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História Céu de Bronze. - Jikook ABO - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Olá amores! Estão todos se cuidando? Espero que sim!

Capítulo não revisado.

Temos uma parte + 18, vou pôr esse emoji 🔞 onde começa e onde termina, para quem não gostar de hot.

Bora?

Capítulo 14 - A verdade as vezes dói


Fanfic / Fanfiction Céu de Bronze. - Jikook ABO - Capítulo 14 - A verdade as vezes dói

O que é melhor de aceitar, uma mentira que te conforta ou uma verdade que dilacera sua alma? 

Juntar os caquinhos já era um costume, as vezes não se pode fugir do passado, ignora-los pode funcionar por um tempo, dizem que quem vive "dele"  não segue em frente, mas não é tão fácil esquecer algumas merdas, apenas cauterizamos a dor e seguimos para um futuro sequelado pelo fato de sermos destruidos toda vez, então ou você renasce das cinzas ou deixar o vento carregar seus resíduos...

A rotina de acordar toda manhã  ao lado de Jord era desanimadora, sei que todos perguntam por que não atravesso sua garaganta com um cutelo? Ou disparo trinta tiros a queima roupa nesse infeliz? Se fosse simples eu já o teria sufocado com o travesseiro, mas tem Hyuk que é como um filho e ele ama o pai, não posso magoa-lo, não dessa forma. As palavras do Mors ficam ecoando em minha cabeça, ele me fez uma pergunta e eu não respondi. Por que penso primeiro nos outros e esqueço de mim? A resposta é simples, mas não consegui expor. 

Entrei no chuveiro a água estava morna, todos os meus conflitos internos estavam brigando entre si nesse momento, a vontade era gritar para ver se meus pensamentos se organizavam, mas não podia, era muita coisa para digerir, sentimentos por um alfa que mal conhecia, a triste e desesperadora notícia de que meu irmão havia surtado! Saber como ia contar isso a Murady, resgatar as crianças sem riscos. Ouço as batidas de leve na porta, me tirando por um momento da minha agonia.

— Jimin? Abra preciso usar o banheiro também. — Jord já havia esperado meia hora.

— Está aberta. — Ele entra eu já estou enrolado na toalha pronto para sair .

— Jimin, sei que não está bem com o que soube sobre seu irmão e guardar tudo aí dentro só piora as coisas, exploda! Me bata grite, chore faça qualquer coisa, mas não reprima. 

— Obrigado pelo conselho "querido marido", Mas eu dispenso, só preciso que lembre-se de que se Jimus ficou louco a culpa é sua, então não finja que não sabe.

— Jimin, nunca vai me perdoar por esse erro?

— Erro?! — Eu tive que rir.

— Qual foi a graça?

— Pessoas normais erram, monstros não. — Saindo do banheiro me vesti com dificuldade, ainda estava dolorido,  tomamos café com aquele clima de cemitério, ninguém dizia uma única palavra, era melhor assim. 

— Vamos Hyuk?

— Onde vai? Ainda precisa se recuperar. 

— Alguém precisa contar a Murady que o esposo dele está louco lá fora, você quer dá a notícia Jord? 

— Já não basta os insultos de mais cedo?

— Prometi que não ia mais brigar com você na frente do seu filho, então respeite isso por favor. — Segui para fora da casa, Hyuk despediu-se do pai e trouxe Amira. 

— Quando chegarmos lá fique com Amira na arena até eu te chamar.

— Você parece preocupado Ji, o que aconteceu? 

— Eu queria não o envolver nisso, mas você mesmo pediu para não te deixar descobrir sozinho. Encontrei meu irmão e preciso contar a Murady.— Hyuk sentiu o peito apertar,  a notícia o deixou triste, Hyuk não entendeu bem o porquê, ele não quis saber dos detalhes. Murady estava no bar e quando viu a filha abriu seu melhor sorriso, fazendo o coração de Hyuk acelarar, o menino ficou um tanto confuso e logo fez o que eu havia pedido levando a pequena para dar um passeio.

— O que houve Jimin? pela sua cara não é coisa boa. 

— Preciso que me prometa que  agirá de cabeça fria, por que o que vou contar te causará revolta, mas preciso mesmo que se controle, pelo bem da Amira.

— Você tá me deixando tenso.

— Encontrei Jimus e não é nada bom. — Mostro os vídeos e as fotos, meu irmão parece outra pessoa. Murady não tem reação.

— Onde ele está? 

— Não tem um lugar específico, é como um andarilho, Murady ele atirou em mim. 

— Não acredito que fez por maldade.

— Foi uma emboscada. Encontrei um grupo mais cedo que disse que havia deixado ele para morrer dias atrás, mas era mentira, eles queriam me entregar  a ele, quando chegamos lá ele já esperava, tem vídeo aqui de três dias atrás Murady, ele sabia que eu ia estar lá, por que as pessoas que eu encontrei o avisou, eu fui ingênuo.— Murady continuava mudo, eu não sabia se isso era bom ou não.

— Preciso ir até ele para saber o que aconteceu, ele não pode ter enlouquecido. 

