Alan e de Pk, e assim que terminei de comer e de organizar algumas pequenas coisas me retirei do local e voltei pra casa com o meu amado Ferrari Califórnia 2018, branco, simplesmente lindo - sim, só agora tô falando isso mesmo -. Cheguei e logo depois que entrei recebi uma mensagem pelo zap de Luv <3, obviamente era meu namorado. 

 

Enter Whatsapp - Luv <3 #

Mor tá em casa já? <3

Tô sim Luv. Aconteceu alguma coisa? *-*

Não não não é isso, eu apenas queria saber se eu posso ir aí hoje. Já não nos encontramos à quase uma semana :-(

Tá carente é Baby?

Quem sabe... 

Pode vin sim, estarei te esperando meu grudento. Beijo ^3^

Beijoooo :3 Ps: Não sou grudento -_-

Leave Whatsapp - Luv <3 #

 

Como amo esse garoto. Subi até meu quarto - a casa tinha dois andares - e decidi vestir algo mais confortável, optei por uma calça moletom cinza, uma camiseta branca simples e o chinelo do costume, desci de novo até a sala, me instalei no sofá relaxando um pouquinho e fiquei assistindo TV, mais dizendo, Doctor Who - uma de minhas séries preferidas -, até escutar a campainha tocar, me levantei indo até à porta e acabei dando de cara não com quem estava esperando. 

 

— Luba? O que cê tá fazendo aqui velho? – falo totalmente perdido da vida ainda segurando a porta, ele vestia uma calça jeans e tênis pretos, e usava o moletom do super homem, claramente tava com seus óculos.

 

— Ué cara, um amigo já não pode visitar outro? – solta uma risada delicada e eu a retribuo, abro um sorriso em seguida. 

 

— Desculpa aí. – lhe dou um abraço com direito a tapinhas nas costas colocando a cabeça sobre seu ombro, eu era meramente de estrutura mais alta que ele. — Aliás, o que te traz a São Paulo? Você não é Catarinense não? – rio mínimo me afastando e vejo sua expressão se encher de alegria sem motivo aparente, pelo menos não que eu saiba. 

 

— Então né... – faz suspense e esfrega suas mãos uma na outra, filho da puta.

 

— Você sabe que eu odeio enrolação Luc– minha fala é interrompida pelo ser albino.

 

— EU ESTOU ME MUDANDO PRA CÁAAA! – grita de felicidade dando alguns pulinhos e batendo palminhas, eu começo rindo da cara dele e o puxo para outro abraço.

 

— Agora vai sofrer em nossas mãos Lubinha. – sussurro com um tom demoníaco depois de alguns segundos naquele carinho (abraço) e o loiro barbudo me solta na hora me empurrando.

 

— Vai se fuder brother! – me xinga e damos gargalhadas, eu concerteza fui mais escandaloso que ele, fazer o quê, nasci com uma garganta poderosa. 

 

Ficámos conversando algum tempo na entrada de minha casa até eu avistar Tarik chegando em seu carro, uma BMW 320i 2017 preta, o moreno saíu do veículo com um belo e contagiante sorriso nos lábios, vestia uma camiseta longa azul bebê, calça jeans clássica e tênis da Nike, veio até à gente, cumprimentou Luba - que já estava de saída -  com um abraço e a mim me deu um pequeno selinho, Rossi se despediu logo depois e eu e Pac entrámos na residência, tratámos de ficar assistindo Netflix durante um tempinho enquanto trocavamos pequenas carícias até decidirmos ver TV normal, nos deparando com a notícia da morte do maior empresário do país, Mikhael Linnyker, evitei rir da situação já que meu namorado estava do meu lado, se estivesse sozinho concerteza faria uma festa.

 

— Nossa, que horror. Ultimamente tem havido muitos assassinatos, tudo de gente poderosa, não entendo o porquê disso... – o pequeno ser do meu lado comenta e eu passo o braço por cima de seu pescoço o puxando para mais perto, deixo um peteleco em sua testa e sorrio sem mostrar os dentes.

 

— Pois é, não sei qual o interesse em sair por aí matando pessoas, pelo que sei não é apenas uma pessoa que anda fazendo esses assassinatos. – tentei entrar no clima, como se eu não soubesse de nada, não podia me demonstrar nervoso ou algo do tipo, a minha sorte é que sou um ótimo ator.

 

— E ninguém faz a menor ideia de quem seja. – suspira e se encolhe em meus braços, aconchegando sua cabeça em meu peito, ele começa fazendo linhas imaginárias sobre meu abdômen coberto e eu o aperto mais contra mim. — Eu tenho medo Cellbit... E se eles começarem matando qualquer gente? Tipo eu, você, nossos amigos, familiares. – sua voz saiu meio trêmula e medrosa, confesso que a parte dos familiares me fez sentir uma pequena pontada no coração, mas tratei de não ter quaisquer flashbacks. 

 

Peguei em seu queixo fazendo o moreno me olhar nas íris azuis enquanto eu olhava as suas castanhas, nos aproximo fechando os olhos e celo nossas bocas uma na outra, começando um selinho que logo se transformou em um beijo de língua sereno, eu tentava passar segurança naquele ósculo e parece que consegui, pois Pac se encontrava cada vez mais calmo, nos separamos. Ah Tarik... Eu te garanto que não iremos sair por aí matando qualquer um como você teme, tenho pena de você meu bem. 

 

— Luv eu nunca irei te deixar pra morrer nunca, nós somos um só, pra te machucarem terão que passar por mim primeiro, eu te juro. – digo em um tom tranquilo e lhe dou um beijinho no nariz, o mesmo ri minimamente de um jeito fofo e em seguida me olha. 

 

— Eu te amo. – fala baixo e carinhoso e encaixa sua cabeça na curva de meu pescoço, deixando um pequeno selinho lá, me arrepiei um pouquinho, um minuto depois percebo que ele adormeceu.

 

— Não mais que eu pequeno, não mais que eu... – beijo sua nuca uma última vez, faço um pequeno carinho em sua mão vendo um sorriso se formar em sua face adormecida e eu me deixo levar pelo momento também, dormindo abraçado junto a ele. 

 

 

 

 

 

 

 

CONTINUA OU PARA?

Notas Finais


Concerteza está uma bela bosta como sempre, mas fazer o quê não é mesmo minha gente? 💙

🆘 Acredito que demorarei pra postar cap novo dessa fic porque estou tentando fazer algo mais trabalhado e "profissional", vamos dizer assim, vou fazer de tudo pra dar o meu melhor nessa estória :3 🆘

Obrigada pela atenção, espero que tenham gostado, um beijo de pudim pra vocês meus docinhos 😘

Ps: Sorry por talvez erros ortográficos :/


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...