História Céu aberto - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Drama, Fantasia, Romance
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Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Muito bem, eu devo informar que estou bastante entusiasmada com esta história e que é um prazer postar aqui para partilha-la com vocês! ^-^

Capítulo 2 - Tirem-me daqui


Allison POV: 

Eu quero abrir os olhos mas,  eu tenho demasiado medo, eu estou confusa não sei o que se passa,  eu sinto o ardor do meu ferimento e também sinto um aperto na barriga como se estivesse ligada com uma ligadura,  seja quem for que me trouxe para aqui, tratou de mim,  salvou me a vida... 

-Tens razão,  o cheiro do medo dela é delicioso...  Hahaha,  então tu sentiste compaixão por esta rapariga porquê? Porque ela é bonita? - disse a voz feminina de forma ameaçadora. Eu sinto o calor deles perto de mim,  está a dar-me nervos.     

-Tu sabes que a minha mãe não gostava de magoar humanos... -respondeu a voz masculina.  Humanos!?  Que conversa é esta?!  Estarei a sonhar!?  Onde estou!?  Tantas perguntas na minha cabeça. 

-Mas tu já matas-te humanos antes,  o que têm esta rapariga de diferente? -a voz feminina soa sempre maliciosa e enche me de arrepios. 

-O cheiro dela é diferente, e acho que estou num bom mood,  não estava com vontade de ver sofrimento,  eu alimento me de medo, não de agonia e dor... Foi horrível,  ela estava agonizada... -disse a voz masculina.  A voz dele era suave e profunda. 

-Então e o homem que a atacou? O que lhe aconteceu? -perguntou a voz feminina,  acho que se chamava Suzan. 

-Eu alimentei me do medo dele,  e depois acabei com ele... 

-HAHAHAHAH,  e não querias ver sofrimento!?  Tu és um hipócrita Corvo! -gargalhou a mulher. Corvo!? Ele matou o Daniel!?  O Daniel está morto!?  Levantei me e abri os olhos bruscamente.  Senti de imediato uma dor aguda no meu ferimento.  Eu não acreditava nos meus olhos,  o que se encontrava diante de mim realmente não era humano...  O meu coração acelerou imenso.  

-Deita-te,  o teu ferimento ainda não sarou. -disse a criatura masculina.  Ele parecia um rapaz humano mas...  Ele tinha umas asas enormes negras e brilhantes, parecidas às de um corvo, estavam repletas de gotas de água da chuva e o rapaz em si estava encharcado. Ele tinha chifres de carneiro,  sim... Chifres... E os olhos dele eram verdes claro muito amarelados, tinha cabelos negros um pouco comprido que escorria gotas de água para o chão. Eu congelei, aquela criatura olhava me nos olhos com tanta normalidade. A criatura feminina tinha longos cabelos ruivos ondulados e e também tinha chifres e asas, as asas dela eram castanho escuro. A minha respiração acelerou imenso, acho que estou a ter um ataque de pânico,  onde estou!?  O que são estas criaturas!? Eu quero ir para casa! 

-AAAAAAAAAAH!!! - Gritei bem alto. A criatura feminina rapidamente tapou me a boca. 

-Calada! Se te ouvirem,  estás morta! - disse a ruiva num sussurro alto. Eu tento acalmar a minha respiração e convencer me de que isto é apenas um pesadelo. A criatura masculina subitamente recolheu as suas asas e chifres inexplicavelmente,  apresentando uma forma humana que aparentava ser normal e nisso a ruiva fez o mesmo. 

-Tem calma,  estou a tentar ajudar te... -sussurrou o rapaz. Eu acalmei me um pouco,  isto é de loucos... 

-Eu vou manter me fora disto Corvo... O Dominus vai ficar furioso. Eu sei como o meu pai é quando fica zangado e não estou disposta a levar com as consequências da tua insolência.  Boa sorte. - Ela tirou me a mão da boca, e saiu do quarto.  Agora que reparo,  estou num quarto com um aspeto bem luxuoso, preto e vermelho,  deitaram me numa cama enorme, têm molduras com fotos do rapaz e outras pessoas na parede.  Este deve ser o seu quarto.  Rapaz?  Eu não lhe chamaria isso. Criatura. Estou a esforçar-me imenso para me acalmar. 

-Quem é o Dominus,  o que és tu!? O que se passa!? - perguntei cuspindo as palavras num instante. 

-Tem calma. Antes de mais, como está o teu ferimento? -perguntou ele com uma expressão calma. 

-Responde-me! - exigi respostas frustrada. 

-ah... És mesmo impaciente... Não te posso dar respostas,  desculpa, tu já ouviste demais... Mas não te preocupes,  estás a salvo aqui... - respondeu ele relaxado, a naturalidade dele a responder me Irritou-me. 

-Eu quero ir embora AGORA, eu estou bem. -exigi me levantando bruscamente da cama. 

-Espera!  Não podes ir já! Ainda preciso que alguém te veja! -disse ele meio que com um tom desesperado empurrando me com cuidado para a cama de novo. 

Bang! Bang! Bang!  Alguém bate à porta derrepente fazendo me pular com o susto,  o medo que tinha à um minuto atrás voltou e eu entrei em pânico novamente. 

-Abre a porta Corvo!! -uma voz áspera e masculina grita através da porta e parece furiosa. Será que é o Dominus de que falaram!? O meu coração estava a mil batidas à hora. 

-Eu consigo cheira-la!  Abre! -repetiu a voz e com essa ordem o rapaz levanta-se com uma expressão frustrada e abre a porta que estava trancada.  Um homem bem alto entra no quarto,  de cabelo castanho aruivado penteado para trás, barba e olhos cansados e cruéis,  ele tinha chifres e asas também, um dos seus chifres estava partido e as asas dele eram cinzentas e maiores do que as do rapaz,  que todos chamam de Corvo. Ele vinha acompanhado de uma mulher de cabelos castanhos escuro e encaracolados que usava roupas com um aspecto profissional ,  e de um homem negro e corpulento de fato. 

-Perdes-te a cabeça!? Trouxeste para aqui uma humana!?  Não achas que temos problemas suficientes com os caçadores!?  Queres mais humanos a saber da nossa existência!?! E ficas aqui a falar com ela!? Estou farto das tuas compaixões!!  Ainda nos vais levar à ruína!! -gritou o homem olhando nos olhos do rapaz com uma fúria ardente no olhar. 

-Ela ia morrer!! Eu não consegui deixá-la morrer! Não me culpes por não ser frio e cruel como tu! Por favor,  deixa a Danna hipnotiza-la para que se esqueça do que aconteceu! -pediu o rapaz de volta,  mesmo chateado o seu tomar de voz continua calmo. *Slap* O homem pregou um forte estalo no rosto do rapaz,  o som percorreu o quarto. O homem parece ser muito perigoso.  Eu estou em choque,  não sei mais o que pensar,  só rezo em pensamento para sair deste sítio viva. 

-Scott! - chamou a mulher de cabelos castanhos ao lado do homem,  ela cruzou os braços como que chateada com o facto do Homem ter batido no rapaz. 

-Leva-a para a floresta!  Leva-a para a floresta e mata-a! Concerta a asneira que fizeste! Talvez assim não penses mais em trazer humanos para a mansão! -gritou o homem vermelho de raiva.  O rapaz só olhava para baixo e escutava com uma expressão de raiva e desilusão. 

-Sim Dominus... - o rapaz pronunciou em voz baixa contra sua vontade. 

Não!!! Ele vai me matar!! Não estou pronta para morrer!! 

 


Notas Finais


Este capítulo deve estar um pouco pequeno, mas espero que gostem!


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