— Não Murady se você for pode ser perigoso, Amira precisa de você e eu também preciso. Pelo que sei Jimus acha que o esquecemos.

— Temos que saber dele. — Ele não conseguiu esconder que estava muito preocupado com a situação, mas prometeu que não ia agir precipitadamente por causa da filha.

— Sim, mas por enquanto deixe-me investigar. Agora preciso resolver uma merda das grandes na base. — Chamei Hyuk que deixou minha sobrinha com Murady e percebeu o climão, mas ficou na dele.

Na base  a situação da Hina era complicada, não foi uma brincadeira de mau gosto, e sim uma tentativa de homicídio, Jord já havia decidido o que fazer, eu só ia a interrogar para saber se mais alguém estava envolvido nisso, mas a sentença era uma só. 

— Hina, sou Park Jimin como já deve saber. Vou te fazer uma única pergunta e se eu não obtiver respostas concretas sua execução será as 17:00hs. — Eu não tinha pena quando a pessoa tinha um caráter duvidoso.

— Eu não fiz sozinha.

— Não? Ah bom saber! Quero nomes! Se não entregar cada uma das suas comparsas ainda vai haver execução, menina burra! — Esbravejei,  minha intenção sendo rude com ela era apenas para saber quem mais queria Miyavi morto.

— Se eu contar ainda serei executada? — Ela perguntou chorando.

— Não, vai fazer trabalhos voluntários e será expulsa da base. 

— Dias atrás no banheiro da arena, nós encurralamos Miyavi por que as meninas estavam dizendo que ele estava dando mole para todos os generais, e ele é realmente vulgar. Nós batemos nele, mas alguém invadiu o banheiro e nos arrastou pelos cabelos nos tirando do lugar, fomos punidas por bater nele e ninguém puniu quem nos arrastou para fora do banheiro. Decidimos dar uma lição em Miyavi por aquilo, mas a opção que eu votei foi colocar laxante na bebida dele, Chaneyon  ficou responsável por comprar, confiamos nela.

— Hum, vou chamar todas aqui para um confronto, quem comprou o veneno será executada, mas enquanto fazemos uma investigação bem apurada sobre o caso,  todas estarão presas. Swak, peça aos generais para trazer Chaneyon, Akin,  Jinhua e Huina. Só serão soltas depois que descartarmos a hipótese de estarem envolvidas.

— Jimin as famílias delas são ricas, acha que não vão intervir?

— Eu quero que se fodam! Pelas coisas que essas garotas já fizeram eu mesmo faria questão de executa-las! Lixo a gente descarta. Você sabe que aqui não tem essa de ter dinheiro, o que Jord decidiu foi executar Hina e todos os envolvidos independente de confessar ou não. — Digo já fora da cela longe da moça. 

— Jimin, são meninas jovens vai mesmo agir assim?

— Sabe qual o seu problema Swak? Você tem o coração muito mole. Não pode ser bom com pessoas ruins. Eu fui bom esses dias e olha o que recebi? Levei um tiro de graça! — Eu teria um dia cheio hoje.

Desci as escadas e  Jungkook esbarrou propositalmente em mim.

— Te encontro as 19:00hs no ponto cego da base. — Foi o que ele disse baixinho e a tentação de ir começa...

Jungkook foi mais uma vez encontrar com a tal pessoa com quem estava no dia em que sumiu por horas seguidas. Precisava finalizar uma coisa.

— Zhi o que descobriu sobre o alfa que está se passando por Mors e atacando os ômegas?

— A fita que Miyavi te deu foi analisada por Hyuk esta manhã, descobrimos o de sempre o cheiro de hortelã vem de um óleo aromático feito com feromônios mais uma substância alucinógena, certamente que o alfa usa isso para deixar os ômegas excitados, assim  fica difícil entender se foi um abuso ou não, a mente fica confusa e os desejos aflorados, o alucinógeno potencializa a líbido.

— Entendo, mas você disse que tem uma ideia para pegarmos ele.

— E tenho mesmo, o problema é que vai ser muito perigoso Jungkook.

— Qual seria sua ideia?

— Pelo que  JB me contou o tal alfa desenvolveu uma obsessão por seu irmão, então...— Jk nem deixou ele terminar a frase.

— Não vou usar Miyavi como isca para um pervertido!

— Tem uma ideia melhor?

— Não, mas isso?

— Eu aceito ser a isca, mais uma ômega foi atacada ontem a noite em seu próprio quarto ela acabou de se suicidar.  — Miya sai de trás de uma porta.

— Miyavi? Eu não vou deixa-lo se arriscar assim! 

— Kookie eu tô com medo não vou negar, sou frouxissimo para essas coisas! mas não quero mais viver com medo dele me pegar de novo. 

— Tudo bem então vamos armar um plano e a propósito, o dia que você me procurou por toda parte eu estava com Zhi, a gente foi em todos os locais onde aconteceu e coletamos amostras. — Jk só não havia dito onde passou a noite aquele dia. 


