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História Central H - Capítulo 1


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Notas do Autor


Um pequeno aviso, nas categorias colocadas na história só está Kimetsu no Yaiba, mas não se preocupe eu só coloquei dessa forma porque todas as categorias que eu vou colocar nessa história não foram colocadas como categorias aqui no Spirit. Outra coisa, esse capitulo é como se fosse uma forma de ver como vocês vão reagir, se gostarem eu irei continuar caso não eu farei outra história diferente.

Capítulo 1 - Introdução


Fanfic / Fanfiction Central H - Capítulo 1 - Introdução

            
           As vezes perdemos muitas coisas, sejam de forma que nem nós mesmos percebemos ou até  essas coisas sumirem por si próprias, e normalmente elas vão por nossa causa mesmo que a gente não queria, e no final acabamos nos dando conta de que simplismente aconteceu. Não que isso seja o motivo de minha pessoa estar fazendo esse vídeo, mas é apenas um pequeno comentário dos típicos começos de histórias melodramáticas.
             Como todos os meus antepassados e os meus futuros sucessores, eu tenho um desejo, um objetivo, um trabalho que está sendo encaminhado pelo destino. Eu posso não ter o trabalho mais justo do mundo, ele de longe é considerado o mais amado, eu faço parte de uma corporação universal de buscadores das almas. Na corporação onde eu prático o meu trabalho eu preciso achar o errado do sistema, aquilo que não se encaixa, o mais conhecido defeito do mundo. O que eu faço com os capturados? Bom, eu tento arranjar um lugar onde eles podem ser considerados certos, mas isso para aqueles que conseguirem  passar sobre meu julgamento e se salvar para não ser qualificado para ir para um lugar pior que o inferno. Esse lugar se chama Central H um lugar onde levamos aqueles que tem um defeito grande o suficiente para ter que ser concertado, lá eles podem ser torturados, usados como cobais, usados para serem simples escravos ou até pior, se tornar um dos meus.
              Não comecem a me julgar, não é como se eu tivesse a escolha de trabalhar no que trabalho, se eu não trabalhar posso ser morto, talvez seja a melhor opção para alguns mas não para mim. Sabe eu não sou o tipo de pessoa que começa a desabafar por aí ou que sequer fale sobre seus sentimentos, para eu ter que fazer o meu trabalho eu preciso me fazer de personagem da história de minha vítima, para julga-la e fazer ela me considerar íntimo o suficiente para que eu a convença de que o mundo dela não é o certo para ela, sim, eu os faço se matarem para eu carregar suas almas até onde eu achar correto. Não se irrite  eu não os levo para a Central H, levo para um lugar menos perigoso chamado CRFJ (Centro de Recuperação da Forma J) , esse tipo de lugar é para onde as pessoas como eu que pensam que essas almas merecem uma segunda chance de viver em paz, lá é como se fosse um grande escola onde os ensina como é O Meu Mundo para que eles possam viver através das nossas regras e que para sempre seram considerados erros sem concerto, mas acredite em mim é muito melhor ir para lá do que passar pelo processo da Central H, mas essa decisão não é minha eu os pergunto para onde querem ir e daí em diante eu não posso mais os proteger. Eu sou como uma pós morte e também trabalho no CRFJ como professor e organizador dos setores, onde todos eles ficam para dormir e em que sala iram estudar. Pode-se dizer que eu tenho uma capa dupla, em uma eu tiro a felicidade deles e na outra eu os dou outra oportunidade, mas não conte isso a eles vai manchar minha imagem. 

       Eu não sinto pena daqueles que eu capturo, mesmo que eu não os encontre eles seram mortos brutalmente por meus colegas ou pela Central Z essa central é diferente das outras, enquanto as centrais do tipo da que eu trabalho querem consertar os erros dessas pessoas, na Central Z eles querem capturar eles para os tornar em um receptaculo, receptaculo esse que sera onde eles se aproveitaram do corpo, alma e psicologico dessas pessoas, eles fazem de tudo, tudo mesmo, uma vez tivemos um caso em que encontramos uma pessoa totalmente massacrada, encontramos fatores de que foi estuprada, abusada até onde aguentou. Uma coisa que me é bem estranha nessa história é que ninguém nunca viu um buscador da alma da Central Z por perto, nem mesmo uma pista de que outra pessoa esteve ali além de um dos nossos, não sabemos se essas histórias são as verdadeiras, nem sabemos se ela realmente existe ou se as pessoas de lá são pessoas mesmo. Eu apenas estou os contando o que eu escuto no meu dia a dia, eu queria poder ir para um lugar tranquilo onde não precisasse matar ou induzir outras pessoas a fazê-lo, mas eu realmente não tenho escolha, eu tenho a vontade de viver por aqueles que eu não pude salvar, manter intacto a imagem daqueles que um dia eu já amei, daqueles que eu jurei proteger e não consegui por só cometer atos falhos. Eu fiz uma promessa a mim mesmo, de que iria viver por todos eles, que iria fazer o mais certo possível que esteja nas minhas mãos, que não deixaria mais ninguem se ferir como eles e que nunca, jamais, em hipótese alguma eu iria novamente me tornar naquilo que um dia eu já fui, no terror de todas as centrais  possiveis de se encontrar..... Prisioneiro  N⁰ 000, cão de caça.



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