História Céu aberto - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Tags Ação, Drama, Fantasia, Romance
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Palavras 1.056
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Volto a repetir que estou aberta a críticas nos comentários ^-^

Capítulo 6 - O pesadelo


Corvo POV: 

-Corre Caio! Eles vêm ai!-Ordenou o tio Scott combatendo um Demo inimigo. Eu obedeci correndo pelos corredores largos da Mansão dos Scorpion,  a Danna foi atacada e um Demo avançado imobilizava-a pronto para lhe partir o pescoço,  corri para a acudir e esmurrei o rosto do Demônio inimigo ,  com toda a força que tinha,  fazendo o cair no chão com o impacto. 

-Muito bem.  Obrigada Corvo... -agradeceu Danna aliviada,  normalmente seria a Danna a salvar me,  foi bom retribuir as vezes em que ela me ajudou e ajudá-la por uma vez.  O tio Scott apareceu no corredor em que estávamos com um chifre partido que parecia muito doloroso e a Suzan inconsciente nos braços.  

-Danna preciso que lhe aceleres a regeneração...  Ela está muito ferida...  Eu não consegui salvá-la a tempo...  Ajuda-a por favor! -O tio Scott estava muito preocupado,  nunca tinha o visto assim. A Danna correu logo para junto da Suzan. Para usar o seu 6° sentido e estagnar o sangue do ferimento da Suzan. 

-Tio,  onde está a mãe!? -perguntei,  ela saiu de perto de nós à algum tempo,  procurando o líder dos Scorpions. Estou preocupado com ela.  O meu tio deixa Suzan nos braços de Danna e levanta-se rapidamente. 

-Protege a Suzan.-ordenou,  colocando ambas as mãos nos meus ombros. Nem pensar!  Eu quero ajudar a minha mãe!  Estou preocupado com ela! 

-Não tio,  eu quero proteger a minha mãe! -exigi tirando as mãos dele de cima de mim.  O meu tio suspiros e voltou a agarrar me nos ombros,  desta vez com força. 

-PROTEGE A TUA PRIMA E NÃO SAIAS DAQUI. -Ordenou de forma extremamente autoritária olhando me nos olhos.  Eu engoli seco e ele soltou-me. Eu quero ajudar a minha mãe. A Danna é bem mais avançada que eu ela consegue proteger facilmente a Suzan... 

-Sim,  senhor. -Não vale a pena discutir com o meu tio,  especialmente nesta altura.  O meu tio voou velozmente pelo corredor. Passado uns minutos que mais pareciam horas de preocupação e ansiedade.  O meu tio aparece a coxear,  fraco e aleijado,  com lágrimas a escorrer pelo rosto e a minha querida mãe desacordada em seus braços.  O meu tio olha para mim encorporando a tristeza pura. 

-Nós perdemo-la... -ele pernuncia com uma voz tremula. Eu caio nos meus joelhos no chão.  As lágrimas surgem imediatamente nos meus olhos.  O desespero e os soluços de tristeza descomunal preenchem me o peito. 

-Aaaaaah! -grito.  Acordo na minha cama,  no meu quarto...  Foi tudo um pesadelo...  Aquele dia  vai perseguir-me eternamente... Apercebo-me que lágrimas reais escorriam pelo meu rosto.  O sonho foi tão real...  Sinto tanta falta dela... Limpo as lágrimas e recomponho-me , viro me de barriga para baixo.  Não quero sair da cama... Estou cansado,  esta sesta deixou-me mais cansado do que estava antes de dormir,  secalhar eu não devia trocar tanto os meus horários do sono,  à noite caminho pela floresta e de dia durmo por horas...  Não treino à uma semana... Se continuar assim vou ficar mais fraco... Hmmmm eu devia mesmo levantar-me mas a cama está tão quente e confortável...

A porta do meu quarto abre de repente. 

-Hey!  Já ouviste falar em bater à porta? -digo,  sentando-me na cama e bocejando.  É a Suzan e ela não está com boa cara, aliás,  está com um aspecto bem furioso. 

-Já ouviste falar em cumprir ordens!? -disse ela cruzando os braços.  O quê?  O que é que ela sabe?  Senti um frio no estômago.  Levantei me e aproximei-me dela. 

-Do que é que estás a falar? -perguntei naturalmente. 

-Estou a falar da rapariga que sabe tudo sobre os Demos existirem, que anda ai a passear na floresta! - gritou a Suzan com uma voz atacante. Merda. Ela descobriu!  Aquela rapariga é louca?  Anda por aí na floresta onde o líder dos Demos mandou-a matar?  Ela é muito corajosa,  voltou para buscar o pendente e conversou comigo sem fugir. Ela realmente é uma humana interessante...  Ela é diferente... 

-Fala baixo Suzan... Ainda podem ouvir-nos... Escuta.. 

-NÃO CORVO! Tu fazes ideia da gravidade da situação!?  E se ela contar a alguém!? E se ela contar a alguém importante!!?  Tu perdeste o teu pai à custa de caçadores e deixas um ser humano andar por aí a dar-lhes razão?? A contar ao mundo!? Estás louco!? -A Suzan está furiosa,  ela realmente está preocupada com o nosso povo,  e até referiu o meu pai... Como é que ela se atreve?! 

-Eu não a consegui matar!  Ela disse que não contaria a ninguém!! Eu não consegui ok!? - respondi revoltado.   Ela pegou nos meus chifres com força e aproximou o meu rosto do seu. 

-Tu fizeste o juramento!  Tu juraste nunca fazer nada que colocasse o Clã em perigo! E o que tu fizeste,  COLOCA O CLÃ EM PERIGO! -A Suzan está a fazer muito barulho ,  já deve ter chamado à atenção de alguém. 

-Suzan!-empurrei-a para que largasse os meus chifres. 

-Não podes contar ao Dominus nem à Danna.-pedi embora a cara de raiva dela me desse certezas de que ela não iria ficar em silêncio. Ela suspirou e olhou para mim revoltada. 

-Eu não sei, primo, desiludiste-me...  Tu já mataste antes,  é verdade que nunca gostaste mas também nunca poupaste assim uma vida... Porque é que a deixaste? - perguntou Suzan visivelmente tentando se acalmar. 

- Eu não sei...  Quando eu olhei nos olhos dela... Eu não consegui... Ela era demasiado... Demasiado forte... -eu pernunciei sentando-me novamente na cama. 

-Como assim demasiado forte?!  Ela é uma simples  humana,  é impossível ter uma força superior à tua. -A Suzan olhou para mim com uma cara chateada mas confusa. 

A Danna entra pela porta de braços cruzados e com uma cara desiludida e chateada. Oh não.  Ela ouviu tudo... Estou feito... 

-Eu estou muito desiludida contigo.  As tuas ações terão consequências Caio! -A Danna nunca me chama pelo nome só quando está realmente chateada,  engulo seco. Consegui escapar de qualquer punição , por ter trazido uma humana aqui , porque ela me defendeu...  Merda,  desta vez não me safo.... 

-Caio,  não tenho escolha se não contar ao teu tio,  lamento mas eu jurei lealdade a ele,  e ao contrário de ti eu cumpro os meus juramentos... -disse Danna acentindo negativamente com a cabeça. A Suzan olha para mim com compaixão e desilusão,  e sai do meu quarto. 


Notas Finais


Peço desculpa por este capítulo ser tão pequeno 😜


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