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História Celular sujo! - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Eu literalmente sou ceo of Ranpoe, puta merda. Mas enfim, eu escrevi isso em 22 minutos e fiz pESQUISAS para escrever, eu NÃO PESQUISO NADA quando vou escrever, essa história é privilegiada sim.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Talvez não tão sujo assim;


Tirando grande parte das fotos onde estava dormindo, fotos das quais ele nem sabia a existência, o celular em sua mão direita tinha muitas fotos fofas das quais ele nem se lembrava. 

E sim, Edgar Allan Poe estava falando das fotos que haviam no celular de seu querido namorado, vulgo Edogawa Ranpo. 

Mas o foco não era o dono do celular ou quem estava mexendo, mas sim as fotos nele. Cada foto tão especial para Poe que ele definitivamente se sentia feliz e com o coração quentinho. 

A primeira vez que saíram em um encontro. Aquela foto onde ambos estavam na belíssima cidade de Karuizawa, onde Ranpo só havia ido por achar que seria um grande mistério resolver o motivo de ser ele na viagem. Foi onde Poe se declarou pela primeira vez para Ranpo e não para o espelho na tentativa de treinar. 

Tinha a foto de quando Ranpo se declarou para si quando passaram o dia juntos em Furano. Poe só havia ido porque havia sido usado por Ranpo, mas no final ele ficou muito feliz. 

Tinha a foto do primeiro beijo de ambos na ponte Rainbow Bridge no anoitecer, havia sido lindo e impagável. A foto do primeiro jantar juntos, a foto do primeiro almoço, a foto de um mês de namoro, a foto em um campo de flores, a foto na estação de trem, a foto da primeira vez que Poe dormiu na casa de Ranpo e os dois passaram a noite abraçados assistindo filmes de ficção e mistério enquanto trocavam beijinhos e carícias. 

Tinha a foto da primeira vez que Ranpo dormiu na casa de Poe e eles passaram a noite dormindo abraçados por estarem cansados. 

Tinha foto de antes e de depois da primeira vez dos dois juntos, onde fizeram amor a noite toda. Tinha até mesmo foto de Poe enquanto ele dormia nesse mesmo dia – Poe não poderia falar nada, ele também tinha foto de Ranpo dormindo nesse dia. 

Ranpo literalmente tinha registrado em sua galeria todos os momentos felizes dos dois. Era por isso que Poe amava mexer no celular do namorado, para poder ter a lembrança daqueles momentos.

Poe era, definitivamente, um grande apaixonado por Ranpo. 

Ele estava feliz vendo as fotos fofas até que, sem querer, encontrou um álbum que ele não conseguia entrar, como se ele fosse protegido por alguma senha. De primeira, Poe estranhou aquilo, porque surpreendentemente Ranpo o contava tudo, mas depois pensou que não deveria ser nada e ignorou. 

Ou pelo menos, fingiu ignorar. Começou a prestar atenção no barulho que Ranpo fazia enquanto tomava banho e acabou por desbloquear aquela pasta na base de muita sorte, pois aquela senha ele não sabia qual era. 

Segundo os barulhos, ainda faltava algum tempo – 8 minutos para ser exato; – para Ranpo sair do banho, então ele teria tempo para ver todas as fotos. E sinceramente? Ele preferia não ter olhado. 

A primeira foto que viu era uma onde acabava de sair do banho e estava somente com uma toalha envolta da cintura. Nunca na sua vida descobriria a existência daquela foto se dependesse da senha de Ranpo, e com razão. 

Tinha foto de Poe sem camisa, sem calça, sem camisa e sem calça, fotos de todos os tipos. E, para piorar ainda mais a situação, tinha um vídeo. 

Ele não queria nem saber o conteúdo do vídeo. 

— Amor, você... — Ranpo saiu do banho enrolado em uma toalha, assustando Poe da pior maneira possível, o que fez ele jogar o celular na cama desesperadamente. 

— Aí meu Deus! Rapaz, como teu celular é sujo! — Poe disse alto e de maneira que nunca diria se não tivesse assustado, mas provavelmente Ranpo nem precisava de muito para descobrir o que houve. 

— Você descobriu? — Ranpo perguntou se aproximando cautelosamente. 

— Sim. — Poe estava sem fôlego algum, o susto definitivamente quase tinha o matado do coração, mas Ranpo sabia bem disso. 

— E o que achou? — O interesse estranho do menor fez Poe se acalmar quase que imediatamente, fazendo ambos se encararem e desviar o olhar. 

— Eu gostei, até me deu um pouco de tesão. — Disse com a voz baixa, muito envergonhado para olhar Ranpo nos olhos. Pelo visto, o outro sentia o mesmo, por isso tentou evitar contato visual e andou lentamente até isso guarda roupa. 

O silêncio que ficou no quarto era totalmente incômodo e nenhum dos dois queria que ele continuasse, mas ainda estavam com vergonha demais para falarem algo. Ranpo olhou a roupa que iria colocar, olhou discretamente para Poe, e de repente nem se importava mais. 

— Uma rapidinha antes da gente sair pra jantar? — Perguntou antes de jogar a roupa no guarda roupa e se aproximar de Poe. 

— Com toda certeza! — E então, eles se beijaram. 

O engraçado é que depois daquilo os dois perceberam que ganharam mais uma foto fofa de casal por culpa do celular sujo de Ranpo e passaram muito tempo rindo daquilo.



Notas Finais


Enfim, alguns momentos desse capítulo eram para ser fanfics, como a viagem pra Karuizawa. Ela era para ser uma fanfic escrita para um dos projetos que eu participo, mas esse mês literalmente foi um porre e eu acabei nem escrevendo.
Outras situações eu tirei de coisas que vi em algum lugar (o Poe falando sobre o celular do Ranpo foi brevemente inspirado no Jake Peralta de Brooklyn 99, o beijo na ponte eu tirei de qualquer lugar aleatório aí, mas enfim)
Eu realmente fiz pesquisas para escrever essa história e espero que tenha ficado bom. Até mais!


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