História Céu aberto - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Drama, Fantasia, Romance
Visualizações 9
Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Antes de tudo peço desculpa por qualquer erro ortográfico que possa haver aqui, eu sei que histórias originais normalmente têm menos visualizações, mas às poucas pessoas que visualizarem sintam-se livres para dar a sua opinião nos comentários para me ajudarem a melhorar a minha escrita. Esta é a minha primeira história original aqui no spirit, espero que gostem. ^-^

Capítulo 1 - O medo


A chuva caia ferozmente nas ruas, o vento soprava com força e os céus gritavam com as trovoadas intensas daquela noite, Allison corria desesperadamente pelas ruas encharcadas,  o som dos seus passos ecoava nas ruas e a sua respiração estava acelerada e desesperada. O seu coração batia aterrorizado de forma tão intensa que parecia que ia romper o seu peito. De repente o seu pé desliza numa poça de água fazendo-a cair violentamente no chão,  Allison olhou para seu perseguidor com medo porém com o coração consumido de raiva.  

-Não adianta fugir Alli, eu já te tinha dito,  já te tinha avisado!! Eu.. Eu tentei ser simpático no início... Eu dei te todo o meu amor!!  E tu rejeitas-te me como se eu fosse lixo... Eu dei te uma chance de aceitares o meu amor para ser mos felizes... Mas tu... Achas-te boa demais para mim hm!?  Achas te muito boa!? Não passas de uma puta e agora...  Não passas de uma puta MORTA. -O homem aterrorizante que à tempos lhe parecia inofensivo,  ergueu a navalha implacável que segurava firmemente e atirou-se para cima de Allison que se encontrava vulnerável no chão. A navalha ia direta à barriga da jovem assustada. As gotas de chuva escorriam nos óculos do cruel e psicopata agressor ocultando os seus olhos frios e sem vida, a expressão de ira e frustração no rosto daquele lunático enchia Allison de terror.  Num reflexo Allison desviou-se para longe do alcance da lâmina,  levantando-se desesperadamente.  

- Afasta-te de mim!  Alguém me ajuda!! Daniel isto é de loucos tu tens de te acalmar!! -grita Allison recuando nervosamente para trás. 

-Cala-te!!  Já te dei chances o suficientes para me amares!!  Agora... Tu tens de pagar por tudo o que me fizeste sofrer! Se eu não te posso ter!  NINGUÉM PODE!! -Daniel saiu a correr desalmadamente atrás de Allison que correu tremula pela sua vida. 

-Alguém me ajude!! Por favor!! -Allison gritou por ajuda pois tinha deixado seu telemóvel cair minutos atrás,  cruzou a rua o mais rápido que pode tentando chegar à floresta ali próxima, com esperança de conseguir despistar Daniel e escapar das suas garras obsessivas,  porém ele era mais rápido e aproximava-se dela velozmente. Quase entrando pela floresta de frondosos Pinheiros ela viu uma silhueta negra entre as agulhas finas e molhadas dos Pinheiros com olhos amarelos e brilhantes que se destacavam na escuridão, o medo de Allison aumentou ainda mais,  parecia impossível,  a sua vida passou diante seus olhos e por momentos ela pensou: Eu vou morrer agora.  

Allison sentiu uma um ardor cortante na sua barriga a prefurar o seu interior,  a dor intensa fê-la gritar em sofrimento.

E derrepente, tudo ficou Negro... 

Tudo desapareceu, ela sentiu-se leve e flutuante... 

Allison POV: 

Eu morri... Eu estou a ir para o lado de lá...  O silêncio é... É tão bom... A paz...  É como se eu estivesse a... Voar... 

(O som da chuva começou a voltar lentamente) 

-Não acredito que trouxeste uma humana para aqui! No que estavas a pensar!? O Dominus vai ficar furioso!!  E tu vais ver quando ela acordar e os outros cheirarem o medo dela! Ela vai ser morta!! - disse uma voz feminina. 

-Eu só a trouxe porque ela ia morrer! Ela foi atacada por um humano! Ela estava ferida,  não podia deixa-la morrer... - respondeu uma voz masculina. 

-Ela tinha mais possibilidades de sobreviver lá fora do que aqui!  Rodeada de Demos! Tu devias ter utilizado a tua forma humana!! É expressamente proibido utilizares a tua forma de Demo fora da mansão! Ela viu te concerteza!!  Vamos ter de matá-la! -gritou novamente a voz feminina. 

Estou com medo! O que está a acontecer!?  Onde estou!? 

-Eu não consegui evitar!!  O cheiro do medo dela era tão tentador,  tão irresistível... -disse a voz masculina. 

-E ainda voas-te com ela até aqui!!  Consegues ser menos discreto!? -a voz feminina calou-se.  *sniff* *sniff*

-Ela acordou... - a voz dela soou maliciosa. 

-shhh,  Suzan controla te,  eu peço te... -pediu a voz masculina. 


Notas Finais


Por agora fico por aqui, mas continuarei em breve, obrigada por lerem. <3


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