🔞🔞🔞🔞🔞🔞🔞🔞🔞🔞🔞🔞🔞


As 19:00hs em ponto eu estava no único lugar onde a câmera não pegava, um local escuro e perfeito para nos escondermos! Joguei a lanterna nas paredes para evitar ter um incidente com uma barata, eu tinha fobia por causa de uma brincadeira de mal gosto na infância. Passou-se sete minutos e eu já me sentia um merda por aguardar alí, o que eu estava pensando? Quando deu 19:15hs eu desisti de esperar, já chegava na claridade quando fui puxado para o escuro, eu já ia enterrar meu canivete na cara dele.

— Cuidado com isso! Sou eu! 

— Ai Jungkook que susto! O que quer? Fale logo preciso ir para casa. 

— Eu senti saudades dos seus beijos. 

— Não devemos mais fazer isso, tem alguém me vigiando.

— Não tem ninguém por perto!

— Ele é bom em se esconder, então não posso mais me deixar levar.— Como sempre ele me surpreendeu com um beijo eletrizante, nos escondemos no escuro onde não dava para ver quase nada, embora eu estivesse dolorido e com o ombro ferido, não pensei muito, Jk era afobado, lambeu minha orelha me fazendo respirar fundo, trilhou todo meu pescoço com beijos, dava leves chupadinhas sem deixar marcas, eu que nunca tive uma preliminar descente, me segurava para não gemer, enquanto Jungkook lambia meus mamilos intercalando entre um e outro, adentrou minha calça com uma das mãos, começou com uma leve carícia, eu já estava pra lá de úmido, ele desceu mais, baixou minha calça a deixando no meio das pernas ele passou a língua devagar bem na parte de cima fez isso algumas vezes me levando a loucura, até que engoliu tudo, tive que agarrar seus cabelos para aliviar a tensão, eu queria gemer alto, mas não podia chamar a atenção, a sensação de perigo me causava um êxtase inexplicável,  eu já quase não aguentava segurar minha vontade de gozar, Ele me jogou literalmente contra a parede me virando de costas para ele, senti meu ombro ferido se chocar contra a superfície de concreto o impacto fez doer, mas esqueci rápido ao ser invadido lentamente.

— Você é tão....— O interrompi.

— Não diga "tão apertado" que essa frase é a mais batida das fanfics, diga que sou uma obra prima ou que imaginou cada minuto comigo, menos isso de apertdado! — Jk riu alto.

— Você é a criatura mais doida que já conheci em toda vida e sim eu imaginei por dias como você seria, me enbriagar do teu perfume era mais que um fetiche, sentir a textura da sua pele, se sua boca é gostosa beijando imagino ainda como será ser engolido por ela. 

— Hoje não dá tempo, mas prometo que se houver uma próxima vez eu faço...— promessas feitas nessas horas nunca se concretizam, será?  Jk empregou um pouco mais de velocidade, entrando e saindo deixando minhas pernas bambas, eu poderia rasgar as paredes com as unhas de tanto prazer, fui virado de frente, entrelacei a cintura dele com as pernas, ele gostava das minhas expressões, embora não desse para enxergar com muita clareza, parecia se deliciar  quando percebia acertar o ponto do prazer, não consegui segurar por mais tempo, jorrei em sua barriga desnuda, logo depois ele se desfez em mim. Jungkook pensou em tudo, até lenço umidecido trouxe, minhas pernas tremiam e eu tinha que voltar para casa e tomar um banho antes que Alguém percebesse o cheiro dele em mim, então o deixei, sem dizer nada e fui até minha moto um pouco aflito. Foi bom mas eu não pensava em repetir a dose. 

🔞🔞🔞

— Jimin!  Eu te quero para mim e se o preço for matar Jord eu o farei.

— Tem muitas coisas que aconteceria se matasse ele, por que acha que ainda não o fiz?

— Basicamente porque Hyuk é como seu filho, mas até a ele o imperador arruina a vida, deixe a janela aberta e ninguém vai saber que fui eu.

— Jungkook?! Tá louco? Eu te disse que tem alguém me vigiando dia e noite, até essa conversa pode estar sendo ouvida, não faz isso comigo, foi minha melhor foda, mas para por aqui, você falou que poderia ser ao menos uma vez e vai ser só isso.

— Do que tem tanto medo? Me conta!

— Já expliquei, se eu for pêgo, não vou ter consequências sozinho.

— Precisa pensar mais em você, enquanto os outros vivem suas vidas você se sacrifíca por todos! E o único que vi retribuir foi Hyuk. 

— Chega, essa conversa tá muito parecida com a que tive com outra pessoa ontem não é tão simples, não posso deixar outras pessoas morrerem por minha culpa. — Subi na moto, liguei e praticamente fugi. 

— Jimin?!!! — Jk ficou um tanto puto, mas o que fazer? 

Em casa corro para o banheiro, não me sentia culpado pelo que fiz, mas não queria que acabasse, Jord tinha um monte de ômegas na rua e eu só o traí essa vez, assim eu queria pensar, depois que você experimenta algo bom é impossível resistir. Mas eu tentaria. 








Notas Finais


Volto terça 😉


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